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RAPOSO, Antônio de Carvalho  

(?). Deputado provincial.Suplente de deputado provincial na legislatura 1846-47 e titular em 48-49, sendo novamente suplente em 56-57.


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RAPOSO, Clarissa Tenório Maranhão  

(Maceió - AL 23/05/1973). Escritora, professora, assistente social. Filha de Jarbas da Silva Maranhão e Maria Tenório A. Maranhão. Ensino Fundamental no Colégio São José. Ensino Médio no Colégio Santíssimo Sacramento. Graduação em Serviço Social pela UFAL (1995). Especialização em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes pela USP (1998). Mestrado em Serviço Social, pela UFPE (2003). Doutoranda em Serviço Social pela UFPE. Formação em Dinâmica de Grupo no Centro de Crescimento Humano (1997). Atualização na área de Violência Doméstica pela USP (1998). O Método em Marx, pela UFPE (2002). Capacitação no Combate à Violência Infanto-juvenil, pela Secretaria Coordenadora de Justiça e Defesa Social de Alagoas (2003). Assistente social no SAS-Juvenópolis, 1995-2000; na PMM, 1998-2008. Professora na UFAL, 2004 e desde 2008. Professora na FAL, 2003. Assistente Social na SESAU, 2003-2004 e na UNCISAL, 2003-2008. Capítulos de livros: O Serviço Social e a Pós-Modernidade: os Dilemas e os Desafios na Superação do-Fatalismo- e do -Messianismo- da Prática Profissional, juntamente com O. Coggiola, J. S. Martins, S. Jimenez et W. C. Gomes, Y. Guerra, C. Panigo, M. V. B. Amaral, E. Pimentel e C. T. M. Raposo, in Crise Contemporânea e Serviço Social, G. M. Costa, R. Prédes e R. Souza (orgs.), Maceió: EDUFAL, 2010, p. 167-190. Artigos em periódicos: A Política de Atenção Integral à Saúde do Adolescente e Jovem: Uma Perspectiva de Garantia de Direito à Saúde?, in Em Pauta, Rio de Janeiro, 2009, v. 6, p. 117-138. A Questão Social e o Serviço Social: Modos de Apreensão e Formas de Enfrentamento, in O Social em Perspectiva Políticas,Trabalho, Serviço Social, Gilmaisa M.Costa e Reivan Souza (orgs.), Maceió: EDUFAL, 2013, p. 321-332.RATINHO DAS ALAGOASpseudônimo de José Pedro da Silva (AL?). Cantador, repentista.


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RAPÔSO, Áurea Luiza Quixabeira Rosa e Silva  

 (Maceió - AL 03/07/1974). Escritora, arquiteta e urbanista, designer de interiores e de iluminação, pintora, professora, pesquisadora. Filha de Dalckson Rosa e Silva e Enaura Quixabeira Rosa e Silva. Graduação em Arquitetura e Urbanismo, UFAL (1996) com o TCC: Parque Burle Marx, Unidade de Conservação do Pratagy: Projeto de Preservação e Recuperação da Área Pertencente à CASAL na Bacia Hidrográfica do Rio Pratagy. Graduação em Formação Pedagógica para Docentes, IFAL (2003) com o TCC: A Prática Pedagógica do Professor em Sala de Aula e Extraclasse: A Disciplina de Expressão Teatral. Especialização em Iluminação e Design de Interiores, UCB-RJ (2007) com o TCC: Iluminação, Design de Luminárias e Sustentabilidade: Redesenhando o Objeto de Luz Através do Ecodesign. Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente, UFAL (2002) com a dissertação: A Internalização da Dimensão Ambiental na Administração Pública do Município de Marechal Deodoro, Alagoas. Doutorado em Engenharia Industrial, UFBA, desde 2010, com a tese: Ecologia Industrial e Ecodesign na Produção Moveleira: A Aplicação da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) em Micro e Pequenas Empresas do Arranjo Produtivo Local (APL) de Móveis do Agreste, Alagoas. Curso de Formação de Empreendedora na Educação Profissional, UFSC (2001). Capacitação de Agentes em Comércio Exterior, SENAI (2002). Projetos de Inovação Tecnológica, Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial - ABDI (2009). IDEAL - Arquitetura, Design e Cultura, Casa da Indústria de Alagoas - CI-AL (2009). Consultora Ad Hoc, CESMAC (2008-09). Pesquisadora, INT, desde 2008. Professora do CEFET-AL (1998-2009). Professora no IFAL, desde 1998, e integrante da Coordenadoria de Design, Suas áreas de interesse na Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Design são Design para a Sustentabilidade, Design do Ciclo de Vida do Produto, Sistemas de Produto-Serviço, Gestão de Design e Design Thinking, aplicados ao setor moveleiro de grupos produtivos de pequeno porte. Atua nas linhas de pesquisa -Produtos e processos sustentáveis-, -Sustentabilidade, design e suas tecnologias- e -Estudos aplicados ao APL de Móveis do Agreste (AL)-. Pesquisadora voluntária do Grupo de Pesquisa Design para Sustentabilidade (CNPq) da Divisão de Desenho Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia (INT-RJ), atuando na linha de pesquisa -Projeto de produtos eco-eficientes-, desde 2008. Pesquisadora colaboradora da Rede de Tecnologias Limpas (TECLIM) e do Laboratório de Madeiras (LabMad), ambos da Escola Politécnica da UFBA (EP-UFBA). Obra: Ecopráticas na EPT: Desenvolvimento, Meio Ambiente e Sustentabilidade, juntamente com Adriana Paula Santos Oliveira, V. Fartes, Maceió: F&A Gráfica e Editora, EDIFAL, 2011. Artigos em periódicos: Meio Ambiente, Sociedade e Desenvolvimento: Ruptura Para o Novo Paradigma da Sustentabilidade, in Edutec Revista de Educação e Tecnologia do Cefet Al, Maceió, 2003, v. 01, p. 41-47; Design, Interdisciplinaridade e Contextualização, in Cadernos Temáticos, Brasília, 2006; v. 9, p. 59-60; Design, Interdisciplinaridade e Contextualização, juntamente com J. L. N. Maia, in Cadernos Temáticos Coletânea 2006, 2006, v. n. 9. p. LC-09-FEV-2006; Design em Catálogo Iconográfico: Os (Des)Caminhos da Imaterialidade, juntamente com R. V. Gaia, J. L. N. Maia, D. P. Vital, in Cadernos Temáticos Coletânea 2007, Jan. 2007, v. Nº 13, p. 13; Design em Catálogo Iconográfico: Os (Des) Caminhos da Imaterialidade, juntamente com R. V. Gaia, J. L. N. Maia, D. P. Vital, in Cadernos Temáticos, 2007, v. I. p. 67-70?; O Relatório de Pesquisa: Bases Preliminares para Reflexão, juntamente com R. V. Gaia, in Revista Semente - Centro de Estudos Superiores de Maceió, 2008, v. 3, p. 151-155; Minialmanaque Cadeiras: Uma Experiência Interdisciplinar no Curso de Design de Interiores, juntamente com R. V. Gaia, in Cadernos Temáticos Coletânea, Jan. 2008, v. Nº 18., p. 18; Design de Interiores e Exposições Temáticas, juntamente com M. L. Chagas, in Cadernos Temáticos Coletânea 2008, Jan. 2008, v. Nº 18., p. 18; Minialmanaque Cadeiras: Uma Experiência Interdisciplinar no Curso de Design de Interiores, juntamente com R. V. Gaia, in Cadernos Temáticos (Impresso), 2008, v. 18, p. 86-89; Design de Interiores e Exposições Temáticas, juntamente com M. L. Chagas, in Cadernos Temáticos (Impresso), 2008, v. 18, p. 75-77; Signos do Design de Interiores: Interfaces Entre Uso, Consumo e Arte, juntamente com R. V. Gaia, P. S. Lins, M. Cavalcante in Signos do Consumo, 2010, v. 2, p. 108-127; Ecodesign e Consumo: Pesquisa Sobre o Mercado Para Mobiliários em Garrafas PET Recolhidas, juntamente com Júlio C. Augusto da Silva, Marcos H. Garamvolgyl, I. N. Ferreira, in Revista INGEPRO, 2010, v. 2, p. 12-19. Cleaner Production and Life Cycle Design of Upholstered Furniture, em co-autoria com S. F. César e A. Kiperstok, in International Journal of Environment and Sustainable Development, 2012, v. 11. Aos 12 anos, a paixão pelas Artes em geral e, especificamente, pela Pintura, conduziu-a ao Curso de Desenho e Pintura da Artista Plástica Vânia Lima (1986-1990) e aos ateliês de Pintura dos artistas plásticos Pierre Chalita e Salles (1992). Exposições coletivas: 1990: VIII Salão de Arte da VIII Semana Alagoana da Mulher, organizada pelo International Women-s Club of Alagoas; 1991: Arte Minimalista, Casa da Arte (Garça Torta), organizada pelas artistas plásticas Valéria Sampaio e Nelza Saleme. Atualmente, traço, formas e cores herdadas da Pintura se manifestam no projeto e desenho gráfico Capas de livros: Lúcio Cardoso: Paixão e Morte na Literatura Brasileira, 2004; Miradas Literárias: Leituras de Textos Brasileiros, 2004; Sonata de Outono para Corda Doloridas, 2004; Razão Mutilada: Ficção e Loucura em Breno Accioly, 2005; Angústia: 70 Anos Depois, 2006; Dicionário Mulheres de Alagoas Ontem e Hoje, 2007; A Forma Soneto, 2007; Bilíngue do Traje ao Ultraje/Du Vêtu Au Dévêtu, 2009; Ética Ambiental: A Atitude Humana em Debate, 2009; Sertão Global, 2010; A Política na Mídia e a Mídia Política, 2011.


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RATTON, José Luiz  

(AL). Escritor. Prefaciou As Faces da Segurança Pública e dos Direitos Humanos em Alagoas, Maceió: EDUFAL, 2011, Ruth Vasconcelos e Elaine Pimentel (orgs.), p. 15-18.


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RAUL VICENTE como é conhecido Raul Vicente de Queiroz  

 (São Joaquim do Monte - PE 07/06/1922). Violeiro, repentista e escritor. Mestre de Capoeira. Veio para Alagoas para fundar a Associação dos Trovadores e Violeiros, da qual foi, durante 16 anos, o seu presidente e criou 05 delegacias da AVTA. Representou Alagoas em diversos festivais e vários eventos em municípios alagoanos. Começou a tocar com 20 anos de idade e há 50 anos é repentista. Nasceu com o dom da poesia e já escreveu vários cordéis. Obra: Brasão Poético de Cultura Popular, 2008. Considerado, em 2010, Patrimônio Vivo de Alagoas.


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RAÍZES DE ZUMBI  

Grupo iniciado em 1990, em União dos Palmares. Responsável: Emanuel Cabral da Silva. Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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REAÇÃO, A  

Publicado em Jaraguá, Maceió, dirigido por Baltazar de Mendonça, seu proprietário. Diário, surge em 24/09/1909. Em 15 de novembro, do mesmo ano, sua oficina foi arrombada, dela sido retirado todo o material tipográfico e sua máquina impressora, o que acarretou a extinção do jornal. Era propagandista da candidatura de Rui Barbosa à Presidência da República. Nele começou aos quinze anos, como tipógrafo, José Antônio da Silva.


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REBATE, O  

Jornal "órgão do apostolado republicano", lançado em Maceió, a 16/04/ 1899. Nele colaborou Craveiro Costa, que o considerava "uma espécie de bíblia política transcendente e venerável lida aos domingos pelos crentes e regeneradores vários". Semanal. Redação: Dario Cavalcante de Albuquerque, José de Barros Vanderlei de Mendonça, Goulart de Andrada, Miguel Omena e Hugo Jobim.


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REBELIÃO DE PANELAS DE MIRANDA  

veja CABANADAS.


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REBELIÃO DOS LISOS E CABELUDOS ou REBELIÃO DE 1844  

 Segundo Bonfim Espíndola, "antes de 1844 não havia na província partidos políticos definidos; poucos eram os "luzias "e os "saquaremas", liberais e conservadores e esses poucos existiam confundidos com o povo, que jazia na mais completa ignorância sobre a política em geral ". O ministério organizado em 20 de janeiro de 1843 nomeou, em abril daquele ano, João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu para ministro residente junto ao governo da República Oriental do Uruguai, país que se achava em luta contra os argentinos. Sinimbu só regressa ao Rio praticamente no encerramento dos trabalhos legislativos. Dissolvida a Câmara dos Deputados, o ministério foi substituído, em 2 de fevereiro de 1844. Tendo este ministério concedido anistia aos revoltosos de São Paulo e Minas, começou a sofrer oposição do partido conservador, daí o fracionamento deste partido. Eusébio de Queirós, então chefe de polícia, pede demissão e, à frente dos seus adeptos, declara guerra ao governo. Na abertura dos trabalhos legislativos, em maio, discute-se a resposta à fala do trono, "com a qual era o ministério concorde; 24 deputados somente votaram por ela, consequentemente a favor do ministério. Dos cinco alagoanos, votaram a favor: João Lins Viera Cansanção de Sinimbu, Ignácio de Barros Vieira Cajueiro e Joaquim Serapião de Carvalho, que havia, como 1º suplente, tomado assento por ter sido escolhido senador Antonio Luiz Dantas de Barros Leite -, e votaram contra José Candido de Pontes Visgueiro e Manoel Felizardo de Souza e Mello", segundo Espíndola. E prossegue: "Depois desta votação, completou-se o ministério... cujo crime único fora ter concedido anistia aos liberais de Minas e São Paulo, dissolveu-se a Câmara. Isto posto, Souza Franco, que pertencera ao número dos 24 deputados que sustentaram o ministério, foi nomeado presidente desta província... E pois, chegando à província, Souza Franco começou a fazer alguma pequenas modificações no pessoal da polícia, e isto foi bastante para que os poucos conservadores aqui existentes, instigados pelos seus correligionários da Corte, lançassem mão das armas para resistir ao governo legal". Para tanto, ainda segundo Espíndola, "para que o povo os acompanhasse começaram por meio da imprensa, pelo periódico Alagoano,cujo redator chefe era o dr. José Tavares Bastos, chefe dos Lisos, então inimigo do Dr. João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, chefe dos Cabeludos, desde a mudança da capital a introduzir a cizânia - de que a família Sinimbu pretendia o domínio exclusivo de toda a província contra os interesses da outras famílias...". Um grande grupo da elite acompanhou Tavares Bastos, entre os quais José Correia da Silva Titará, inspetor da tesouraria provincial. Preparados os ânimos, rebentou a revolta. A 4 de outubro de 1844, tropas revolucionárias acamparam em Bebedouro. Souza Franco, vendo que não tinha forças suficientes para contê-los, resolve recolher-se no iate Caçador. Na manhã do dia 5, aquela tropa, juntamente com outra que viera pela estrada do Poço e Jaraguá, após pequeno combate com as tropas legais, apossa-se da capital. A seguir, enviaram o juiz de direito Francisco Telles de Menezes ao presidente, convidando-o a retornar ao cargo, com a condição de serem anistiados, conservadas as suas posições oficias e serem eleitos deputados gerais José Tavares Bastos e Francisco Joaquim. Sob promessa de anistia, Souza Franco exigiu que os revoltosos depusessem as armas. Como tal não ocorreu, o presidente, após regressar ao palácio, deu ordens no sentido de ser mantida a força moral do governo. Os revoltosos haviam se retirado para o interior, mas conservavam-se de posse de suas armas. Exigido que as depusessem, tornaram a atacar Maceió, pela segunda vez, no dia 21 de outubro, contando agora os Lisos com o auxílio de Vicente Ferreira Tavares Coutinho, vulgo Vicente de Paula, que participara da Cabanada de 1832-1835, por entender que a presença deste seria suficiente para aterrorizar o governo. Porém, desta vez, deixaram de contar com muitos dos revoltosos, que não concordaram com o convite a Vicente de Paula. E, de outra parte, as forças governamentais, estavam reforçadas com um Batalhão de Artilharia vindo de Pernambuco, unido, ainda, com uma companhia provisória e perto de 100 guardas nacionais trazidos de São Miguel dos Campos. -O combate durou das seis horas da manhã às duas da tarde, ficando no campo da parte dos Lisos ou rebeldes, 20 homens mortos e vários feridos e, de parte do governo e Cabeludos, 10 mortos e 24 feridos...-, porém, acabam por ser rechaçados, inclusive os 400 bandoleiros de Vicente Ferreira de Paula. Depois desse ataque, novas forças chegaram de Pernambuco, comandadas pelo Brigadeiro Antônio Correia Seara, as quais lutaram contra os rebeldes em Murici e Atalaia, tendo conseguido nesta última que estes fossem totalmente dispersos. Restaram grupos, que acabaram por depor as armas em 7 de dezembro. Alguns dos seus chefes saíram de Alagoas, indo para Pernambuco e Rio de Janeiro em busca de anistia, obtida - com o apoio do senador Antônio Luiz Dantas de Barros Leite - no governo do novo presidente de Alagoas, Caetano Maria Lopes Gama. Cópia Sublevação Liso-Cabeluda. Proclamação Dirigida pelo Presidente Bernardo de Souza Franco, depois que Desembarcou do Iate Caçador, Onde se Recolhera no Dia 5 de Outubro de 1844; Revista do IAGA, v. I. n. 07, p. 196; Revolução de 1844. Os Irmãos Moraes, Revista do IAGA, v. V, n. 01, dez. 1913, Maceió, 1914, p. 31-43; Governo de Alagoas Sob o Regime Republicano, por. W.J. Revista do IAGA, v. VI, n. 01, ano 1904, p 84-88; Assembléias Legislativas Provinciais das Alagoas, Período (1835 a 1889), Revista do IAGA, v. VI, n. 01, ano 1904, p. 89-103.


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