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MACHADO, Vavá  

(PE - 2012).Compositor, aboiador. Foi parceiro de Marcolino. Discografia: no LP Aboios e Toadas, Continental, 1976, são de sua autoria as composições: Da Farda para o Gibão; Calor da Vaquejada; Vaquejada em Viçosa; Aboio de Vaqueiro; Ela Não Me Quis; Missa do Vaqueiro; Baião do Vaqueiro; O Velho Jacinto Machado; Reunindo os Vaqueiros; Sou Filho Natural de Brejão, todas juntamente com Marcolino. No LP Campeões de Vaquejada, Musicolor, 1978, são de sua autoria as composições: Vaqueiro, Gado e Mulher; O Vaqueiro e o Motorista, juntamente com Louro Branco; Os Fracos do Bom Vaqueiro; Fracassos, juntamente com Seu E; Maracanã dos Vaqueiros; Cavalo Faixa Branca; Homenagem aos Vaqueiros; Apartação de Gado, juntamente com Marcolino; Destino de Vaqueiro, juntamente com Alfredo José Menezes; Traição do Amor, juntamente com Marcolino. No LP Vamos à Vaquejada, Musicolor, 1980, são de sua autoria as composições: A Flor da Ingazeira; Aboios e Improvisos; Um Boi Brabo de Pegar; Sonhei com um Imortal; Vamos à Vaquejada; Saudação a Sertânia; Os Brincos de Bela, juntamente com Marcolino; Sertão Poeta e Vaqueiro, juntamente com Zé Francisco; Eu, Ela e a Saudade, juntamente com Raimundo João; Não Posso Mais Ser Vaqueiro, juntamente com José Vicente da Paraíba. LP Cultura de Vaqueiro, Mega, são de sua autoria as composições: Recebendo os convidados; Forró em Caraibeiras; Luiz Gonzaga Partiu; Chocalho do Amor; Cadê a Minha Amada, juntamente com Marcolino; Uma Prece Soberana, juntamente com Pe. Eraldo; Herói da Terra, juntamente com Valdo Bolinho; A Volta do Homem ao Campo, juntamente com Pedro Bandeira; Frevo no Forró da Lipe, juntamente com Adalto Costa. No LP Isto é Festa de Vaqueiro, Continental, 1977, são de sua autoria as composições: Sabiá de Melão, juntamente com João da Comdil; Isto é Festa de Vaqueiro; Quintinho Chorador; Saudade do Grato; Aboios em Repente; Na Princesa do Sertão; Fazenda Santa Rita; Recordação de Vaqueiro; No Coice da Boiada; Bastinho do Minador, todas juntamente com Marcolino. No LP O Grito do Camponês, Phonodisc, 1979, são de sua autoria as composições: Meu Beija Flor; Chega, Moreninha; Os Heróis do Gibango; Corre Campo; Oi o Desvio, todas juntamente com Marcolino.LP O Acordar do Sertanejo; Na Princesa do Sertão; Saudando a Vaquerama; Toca Fogo na Fogueira, Visitando o Maranhão; Coqueiro da Bahia; Homenagem Póstuma; Se Buliram com Você; Boi Estrelinha, todas juntamente com Marcolino. No LP Pagode de Vaqueiro, Continental, são de sua autoria as composições: Lambada na Vaquejada, juntamente com Miguel Vieira; Hei, de Arribação; Vamos, Cocotinha; Fazendeiros Bondosos; Reunidas Sobral; Valeu Boi; Pensamento de Vaqueiro; Aboios e Improvisos, juntamente com Zé de Almeida; Saudades de um Vaqueiro, juntamente com Carlos Augusto Amariz; Doutor em Agronomia, juntamente com Sebastião Braz.


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MACHADO, Zeferino Lavenère  

(Maceió - AL 24/09/1908 - Maceió-AL 28/09/1978). Magistrado, professor, secretário de estado. Filho de Manoel Gomes Machado e Albertina Lavenère Machado. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife (1932). Doutor em Direito pela Faculdade de Direito de Alagoas (1959). Professor catedrático da UFAL, aposentando-se em 26/09/1978. Foi adjunto de Procurador Fiscal da Fazenda Estadual de Alagoas, Procurador Fiscal da Prefeitura Municipal de Maceió, Adjunto de Curador Geral da Órfãos, Interdictos e Ausentes do município de Maceió (14/09/1943). Membro do Conselho Penitenciário do Estado de Alagoas, Juiz do TRE-AL. Procurador Geral do Estado, em 02/02/1951. Presidente do Conselho Seccional da OAB/AL. Desembargador. Toma posse, em 18/05/1966, na Secretaria de Estado dos Negócios do Governo, quando do governo do interventor João José Batista Tubino. Presidente do Rotary Clube. Eleito para o IHGAL em 17/10/1971, -não tomou posse por motivos pessoais justificados". Obra: O Problema da Classificação das Formas de Governo. Tese de concurso à cadeira de Teoria Geral do Estado, da Faculdade de Direito de Alagoas, Maceió: Casa Ramalho, 1953.


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MACHADO, Álvaro Antônio Melo  

(Pão de Açúcar - AL 26/09/1956). Médico sanitarista, secretário de estado. Filho de Átila Pinto Machado e Maria Carmelita Melo Machado. Formado em Medicina pela UFAL (1981). Especialização em Saúde Pública, pela FIOCRUZ (1987). Ingressa no quadro efetivo do Ministério da Saúde, como médico da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Atuou como coordenador regional da FUNASA, em Alagoas. Em 1994, presidiu a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Foi Secretário Nacional de Políticas de Assistência Social do Ministério da Previdência e Assistência Social. Toma posse, em 21/02/2001, na Secretaria de Estado de Assistência Social, e, em 29/05/2001, na Secretaria de Estado da Saúde, ambos os cargos no governo Ronaldo Lessa. Posse, em 01/01/2007, no cargo de Chefe do Gabinete Civil, que, em 01/08/2007, passa a se denominar Secretário-Chefe do Gabinete Civil. Permanece no mesmo cargo no segundo governo Teotônio Vilela Filho. Membro do IHGAL, onde, em 2010, assumiu a cadeira Nº 04. Membro da Academia Alagoana de Medicina, onde ocupa a cadeira nº 1. Colaborador das revistas Mocidade e Bruzundanga, de Maceió e Renovação Cristã de Petrópolis (RJ). Obra: Com Pergunta e Transformação, participou da Coletânea de Poetas Novos, p. 30-31. Capítulo de livro: A Condução do Comitê de Mediação de Conflitos Agrários, in Terra em Alagoas: Temas e Problemas, Luiz Sávio Almeida, Josival dos Santos Oliveira e José Carlos da Silva Lima, Maceió: EDUFAL, 2013, p. 17-26; Clinical Endocrinology: Procedings of the 18th Brazilian Congress of Endocrinology and Metabolism, Rio de Janeiro, Brazil, 12-17 June 1988, organizado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo, editores: Ricardo M. R. Meireles, Álvaro Machado e Luiz César Povoa, Amsterdam, New York, Excerpta Médica; New York, USA, Elsevier Science Pub. Co., 1988; Discurso de Saudação a Eduardo Tavares Mendes, quando da sua posse como sócio do IHGAL, in Revista do Ministério Público de Alagoas, Maceió: UFAL, CCJUR, 2012, N. 25, p. 13 - 21.


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MACHADO, Érico de Freitas  

(Pão de Açúcar - AL 04/09/1925 - Vitória - ES 07/03/2003). Escritor, orquidólogo, orquidófilo, engenheiro agrônomo, professor. Filho de Júlio de Freitas Machado e Tercília de Freitas Machado. Iniciou seus estudos em sua terra natal, depois em Recife e Rio de Janeiro. Diplomado pela Escola Nacional de Agronomia do Rio de Janeiro. Ingressou no Ministério da Agricultura passando a servir no estado do Espírito Santo. Foi professor de Botânica na UFES e conferencista em diversos congressos de estudos, inclusive na Conferência Mundial de Orquídeas realizada no Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Obras: História do Patrimônio Natural do Espírito Santo - Orquídeas, Rio de Janeiro, Documenta Histórica Editora, Rio de Janeiro, 2012. Teve vários trabalhos publicados, destacando-se Brazilian Orchids (Orquídeas do Brasil), Sodo Publishing, Japão, 1982 . Foi colaborador em revistas especializadas, entre as quais O Mundo das Orquídeas (On Line Editora), Boletim da Coordenadoria das Associações Orquidófilas do Brasil (CAOB) e no Anais do 1º Encontro Nacional de Orquidófilos e Orquidólogos, Editora Expressão e Cultura, 1980.


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MACHADO,Gláucia Vieira  

(Belo Horizonte - MG). Escritora, poeta, professora. Graduada em Letras, UFMG (1985). Mestrado em Letras, UFMG (1989) com a dissertação: Por Dentro e Por Fora: Leitura do Texto Poético de Torquato Neto. Doutorado em Comunicação e Semiótica, PCU-SP (1998) com a tese: Poesia para Todos: Uma Leitura Semiótica da Relação Entre a Antropofagia e Manifestações Recentes da Poesia Brasileira. Pós-Doutorado, Université Lumiere Lyon 2. Professora, PITÁGORAS (1987). Auxiliar de Pesquisa, UFMG (1981-83). Professora, Instituto Metodista Izabela Hendriz (1984-86). Professora, UFAL, desde 1989, na área de Estudos Literários, do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística. Professora na UFPB, desde 2011. Obra: Todas as Horas do Fim, Maceió: EDUFAL, 2005. Artigo em periódico: Poesia, Técnica e Utopia, in Leitura. Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras (UFAL), Maceió, 2006, v. 1, p. 73-83. Com Engenhos do Logos Possível,prefaciou o livro Os Moinhosde Milton Rosendo.


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MACIAS, Roberto Gomes  

(AL). Secretário de estado, engenheiro agrônomo. Toma posse, em 28/02/1966, na Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio, no governo do interventor Federal João José Batista Tubino. Na leitura do D. O. de 11/10/1966, encontram-se Portarias por ele assinadas. É exonerado em 15/03/1971, no governo Lamenha Filho.


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MACIEL FILHO, Joaquim Vieira  

(Murici - AL 1902 - São Paulo - SP 24/11/1966). Jornalista. Filho de Joaquim Vieira Maciel e Margarida da Silveira Maciel. Um dos membros da Academia dos Dez Unidos. Participou do movimento armado, em 1922, no Rio de Janeiro. Publicou no Jornal de Alagoas, de 03/12/1924, O Lobishomem da Cancela de Baixo, episódio da novela Maria Rita e, no mesmo jornal, em 25/05/1930, a novela regionalista Mãe Tonha. Lutou nas Revoluções de 1924, 1930 e 1932. Foi redator-chefe da revista Projeção, especializada em assuntos cinematográficos. Colaborou em O Bacurau, jornal humorístico. Segundo afirma Moacir Medeiros de Sant-Ana, na obra Tavares Bastos Visto por Alagoanos, foi quem interferiu para a publicação, pela Editora Nacional, na série Brasiliana, das obras de Tavares Bastos. Obras: Dicionário da Língua Portuguesa, 1958; O Nordeste; As Linguarudas, diálogo em um ato, que teria sido encenado no Teatro Santo Antônio, em Bebedouro.


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MACIEL, Auryno Vieira  

(Engenho Barro Branco, Murici - AL 10/09/1895 - Maceió-AL 24/04/1950). Professor, advogado, bancário. Filho de Joaquim Vieira Maciel e Margarida da Silveira Maciel. Iniciou os estudos em sua cidade natal e, depois, em Maceió, no Colégio 15 de Março, em 1909, tendo concluído o preparatório no Liceu Alagoano. Em 1919, matricula-se na Faculdade de Direito do Recife. Nesse mesmo ano, ingressou, como auxiliar, no Banco de Alagoas, onde fez carreira, chegando a subcontador. Em Recife, ensinou na Escola Normal, na qual ingressou defendendo a tese Onomatopeias e Interjeições, bem como no Liceu Pernambucano e na Escola Politécnica, onde foi responsável pela cadeira de Organização das Indústrias. Em Maceió, foi professor no Colégio 15 de Março e atuou na Sociedade Perseverança e Auxílio. Morou no Rio de Janeiro, onde foi chefe da secretaria da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro. Regressa a Alagoas, onde falece ao chegar. Membro fundador da AAL, foi o primeiro ocupante da cadeira 5, da qual Alexandre Passos é patrono. Membro da Academia Pernambucana de Letras. Reconhecido como filólogo. Pertenceu à Academia Euclides da Cunha e a O Cenáculo. Membro do IHGAL, empossado em 13/04/1927, sendo patrono da cadeira 28. Membro, também, do Instituto Histórico de Pernambuco e da AAI. Obras: Gonçalves Ledo: O Homem da Independência, Maceió: Tip. da Livraria Fonseca, 1923 (biografia) As Onomatopeias e as Interjeições. Sua Influência nos Fenômenos da Linguagem, Recife: Tip. Diário da Manhã, 1933; Discurso do Professor Aurino Maciel, Revista IAGA, v.12, ano 55, 1927, Maceió: Livraria Machado, p. 252-270; Professor Joaquim Inácio Loureiro, Revista do IHGAL, v. 15. ano 58, 1931, Maceió: Livraria Machado, p. 70-77; e XVII, 97 O Pai da Filologia Alagoana (Notas Para a Sua Vida e Suas Obras), Revista do IHGAL, v. 17, 1933, Maceió: s/d, p. 97-108. Participou, ainda, de As Vespas, revista-panfleto e de Frou-Frou, revista literária criada em 1914. Segundo alguns, com o pseudônimo de João Caçamba, escreveu, em 1929, no Jornal de Alagoas uma série de artigos intitulada Caçambadas. Colaborou no Correio da Tarde e Jornal de Alagoas, e, em Recife, no Diário da Manhã e da Tarde. Abelardo Duarte, em seu discurso de posse, afirma ter publicado a tese Leis Biológicas da Linguagem. Teria deixado, ainda, Tragédias Interiores, ou feito sua apresentação.


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MACIEL, Eurico  

(Pão de Açúcar - AL 15/03/1903 - Maceió - AL 03/09/1983). Pintor. Participou da Festa da Arte Nova, que procurou introduzir a Arte Moderna em Alagoas. Autor da pintura que domina o teto da nave da Igreja de São Benedito. Decorou o Instituto de Belas Artes. Participou, na década de 1920, de Salões de Artes organizados por Lourenço Peixoto. Entre seus quadros, encontram-se: Casa de Pescadores, Ao Entardecer, Estrada, Morada Deserta, Recanto Azul, No Frevo, Interrompido e Ora Essa !. Citado em tese de Juvenal Santana da Silva.


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MACIEL, Lício Augusto Ribeiro  

(Maceió - AL 04/06/1930). Escritor, engenheiro, militar. Filho de Auryno Vieira de Araújo Maciel e Maria Augusto Ribeiro Maciel. Ensino fundamental no Grupo Escolar João Barbalho, Ginásio Pernambucano e o médio no Colégio Estadual de Pernambuco. Oficial graduado pela Academia Militar das Agulhas Negras - AMAN (1952). Engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia - IME (1963). Tenente-Coronel da reserva do Exército Brasileiro. Paraquedista. Participou do contingente das Forças Armadas que combateu a Guerrilha do Araguaia, movimento criado pelo PCdoB. Na guerrilha, com a patente de major, ficou conhecido pelo codinome de Dr. Asdrúbal. Participou ativamente da prisão e morte de dezenas de guerrilheiros, tendo maior repercussão a prisão de José Genoíno, do PT. Obras: Roteiro Costa Leste - de Bertioga a Natal; Velejando Melhor - Teoria e Técnicas; Navegação Programa, todos: Rio de Janeiro: Editora Corifeu, 2006. Guerrilha do Araguaia - Relato de um Combatente, Rio de Janeiro: Editora Corifeu, 2008; ORVIL - Tentativas de Tomada do Poder, São Paulo: Editora Shoba, 2012, e Algoritmos Astronômicos, São Paulo: Editora Shoba, 2012.


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