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PALMARES  

veja QUILOMBO DOS PALMARES.


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PALMARES, Rita, pseudônimo de Margarida Maria de Almeida  

 (Pilar - AL 24/10/1905). Jornalista, musicógrafa, dramaturga. Festa no Pomar (peça infantil). Colaboração com crônicas e artigos na imprensa, em especial na Gazeta de Alagoas.


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PALMATÓRIA, A  

-Periódico crítico satírico-, surge em Maceió, em 12/06/1882. Publicado aos domingos. Propriedade de diversos estudantes.


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PALMEIRA  

Serra. Segundo IFL, pertence à Escarpa Cristalina Ocidental.


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PALMEIRA DOS NEGROS  

Comunidade quilombola localizada em Igreja Nova. Registro no Livro de Cadastro Geral nº. 02, Registro 148, Fl. 53, em 02/03/2005. Publicado no D. O. U. em 08/06/2005. Possui 220 famílias. Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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PALMEIRA DOS ÍNDIOS  

Município. -Os primeiros habitantes das terras que hoje compõem o município foram os Xurucus e Cariris, indígenas que aí se fixaram, em meados do século XVII, e viveram no sopé de um serrote e em meio ao abundante palmeiral que compunha a vegetação local. A faixa de terra habitada, então, estendia-se do brejo Cafurna até a serra da Boa Vista. Desperta por longo tempo o interesse de quem a visita, os remanescentes dos xucurus, agrupados na fazenda Canto. Embora aculturados, conservam rituais de seus antepassados, haja vista a dança. Dedicam-se, também, ao artesanato, tentando reproduzir, para fins de venda, colares de sementes, arcos, flechas etc. Diz a tradição que, mais ou menos em 1770, chegou à região Frei Domingos de São José, conseguindo converter os gentios ao cristianismo. Posteriormente, aquele franciscano obteve de Maria Pereira Gonçalves e de seus herdeiros a doação de meia légua de terra para patrimônio da capela que ali foi construída, sendo consagrada ao senhor Bom Jesus da Boa Morte. Sabe-se que, desde 1822, o coronel José Daniel Carneiro da Cunha, das Flexeiras, vinha ocupando o cargo de Juiz de Paz do então distrito de Palmeira dos Índios. Os parentes: Canutos, Holandas e Veigas, moradores em Caldeirões de Baixo e Gravatá-Assu, eram seus principais auxiliares. Nessa mesma época, a pessoa de grande influência e prestígio no local era o Vigário da freguesia, Padre José Caetano de Morais. Desde a primeira eleição, os dois ficaram em posição contrária, porém o padre, além do preparo intelectual, era ministro de Deus e tinha relação com os governos provinciais, sendo eleito deputado à Assembleia Provincial em várias legislaturas. José Daniel, sabendo do estremecimento nas relações do vigário com o Juiz de Direito da Comarca, então em Anadia - Dr. Fonseca Lessa - procurou tirar partido, quando do assassinato deste último, culpando o padre Morais e seu sobrinho, tenente-coronel Tavares Bastos, como autores intelectuais do delito, tratando logo, como Juiz de Paz, de colher os indícios e provas para o processo. Em função disto, o vigário tornou-se seu inimigo e entendeu que deveria tomar desforra deste e de seus parentes e auxiliares Canutos, Veigas e Holandas. Com seu prestígio, apresentou projeto, e conseguiu, em poucos dias, aprovar a Lei 7, de 11 de julho de 1839, separando de Palmeira dos Índios as localidades de Flexeiras, Caldeirões de Baixo, Lages, Gravatá-Assu - incorporando-as à então vila de Assembleia, hoje Viçosa - e colocando, assim, fora do município, os Danieis, Holandas, Veigas e Canutos. Seu projeto estabelecia como divisória uma linha tortuosa e quebrada, de modo a poder salvar para Palmeira o importante sítio Pau-Sangue, bastante povoado, e que pertencia a seus amigos, os fazendeiros Matias da Costa Barros e Manoel Vitorino da Costa Barros. As lutas políticas que se seguiram - em especial a de 1844, entre Lisos e Cabeludos, esta última facção liderada por José Tavares Bastos - deram lugar, após a vitória dos primeiros, aos assassinatos do Vigário José Caetano, tenente-coronel Manoel Tavares Bastos, Chagas Pinto, José Jucá, José Roberto, Adrião Melo, Antônio Barbosa, todos de Caldeirões e mais dezenas de moradores do termo de Palmeira. A prole bastarda do vigário-colado de Palmeira dos Índios, chefiada pelos filhos José e Manoel de Morais, como vingança, formou um grupo que liquidou muitos dos inimigos, considerados responsáveis pelo assassinato do seu pai. Como consequência, deu-se o êxodo de diversas famílias: Matias da Costa Barros, Manoel Vitorino da Costa Barros, Coronel Manoel Antônio, Sabino José de Oliveira, José Joaquim Duarte, Simplício Fonseca Barbosa, Antônio Izidoro e outros. Enfim, quase que despovoou o município do seu pessoal mais preparado para o desempenho de cargos públicos. Esses acontecimentos determinaram a supressão de sua vila, que foi anexada a Anadia. Posteriormente, voltaram para a freguesia e distrito de Palmeira dos Índios as localidades Lajes, Caldeirões de Baixo, Gravatá-Assu, retornando, também, para o distrito de Palmeira, não mais o coronel José Daniel - por já ter falecido - mas seu genro, o coronel José Cândido e todos os Holandas, Canutos e Veigas.- Em dezembro de 1933, inaugura-se a estrada de ferro, com a entrada oficial da primeira locomotiva. -Tem sua origem também ligada à lenda do casal de índios Tilixi e Tixilliá. Conta-se que Tixiliá estava prometida ao cacique Etafé, mas era apaixonada por seu primo Tilixi. Um beijo proibido condenou Tilixi a morrer por inanição. Ao visitar o amado, Tixiliá foi atingida por uma flecha mortal de Etafé, morrendo ao lado de Tilixi. No local, nasceu a palmeira, simbolizando o amor intenso do casal. Tendo seu território feito parte da freguesia de Atalaia, não designam as crônicas antigas a data em que lhe foi conferido o predicamento de paróquia, constando apenas que, de 1778 a 1780, fora ali construída uma capela consagrada ao Senhor Bom Jesus da Boa Morte. Consta ainda que em 1798 foi reconhecida pelo poder competente a necessidade da criação de uma paróquia nessa aldeia; e de um assento no livro de casamentos, lançado aos 12 de junho daquele mesmo ano, verifica-se que, então, já era pároco da freguesia o sacerdote Julião Leite da Cunha. Da combinação, pois, de tais datas, chega-se naturalmente à indução de que por esse mesmo ano de 1798 - data em acordo com Tomás Espíndola - seria o arraial dos índios da Palmeira erigido canonicamente em paróquia sobre o padroado de N. S. do Amparo.- Em 1962, é criada a sua Diocese. Seu termo fazia parte, desde a criação da comarca de Atalaia, passando, em 1838, para a de Anadia. Desta foi desmembrada , em 1872, pela Lei no 624, de 16 de março, anexando-se-lhe o termo de Quebrangulo (então Victória) que até então pertencera à jurisdição da Assembleia, atual Viçosa. Foi classificada como de primeira entrância pelo Dec. n. 4.941, de 30 de abril de 1872. Elevada à categoria de vila: Resolução Provincial n. 10, de 10/04/1835, após a construção da Casa Grande da Câmara e Cadeia Pública. Devido às lutas políticas, a vila estacionou economicamente e regrediu em sua vida política e administrativa, chegando em 04/05/1846, pela Resolução 43, a voltar à condição de distrito, anexado agora a Anadia. Só sete anos, depois retorna à categoria de vila, pela Res. 209, de 23/6/1853.- Data de instalação: A Res. 27 de 12 de março de 1883 declara válida sua instalação e a posse da respectiva câmara. Elevada à categoria de cidade: a Lei 1 107 de 20 de agosto de 1889. Desmembrado: Atalaia, em 1835, e Anadia em 1853, deve seu topônimo à existência de inúmeros palmeirais na região onde se instalaram as tribos indígenas Chucurus. Localizado na zona fisiográfica intitulada Zona Sertaneja, entre a mata e o sertão, numa zona de classificação indecisa que o povo chama de "Agreste". Sua microrregião é a de Palmeira dos Índios e sua mesorregião a do Agreste Alagoano. Tem dois distritos: Caldeirões de Cima e Canafístula. Base econômica: agropecuária. Seu subsolo é rico em jazidas de calcário, mármore, moca, ferro e sal-gema. Possui algumas indústrias. Conta com uma Biblioteca Municipal e dois museus: a Casa de Graciliano Ramos e o Museu Xucurus. Casa de Graciliano: A casa onde viveu Graciliano Ramos de 1924 a 1930, e onde escreveu o romance Caetés e os famosos Relatórios, foi transformada em Museu e Biblioteca, por sugestão do escritor Waldemar Lima, tendo sido inaugurado em 05 de outubro de 1973. O Museu é subordinado à Fundação de Assistência Cultural e Educacional de Palmeira dos Índios e retém um acervo de objetos de uso pessoal de Graciliano, edições raras de livros, ensaios e artigos do escritor e uma biblioteca. Museu Xucurus: Instalado na Igreja Nossa Senhora do Rosário, possui um acervo das mais variadas peças, doadas à instituição pela comunidade palmeirense sensível à campanha de implantação do museu, liderada pelo pesquisador Luiz Torres e pelo bispo Dom Otávio Aguiar. Inaugurado em 12 de dezembro de 1971. Das peças que compõem o acervo, destacam-se as coleções de arte sacra, etnografia e mobiliário. Além das atividades museológicas, a entidade ampara os remanescentes Xucurus, vendendo seus produtos. Monumento arquitetônico: -A igreja matriz, sob a invocação de N. S. do Amparo, tendo sido construída pelos anos de 1778 a 1780, sendo apenas de alvenaria a capela-mor, foi reparada em 1862, sendo, em 1864, demolida, encetando-se nesse ano a obra de reconstrução sob mais sólidos fundamentos e maiores dimensões. Mede esse templo 115 palmos do comprimento sobre 60 de largura e apresenta dez areadas no pavimento térreo, entre o corpo da igreja e os corredores laterais, e é ornado de galerias ou tribunas no andar superior. Se explorados cientificamente os cemitérios indígenas, localizados por Luiz Torres, a arqueologia alagoana daria, sobretudo com as igaçabas, seu contributo à arqueologia brasileira.- Palmeirenses.


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PALMEIRA, Durvalina Vasconcelos  

(Chã Preta, Viçosa - AL 04/05/1918). Professora. Filha de Firmino Teixeira de Vasconcelos e Isabel Olímpia de Vasconcelos. Estudou no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, em Bom Conselho (PE). Posteriormente, no Colégio Santíssimo Sacramento e Liceu Alagoano. Entre 1949 e 1960, foi professora primária, sendo que, a partir de 1960, em Maceió. Com À Maria Santíssima, participou da Coletânea de Poetas Viçosenses, p. 70.


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PALMEIRA, Dênis Vinícius Farias  

( ? ). Graduação em Ciências Biológicas, UNEAL (2012). Capítulo de livro: Representações Sociais De Ambiente Escolar De Alunos Do Ensino Médio De Uma Escola Pública De Santana Do Ipanema - AL, juntamente com G. O. Faustino, in Educação No Contexto Do Semiárido Alagoano: Algumas Experiências, Wellyngton Chaves Monteiro da Silva; Conceição Maria Dias de Lima; Lenivaldo Manoel de Melo (org.), Maceió: Poligraf, 2013, v. , p. 305-337. Artigo: Quais Os Temas Prioritários Da Educação Ambiental?, in Jornal da Ciência, http://www.jornaldaciencia.org, 09 out. 2012.


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PALMEIRA, Francisco Antônio da Costa  

(?). Deputado provincial, padre. Suplente de Deputado provincial na legislatura 1858-59, eleito pelo 4º círculo. Sócio do IAGA, patrono da cadeira 15 da mesma instituição. Obra: Estudo Histórico, Estatístico e Geográfico da Freguesia de Quebrangulo, Revista IAGA, v. I, n. 7, p. 187-192, incluído um documento com a Designação dos Limites de Villa de Garanhuns - 1813 de interesse para os limites de Quebrangulo.


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PALMEIRA, Francisco Soares  

(São Miguel dos Campos - AL). Deputado estadual. Membro da Junta Governativa aclamada em 16/07/1894 e que ocupou o poder apenas por um dia. Deputado estadual nas legislaturas 1893-94 e 95-96.


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