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QUARESMA, Pedro  

( AL ? ). Cordelista profissional. O Museu Théo Brandão, na obra Xilogravuras Populares Alagoanas, divulga ilustrações de suas composições, tais como Anália em Maracangalha, de autoria de Manoel Apolinário; A Moça que Sonhou Com o Padre Cícero e Jogou Cavalo, gravura de José Martins dos Santos; e A Mulher que Suicidou-se e Assassinou os Dois Filhos.


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QUATORZE DE JULHO  

Texto impresso divulgado em Pilar, em 14 de julho de 1889: -Honra ao civismo, direito e justiça, união e liberdade. Homenagem dos republicanos da cidade do Pilar à imorredoura e heroica data do centenário da tomada da Bastilha.- Edição especial, número único.


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QUATRO DE OUTUBRO  

Surge em Maceió, em 04/10/1884, como -manifestação de alunos do Colégio Bom Jesus ao seu diretor, Francisco Domingues da Silva, no dia do seu aniversário natalício-. Impresso na tipografia do colégio.


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QUATRO DE OUTUBRO  

-Merecida homenagem de amizade, respeito e gratidão dos educandos da Escola Central ao seu diretor Francisco Domingues da Silva no dia do seu aniversário natalício-, publicado em Maceió, em 04/10/1888, edição única


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QUATRO DE OUTUBRO  

-Homenagem dos alunos da Escola Central a seu ilustre educador Francisco Domingues da Silva-, única edição, em Maceió, em 04 de outubro de 1891. Impresso na tipografia da Escola Central.


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QUATRO DE OUTUBRO  

-Preito e homenagem da mocidade estudantil do Colégio Bom Jesus ao seu ilustre e digno diretor Francisco Domingues da Silva em seu aniversário-, publicado em Maceió, em 04/10/1886, em edição única. Impresso na tipografia do Colégio Bom Jesus.


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QUEBRANGULO  

Riacho. Banha o município do mesmo nome e deságua na margem direita do Paraíba do Meio.


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QUEBRANGULO  

Município. -Sobre o início da localidade existem notícias, conservadas pela tradição. Consta que o local fora primitivamente habitado pelos índios Chucurus que, em meados dos anos 1700, atravessando serras e caatingas, formaram aldeias nas proximidades das serras junto às quais já encontraram estabelecidos os Cariris, emigrados de seus antigos aldeamentos pela grande seca que assolou estes sertões em 1740. Outra afirmativa é a de que, junto à nascente do rio que banha a vila, houve antigamente um quilombo de negros fugidos, que viviam das nozes das palmeiras, ali abundantes, e, principalmente, da caça dos caetétus, que em manadas pastavam no sítio onde está assente a vila. O desenvolvimento inicial foi vagaroso, segundo alguns, pela índole pouco ordeira dos seus habitantes, sempre envolvidos em discórdias. Com a chegada de Frei Caetano Messina, que pregou a ordem e o perdão, arrefeceram-se as rivalidades e rancores e a localidade conhece o progresso. Frei Messina foi o responsável pela conclusão da construção da Matriz. De setembro de 1890 a junho de 1928, teve a denominação de Vitória. Vale lembrar, ainda, a história de Antônio Amorim, conhecido como -Franciscano-. Dono do poder de convencimento reunia multidões para pregar a sua religião. Seu poder era grande, amedrontando os poderosos do local, bem como o coronel Lucena Maranhão, enviado para desmobilizar os seguidores, sem sucesso. -Franciscano- foi assassinado, em 1954, por motivos políticos.- Sua freguesia foi criada pela Lei Prov. 301, de 13/06/1856, sob a invocação de Senhor Bom Jesus dos Pobres. Subordinada à diocese de Maceió. Elevada à categoria de vila pela Lei 624, de 16/05/1872, sendo instalada em 05/09/1872. Foi extinta, porém, pelo Decreto 4, de 20/02/1890, sendo o território dividido entre Palmeira dos Índios e Viçosa. No mesmo ano, pelo Decreto 47, de 27/09, foi restaurada, mudando-se o nome para Vitória e com os limites definidos pela Lei 301, que criou a freguesia. Elevada à categoria de cidade, pela Lei 593, de 06/07/1910. Volta a chamar-se Quebrangulo pela Lei 1.139, de 20/06/1928. Seu termo, desde a criação, fez parte da comarca de Palmeira dos Índios, até ser criada a comarca própria, pela Lei 1.473 de 17/09/1949. Desmembrado de Viçosa, seu topônimo, segundo uns, é de origem africana: matador de porcos; querem outros que seja de procedência indígena, derivado de Quiabongola, que quer dizer lugar de reunião, ajuntamento. Localizado na área fisiográfica da Zona da Mata, incluído, parcialmente, no Polígono das Secas; dentro da microrregião de Palmeira dos Índios e mesorregião do Agreste Alagoano. Sua base econômica é a agropecuária. Como monumento arquitetônico destaca-se a casa que pertenceu à família Tenório, à direita da estação ferroviária. No município se encontra o Parque Estadual da Pedra Talhada. Quebrangulenses


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QUEIROZ, Allan Souza  

(AL?). Escritor. Obra:Capítulo de livro: O -Canguru- no Universo Canavieiro Alagoano: Saúde e Precarização do Trabalho na Agroindústria Açucareira, juntamente com Alice Anabuki Plancherel e Charles dos Santos, in Trabalho e Capitalismo Contemporâneo, Maceió: EDUFAL, 2011, Edna Bertoldo e Alice Anabuki Plancherel (org.), p. 59-79.


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QUEIROZ, J.  

(PE?). Ferroviário. Associou-se à Aliança Liberal, criando com outros colegas um -Comitê Pró-Aliança Liberal dos Ferroviários-. Segundo seu entender, por esse motivo foi removido de Pernambuco para Alagoas. Era chefe da Estação Central da Great Western Brazilian Raillway, em Maceió, quando da revolução de 1930. Obra: Reminiscências da Revolução de 30 em Alagoas, Revista do IHGAL, v.31, 1974-1975, Maceió, 1975, p. 61-66.


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