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ACADEMIA DE CIÊNCIAS COMERCIAIS DE ALAGOAS  

Fundada em 23 de abril de 1916 e à época mantida pela -Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados do Comércio-. A Academia, posteriormente é sucedida pela Escola Técnica de Comércio de Alagoas, enquanto a Sociedade Perseverança é sucedida pelo Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado de Alagoas. Seus Estatutos foram aprovados em 12 de maio de 1916, pela seguinte diretoria: Presidente: Bento Valença; 1º secretário: Santino Silva; 2º secretário: Jerônimo Macieira; 1º tesoureiro: Filadelfo Lessa; 1º Bibliotecário; Manoel Sidney Valença; 2º Bibliotecário: Manoel Costa; arquivista; Antônio Viveiros. Da Comissão Fiscal; Júlio de Castro; do Conselho Supremo: Antônio Martins Murta; da Comissão do Museu: Fontino França e Arthur Brandão. Sócios: Antônio Bispo de Melo, Benedito Cotrim e Jônatas Menezes Barreto. Publicou: Estatutos da Academia de Ciências Comerciais de Alagoas, Fundada em 23 de Abril de 1916 e Mantida Pela Sociedade -Perseverança e Auxílio dos Empregados no Comercio-, Jaraguá/Maceió: Tip. Oriental, 1916.


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ACADEMIA DE LETRAS, ARTES E PESQUISAS DE ALAGOAS  

Presidente, José Bilu da Silva.


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ACADEMIA DOS DEZ UNIDOS  

Fundada em Maceió: em 23 de setembro de 1923, tinha como uma de suas finalidades a divulgação dos escritos de seus membros por uma revista literária, objetivo não alcançado. Dela fizeram parte, inicialmente: Zaneli Caldas, Joaquim Maciel Filho, José da Costa Aguiar, Amarílio Santos, João Soares Palmeira, Carlos Paurílio, Felix Lima Júnior - na casa de sua família, na rua do Comércio, se realizou a primeira reunião -, Agnelo Rodrigues de Melo ( Judas Isgorogota, seu idealizador ), Hildebrando Oséas Gomes e Astério Machado Melo. Participaram, ainda, nas vagas abertas por afastamento de alguns fundadores, Paulino de Araújo Jorge, Renato Cardoso, Cesar Sobrinho e Mendonça Braga. Uma das últimas informações sobre a instituição foi a reunião, em março de 1925, festejando o centenário do escritor português Camilo Castelo Branco.


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ACADEMIA GUIMARÃES PASSOS  

Denominação que o GRÊMIO LITERÁRIO GUIMARÃES PASSOS passou a ter, a partir de 1930.


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ACADEMIA MACEIOENSE DE LETRAS  

Fundada em 11/08/1955, na sede da Associação Alagoana de Imprensa, sob a inspiração do jornalista José Rodrigues de Gouveia. Entre seus fundadores: Augusto Vaz da Silva Filho, Arthur Verres Domingues, Manoel Cícero do Nascimento, Cláudio Antônio Jucá, Rui Ávila, Paulo Duarte Cavalcante e Rui Sampaio. Surgia como uma tentativa de substituição ao Centro Cultural Emilio de Maya.Teve como seu primeiro presidente, Augusto Vaz Filho, seguido pelo jornalista José Rodrigues de Gouvêia, de quem, inclusive, partiu a ideia para sua fundação. Seu Estatu5to de Reorganização foi aprovado em Assembleia Geral em 15/12/1959. Foi reconhecida de Utilidade Pública pela Lei Estadual 2.353, de 21/01/1961 e pela Lei Municipal 963, de 05/08/1963. Diretoria atual: Cláudio Antônio Jucá Santos, presidente e Miguel Vassalo Filho, secretário. Entre seus membros: Isvânia Marques da Silva. Publicou: Caderno Literário - Prosa e Versos, Maceió: 1963 [s.ed.] (Coleção Waldir Moreira). Jucá Santos foi responsável pela publicação Alagoas Sesquicentenária, editada pela AML quando do sesquicentenário de Alagoas.


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ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS DE ALAGOAS - AMLA  

Fundada, em Maceió: em 30 de julho de 1994, com as finalidades de: a) difundir as letras, as ciências e as artes maçônicas; b) congregar os maçons que se dedicam a estes misteres. c) reivindicar junto aos poderes competentes as justas aspirações afetas a estes ofícios; d) promover os escritores, os cientistas e os artistas maçônicos e ampará-los em seus direitos autorais e intelectuais; e) publicar obras literárias, científicas e artísticas de interesse maçônico de cujos lucros participará a AMLA; f) promover congressos, conferências, seminários, palestras e outras atividades culturais e artísticas visando difundir a filosofia, as letras, as ciências e as artes maçônicas. Seus membros são de cinco categorias: Fundadores, Efetivos, Beneméritos, Correspondentes e Honorários. Constituída de 33 cadeiras, são seus patronos: Cadeira 1: Abelardo Duarte; cadeira 2: Manoel L. Sampaio Marques; cadeira 3: João Craveiro Costa; cadeira 4: Domingos Paes Barreto Cardoso; cadeira 5: Antônio Guedes de Miranda; cadeira 6: Waldemar Cavalcanti de Lima; cadeira 7; Jayme Lustosa de Altavila; cadeira 8: João Francisco Dias Cabral; cadeira 9: Adalberon Cavalcanti Lins; cadeira 10: Manoel Aristeu Goulart de Andrade; cadeira 11: Ezequias Raimundo Alves; cadeira 12: José Pereira de Lucena; cadeira 13: José Sílvio Barreto de Macedo; cadeira 14: José Jerônimo de Albuquerque; cadeira 15: José Carneiro de Albuquerque; cadeira 16: Francisco Inácio de Carvalho Moreira (Barão de Penedo) cadeira 17: Antônio Scipião da Silva Jucá; cadeira 18: Manoel Deodoro da Fonseca; cadeira 19: Elmo Nunes de Carvalho; cadeira 20: José Tavares de Souza; cadeira 21: Corinto Ferreira da Paz, faltando definir os patronos das outras cadeiras. Fundadores: José Sílvio Barreto de Menezes, Gerson Pinto de Campos, Wolney Cavalcanti Leite, José Alfredo Machado da Silva, João Alves da Silva, Domingos de Oliveira Prado, Moacir de Carvalho Ribeiro, Luiz Napoleão Vieira de Medeiros, Klinger da Costa Bezerra, Cícero Herculano Machado, Jamerlino Jorge de Souza e Cláudio Vicente Santos. Era sua primeira diretoria, empossada em 16 de setembro de 1994: Klinger Costa Bezerra, presidente; João Alves da Silva, vice-presidente; Gerson Pinto de Campos, secretário; Cícero Herculano Machado, tesoureiro; José Alfredo Machado da Silva, relações públicas. Estatutariamente, o mandato da diretoria é de dois anos, sendo proibida a reeleição. Publicou: A Maçonaria ao Seu Alcance, 1986, dividido nos seguintes capítulos, com seus respectivos responsáveis: Administração Maçônica, por Domingos de Oliveira Prado; Doutrina e Filosofia, por Sílvio de Macedo; História Maçônica, por Levi Câmara Scala; Liturgia Maçônica, por João Alves da Silva; Moral e Cívica, por José Pereira de Lucena; Relações Humanas, por Romany Roland Cansanção Mota e Simbologia Maçônica, por Volney Cavalcanti Leite.


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ACADEMIA MIGUELENSE DE LETRAS E ARTES - AMILA  

Criada em fevereiro de 2010, ano de Centenário de Rui Palmeira e em data próxima aos 509 anos de descobrimento do Rio que dá nome à cidade. Conta inicialmente com 30 cadeiras. Diretoria atual: presidente: Manoel Clarindo dos Santos; vice-presidente: Manoel Valentim; 1ª tesoureira: Maria Helena da Silva Costa; 2ª tesoureiro: Amarildo Gomes dos Santos; 1ª secretária: Josse Leah de Oliveira; 2ª secretária: Maria Francisca Alves; bibliotecário: Ernande Bezerra de Moura. Componentes: Marly Ribeiro Aprígio; José Benedito Alves; Andre Carlos Vieira; Vicente Minervino Oliveira; Antônio Honorato dos Santos; Maria de Lourdes do Nascimento; Maria Betânia Rocha; Geraldo Bezerra dos Santos; José Eduardo Rolim de Moura Xavier; Quitéria Será dos Santos; Amarildo Gomes dos Santos; Willims da Silva Santos; Antônio Valentim dos Santos; Maria Helena da Silva Costa; Josse Leah de Oliveira; Maria Francisca Alves; Geane Cristina Rodrigues do Nascimento; José Honório da Silva; Cícero Eugenio Paulo; José Jerônimo Silva; Maria da Conceição Malheiros Wanderley; Eladia Cristina Teixeira Santos; Maria Betânia Costa Leite; Luciano Barbosa de Moura; Manoel Clarindo dos Santos; Agamenon Lima do Nascimento e Ernande Bezerra de Moura. Obra: Letras e Lirismo Valentes Sinimbys, Coletânea dos Poemas Miguelenses, Maceió: Viva, 2013, prefácio de André Carlos Vieira dos Santos.


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ACADEMIA PALMEIRENSE DE LETRAS, CIÊNCIAS E ARTES - APALCA  

Fundada em 21 de junho de 2000, teve a posse de seus dezessete (17) membros efetivos em 18 de agosto de 2001. A primeira Diretoria, era composta por: Pe. Antônio Melo de Almeida (Padre Motinha), presidente e Isvânia Marques, vice-pesidente; Jorge de Araújo Vieira, secretário. Padre Motinha dirigiu a instituição de 2002 até maio de 2004, afastando-se assumiu a vice-presidente, até o final do mandato. Seu paraninfo perpétuo é Graciliano Ramos e seu patrono perpétuo Luiz Barros Torres. Em 30 de agosto de 2008, com a reforma do Estatuto Acadêmico, foi ampliado o número de Cadeiras dos Patronos, totalizando 30 (trinta), homenageando outras figuras notáveis palmeirenses, assim como foram nomeados novos acadêmicos. A posse aconteceu em 23 de outubro, durante Sessão Magna, na AABB local. Nova diretoria: Presidente: Isvânia Marques da Silva. Patronos: Patrono Perpétuo - Luiz de Barros Torres. Cadeiras: 1: Aldaberon Cavalcanti Lins; 2: Antonieta de Barros Torres; 3: Francisco Nunes Brasil; 4: Frei Elias Medeiros Ferro; 5: José Delfim da Motta Branco; 6: Luiz de Melo Motta; 7: Lourival de Mello Motta; 8: Lidenor de Mello Motta; 9: Manoel Bezerra e Silva; 10: Maria Lúcia (Luiza) Duarte; 11: Pedro Torres Neto; 12: Valdemar de Souza Lima; 13: Dom Mateus Ramalho Rocha; 14: Carlos Pontes de Almeida; 15: Antônio Caetano Pinto; 16: Francisco Xavier de Macedo; 17: Hélio Teixeira dos Santos; 18: José Pinto de Barros; 19: José Rebêlo Torres; 20: Manoel Antônio de Oliveira Melo; 21: José Jofre Soares; 22: Ricardo Medeiros Ramos; 23: Rosa Eulália Pimentel; 24: Ananete Lima de Macedo; 25: Francisco Guilherme Tobias Granja; 26: Marçal José de Oliveira; 27: João Evangelista de Souza; 28: Sebastião Jacinto da Silva; 29; Luiz de Melo Neves; 30: Péricles Brandão de Barros. Acadêmicos:Cadeiras: 1: Juarez Marques Luz, cujo primeiro ocupante foi Dom Fernando Iório Rodrigues; 2: Hélio Luiz Lima de Moraes; 3: Luciano Galindo; 4: Ivan Barros; 5: Ronaldo Messias Barbosa; 6: José Geraldo Passos Lima; 7: Maria José Cardoso Ferro; 8: Aparecida Silva de Sá; 9: Antonio Melo de Almeida; 10: Alberto Leão Maia; 11: Isvânia Marques da Silva; 12: Everaldo Damião da Silva; 13: Amélia Rebelo Brandão dos Santos; 14: Jorge de Araújo Vieira; 15: Ana Cristina Moreira; 16: Pedro Teixeira dos Santos; 17: Vladimir Ivanovitch Wanderley de Barros; 18: Jorge Tenório de Albuquerque; 19: Herbert Lisboa Torres; 20: Judite Maria Rocha da Silva; 21: Antônio Julião Rodrigues Marques; 22: Erisvaldo Vieira; 23: Pedro Almeida Neto; 24: Maria de Lourdes Ribeiro; 25: José Bezerra Neto; 26: Pedro Duarte de Oliveira; 27: Elisabeth Carvalho Nascimento; 28: Edson Marques Brandão; 29: Eugênio Pacelli Neves Rocha; 30: Aloísio Alves Souza.


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ACADEMIA PENEDENSE DE LETRAS, ARTES, CULTURA E CIÊNCIAS  

Fundada em 03 de setembro de 1963 , sendo Ernani Méro um dos seus fundadores juntamente com José do Patrocínio Rocha; Carlos Santa Rita; Raimundo Marinho; Francisco Guerra; Cônego Hildebrando Verissimo Guimarães; Padre Dermeval Ferreira Lima e Alcides dos Santos Andrade , com o nome de Academia Penedense de Letras. Passa por um período de hibernação, a partir de 1974, e ressurge em 18 de dezembro de 2005, por iniciativa do jornalista Marcelino Cantalice de Trindade, em reunião no Teatro Sete de Setembro. Ampliou-se, incluindo Artes, Cultura e Ciências, tornando-se, assim. a Academia Penedense de Letras, Artes, Cultura e Ciências - APLACC. Conservou, porém, o seu nome de "fantasia": ACADEMIA PENEDENSE DE LETRAS. Aumentou, também, o número de suas Cadeiras e de seus Patronos, passando de 15 para 25. Patronos: Cadeira 1: José Próspero Jeová da Silva Caraotá; Cadeira 2: Manoel Joaquim F. de Barros. Cadeira 3: Francisco Inácio de Carvalho Moreira, Barão de Penedo; Cadeira 4: Dom Jonas de Araújo Batinga; Cadeira 5: Manoel Clementino do Monte; Cadeira 6: Padre Francisco José Correia de Albuquerque; Cadeira 7: Sabino Romariz; Cadeira 8: Frei José de Santa Engrácia Pacheco; Cadeira 9: Cônego Teotônio Ribeiro da Silva; Cadeira 10: Frei João Capistrano de Mendonça; Cadeira 11: Perilo Gomes; Cadeira 12: Jonas José Batinga; Cadeira 13: Manoel Tertuliano dos Santos Filho; Cadeira 14: Jurandir Gomes; Cadeira 15: Elysio José de Carvalho; Cadeira 16: Antônio de Freitas Cavalcanti ; Cadeira 17: Dom Adelmo Mateus C. Machado; Cadeira 18: Luiz de Medeiros Neto; Cadeira 19: José Sílvio Barreto de Macedo; Cadeira 20: Frei João Santa Ângela de ???Alagoas; Cadeira 21: Dioclécio Elias Assunção (Phydias) Cadeira 22: Cesário Procópio dos Mártires; Cadeira 23: Fernando Sávio Brandão de Oliveira; Cadeira 24: Amélia Papinni Góes e Cadeira 25: Antônio Pedro dos Santos. Sócios efetivos: Alita Lopes Andrade de Alencar ( cadeira 1), Benedito José da Fonseca (cadeira 2), Francisco Souza Guerra (cadeira 03), Enoy Magalhães Bittencourt (cadeira 4 vaga ???) , Valfredo Messias dos Santos (cadeira 5), Tobias Medeiros, ( cadeira 6) anteriormente ocupada pelo padre Dermeval Ferreira Lima, Luciano Santana Rocha ( cadeira 7), Marcelino Cantalice da Trindade ( cadeira 8). José Damasceno Lima (cadeira 9), Moezio de Vasconcellos Costa Santos ( cadeira 10) sendo sendoocupada anteriormente por Alcides dos Santos Andrade, Maria Núbia de Oliveira(cadeira 11), Francisco Araújo Filho (cadeira 12), Wilson José Lisboa Lucena (cadeira 13), João Pereira Júnior (cadeira 14), Wilton Lisboa Lucena (cadeira 15), Dimas Patriota (cadeira 16), Cadeira 17 a ser ocupada, José Genival Bezerra Ferreira ( cadeira 18 ) Clebio Correia de Araújo (cadeira 19), Edgar da Silva Júnior (cadeira 20), (cadeira 21 a ser ocupada),Josué Marques da Silva (cadeira 22) a ser ocupada), (cadeira 23 a ser ocupada), (cadeira 24 a ser ocupada), Claudeonor Teixeira Higino (cadeira 25). Diretoria período 2015-2017: Moezio de Vasconcellos Costa Santos, Presidente; Valfredo Messias dos Santos, 1º. Vice-Presidente; Wilson José Lisboa Lucena, 2º. Vice-Presidente; Maria Núbia de Oliveira, 1ª. Secretária; Cleudeonor Teixeira Higino, 2º. Secretário; Wilton Lisboa Lucena, 1º. Tesoureiro; Dimas Patriota, 2º. Tesoureiro. Conselho Fiscal: Francisco Sousa Guerra, Alita Lopes Andrade de Alencar e João Pereira Júnior. Falece Enoy Magalhães Bittencourt. Publica o jornal Folha Acadêmica, publicação cultural mensal. Walfredo Messias dos Santos é seu diretor e Wilson José Lisboa Lucena seu editor geral e jornalista responsável.


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ACADEMIA PILARENSE DE LETRAS  

Fundada no Pilar, no dia 20/06/2001, por iniciativa do poeta e escritor José Benjamin, tendo inicialmente 25 cadeiras com seus 25 patronos, passando, em 2013, de 25 para 40 cadeiras, com seus respectivos patronos. Inicialmente, os patronos eram : Cadeira 1, Pedro da Costa Rego; Cadeira 2, José Soares Camêlo; Cadeira 3, Modesto Lins; Cadeira 4, Raul Ramos; Cadeira 5, José de Mendonça Alarcão Ayala; Cadeira 6, Miguel Macedo Filho; cadeira 7, Arthur Ramos de Araújo Pereira; cadeira 8, Dom Rosalvo da Costa Rego; cadeira 9, José Benjamin; cadeira 10, Joaquim Wanderley; cadeira 11, Valdemar Viana; cadeira 12, Otávio Gomes; cadeira 13, Álvaro de Almeida Costa; cadeira 14, Aristeu Bulhões; cadeira 15, Nilo Ramos; cadeira 16, Cipriano Jucá; cadeira 17, Padre Aristides Tourinho de Paiva; cadeira 18, Octacílio Silveira Cavalcante; cadeira 19, Humberto Rosa e Silva; cadeira 20, Oliveira e Silva; cadeira 21, Júlio Auto da Cruz; cadeira 22, Heitor Alves de Amorim; cadeira 23, Augusto de Andrade; cadeira 24, José Júlio Cansanção; cadeira 25, Ranilson França. Após a reforma estatutária , em 01/11/2013, com a ampliação do número de caeiras, ampliou-se o número de patronos: cadeira 26, Jorge C. de Barros; cadeira 27, Rubens de Mendonça Canuto; cadeira 28, Albérico Cordeiro; cadeira 29, José Cabral Irmão (Zito Cabral) cadeira 30, Enoch Cavalcante de Barros; cadeira 31, Fernando de Mendonça; cadeira 32, Valentim Siqueira Paes; cadeira 33, Milton Pimentel; cadeira 34, Ozéas Cardoso; cadeira 35, Adelino Nunes; cadeira 36, Anfilífio Remígio; cadeira 37, Anísio de Souza; cadeira 38, Horácio Euzébio Serafim; cadeira 39, Jacy da Costa Ayres; cadeira 40, Joana Cajuru. No período em que sé eram 25 cadeiras, eram seus ocupantes: Cadeira 1, Antônio de Pádua Almeida da Silva; Cadeira 2. Manoel Soares Camêlo; Cadeira 3. José Edvan Camêlo da Silva; Cadeira 4. Agenor Francisco da Silva; Cadeira 5. José Morais Maia; Cadeira 6. Márcio Antônio Palmeira; Cadeira 7. Sérgio Roberto Cavalcante de Moraes; Cadeira 8. Eliana Maria Coimbra Peixoto; Cadeira 9. José Inaldo Soares dos Santos; Cadeira 10. Benedito Porfírio Pontes; Cadeira 11. Dáurea de Sá Cavalcante; Cadeira 12. Wilker Leite; Cadeira 13. Flávio Costa; Cadeira 14. Maria Floripes Soares Viegas; Cadeira 15. José Aloísio de Almeida; Cadeira 16. Haroldo Ferreira e Silva; Cadeira 17. Rilley Aciole Ribeiro Oliveira; Cadeira 18. Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti; Cadeira 19. Afrânio Jorge Omena da Silva; Cadeira 20. Ivo Vicente da Silva; Cadeira 21. Nilton dos Anjos Rocha; Cadeira 22. José Cícero Soares Cavalcante; Cadeira 23. Milton Oliveira Filho; Cadeira 24. Mário Correia de Oliveira; Cadeira 25. Marta Emanuelle de Oliveira; Ampliando-se o número de cadeiras, as 15 novas pasaram a ser ocupadas por: Cadeira 26. Robson Lima; Cadeira 27.Renato Rezende Rocha Filho; Cadeira 28. Clewerton Afonso Cavalcante; Cadeira 29. José Mário Mendonça de Moraes; Cadeira 30. Carlos Enoch Lins Barros; Cadeira 31. José Bartolomeu Mendonça; Cadeira 32. Márcio Ricardo Costa Martins; Cadeira 33. Antônio Durval Sampaio; Cadeira 34. Luiz Carlos Omena da Silva; Cadeira 35. Marinês Nunes Messias; Cadeira 36. Hilda Bertoldo de Viveiros Cãndido; Cadeira 37. Thalles Anízio de Souza; Cadeira 38. Acácio Serafim Sobrinho; Cadeira 39. Iraci Ferreira dos Santos; Cadeira 40. Benedita Santos de Lima. Primeira Diretoria: Quadro de Honra: Presidente Dr. Antônio Sapucaia da Silva; vice-presidente Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti; Orador oficial José Benjamim. Diretoria Administrativa: Presidente Sérgio Roberto Cavalcante de Moraes; 1º. Vice-presidente José Inaldo Soares dos Santos; 2º. Vice-presidente Manoel Soares Câmelo; 1º. Secretário Ivanilda Rodrigues de Melo; 2º. Secretário Laudicéa Guedes Costa; 1º. Tesoureiro Márcio Ricardo Costa Martins de Melo; 2º. Tesoureiro Antônio de Pádua da Silva; diretor cultural Clarival de Oliveira e Silva; diretor de patrimônio Hilda Bertoldo de Viveiros Cândido; bibliotecário Robson Lima. Conselho Fiscal: Agenor Francisco da Silva, José Bartolomeu Alves da Rocha, Pe. Manoel Henrique de Melo Santana, Rosa Rodrigues de Lima, Alcides Barbosa dos Santos. Em setembro de 2013, empossou-se a nova Diretoria: Sérgio Roberto Cavalcante de Moraes, presidente; Flávio Costa, vice-presidente; Ivo Vicente da Silva, 1º secretário; Manoel Soares Camêlo, 2º secretário; José Aloísio de Almeida, 1º tesoureiro; Marta Emanuelle de Oliveira, 2º tesoureio; José Inaldo Soares dos Santos, bibliotecário. Conselho Fiscal: Efetivos: Agenor Francisco da Silva, Nilton dos Anjos Rocha e Emannuel Fortes Silveira. Suplentes: Márcio Antônio Palmeira, Haroldo Ferreira e Silva e João Ferreira da Silva.


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