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WADO nome artístico de Oswaldo Schlickmann Filho  

 (Florianópolis - SC 05/07/1977). Cantor, compositor, instrumentista. Graduado em Jornalismo pela UFAL. Teve aulas de violão com seu tio com apenas seis anos. Sua família mudou-se para Alagoas quando tinha oito anos de idade. Começou a compor na adolescência e desse período são as músicas Feto e A Linha que Cerca o Mar. Formou sua banda, intitulada Realismo Fantástico, integrada também por Alvinho, Thiago e Soffiatti. Em 2008, grupo Fino Coletivo, grupo do qual fez parte, foi considerado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) o Grupo Revelação de 2007, pelo CD Fino Coletivo acompanhado dos músicos Tup (programações), Dinho Zampier (teclado), Rodrigo Peixe (bateria) e Bruno Cavalcanti (baixo), cujo lançamento foi realizado no SESC Pompeia, em São Paulo. A música Uma Raiz, uma Flor foi incluída na trilha sonora da novela -Caminho das Índias-, da Rede Globo. Sua música Se Vacilar o Jacaré Abraça circulou pelo mercado europeu através das coletâneas -Brazil Luaka Bop- e a revista Tip Popkom Tem parcerias com Zeca Baleiro, Mia Couto, André Abujamra, Chico César, Momo, entre outros artistas. Composições: Tarja Preta (foi cantada por Maria Alcina, na trina sonora do filme Contra Todos, de Roberto Moreira (2003) A Coisa Mais Linda do Mundo; A Gaiola do Som (c/Alvinho, Eduardo Bahia e Juca) A Linha que Cerca o Mar (c/ Glauber) A Tragédia da Cor; Alagou as; Amor e Restos Humanos (c/ Adriano Siri) Beijou Você (c/ Alvinho) A Farsa do Samba Nublado; Carteiro de Favela (c/ Eduardo Bahia) Cinema Auditivo (c/ Caetano Corradi e Thiago Nistal) Vai querer? ( c/Luis Capucho e Suely Mesquita) Cordão de Isolamento (c/ Dinho Zampier) Grande Poder (mestre Verdelinho) Deserto de Sal (c/ Alvinho) Diabos; Diluidor (c/ Juninho) Era (c/ Zeca Baleiro) Estrada (c/ Mia Couto) Fafá; Feto; Fim; Fortalece aí (c/ Adriano Siri) Frágil; Fuso (c/ Eduardo Bahia) Gargalhada Fatal (c/ Alvinho) Hercílio Luz (c/ Mia Couto) Martelo de Ogum (c/ Dinho Zampier) Melhor (c/ Adriano Siri) Ode à Maldade (c/ Alvinho e Glauber) Ontem eu Sambei; Ossos de Borboleta (c/ Alvinho, Clarice e Glauber) Infância ( c/Juca) Ossos Intro; Pavão Macaco; Rap Guerra no Iraque (c/ MC Gil do Andaraí) Reforma Agrária do Ar (c/ Pedro Ivo, Euzébio e Adriano Siri) Rotina (c/ Alvinho e Glauber) Rotinova (c/ Alvinho e Glauber) Se Vacilar, o Jacaré Abraça (c/ Alvinho e Thiago), música gravada, também, nas coletâneas Brazil Luaka Bop e revista Tip Popkomm, que circulou pelo mercado europeu (2006) Sotaque (c/ Alvinho e Eduardo Bahia) Tarja Preta; Tormenta (c/ Alvinho) Uma Raiz, uma Flor (c/ Alvinho e Georges Bourdoukam). Discografia: O Manifesto da Arte Periférica, Selo Dubas, 2001; Cinema Auditivo, Selo Tratore, 2002; A Farsa do Samba Nublado, Selo Tratore, 2004 (selecionado pelo MinC para participar do Projeto Pixinguinha, que promoveu vários shows nas regiões Sul e Sudeste do Brasil; Fino Coletivo (c/ grupo Fino Coletivo), Universal Music, CD, 2007, com o qual foi considerado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) o -Grupo Revelação- de 2007; Terceiro Mundo Afetivo, Selo Mubi, 2008; Atlântico Negro, apoio Projeto Pixinguinha, 2009; Samba 808, 2011 (?). Shows: 2002: Tim Festival, RJ. 2003: Goiânia Noise, Goiânia (GO). 2005: Projeto Pixinguinha, Paris-França, integrando a caravana de comemoração do evento O Ano do Brasil na França. 2006: Popkomm - Feira de Música Internacional, projeto Copa da Cultura/ Música do Brasil, Berlim-Alemanha. 2007: Feira da Música Independente Internacional de Brasília, DF; Feira da Música Independente Internacional do Ceará, Ceará; Coquetel Molotov, Recife-PE (onde se apresentou ao lado de bandas, como Nouvelle Vague (França), Cibelle (Brasil/Inglaterra) e Prefuse 73 (Estados Unidos). 2008: Lançamento do CD Terceiro Mundo Afetivo, SESC Pompeia, SP (integrando o Projeto Rumos, evento realizado pelo Itaú Cultural, em São Paulo, reunindo 50 artistas representativos de todo Brasil, que integraram o DVD do evento lançado em 2009). 2009: Programação musical do Sesc Santana, durante a Virada Cultural de São Paulo, ao lado de artistas como DJ Dolores, Otto e Sonic Jr. 2010: Humaitá Pra Peixe, Rio de Janeiro; Abril Pro Rock, Brasília. 2011: Viva Arapiraca, Alagoas; Projeto Viva Voz, Oi Futuro Ipanema, Rio de Janeiro; Projeto Vale a pena ouvir, São Paulo; Participou da programação musical do Centro Cultural do Banco do Nordeste fazendo um circuito de shows em Fortaleza (CE), Juazeiro do Norte (CE) e Sousa (PB). Participou do projeto Música em todos os ouvidos, realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, onde se apresentou ao lado de bandas como Cidadão Instigado e Orquestra Contemporânea de Olinda. Com a canção Com a Ponta dos Dedos, recebeu prêmio de Melhor Música no VMB/MTV 2012.


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WAGNER, Maria Neugesila Lins  

(Boca da Mata - AL ?). Escritora, pesquisadora, professora. Bacharelado em Geografia e História pela PRODEMA/UFAL (1960). Licenciatura em Geografia e História pela FFA (1962). Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFAL (2000). Professora no Centro de Ciências Exatas no Departamento de Geografia e Meio Ambiente, da UFAL. Obras: O Amargo Doce da Cana: Em Torno do Enfoque da Sustentabilidade do Desenvolvimento, Maceió: EDUFAL, 2000; Geografia da População: Uma Abordagem Social, Maceió: EDUFAL, 2003.


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WAKONA  

Grupo indígena.


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WANDERLEI FILHO, Ruben  

(Maceió - AL 1954). Ilustrador, arquiteto. Graduado em Arquitetura pela UFAL (1979). Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento de Alagoas (1995-96). Dedica-se a atividades empresarias em sua área de especialização. Iniciou a carreira de ilustrador no final da década de 1970, no semanário O Desáfio. Obras: Lampião em Quadrinhos, capa e ilustração de Ruben Vanderlei Filho, Maceió: Pancion Indústria Gráfica, 1997; Delmiro Gouveia, ilustrações e argumento de Ruben Vanderlei Filho, textos de João Marcos Carvalho, São Paulo: Pancion Indústria Gráfica, 1999; Arquitetura. Ilustrou: Machado de Assis. Memórias de um Frasista, da autoria de Ângela Canuto; Raízes de Alagoas, de Divaldo Suruagy. Participou das exposições: IV Bienal Internacional de Arquitetura, em Buenos Aires; Mostra Arquitetura Brasileira Atual, MASP, São Paulo (SP) 1ª e 2ª Bienal Internacionais de Arquitetura, Olinda (PE), tendo recebido na primeira o prêmio Cidade do Recife, com o projeto Edifício Verona; Jovens Arquitetos - Museu da Casa Brasileira, São Paulo (SP), e 1ª, 2ª e 3ª Mostra da Arquitetura Alagoana; Exposição Itinerante do IV Prêmio Brasilite de Arquitetura, com o projeto Habitação Para A Maioria Em Clima Tropical. Participou e foi vencedor dos concursos: Selo Comemorativo dos 70 anos, de nascimento do Senador Teotônio Vilela ( Empresa de Correios e Telégrafos) Marca-símbolo para a Prefeitura Municipal de Teotônio Vilela; Marca-símbolo do concurso promovido pela Nitrofértil, Recife (PE) Capa Catálogo Telefônico, no concurso promovido pela Telasa - Telecomunicações de Alagoas, 1982.


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WANDERLEI, Alberto Lavenère  

(Maceió - AL 21/11/1870 - João Pessoa - PB 05/010/1930). Militar. Filho de Stanislau Wanderlei e Amélia Lavenère. Sentou praça a 07/02/1889, como voluntário. Seguiu para o Rio de Janeiro, para a Escola Militar, já com o curso de preparatórios. Recebeu o título de Bacharel em Ciências (1897), sendo diplomado, em 1900, em Engenharia Militar, ingressando no Estado-Maior do Exército. Logo em seguida, em 1901, fez o curso de Bacharel em Matemáticas e Ciências Físicas. Exerceu muitas comissões, especialmente como engenheiro de construções de estradas. Foi abatido no seu posto, quando comandava a 7ª Região Militar em João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, na noite de 03/10/1930, no assalto de surpresa encabeçado pelos oficiais Juarez Távora, Juraci Magalhães e Agildo Barata, os quais encontraram resistência por parte dos tenentes Silvio Wolmer da Silveira e Paulo Lobo, que deram o alarme e foram mortos. Os invasores galgaram o andar superior, onde se achava o General Lavenère que, resistindo, foi mortalmente ferido. Obras: General Alberto Lavenère Wanderlei, morto em Defesa do Governo Legal, em 4 de Outubro de 1930, na Capital do Estado da Paraíba, no exercício das Funções de Comandante da 7ª Região Militar. Fé de Ofício, Revista do IHGAL, v. 17, ano 60, 1933, Maceió, s/d, p. 111-140 (assentamentos de sua vida militar incluem um relatório feito em 5 de novembro por uma testemunha da revolução, a pedido da família do general).


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WANDERLEI, Joaquim Maurício  

( ?). Membro do Governo Temporário aclamado pela tropa, em Porto Calvo, e que tomou posse em 12/11/1823.


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WANDERLEI, Manoel da Porciúncula Lins  

(? ). Suplente no 2o. Conselho Geral da Província, 1830/33.


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WANDERLEI, Manoel da Silva  

(? 1840 -? 1933). Músico, compositor. Viveu em Santa Luzia do Norte, onde se dedicou ao magistério e à composição e regência. Suas obras sacras - missas, ladainhas e novenas - como também músicas profanas, estão desaparecidas. Identificam-se como de sua composição: Coração Que Fala, Carvalho, Dorme, Pagã, todas valsas, além de O Gemido, que é um dueto, e Quadrilhas Imperiais, constantes de um caderno de peças utilizadas para o ensino de flauta.


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WANDERLEI, Milton Buarque  

( ?). Deputado estadual na legislatura 1947-51, pelo PSD. Concorre, também, nas eleições de 1950, 1958 e 1963, porém, nas três, fica sempre em uma suplência.


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WANDERLEI, Pedro Rubens de Mendonça  

(AL?). Professor. Obra: The Substantive. Tese Para Concurso da Primeira Cadeira de Inglês do Colégio Estadual de Alagoas, Maceió, 1962.


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