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OBSERVADOR, O  

Jornal semanal, -órgão dos interesses gerais do município-, editado em São Luiz do Quitunde Teria começado a circular em janeiro de 1882. Diretor: Agostinho Monteiro: Bibl. Nac. microf. ano I n. 07, 11/03/1882.


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OCEANO  

Clube de futebol. Participou do Campeonato Alagoano de 1943.


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ODILON, Souza Leão  

veja LEÃO FILHO, Odilon Lian de Souza.


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ODRIOZOLA, Maria Raulita Guerra  

 (São José da Lage - AL 24/09/1931). Poetisa, pedagoga. Diplomada em Pedagogia, UFAL. Obras: Poemas do Espelho, 1959 (poesia) Poemas da Minha Ronda, 1960 (poesia) Primeiros Poemas da Vida Maior, 1962 (poesia) Livro de Amor, 1978 (poesia) Cem Poemas Brasileiros, 1980 (poesia) colaboração em periódicos. Participou de antologias.


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OEST, Henrique Cordeiro  

(Rio de Janeiro - DF 17/02/1902 - Rio de Janeiro - RJ 07/03/1982). Deputado federal, secretário de estado, militar. Filho de Edmundo Oest e Esequila Cordeiro Oest. Sentou praça na Escola Militar de Realengo (1922), participou da Revolta de 05 de Julho desse ano, razão pela qual foi expulso do referido estabelecimento de ensino. Durante a Revolução de 1930, como civil, atua junto ao 3o Regimento de Infantaria. Após a instalação do governo vitorioso, é comissionado, no Exército, como primeiro-tenente. É um dos membros do Clube 03 de Outubro, criado para unir as forças revolucionárias no apoio ao aprofundamento das reformas defendidas pelos revolucionários. Participa, como governista, da Revolução Constitucionalista de 1932. Em março de 1933 é efetivado no posto de primeiro-tenente e, no ano seguinte, é nomeado capitão. Assina, em 1935, a ata de fundação da Aliança Nacional Libertadora (ANL), tendo participado do comício que abriu a ANL no Rio de Janeiro. Após o fechamento desta é afastado de qualquer cargo militar em áreas potencialmente políticas. Participa, também, da Liga da Defesa Nacional, no Estado Novo (1937-45), composta de oposicionistas ao sistema político prevalecente. Em 1940, cursa a Escola de Armas e a Escola de Motomecanização. Major, em 1944, no ano seguinte é destinado comandante do 2o Batalhão do 6o Regimento de Infantaria, integrante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutou na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Elege-se, em 1945, primeiro suplente de deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro, na legenda do PCB, tendo ocupado uma cadeira em 1947. Teve seu mandato cassado em 1948, com o cancelamento do registro do PCB. Nomeado para servir no interior do Estado do Mato Grosso. Promovido a tenente-coronel em 1949, no ano seguinte participa da campanha do General Estillac Leal à presidência do Clube Militar, no Rio de Janeiro. Escreveu na Revista do Clube Militar na gestão desse general, entre 1950 e 1951. Nesse último ano é transferido de Mato Grosso para Pernambuco. Em 1955, no Rio de Janeiro, serve na Inspetoria Geral do Exército. No ano seguinte comanda o 20o. Batalhão de Caçadores em Maceió, e, em 1957, o 18o. Regimento de Infantaria em Porto Alegre, onde permanece até 1959. Segundo leitura do D.O, teria tomado posse em 11/04/1959 na Secretaria de Estado dos Negócios do Interior, Justiça e Segurança Pública, em Alagoas onde permaneceria até 05/07/1960, no governo Muniz Falcão Em 1961, ao final do período desse governo, é nomeado para a Circunscrição de Recrutamento de Ilhéus, na Bahia. Em outubro de 1962, elege-se segundo suplente de deputado federal, por Alagoas, pela Coligação Democrática Nacionalista, formada pelo PTB e PSP, sendo um dos membros desse último partido. Entre agosto e outubro de 1963 ocupa um lugar na Câmara Federal. Nesse mesmo ano pede reforma, sendo, por isso, promovido a general-de-divisão. É um dos cassados pelo Ato Institucional n. 1, em 10/04/1964. Exila-se no Uruguai. Volta, em 1972, ao Brasil.


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OITEIRO  

Comunidade quilombola em Penedo. Registro no Livro de Cadastro Geral nº 08, Registro nº 821, Fl. 33, em 27/11/2006. Publicada no D. O. U. em 13/12/2006. Possui 160 famílias. Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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OITICICA FILHO, Francisco Elias da Rosa  

(Rio de Janeiro - DF 23/06/1958). Pintor, professor. Vive entre Alagoas e o Rio de Janeiro. Mestre em História e Crítica da Arte EBA-UFRJ. Doutorado em Literatura Brasileira Programa de Pós-Graduação em Letras LCV-CHLA-UFAL. Professor do Departamento de Análise e Representação da Forma, UFRJ (1991-1993). Professor assistente DECOS-CHLA-UFAL (1994-1999). Professor da Université Stendhal Gernoble III (1999-2001). Coordenador Geral de Belas Artes de Alagoas. Professor da FMN - Maceió (2008-2012). Em 1987 realizou uma exposição no Salão do IHGAL. Obras: Enfim, Primitivos, Maceió: EDUFAL, 1999; Vincent Monteiro, Poeta Cordial: Marcas Textuais de Sociabilidade Literária, Paris, 1946-1940, Maceió: EDUFAL, 2004. Capítulo de livro: Pintura de Rua, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 54-55. É um dos artistas divulgados na obra Arte Alagoas II, publicada quando da exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge de Lima, pela Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro.


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OITICICA FILHO, Francisco de Paula Leite e  

(? 1882; segundo Jarbas Oiticica 22/11/1880). Advogado, jornalista. Filho de Francisco de Paula Leite e Oiticica. Cursa a Faculdade de Direito de Recife, onde se forma em 1902. Funda uma escola no Rio de Janeiro, fechada por dificuldades financeiras. Dirige uma escola em Laguna, Santa Catarina. Foi diretor do Diário da Manhã, em sua segunda fase. Promotor na cidade de Xapuri (AM). Por motivos políticos passou a residir no Rio de Janeiro, onde advogou e foi Procurador do Tribunal de Segurança. Membro da AAL, onde ocupou a cadeira 18. Seria de sua autoria Getúlio Vargas e a Liberdade no Estado Nacional, conferência pronunciada no Instituto Nacional de Ciência Política no Rio de Janeiro, em 23/01/1943.


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OITICICA, Alfredo Elias da Rosa  

(Rio Largo - AL 11/12/1876 - Rio Largo - AL 12/10/1953). Deputado estadual, prefeito de Maceió, advogado. Filho de Barnabé Elias da Rocha Calheiros e Francisca Oiticica da Rosa Calheiros. Estudou os preparatórios no Liceu Alagoano e bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Recife (1898). Ocupou cargos públicos, foi deputado estadual nas legislaturas 1909-10; 17-18; 29-30 e 35-38. Prefeito de Maceió de 19/09/1933 a 02/05/1934. Em 1950 fundou a Usina Santa Clotilde. Membro da Comissão Diretora do Partido Economista Democrático de Alagoas. Sócio correspondente do IHGAL.


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OITICICA, Francisco Elias da Rosa  

(Rio Largo - AL 01/10/1917 - Rio de Janeiro - RJ 29 ou 31/10/1990). Secretário de estado, funcionário público, advogado. Filho de Alfredo Elias da Rosa Oiticica e Clotilde Lins da Rosa Oiticica. Após estudar em sua própria casa, vai para o Colégio Nóbrega do Recife. Forma-se pela Faculdade de Direito do Recife (1938). Exerce a profissão, por dois anos, em Recife. Muda-se para o Rio de Janeiro. Ingressa, em 1940, no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários. Em janeiro de 1942, transfere-se para o IAA, como procurador, onde chegou a Diretor da Divisão Jurídica. Representou os usineiros alagoanos na Comissão Executiva daquele Instituto. Foi presidente do IAA entre 05/06/1968 e 26 de dezembro de 1969. Em sua gestão, iniciaram-se os estudos para a construção dos terminais açucareiros de Recife e Maceió. Nesse período, o setor conheceu dificuldades em função da grande safra, tendo cuidado de reduzir os contingentes de exportação. Secretário de Interior e Justiça no Governo Luiz Cavalcante. Candidato a deputado federal pelo PSD, obtendo a 1a suplência. Com o pseudônimo Mistral, publicou crônicas no jornal A Imprensa, em Maceió.


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