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XAMEGUINHO  

(Atalaia - AL). Compositor, cantor, músico, arranjador, sanfoneiro. Proprietário do Stúdio Xamego, muito requisitado por artistas alagoanos, sergipanos e pernambucanos. Discografia: CD Do Jeito do Meu Coração, Gogó da Ema, 1992; CD Xameguinho - O Original, Produção Independente, 2013; CD Xameguinho do Arcodeon & Banda, Produção Independente. 2011; CD Forro e Vaquejada, Produção Independente, 2011; CD Xameguinho do Acordeon & Forrozão - Só Xamego, Produção Independente.


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XAVIER, Antônio José Rodrigues  

(BA ?). Escritor, professor, ator, dramaturgo. Graduação em Letras, CESMAC (1996). Especialização em Docência do Ensino Superior no CESMAC (2003). Mestrado em Letras e Linguística, UFAL (2006) com a dissertação: Musas e Moscas na Produção Poética de Lucy Brandão: Contracultura, Tensão Dicionante e Hibridrismo Cultural. Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística, UFAL (2011). Outros cursos: Extensão universitária em Língua e Literatura Francesa, Aliança Francesa (1975). Teatro, SESC (1977). Extensão universitária em Inglês, CCAA (1981). Extensão universitária em Group Dinamics in English Class, British Council (1988). Extensão universitária em Inglês, EF International Language Schools (1997). Comissário de Bordo, TRANSBRASIL19, 1982-87. Professor, Colégio Carlos Drummond, 1997-1999. Formador no Centro de Formação Continuada, desde 2004. Professor da SME da Barra de São Miguel, 1998-2000. Professor da SME Maceió, 2000-2004. Professor na Faculdade Pio X, 2009. Professor na UNEAL, desde 2004. Servidor público da SEE, desde 2001. Professor do CESMAC, desde 2002. Professor na UFAL, desde 2007. Desenvolve pesquisa em Letras e Educação. Tem experiência na área de Letras, atuando principalmente como pesquisador nos temas "Contracultura em Alagoas, Poesia e Hibridismo Cultural" e, no que diz respeito à Educação, em Prática Pedagógica e Estágio Curricular Supervisionado. Líder do grupo de pesquisa cadastrados pelo CNPq, a saber: NELI Núcleo de Estudos Literários Interdisciplinares, e participa como pesquisador no FOPECUS Fórum Permanente de Estágio Curricular Supervisionado. Representante da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais em Alagoas. Obras: Oito, juntamente com V. Romariz, Maceió, VIVA, 2012; Inversão de Orfeu, juntamente com A. L. Maia, V. Romariz (orgs.), Maceió, Projeção Gráfica e Editora, 2013. Capítulos de livros: Do Poetar, dos Repentes Urbanos e das Performances na Produção Poética de Lucy Brandão: Contracultura, Estética da Existência e Modernidade, in Poesia Alagoana Hoje, Maria Heloisa Melo de Moraes (org.), Maceió, EDUFAL, 2007, p. 53-73. Artigos em periódicos: Por Uma Poética Contraculturista em Maceió: Uma Leitura Panorâmica Sobre os Processos de Hibridação no Projeto Poético De Lucy Brandão, in Inconho, 2009, v. 1, p. 73-77; (Des)caminhos Poéticos e Universidade: "Dessacralizando Hierarquias, Democratizando Lugares", juntamente com J. J. C. Costa, in Cadernos de Pesquisa e Extensão, 2009, v. 1, p. 161-173; Ensino Superior, Gestão de Portais Acadêmicos e Interatividade, juntamente com M. F. O. Santos, I. B. S. Silva, J. R. M. C. Souza, in Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade, 2010, v. 01, p. 02-10; Gêneros Textuais e Agentes Discursivos: `Harmonia, Conflito e Relações de Poder`, juntamente com J. J C. Costa, M. F. O. Santos, in Sociedade, Educação e Poder, 2010, . 1, p. 106-118; Do Agenciamento da Prática nos Cursos de Licenciatura: `Por Uma Concepção Transculturada`, juntamente com Maria de Fátima Guimarães Almeida, A. R. V. Rocha, in Sociedade, Educação e Poder, 2010, 1, p. 83-105; Gestão Educacional e Estágio Curricular Supervisionado: Uma Análise do Direito ao Texto Literário no Exercício da Gestão, in Convergências e Tensões no Campo da Formação e do Trabalho Docente: Políticas e Práticas Educacionais, 2010, v. XV, p. 02-12.


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XAVIER, Cleiton Ribeiro  

 (São José da Tapera - AL 23/03/1983). Jogador de futebol.Iniciou sua carreira, como meia, no CSA, em Maceió, 2002-2003. Clubes nos quais atuou: Internacional (RS), 2003-05; Sport (PE), 2005; Gama (DF), 2006; Internacional (RS), 2006; Marília (SP), 2006; Figueirense (SC), 2007-08; Palmeiras (SP), 2009-10. Destacou-se na Seleção Brasil - Sub20. Em setembro de 2009 foi convocado, pelo técnico Dunga, para compor a Seleção Brasileira. Logo após o campeonato mundial, transferiu-se para o Metalist Kharkov, na cidade da Cracovia, na Ucrânia. Em 2015, retorna ao Brasil e passa a jogar pelo Palmeiras.


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XAVIER, Eduardo  

veja EDU PASSOS.


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XAVIER, Eduardo nome artístico de José Eduardo Rolim de Moura Xavier Silva  

 (Sebastião Ferreira, distrito de São Miguel dos Campos - AL 07/09/ 1958). Pintor, ilustrador, cantor, psicólogo, professor. Graduação em Psicologia Clínica, CESMAC (1981). Graduação em Canto, UFAL (1991). Doutorado em Letras e Linguística, UFAL (2004). Professor da UFAL desde 1994. Autodidata, recebeu orientação de Roberto Lopes e Fernando Lopes. Começou a pintar em 1970. Individuais: Grafitti Galeria, Sucata Decorações, Galeria Karandash; 1983, 1984 e 1987. Coletivas: 1977: Aliança Francesa; Clube Fenix Alagoana; Galeria Ambiental. 1978: Galeria Mário Palmeira; Sucata Decorações. 1979: Mestre Aurélio Buarque de Holanda, DEC-SEC e IHGAL, na qual recebeu Menção Honrosa. 1980: Reitoria da UFAL; Galeria Mário Palmeira; Caixa Econômica Federal - Agência São Miguel. 1981: Grafitti Galeria; I Leilão de Arte Alagoana. 1982: Sala de Cultura da Delegacia do MEC/AL. 1983: Grafitti Galeria; Galeria Mário Pedrosa; Arte Religiosa e Vasos de Flores ambas na Grafitti Galeria. 1984: Pintores Pintam os Poetas, Grafitti Galeria; Galeria José Inácio, Aracaju-SE. 1985: XI Festival de Verão de Marechal Deodoro; Galeria Karandash; Associação Comercial de Maceió. 1986: Galeria Álvaro Santos, Aracaju- SE; Galeria SESC/SENAC; Exposição do Acervo, Galeria Miguel Torres, FUNTED. 1987: Galeria Lourenço Peixoto, SECULTE; I Mostra Semestral de Arte, Galeria Karandash; Galeria Mário Palmeira. 1988: Hotel Ponta Verde-Galeria Mário Palmeira. 1989: Alagoas Arte Atual, Fundação Pierre Chalita. 1993: Exposição Arte de Alagoas, Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro; Hotel Meliá. 1994: Casa da Aposentadoria, em Penedo. Professor de História da Arte no CESMAC. Participou da V Mostra Cultural, promovida pelo Instituto da Visão, entre 5 e 14 de novembro de 2012. É crítico de arte, militante. Um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas, publicado em Maceió, em 1989, sob a coordenação de Romeu de Mello Loureiro. Um dos artistas divulgados na obra Arte Alagoas II, publicada quando da exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge de Lima, pela Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, sob a curadoria de Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. Ilustrador de livros de Ernani Mero. Criador de cartazes: II Festival de Música DAC/SEC; Semana do Teatro - FATA (1983) Projeto de Interiorização do Teatro FATA/FUNTED/UFAL, em 1984. 1º lugar, em 1985, na Categoria Intérprete no Festival Universitário de Música - DCE/UFAL. Obras: D`O Guarani a Il Guarany: A Trajetória da Mimesis da Representação, Maceió, EDUFAL, 2007. Artigos em periódicos: Música Mimética, in MUSIFAL: Revista Eletrônica de Música da Universidade Federal de Alagoas, 2009, v. 01, p. 16-24. Produção artística/cultural: Diário de Um Louco, de Gogol, juntamente com Glauver Teixeira, 994 (Sonoplastia/Teatro) Recital de Canto, juntamente com Henrique Lins, 1994; Concerto Sacro, 1995; Duas Vozes e um Piano, juntamente com Maria de Fátima de Brito, Marco Caneca, Bráulio Pugliesi, 1995 (Recital de canto popular) Concerto Sacro, juntamente com Henrique Lins, 1995; Recital de Canto, juntamente com Henrique Lins, 1995; Missa de Alcaçus, juntamente com D. Gaunais, 1996 (Concerto de música erudita) Concerto Erudito, juntamente com Henrique Lins, 1996; Recital de Canto, juntamente com Sara Kauffman, 1997; Concerto Sacro, juntamente com Henrique Lins, 1997; Videtem Miraculum, 1997 (Composição musical/Coral) Alma Redemptoris Mater, 1997 (Composição musical/Coral) Missa Pastoril, 1997 (Composição musical/Coral) Missa em Sol Maior, de Franz Schubert, juntamente com Henrique Gregori, Henrique Lins, 1997; Quartas Musicais, juntamente com Henrique Lins, 1998 (Concerto erudito) Dez Anos do Madrigal Reflexus, juntamente com Henrique Lins, 1998 (Concerto erudito) I Festival de Música de Natal, juntamente com Danilo Guanais, 1998 (Concerto erudito) Concerto Erudito, juntamente com Josélio Rocha Batista, 1999; Concerto Sacro, juntamente com Henrique Lins, 1999 (Concerto erudito) Sarau Tedesco, juntamente com Romeu de Mello Loureiro, Selma Britto, 2000 (Concerto de música erudita) Recital de Canto, juntamente com Selma Britto, 2000; Recital Schumann, juntamente com Elyanna Caldas, 2000 (Recital de canto) Jayme de Altavila. Concerto aos Domingos, juntamente com Selma Britto, 2001 (Concerto musical) Concerto Sacro, 2001; Cinco Para o Cadafalso, juntamente com Milson Casado Fireman, 2002 (Sonoplastia/Teatro) Concerto Natalino, juntamente com Gustavo Campos Lima, 2002 (Concerto de música erudita) Concerto aos Domingos, juntamente com Selma Britto, 2002 (Concerto musical) Concerto de Final de Ano, juntamente com Gustavo Campos Lima, 2003; Concerto da Independência, juntamente com Selma Britto, 2003; Concerto de Natal, juntamente com Gustavo Campos Lima, Paulo Henrique da Silva Santos, 2003; Concerto de Natal, juntamente com Gustavo Campos Lima, Paulo Henrique da Silva Santos, 2004; Concerto de Natal, juntamente com Gustavo Campos Lima, Paulo Henrique da Silva Santos, 2005; Sonata Para Flauta e Piano em Sol Menor, 2005; Concerto de Natal, juntamente com Gustavo Campos Lima, Paulo Henrique da Silva Santos, 2006; Sarau Histórico-Musical Setecentista - Dia Nacional da França, juntamente com Romeu de Mello Loureiro, Selma Britto, 2007 (Concerto de música erudita) Concerto "Ave Maria", juntamente com Gustavo Campos Lima, 2007 (Recital de Canto) Recital de Canto, 2007 (Recital de canto e piano) Concerto de Natal, juntamente com Paulo Henrique da Silva, Gustavo Campos Lima, 2007; Concerto de Natal, 2008; Pot-pourri Pastoril, 2008. (Arranjo musical/Coral) Adeste Fideles, 2009. (Arranjo musical/Orquestra) Alegrem-se os Céus e a Terra, 2009 (Arranjo musical/Coral) O Jesu Mi Dulcissime, juntamente com Guida, 2009. (Arranjo musical/Orquestra) À Santíssima Virgem Maria, 2009 (Arranjo musical/Coral) Meu São José, 2009. (Arranjo musical/Orquestra) Concerto de Natal, juntamente com Nilton da Silva Souza, Gustavo Campos Lima, 2009; Concerto de Natal, Nilson da Silva Souza, Max Carvalho, 2010 (Concerto de música erudita) Wiegenlied, 2010 (Arranjo musical/Canto) Ich Harrete des Herrn, 2010 (Arranjo musical/Canto) Panis Angelicus, de César Franck, 2010 (Arranjo musical/Canto) Domine Jesu Christe, 2010 (Composição musical/Canto) Concerto Erudito dos 50 anos da Universidade Federal de Alagoas, juntamente com Gustavo Campos Lima, 2011; Love is a Many Splendored Thing. 2011 (Arranjo musical/Canto) Côco. 2011. (Composição musical/Orquestra) Direção musical de "Escola de Mulheres", juntamente com Jonathas J. Raposo, 2009 (Apresentação de obra artística/musical). Gravou os CDs: Missa Armorial, juntamente com Capiba, 1994 e Missa de Alcaçuz, juntamente com Danilo Guanais, 1996. Membro da AMILA.


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XAVIER, Glauber Martins Freire  

(Maceió - AL ? - ?? 1977). Ator e produtor cultural. Trabalha com vídeo desde que estudava na UFAL. Atuava juntamente com o cantor Wado. Formou-se em Artes Cênicas. Funda, após formado, a Associação Artística Saudáveis Subversivos. Filmes realizados em vídeo: Irmãos Exóticos, de 1998, ficção; Irmãos Exóticos 2, de 1999, ficção; Saudável Subversividade, de 2000, juntamente com Fernando Coelho, ficção; Burka, de 2004, ficção, selecionado para o Move Berlim - Panorama do Brasil; Em Branco, Estranho - Um Cara Comum, Não é Possibilidades e Não, os três de 2006, sendo o primeiro ficção e os outros dois videoarte; Homófonus, Rua Democrata e Bem Me Quero, todos de 2007, sendo o primeiro ficção e os outros dois videoarte.


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XAXADO ASA BANCA  

Fundado em 2006, o grupo foi formado a convite da Secretaria de Cultura de Coruripe, que solicitou à Maria Betânia dos Santos que o organizasse e coordenasse. Aceitando o convite, reuniu os adolescentes em agosto de 2006, Atualmente já são mais 20 adolescentes fazendo parte do grupo. Catalogado pelo Mapeamento Cultura, SECULT-AL.


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XINGÓ  

Rio, afluente da margem esquerda do São Francisco, incluído na Bacia do Rio Botoque, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado.


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XINGÓ  

Uma das maiores usinas hidrelétricas (superada somente por Itaipu e Tucuruí) e a maior do Sistema CHESF. Representa cerca de 30% de toda a capacidade instalada da empresa. Totalmente automatizada. Por meio do centro de controle informatizado, são operadas as unidades geradoras da usina e a subestação elevadora de 500 kv. Localizada na divisa dos Estados de Alagoas e Sergipe. Iniciou sua operação em 1994, com um projeto de seis unidades instaladas e uma potência total de 3.162.000 kv. A conclusão da obra, em setembro de 1997, possibilitou o crescimento econômico na sua área de atuação, entre Alagoas e Sergipe, no Rio São Francisco. Ao garantir energia para novos empreendimentos, cria-se um novo polo de desenvolvimento para o país. Com seis unidades geradoras, totalizando 3 mil megawatts, está produzindo energia equivalente a 25% da capacidade instalada da região Nordeste e suficiente para abastecer cerca de 10 milhões de habitantes. Foi construída com as mais modernas técnicas de engenharia e com o máximo cuidado com o meio ambiente. Para o reservatório da usina, foi aproveitado o profundo canyon do rio e foram inundadas apenas áreas desabitadas e sem exploração agrícola, o que contribuiu para o custo de energia mais baixo do país. Ao mesmo tempo foi montado o sistema de transmissão associado a Xingó, que possibilita o escoamento da energia gerada pela usina até os grandes centros consumidores nos estados de Sergipe, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. A primeira linha de transmissão, entre Messias e Recife, com 180 quilômetros de extensão e em circuito simples, beneficiará o Sistema Leste da Chesf - Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco, atendendo a mais de 17 milhões de pessoas em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. A segunda linha, entre Xingó e Jardim, com 159 km, e a terceira, entre Jardim e Camaçari, com 250 km, atenderão uma população de mais de 15 milhões de habitantes. Ao possibilitar o fornecimento de mais energia para o Nordeste, as constantes perdas de energia que a região sofre não mais ocorrerão. Indústrias, comércio e população serão beneficiados com energia permanente e mais barata. A construção da barragem da usina originou um reservatório com 65 km de extensão, unindo os estados de Alagoas, Bahia e Sergipe. As antes navegáveis corredeiras deram lugar a águas mais calmas, possibilitando a navegação pelo canyon, - considerado o quinto maior do mundo - formado por um profundo vale, com profundidade de até 170m, extensão de 65 km e largura que varia entre 50 a 300m. As rochas das encostas são de granito. A vegetação é de caatinga rasteira, com uma fauna rica e variada. O Museu Arqueológico do Xingó, entre outras atrações, permite assistir à simulação de uma sondagem e a uma escavação nas rochas.


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XOCÓ  

veja CHOCOZ.


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