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NAZARÉ, Fábio Vieira Batista de  

(AL?). Estudante do Colégio Santa Madalena Sofia. Com a seleção do conto Superlotado..., foi selecionado para participar de Contos e Poesia: Prêmio Arnon de Mello de Literatura, Maceió: Ed. Gazeta da Alagoas, 2002, p. 47-49.


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NEALDO, Carlos ... dos Santos  

(Arapiraca - AL 21/08/1970). Escritor, jornalista. Filho de Benedito Araújo dos Santos e Josefa Maria dos Santos. Ensino fundamental na Escola Municipal 30 de Outubro (1984), ensino médio na Escola Aurino Maciel (1982-85) e Escola de I e II Grau Prof. José Quintella Cavalcanti (1986-88), todas em Arapiraca. Radicou-se em Maceió em 1991. Formado em Jornalismo pela UFAL (1996). Repórter nos editoriais de Polícia, Cidades e Política, e editor de Cultura, na Tribuna de Alagoas (1996-2007). Editor de Economia da Gazeta de Alagoas, desde 2007, e correspondente em Alagoas do jornal O Estado de São Paulo, desde abril de 2012. Publicou: O Pianista do Silencioso, Maceió: EDUFAL, 2007, apresentação de Carlos Diegues e ilustração de Léo Villanova. Com o conto As Lagoas, participou do livro O Conto das Alagoas, Recife: Ed. Bagaço, 2007, Carlito Lima/Edilma Bomfim (orgs.) p. 69-72.


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NELITO BARROS nome parlamentar de Manoel Gomes de Barros Filho  

 (União dos Palmares - AL 23/05/1974). Deputado Estadual, agropecuarista. Filho de Manoel Gomes de Barros e Jane Lamenha Barros. O primário no Santa Maria Madalena, na cidade natal, 1º grau no Colégio Santíssimo Sacramento, o 2º grau no Colégio Marista. Está em seu terceiro mandato consecutivo na Assembleia Legislativa. Direito no CESMAC. Deputado estadual,pelo PFL, na legislatura 2002-2006, 2006-2009, 2009-2012 e 2012-2015. No primeiro biênio da legislatura 2006-2009, ocupou o cargo de 2º secretário da Mesa Diretora.


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NELSON DA RABECA ou SEU NELSON nome artístico de Nelson dos Santos  

 (Marechal Deodoro - AL embora registrado em Joaquim Gomes- AL 12/03/1929 ou 1941? ). Rabequista, acordeonista, compositor, artesão, agricultor. Sua principal ocupação sempre foi a agricultura, principalmente a lavoura da cana-de-açúcar. A partir de ? passa a viver em Marechal Deodoro. Sem ter frequentado escola, portanto, sem saber ler e sem precedentes musicais na família, aprendeu a tocar rabeca sozinho, como também a fabricá-las, já por volta dos cinquenta anos. Compôs baiões, xotes, marchas e forró pé-de-serra. Também toca acordeão. Começou a construir rabecas na década de 1970, alcançando renomada originalidade e perfeição no ofício que aprendeu seguindo um processo de experimentação, até chegar a um resultado que o satisfizesse. Para seu trabalho, pesquisa madeiras diferentes, objetivando a beleza e o resultado sonoro do instrumento. Sua madeira preferida é a jaqueira que, segundo ele, -além de ser bonita e dar bom som, não acaba nunca-. Escolhe madeiras duras e pesadas para a construção de seus instrumentos que são robustos e resistentes. A pesquisa de José Eduardo Gramani fez com que ganhasse reconhecimento não só em Alagoas, mas também de estudiosos de vários pontos do Brasil. Gramani, ao entrar em contato com a primeira rabeca de Nelson, ficou tão impressionado com aquele meio de expressão musical e com sua riqueza timbrística que se sentiu inspirado a compor vários temas, os quais se tornaram peças específicas para aquela rabeca. Essas peças tiveram registro em um CD, gravado em 1994. Cd Carangueijo Danado; Cd Segredo das Árvores e um DVD CDNelson da Rebeca - Pros Amigos, 2004, Sonhos & Son, são de sua autoria as composições: Flor de Ingazeira; Pros Amigos; Rabequiê; Forró do Povo; Você não Sabe como Eu Te Amo; Lá Vai o Boi; Saudade no meu Peito; Resfogado; Rock and Roll; Grupo Musical; Casamenteiro; Obrigado seu Nelson, pela Rabequinha (acompanhado por sua esposa Benedita dos Santos) Xâmego; Roselha; Dê um Doce; Tá Esquentando; Deixe Meu Amor Por Outro..Em 1998, houve a tentativa de criação da "Associação dos Amigos de Nelson da Rabeca", encabeçada por artistas, intelectuais e agentes culturais alagoanos, que veem nele um dos mais legítimos representantes da cultura popular alagoana. Em 2003, foi entrevistado no "Programa do Jô", na TV Globo. Hoje vive de confeccionar rabecas e se apresentar em shows e eventos. Em2009 recebeu o Certificado do Registro do Patrimônio Vivo de Alagoas.


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NEMÉSIO, Francisco (Chiquinho)  

(?? ). Escritor. Capítulo de livro: Os 15 Anos de Bebé e Gincana de Lambreta, in Meninos da Avenida História Que Eles Contam, Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2012, p. 243-244 e 277-278, respectivamente.


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NEMÉSIO, Tibúrcio Valeriano  

(Vila de Pindoba, Viçosa - AL 02/01/1872 ou 1873 - Maceió - AL 09/06/1926). Deputado estadual, professor. Filho de Manoel Francisco Nemésio e Ana de Oliveira Nemésio. Fundou e dirigiu a Sociedade Instrutora Viçosense, bem como o Colégio Silva Jardim, ainda em Viçosa. Foi secretário da Prefeitura de Viçosa e escrivão da Coletoria Federal em Atalaia. Deputado estadual nas legislaturas 1913-14; 15-16; 23-24 e 25-26. Militou na imprensa, no Jornal de Alagoas.


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NENA como é conhecida Maria Eronildes Laurentino  

 (Fazenda Vieira, Capela - AL 27/12/1973) Artesã. Discípula de João das Alagoas, com ele começou a trabalhar em 2005. A primeira peça foi um boi que tinha em volta personagens em alto relevo que lembravam uma feira: os feirantes, as frutas e as pessoas do povo. Participou do I Salão de Arte Contemporânea de Alagoas, Complexo Atro Deodoro, em 2015.


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NEON NIGHT RIDERS  

Duo formado por Hugo Estanislau (Guitarra, Vocais e Programações) e Bruno Ribeiro (Vocais, Sintetizadores e Programações), surge em 2007, em Arapiraca. Depois de lançarem digitalmente dois EPs - The Neon EP (2007) e Introductions for destroying yourself (2008) -, a dupla lança, em 2010, The Neon Album, disco que compila o que de melhor foi feito nos dois primeiros trabalhos e apresenta músicas inéditas que dão novos rumos ao trabalho. O disco foi gravado em Santo André no Estúdio Piraquara Records entre os meses de julho e agosto de 2009. A mixagem e a masterização ficaram a cargo da própria dupla. Assim que caíram na Internet, as novas músicas tiveram ótima repercussão, inclusive internacional. Em setembro último, a faixa South Travelling foi indicada no Music Aliance Pact (MAP), projeto que conta com blogueiros de várias partes do mundo para a difusão da nova música na web.


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NERI, Gustavo Bruno Costa  

(??? 12/03/1986). Professor.Filho de Benjamim de Assunção Neri Neto e Maria Faraides Costa Neri. Graduado em História, UFAL (2012) com o TCC: A Indústria Têxtil Durante os Anos 1930 em Alagoas. Mestrado em História, UFAL, (2014), com a dissertação: Ação Integralista Brasileira na Terra dos Marechais:Um Breve Recorte de 1930- 1937. Professor no Colégio IBC (2011) no Colégio Maria José Omena (2011-12) no Colégio Maria Santíssima (2010-11) no Colégio Santa Tereza (2011) e no Colégio Rosalvo Ribeiro, desde 2011. Obra Capítulo de livro: A Indústria Têxtil e o Decreto nº. 19.739 e a Legislação Trabalhista, juntamente com Gustavo Saldanha, in A Indústria Têxtil: A Classe Operária e o PCB em Alagoas,Maceió: EDUFAL, 2011, Alberto Saldanha (org.).p.13-22.


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NERI, Ismael de Sena Ribeiro  

(Penedo - AL 25/1/1825 - Belém - PA 16/10/1872). Professor, pianista, organista, frade. Ingressou na Ordem do Carmo, onde recebeu o nome de Frei Ismael do Coração de Maria Neri. Foi transferido para Belém (PA), chegou a cônego da Sé do Pará e foi reitor do Seminário. Faleceu privado das ordens, por unir-se ao cônego Eutíquio Pereira da Rocha na questão religiosa, de 1873, pois pertencia à maçonaria e no jornal O Pelicano, do qual era um dos principais redatores. Fez oposição ao bispo e ao clero local, sendo suspenso de suas funções religiosas. Deu aulas de música em escolas particulares. Escreveu vários sermões e trabalhos em revistas. Obras: Oração Fúnebre (Da Senhora D. Estefânia Frederica Gulhermina Antonia, Rainha de Portugal), Pará, 1859; Rio de São Francisco; Penedo (artigos históricos, ambos publicados no Almanack de Lembranças Brasileiras, de Cesar Marques, 1868) Necrologia de Martim Francisco Ribeiro de Andrada, publicado no Farol Constitucional. Segundo Joel Belo Soares, na p. 65 do seu Alagoas e Seus Músicos, está citado no Almanaque Administrativo de Carlos Seidl dos anos 1868 a 1871 e ainda no Dicionário Bibliográfico Brasileiro de Sacramento Blake.


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