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ACIÓLI, Ismael Clack  

(Maceió - AL 4/10/1890 - Niterói - RJ 21/03/1981). Jornalista, bancário, fotógrafo. Estudou eletrotécnica na Alemanha, mas não completou o curso por ter estourado a I Guerra Mundial. Regressa para Maceió. Trabalhou no Banco de Londres, onde se aposentou, após se radicar, em 1935, no Rio de Janeiro. Colaborou como fotógrafo e redator na Revista da Semana. Presidente do CRB, foi um dos introdutores do futebol em Maceió. Obra: Bica da Pedra, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 176.


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ACIÓLI, José Cabral  

( AL ). Escritor. Obra: Um Pacote de Riso, Maceió: SERGASA, 1987. Rindo à Toa, Edição do Autor, 1997.


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ACONÃ ou ACONANS  

Índios. Descendentes dos Tupinambás, habitavam as margens do Rio São Francisco. Foram aldeados pelos jesuítas em Porto Real do Colégio.


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ACOTIRENE  

Na história do Quilombo dos Palmares estão presentes mitos e fatos reais. Essa mescla de informações é resultado da postura ideológica dos segmentos sociais que se envolveram no passado com esse fato histórico, e daqueles que, no presente, procuram resgatar a história do negro a partir da perspectiva dos vencidos. A história de Acotirene exemplifica bem essa visão mítica e real do Quilombo dos Palmares. Enquanto mito, era a conselheira de todos os Palmarinos; como fato real, seu nome foi dado a um importante mocambo. Acotirene era um dos Mocambos do Quilombo dos Palmares, instalado no litoral dos Estados de Pernambuco e Alagoas, em homenagem a uma das primeiras mulheres que habitou o Quilombo dos Palmares e que exerceu grande influência na vida dos negros quilombolas. O mito conta que Acotirene chegou à Serra da Barriga - primeiro povoado quilombo - antes de Ganga-Zumba assumir o poder. Ela era a matriarca do Quilombo dos Palmares, exercia a função de Mãe e Conselheira dos primeiros negros refugiados na Cerca Real dos Macacos - Serra da Barriga. Quando Ganga-Zumba assumiu o poder, Acotirene não perdeu a função de Conselheira. Era consultada sobre todos os assuntos, desde as questões familiares até as decisões político-militares. Mesmo morta, segundo conta o mito, Acotirene aparecia aos chefes quilombolas para orientá-los nas dificuldades ou nas decisões a serem tomadas. O mocambo de Acotirene ficava situado no norte do Quilombo dos Palmares, a 21 léguas do povoado de Porto Calvo, entre os mocambos de Amaro, Damba-banga, Zumbi e Tabocas. Pela situação geográfica, esse mocambo tinha a função agrícola, na organização do Quilombo dos Palmares. (segundo o Dicionário de Mulheres de Alagoas: Ontem e Hoje).


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ACUÑA, Dom Rodrigo de  

Navegador espanhol dos fins do século XV e começos do XVI. Comandava um dos navios da expedição de Garcia Jofre de Loyasa, em direção às Ilhas Molucas, quando a esquadra se desbaratou no Estreito de Magalhães. Navegou para o Norte e se refugiou num porto ao Sul da ilha de Santa Catarina, designado posteriormente de Porto de D. Rodrigo. Continuando viagem, esteve na Bahia, em 1560, carregando pau-brasil. Na altura do Rio São Francisco foi atacado e roubado por franceses concorrentes no tráfico daquela madeira. Evadindo-se, aproou a umas dez léguas ao Norte, atualmente terras no município de Coruripe, em local que passou a ser conhecido por Baixos de D. Rodrigo. Posteriormente foi para Pernambuco e teria morrido no Brasil.-


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ACÁCIO, Afrísio dito Afrísio Acácio do Acordeão, o Poeta-Vaqueiro  

(Sítio Sapato,próximo ao Povoado Campo Grande (hoje cidade)o qual pertencia à época ao Município de São Brás - AL, 12/08/1949). Poeta, vaqueiro, radialista, músico, cantor, compositor, escritor, declamador, improvisador, vereador. Considerado um dos maiores acordeonistas do Nordeste, atualmente reside em Arapiraca. Teve os primeiros contatos com a Música ouvindo os programas de Josa, -O Vaqueiro do Sertão- e de outros radialistas das emissoras de rádio de Sergipe. Criado ajudando o pai, como vaqueiro e carreiro. Desde criança sonhava em ser músico. Possuía gado e, portanto, tinha condições de comprar uma sanfona, mas o pai não permitiu, pois não queria que ele se tornasse um artista. Certo dia comprou a bicicleta de seu irmão e foi para a zona urbana de Campo Grande, onde a trocou por uma sanfona de 48 baixos, da marca -Todeschine-. Seus professores na arte de tocar sanfona foram Zé Maraba e Sabino da Sanfona, e as suas principais influências musicais foram Luiz Gonzaga, Josa, -O Vaqueiro do Sertão-, Jacinto Silva, Trio Nordestino, Marinês & Sua Gente e Zé Nílton. Apresenta o programa -Amanhecer na Fazenda- na Rádio Comunitária -Nativa FM- (91,3), em Arapiraca. Trabalhou nas rádios em Palmeira dos Índios - Rádio Sampaio AM; Arapiraca - Novo Nordeste AM e Cultura AM; Penedo - Emissora Rio São Francisco AM; Aracaju/SE - Rádio Aperipê AM; Itabaiana/SE - Rádio Princesa da Serra AM, Capital do Agreste AM e Itabaiana FM e em Vitória de Santo Antão/PE - Vitória FM. Discografia: Gravou 2 LPs: Recordação do Passado com Nouzinho do Xaxado (1980) e o vinil solo -Forrófiando - ( 1986 ), vários CDs, incluindo poesias e DVDs. Teve músicas gravadas por Clemilda (-Menina Nova-), Zinho ( -No Cheirinho Dela-), Gérson Filho, Miguel Vieira e Zé Paulo, -O Major do Forró- (-Sorriso de Prata- ),entre outras. Vereador em Campo Grande por duas vezes, nas legislaturas 1983-88 e 1989-92, sendo presidente da Câmara Municipal de Vereadores nas duas legislaturas. Criou e foi o regente (no primeiro ano) da Orquestra Sanfônica de Arapiraca no governo da Prefeita Célia Rocha. No segundo ano ele pediu que fosse convidado o Maestro Jovelino Lima para substituí-lo na regência. Afrísio também mantém um conservatório de ensino prático para aprendizagem de acordeão. Patrimônio vivo da cultura alagoana, está comemorando 45 anos dedicados à música e à poesia. Criou o projeto -Cultura na Praça- que é uma extensão do CTNA (Centro Cultural de Tradições Nordestinas de Arapiraca ). Com o apoio da prefeitura Municipal de Arapiraca, através da Secretaria de Cultura e Turismo, o projeto tem por objetivo resgatar antigas tradições culturais e abrir espaços para valorizar os artistas populares da região. Na tenda cultural, localizada na Praça Luiz Pereira Lima (antiga -Praça da Prefeitura- ), sanfoneiros, emboladores de Coco, violeiros-repentistas, aboiadores, poetas-declamadores e cantores populares de toda Arapiraca e região se apresentam todas as segundas-feiras.


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ADA  

Clube de futebol. Participou do Campeonato Alagoano de 1945.


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ADELZONILTON ou ADELZO NILTON nomes artísticos de Adelzonilton Barbosa da Silva  

(Maceió - AL 29/06/1943 – Rio de Janeiro - RJ 09/08/2016). Compositor. Foi para o Rio de Janeiro, aos 4 anos. Sua primeira composição foi Pode Acreditar em Mim (1981), no LP em Samba, Partido e Outras Coisas, de Bezerra da Silva. Em 1987, sua composição Partideiro Indigesto, em parceria com Criolo Doido e Nilo Dias, foi gravada por Bezerra da Silva no LP Justiça Social, lançado pela gravadora RCA. Em 1989, Bezerra da Silva gravou de sua autoria É o Bicho, é o Bicho (c/ Simões PQD), no LP Se Não Fosse o Samba.., também pela RCA Victor. Nos anos seguintes, Bezerra da Silva incluiria várias composições suas em seus discos: em 1990, Eu não Sou Santo(c/ Criolo Doido e Nilo Dias), composição que deu nome ao disco do cantor; 1992, Grampeado com Muita Moral (c/ Carnaval e Moacyr da Silva) e Partideiro sem dó na Garganta (c/ Franco Teixeira e Nilo Dias) e, em 1993, no disco Cocada Boa,  ainda pela RCA,  incluiu, de sua autoria em parceria com Nilo Dias e Franco Teixeira, Prepara o Pinote. Outras músicas gravadas por Bezerra foram Defunto Caguete, A Fumaça Já Subiu pra Cuca. Um de seus maiores sucessos é a composição Malandragem dá um Tempo (c/ Moacyr Bombeiro e Popular P.). A música fez sucesso  com  Bezerra da Silva e também foi com o grupo Barão Vermelho. No ano de 2003, ao lado de Délcio Carvalho, Euclides Amaral, Cida Moreno e Noca da Portela, entre outros, participou do projeto Brincando de Roda, de Sérgio Fonseca, apresentado na quadra da Escola Brito Elias, em Mesquita- RJ.  Em 2004, depois de filiar-se à igreja evangélica, passou a assinar Adelzo Nílton, e Bezerra da Silva gravou discos gospel com as músicas Achei a Vida e Senhor, Ilumine Meus Caminhos.   


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ADERICO, Jardel da Silva  

(Maceió - AL 30/07/1976). Secretário de Estado. Graduado em Comunicação Social, CESMAC. Estudou filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia do Recife. Foi Diretor de Prevenção e Assistência a Dependentes Químicos na Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos de Alagoas. Foi Secretário adjunto de Ciência e Tecnologia e da Inovação. Destacou-se como um dos formuladores da política estadual sobre drogas. Atuou na articulação nacional junto aos gestores dos demais Estados do Brasil para a construção da política de acolhimento a dependentes químicos. Foi presidente do Conselho Estadual de Políticas Sobre Drogas e Articulador Parlamentar do Fórum Nacional de Gestores de Políticas Sobre Drogas. Empossado, em 06/08/2009 e, posteriormente, em 05/11/2010, na Secretaria Especial de Promoção da Paz, no 1º. Governo de Teotônio Vilela Filho. Secretário da Promoção da Paz, no 2º. Governo de Teotônio Vilela Filho. Em 22/10/2013, volta a assumir a Secretaria de Estado da Promoção da Paz.Secretário de Estado da Promoção da Paz, Governo Renan Filho (2015-2018).


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ADINIZIO  

( ? ). Cantor, compositor, sanfoneiro. Tocava em Casa de Forró em Maceió desde a década de 1960. Discografia: CD Faça o Bem não Olhe a Quem, são de sua autoria as composições: Veja o Mar meu Amor; Praia do Francês; Garota Bonita; Vem a Noite Vem o Dia; São João de Caruaru; Faça o Bem não Olhe a Quem; Lembrança do Meu Pai; Forró Esperto; Sonho Judiador; Eu Nasci em Pernambuco; Dançar meu Amor se Aprende Fácil e Homenagem a Luiz Gonzaga.


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