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PABLO Alfredo DE LUCA  

(Buenos Aires - Argentina 1963). Jornalista, repórter fotográfico, arquiteto e urbanista. Na terra natal teve as qualificações em fotografia publicitária e fotojornalismo. Mudou-se para Maceió em 1991. Trabalhou nas assessorias de comunicação no jornal diário O Jornal (1997-2000), no semanário Extra (2001), Tribuna de Alagoas (2004-06), onde também atuou como editor de fotografia. Instrutor dos cursos de fotografia, no SENAC-AL, desde 2002. Publicou sete coleções de cartões postais com fotografias de sua autoria. Participou dos projetos Olhar Circular (social e inclusão digital) Cinema no Balanço das Águas, 2ª edição; Programa Mais Cultura nas Escolas, com oficinasEstimulando o Olhar Fotográfico.Prêmio Otávio Brandão de Jornalismo Ambiental (2005, 06, 07 e 09) Banco do Brasil de Jornalismo (2002) Prêmio ETHOS de jornalismo 2004 e Prêmio ABS de Jornalismo 2005; Vencedor do concurso fotográfico Mundo Animal, TC Cabo Branco da PB (2009) 1º lugar no I Concurso Cultural do PROCON-AL, 3º lugar no concurso fotográfico PROCON-AC; em 2010 com 3 fotografias premiadas, participou da publicaçãoLagoas e Vales Alagoanos, pela Secretaria de Planejamento do Estado de Alagoas; premiado no Salão de Fotografia da Fundação Pierre Chalita (2012) Prêmio Espia Notáveis da Cultura Alagoana, 2009 e 2013 na categoria fotografia profissional. Participa da galeria de arte digital URBAN ARTS. Exposições coletivas: Belas Imagens de Alagoas (2002) Músicos Alagoanos(2004) A Cara do Índio Alagoano(2006) Histórias de Pescador(2007) Crianças Indígenas(2008) O Lado de Marechal(2009) Memórias das Águas(2011) eFina Intervenção(2015).


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PABLO GOMES nome artístico de Pablo Dias de Melo Gomes  

 (Maceió - AL 29/04/1984). Cineasta, jornalista. Filho de Valmir de Melo Gomes e Cleone Dias da Silva Melo. Fez os estudos no Colégio Batista Alagoano (2001). Graduado em Cinema na Universidade Gama Filho, RJ (2008). Graduando em Jornalismo na UNIT-AL. Editor-chefe do programa Eu Quero Ver, TV COM Maceió, desde 2011. Filmografia: Conversa de Pescador, Documentário de 25 min., filmado em São Miguel dos Milagres, AL, 2007 (produtor e diretor) Olhando o Mar, Drama/Comédia, 15 min., filmado, na Pajuçara praia de Maceió, 2009 (produtor, diretor e ator) Ensaio Sobre Sequestro Relâmpago, Comédia 15 min., filmado em Maceió, 2010 (diretor) A Lenda do Bode do Ponte, Documentário 86 min., filmado em São Miguel dos Milagres, Passo de Camaragibe, Praia do Francês, Porto de Pedras e Maceió, 2012 (Produtor e Diretor). Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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PACAS  

Lagoa. Entre aquelas formadas pelo entulhamento dos depósitos da praia que se alonga nas falésias do Jequiá, no município de Roteiro. Pobre em peixes, crustáceos e moluscos. Um dos sete cursos d-água do tipo igarapé que terminam em lagoa temporária, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas.


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PACATUBA  

Formação geológica. Ocorre em Sergipe e Alagoas, atribuída ao Jurássico.


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PACELLI, Eugênio nome literário de Eugênio Pacelli Monteiro da Rocha Guedes  

 (Maceió - AL 1961). Filho de Amaro da Rocha Guedes e Nadege Monteiro Guedes. Primário e Ginásio no Colégio Dr. Deraldo Campos (1970) e ColégioRui Palmeira (1976) Científico no Colégio Professor Benedito de Moraes (1979).Bacharel em Ciências Contábeis pelo CESMAC (1988). Pós-Graduado pela Faculdade Ateneu em Direito Público e Privado (2008). Transferiu-se para Fortaleza-CE, em 12/1995, onde assume o cargo efetivo de Técnico Judiciário no TRE/CE. Assessor Parlamentar nos anos 80. Contador com escritório próprio. Obra: Pérola das Ruas: Poemas, Maceió, 1990. Premiado no concurso de poesia Graciliano Ramos e Anilda Leão da AAI. Publicou crônicas e poesias no Jornal de Alagoas, Última Palavra, O Jornal, Tribuna de Alagoas e Gazeta de Alagoas. Membro da AAI.


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PACHECO NETO, Lafayete  

 (AL?). Secretário de estado. Toma posse, em 27/07/1993, na Secretaria do Turismo, cargo do qual é exonerado em 31/12/1994, ao final do governo Geraldo Bulhões.


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PACHECO, Dido  

(Olho D´Água das Flores - AL ). Diretor de cinema. Dirigiu os Curta-metragem: A Besta Apocalíptica; O Medo do Desconhecido e Encontro Macabro (terror), juntamente com Clauwelivan Santana Rocha e Dorival Bezerra. Longa-metragem: Zona Trash.


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PACHECO, Francisco Manoel dos Santos  

(?). Vice-governador, senador estadual, militar. Assume o governo, na qualidade de vice-governador, após a renúncia de Manoel Duarte, em 17/06/1899, permanecendo até 12/06/1900. Senador estadual nas legislaturas 1897-98; 1901-02; 03-04; 05-06; 13-14 e 15-16.


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PACHECO, José de Santa Engrácia  

(Vila do Penedo do Rio São Francisco - PE 1793 -Penedo - AL 1837).Frade, orador sacro. Filho de José Joaquim Pacheco Júnior e Francisca Josefa de Oliveira. Sua formação inicial foi na cidade de Alagoas. Entrou para o noviciado franciscano em 01/04/1811, fazendo a profissão dos votos temporários no ano seguinte.Fez os seus estudos filosóficos e teológicos no Convento de São Francisco, Salvador - BA, sendo aprovado para o cargo de Lente de Teologia Moral. Foi transferido de Salvador para Serinhaém - PE, onde a Congregação Capitular o nomeou Comissário da Ordem Terceira. De Serinhaém foi transferido, em 1828, para o Convento de Nossa Senhora dos Anjos, em Penedo, para ser o Guardião da Casa, cargo que foi ratificado pela Congregação Capitular de 1831. O Capítulo de 1832 o elegeu Definidor Provincial, mas - já em 1835 - é novamente eleito Guardião do Convento de Penedo, cargo no qual foi confirmado na Congregação Provincial de 1837. Foi um insigne pregador, homem de letras e um músico de renome. Patrono da cadeira nº 08 da Academia Penedense de Letras.


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PACHECO, José- da Rocha  

(Correntes - PE - Maceió - AL 27/04/1954). Cantor e repentista. Além de poeta popular, dedicou-se a várias atividades paralelas: trabalhou em feiras, ora vendendo folhetos, ora comerciando gêneros alimentícios. O Museu Théo Brandão, em Xilogravuras Populares Alagoanas, reproduz a xilogravura de José M. Santos, a qual ilustra o seu trabalho A Beata que Viu o Padre Cícero. Obras: Peleja de um Cantador de Coco com o Diabo, folheto, Maceió (literatura de cordel) e A Chegada de Lampião no Reino de Satanás.


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