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MACEDO, José SÍLVIO Barreto de  

(Penedo - AL 05/09/1920 - Maceió - AL 15/03/1998). Professor, advogado, economista. Filho de Serapião Rodrigues de Macedo e Áurea Barreto de Macedo. Primeiras letras em escola pública e no Colégio 7 de Setembro, de sua terra natal; depois, no Colégio Tobias Barreto, em Aracaju (SE) e no Liceu Alagoano, em Maceió. Participou do Grêmio Emílio de Maia. Fez o pré-jurídico no Colégio Carneiro Leão, em Recife. Diplomou-se em Direito (1947) e doutorou-se em 1954; diplomado em Letras (1955), doutor em Pedagogia (1961), em Linguística (1977), em Filosofia (1978). Docente-livre na Faculdade do Recife, professor titular de Introdução à Ciência do Direito da Faculdade de Direito de Alagoas, da qual foi diretor (1963-70), professor de Filosofia Social, Sociologia, Filosofia das Ciências e Filosofia da Arte nos cursos de mestrado da UFAL. Membro do Conselho Municipal de Educação e do Conselho Estadual de Cultura. Membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas - posse em 28/8/1979 - RJ; da Academia Maçônica de Letras, RJ; da AAL, onde ocupou a cadeira 13, e da AAI. Prêmios Filologia (1972, 1977 e 1980), AAL; prêmio Ensaio e Crítica Othon Bezerra de Melo (1971, 1973 e 1977), entre outros. Membro do IHGAL, empossado, em 28/09/1979, na cadeira 42 da qual é patrono J. Silveira. Sócio fundador do Instituto Brasileiro de Filosofia, na revista do qual publicou trabalhos. Um dos fundadores da Academia Maçônica de Letras de Alagoas. Obras: A Estética e a Lógica na Linguagem Jurídica, Recife, 1954, (Tese de concurso à livre-docência de Introdução à Ciência do Direito, na Faculdade de Direito da Universidade do Recife), Maceió: Casa Ramalho, 1952; Jornal de Crítica, 1a. Série, Maceió: Ed. Ramalho, 1950. (Coleção Autores Alagoanos 3), (crítica) A Higiene Mental por Meio de Psicodramas, Maceió: Imprensa Oficial, 1947; Estudos, Maceió: Imprensa Oficial, 1947; Os Psicodramas de W. Vianna, Maceió: Casa Ramalho, 1950; Das Características Pré-Românicas do Latim, Maceió: Casa Ramalho, 1950; Filosofia da Linguagem e Ciência Jurídica, Maceió: Ed. Ramalho, 1953; A Estética e a Lógica na Linguagem Jurídica, Recife, 1954 (tese de Docente-livre) A Interpretação e a Estrutura Linguística na Filosofia de Heidegger (Tese de Concurso à cátedra de Filosofia do Colégio Estadual de Alagoas), Maceió: Ed. Casa Ramalho, 1953; Ensaios de Direito Civil, [s. Ed.], 1956; A Natureza da Capitis Deminutio e Seus Efeitos no Direito Romano Clássico (Tese de Concurso à Cátedra de Direito Romano da Faculdade de Direito da Universidade do Recife), Recife, Faculdade de Direito, 1954; O Delinquente e o Cárcere, Recife, 1954 (tese de doutorado) Fundamentos de Uma Epistemologia Jurídica (Tese à cátedra de Introdução à Ciência do Direito, na Faculdade de Direito de Alagoas), Maceió: [s. n.] 1957; Da Falta de Orientação Educacional e Profissional como Causa da Crise Brasileira, Maceió: Ed. Ramalho (Tese de Doutorado em Pedagogia, 1959) Curso de Lógica, Maceió: Imprensa Oficial, 1960; Der Jugendliche Verbrecher, Maceió, 1961 [s.ed.]; Perspectivas do Direito Romano Atual, Maceió: [s. ed.] 1961; Da Tríplice Função do Fato Linguístico. (Tese de Doutorado em Letras Clássicas, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade da Paraíba, [s. ed.] 1962) A Reforma dos Códigos. O Anteprojeto do Código Civil. Maceió: [s. ed.] 1964; Intuição e Linguagem em Bergson e Heidegger, Maceió: Gráfica São Pedro, 1966; Da Causa Típica nos Negócios Jurídicos Indiretos (Tese de Concurso à Cátedra (IV) de Direito Civil da Faculdade de Direito de Alagoas, Maceió: Imprensa Oficial, 1956) Ensaios de Direito Civil, 1956; [s. ed.] [s. local]; Lógica Jurídica, Maceió: Gráfica São Pedro, 1966; Introdução à Deontologia Jurídica, separata da revista da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, ano LXI, Fasc. I, 1960, São Paulo: Revista dos Tribunais, 1986; A Integração da Lógica Numa Teoria de Linguagem (Tese Apresentada ao IV Congresso Nacional de Filosofia - Fortaleza, 1962, Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará, 1962) Filosofia do Direito: Quatro Perspectivas, Maceió: Gráfica São Pedro, 1967; Introdução à Filosofia do Direito: Quatro Perspectivas, Maceió: Gráfica São Pedro, 1967; Quid Sit Jus et Quid Sit Juris, Maceió: Imprensa Oficial, 1968; Das Recht als Kulturwissenchaft. Maceió: [s. ed.] 1968; Introduction to the Science of Law as a Culture to the International Commission of Jurists, [Maceió ?] 1968; La Logique du Droit, [s. local] [s. Ed.], 1968; Introdução à Ciência do Direito, Rio de Janeiro: Forense, 1970; Introdução à Sociologia Econômica, Maceió: Livraria Universitária, 1975; Uma Visão Espectral da História, Maceió: Livraria Universitária, 1976; Quid Sit Jus, Maceió: Ed. Universitária, 1975, 4ª Ed.; Lógica e Metodologia das Ciências, Maceió: Liv. Universitária, 1975; Introdução à Filosofia do Direito: Uma Nova Metodologia, 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 1978; Estrutura Morfossintática do Latim Vulgar, Pesquisa Sobre a Função do Morfema -DE-. Maceió: Imprensa Universitária, 1978 (Tese de livre-docência em Linguística apresentada ao Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFAL) Os Functores da Linguagem da Motivação, 1978 (Tese de doutorado em Filosofia) A Crise do Direito. Separata da Revista de Direito Civil Imobiliário, Agrário e Empresarial, ano 2, janeiro/março, 1978, n. 3, p. 211-212, São Paulo, 1978; Pontes de Miranda e a Universalidade de sua Mensagem Cultural, Rio de Janeiro: Forense, 1980 (prêmio Organização Arnon de Mello, da AAL, 1981) História do Pensamento Jurídico, Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1982; Da Estética Filosófica à Estética Linguística, 1982 (prêmio Paulino Santiago, da AAL, 1982) Curso de Filosofia Social, Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1982; História do Pensamento Jurídico, Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1982; Pontes de Miranda e a Universalidade de sua Mensagem Cultural, Novas Interpretações, Rio de Janeiro: Forense, 1982 (prêmio Organização Arnon de Mello, da AAL, 1981) Curso de Lógica Jurídica, Rio de Janeiro: Ed. Rio Cultural, 1978; Uma Visão Sobre o Pensamento Jurídico Contemporâneo, Caruaru, Faculdade de Direito de Caruaru/PE, 1979; O Problema Moral, Perspectiva Filosófica e Sociológica, Maceió: EDUFAL, 1981; Pontes de Miranda e a Universalidade da Cultura Brasileira, Rio de Janeiro: Forense, 1982; Da Função Cognitiva do Amor (Tese de Doutorado em Teologia, PUC/RGS), 1983, Porto Alegre: PUC-RGS, 1983; Curso de Axiologia Jurídica: Os Valores Jurídicos em Novas Perspectivas, Rio de Janeiro: Forense, 1986; Noções Preliminares do Direito, Rio de Janeiro: Forense, 1988; Curso de Linguística Jurídica, Rio de Janeiro: Forense, 1988; Das Dimensões da Ciência Jurídica Atual, Rio de Janeiro: Forense, 1986; Curso de Sociologia Econômica, Rio de Janeiro: Dois Pontos Editora, 1987; Curso de Filosofia Moral, Rio de Janeiro: Edicon, 1988; Ciência e Filosofia Jurídica, Rio de Janeiro, 1988; Curso de Filosofia da Linguagem, Rio de Janeiro, 1988; Nos Horizontes do Direito Positivo, Rio de Janeiro, 1988; Nos Horizontes da Cultura Latina, Rio de Janeiro, 1988; Curso de Epistemologia Jurídica, Rio de Janeiro, 1989; Curso de Linguística Jurídica, Maceió: EDUFAL, 1989; Curso de Filosofia da Arte (Da Estética Filosófica à Estética Literária) Rio de Janeiro: Elo Editora, 1987; Curso de Sociologia Econômica, Rio de Janeiro: Dois Pontos Editora, 1987; Da Cultura Brasileira (Expressões Culturais do Nordeste Brasileiro), Maceió: SERGASA, 1994; Sociologia, Economia, Política, Direito: Quatro Epistemologias Especiais; Três Grandes Experiências: Estética, Moral, Religiosa, 1988; A Filosofia de Heidegger; A Epistemologia Bergsoniana e Sua Posição Histórica (Tese apresentada ao Concurso da Cátedra de História da Filosofia, na Faculdade de Filosofia do Recife da Universidade do Recife [s. ed.], 1954) Fundamentos de uma Epistemologia Sociológica (Tese de Doutoramento em Ciências Sociais à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Federal da Bahia, (s. local, data e editor) Projeções Atuais do Pensamento Filosófico-Jurídico: Concretização na Obra de Pontes de Miranda (Tese ao Congresso Interamericano de Filosofia do Direito, João Pessoa/PB, 1980) (ensaio) Pontes de Miranda: Uma Personalidade Polivalente, Maceió: A História e os Seus Valores Sociais, prêmio FEMAC/AAL, 1979 (FUNTED, FF-40) As Bases Filosóficas da Maçonaria, [s. local] [s. ed.] [s. data]; Uma Visão Poliédrica de Sua Obra, Revista IHGAL, v.36, 1980, Maceió, p. 101-133 (prêmio Organização Arnon de Mello/AAL, 1985) As Duas Dimensões da História (Introdução à Filosofia da História) Revista IHGAL, v.37, 1981, p. 95-101; O Pensamento Jurídico Platônico, Revista IHGAL, v. 38, 1982-1983, [Maceió, 1984,] p. 99-108; A Estrutura Linguística de -Casa Grande & Senzala-, Revista da AAL, nº. 1, p. 149-169; A Filosofia da Linguagem: Ciência de Fronteira, Revista da AAL, nº. 2, p. 89-98; O Problema da Definição de Filosofia, Revista da AAL, nº. 3, p. 117-133; Uma Visão Existencialista da Poesia, Revista da AAL, nº. 3, p. 134- 137; Analítica Kantiana e a Intuição Bergsoniana, Revista da AAL, nº. 4, pág. 93-106; O Pensamento Filosófico-Jurídico de Pontes de Miranda, Revista da AAL, nº. 5, p. 121-130; A Polimensionalidade de Albert Einstein, Revista da AAL, nº. 05, p. 167-187 (ensaio) L-Amour et sa Fonction Cognitive Dans la Philosophie Thomiste, Revista da AAL, nº 6, p. 143-154 (Comunication au -Congresso Internazionale Tomasso D-Aquino nel sul VII Centenário- Roma e Napoli, Estratto Della Pubblicazione -ATTI DEL CONGRESSO INTERNAZIONALE, n. 7, L-UOMO, I Tomo, Edizioni Domenicane Italiane, Napoli) Discurso de Posse de Sílvio de Macedo (na Academia Brasileira de Letras Jurídicas, em 28/08/1979), Revista do AAL, nº 6, p. 305-324; Um Conceito de Arte, Revista da AAL, nº 7, p. 81-105; Da Moral e da Religiosidade, Revista da AAL, nº 8, p. 123-197 (ensaio) Da Potencialidade Cognitiva do Amor, Revista da AAL, nº 9, p. 63-74 (resumo de tese apresentada ao Congresso Internacional de Filosofia, em Roma, 1974) Bacharéis e Doutores (História dos Seus Títulos), Revista da AAL, nº. 10, p. 75-82; Estética e Linguística na Ciência e na Filosofia, Revista da AAL, nº. 11, p. 111-136 (prêmio Paulino Santiago da AAL, 1981) O Tema do Inconsciente na Tragediografia de Lenormand, Revista da AAL, nº. 12, p. 12-14 (ensaio) Dois Temas: Arte & Política, Revista da AAL, nº. 13, p. 63-67 (ensaio) O -Ave Verum Corpus-, Revista da AAL, nº. 14, p. 117-121; A Filosofia da História de Santo Agostinho e Sua Projeções Modernas, Revista da AAL, nº. 15, p. 53-64; O Pensamento Jurídico de Santo Agostinho, separata da Revista Brasileira de Filosofia, v.XXVIII, fasc. 112, p. 433-441, São Paulo: [s.ed.] 1978; O Pensamento Jurídico de Pontes de Miranda, Maceió, rev. -Sciencia ad Sapientiam-, n. 5, 1980; Uma Visão Sobre a Personalidade de Rodrigues de Melo, em Nossas Figuras Pouco Lembradas, Maceió: FUNTED, 1980. (mimeo) (em 1947 já havia escrito, em A Gazeta de Alagoas, 10 artigos sobre A Personalidade de Rodriguez de Melo). Participação em obras coletivas: Djacir Menezes e as Perspectivas do Pensamento Contemporâneo, Rio de Janeiro: Editora Rio, 1979; Poesia e Prosa do Nordeste, Recife: Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro, Editora Nordeste Cultural, 1981; em A Maçonaria ao Seu Alcance, Maceió: SERGASA, 1986, publicou o segundo capítulo, intitulado Doutrina e Filosofia; Enciclopédia Saraiva do Direito, São Paulo: Ed. Saraiva, 1977/1982, 78 v. Escreveu, ainda, cerca de 32 monografias apresentadas em congressos e reuniões científicas. Participou do jornal O Estudante, colaborou, com trabalhos literários e científicos, em: O Semeador, Diário de Pernambuco, Jornal do Comércio, os dois últimos de Recife e, posteriormente, no Jornal de Alagoas e em A Gazeta de Alagoas. E também em revistas especializadas, tais como a Revista de Direito Civil, Revista Brasileira de Filosofia, na qual seu último trabalho publicado foi A Metodologia em Geral e as Ciências Sociais, v. XLIV, fasc. 190, abril-maio-junho, 1998, p. 196-201; Revista Brasileira de Letras Jurídicas, Revista Scientia ad Sapientiam entre outras. Colaborou na Enciclopédia Saraiva de Direito. Na obra A Maçonaria a Seu Alcance, Maceió, 1986, publicou o segundo capítulo, intitulado Doutrina e Filosofia. Artigos em periódicos: O Anteprojeto de Código Civil, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, Ano 2, N. 5, p. 13- 28; O Anteprojeto de Código Civil, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, Ano 2, N.5, p.13 -28;Sociologia e Economia, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, Ano 3, N.8, p. 36 - 41; Santo Agostinho e sua Harmoniosa Arquitetura do Cosmo, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, Ano 4, n.9, p. 25 - 27; A Concepção Kantiana do Direito, in Revista letras Jurídicas, Maceió:?, 1967, Ano 5, N.11, abril, p. 17-18; Filosofia do Direito e Sociologia Jurídica, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, Ano 7, n. 3, p. 19-24; A Sociologia e as Ciências Sociais, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, 1970, Ano. 8, N. 15, agosto, p. 15 - 20; A Crise da Ciência Jurídica, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Universitária, 1974, Ano 12, N.19, abril/junho, p. 25 - 29; Do Direito Cristão e sua Transfusão no Direito Canônico, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, 1974, Ano 12, N.18, janeiro/ março, p.47-49; A Tríada linguagem - Cultura - Sociedade, in Revista Letras jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, 1976, Ano 15, N.22, agosto, p. 29 - 34; Teoria Social de Locke, in Revista Letras Jurídicas, Maceió: Imprensa Oficial, 1981, Ano 20, N.30, p. 31 - 34.


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MACEDO, José Vicente de  

( ? Atalaia 13/11/1834). Deputado geral eleito, padre. Estudou no Seminário de Olinda. Secretário do Governo Provisório, eleito e empossado em 01/01/1824. Eleito deputado-geral, para a legislatura 1834-37, foi assassinado em Atalaia, tendo sido substituído por José Rafael de Macedo.


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MACEDO, Marluce de Lima  

(AL ??). Escritora. Obra: Capítulo de livro: Tradição Oral Afro-Brasileira e Escola: Caminhos e Descaminhosa, in KULÉ KULÉ - Educação e Identidade Negra, Maceió: EDUFAL, 2004, Ângela Maria Benedita B. de Brito, Moisés de Melo Santana e Rosa Lúcia L. S. Correia (orgs.), p. 18-29.


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MACEDO, Maurício Ferreira de  

(Maceió - AL 1954). Escritor, poeta, professor, médico.Filho de Gilberto de Macedo e ?. Professor do Departamento de Medicina Social da UFAL. Auditor do Ministério do Trabalho na área da Saúde de Trabalhador. Sócio da SOBRAMES-AL. Obras: Graciliano e o Sentimento do Mundo,A Literatura Introspectiva na Realidade Social do Nordeste Brasileiro, 2º prêmio, concurso monográfico Graciliano Ramos, UFAL; Cinzel da Língua, Maceió: EDUFAL, 1996; Síntese da Sombra, Maceió: EDUFAL, 1997; Aventuras da Negra Fulô, Maceió: EDUFAL, 1998; Onde a Vida Fere Mais Fundo, Maceió: Ed. Catavento, 1999; Esfinge Caeté: Visita em Versos à História das Alagoas,Maceió, 1999; A Palavra Feito Brasa, Maceió: EDUFAL, 2000; Canção dos Orixás, Maceió: EDUFAL, 2001;Antologia Poética Brasileira, Porto Alegre: Shan Editores, 1999. (coordenação do projeto) A Poesia no Cordão, Seguida do Pastoril Maceió: EDUFAL, 2002; A Ostra e a Pérola, Série Poetas Brasileiros, Olinda/PE: Livro Rápido, 2003; Das Alagoas, Seguido de Guerreiro, Maceió: EDUFAL, 2003;Tear da Palavra, Maceió: Catavento, 2004. (poesia) Escorial de Açúcar, Catavento, 2004; À Beira do Silêncio, Maceió: Catavento, 2005; A Água e a Pedra, Maceió: Catavento, 2005; Epifania, juntamente com Marco Lucchesi, Maceió: Catavento, 2006; À Sombra das Palavras, Maceió: Catavento, 2006; Fragmento, Maceió Catavento, 2007; Dispnéia, Maceió: Catavento, 2008; Lume, Rio de Janeiro: 7Letras, 2011. Com os poemas Oxalá, Xangô e Oxim nas p. 7, 57 e 87, respectivamente, participou de KULÉ KULÉ - Educação e Identidade Negra, Maceió: EDUFAL, 2004, Ângela Maria Benedita B. de Brito, Moisés de Melo Santana e Rosa Lúcia L. S. Correia (orgs.). Com as poesias Arte, Embate Com a Palavra - 1, participou de A Poesia das Alagoas, Recife: Edições Bagaço, 2007, Carlito Lima/Edilma Bomfim (orgs.), p. 157- 158.


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MACEDO, Rosendo Correia de  

(Vila Bananeiras, Arapiraca-AL 19/01/1948). Escritor. Filho de José Clarindo de Macedo e Honorata de Oliveira Macedo. Aos 12 anos, já transportava água para os vizinhos, no lombo de um jumento. Posteriormente, passou a trabalhar na farmácia de seu irmão. Morou em São Paulo e trabalhou no comércio farmacêutico. Foi funcionário público municipal em Arapiraca, mas radicou-se numa empresa do setor farmacêutico em Arapiraca. Atualmente é vendedor autônomo. Membro da ACALA, onde ocupa a cadeira nº 09. Obras: Reflexo, 1985; Coração de Líder, 1985; Intuição, 2003; seis textos seus estão publicados em Canteiro de Poesias, 1988, juntamente com alguns acadêmicos de Arapiraca.


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MACEDO, Valdemar Oliveira de  

(Bananeira, Arapiraca-AL 02/11/1935). Professor. Filho de José Clarindo de Macedo e Honorata Maria de Oliveira. Licenciado no Curso de Ciências Exatas, com Habilitação em Física, pela Universidade Federal do Pará. Voltou a viver em Arapiraca, onde foi professor, e depois em Maceió, sempre no magistério. Membro da ACALA, onde ocupa a cadeira nº 22. Obras: Raízes e Frutos de Arapiraca, 1992; Arapiraca na História de Alagoas, 1994; Nossa Terra e Nossa História, Arapiraca, 1998.


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MACEIÓ  

-Cidade capital do estado, localizada entre a lagoa Mundaú e o Oceano Atlântico. Com a enseada de Pajuçara e a baía de Jaraguá, para o interior, atinge, ao norte, o antigo estuário do rio Mundaú e continua por uma `língua de terra` que se afina para sudoeste, terminando no Pontal da Barra. O território sobre o qual está situada a cidade começou a ser povoado no século XVII na regência de Pedro II de Portugal, em 1673, pelo capitão general Afonso Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena, que ao mesmo tempo teve ordem, também, de fortificar o porto de Jaraguá, no intuito de impedir o ingresso dos indígenas e o comércio de estrangeiros contrabandistas do Pau-Brasil. Anteriormente, sabe-se da existência de uma escritura pública, datada de 25 de novembro de 1611, através da qual Diogo Soares, alcaide-mor de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul, concedeu a Manoel Antônio Duro uma sesmaria de 800 braças. Incluídas nelas as terras de Maceió, faz referência à existência de uma casa de telha na Pajuçara, no início do século XVI. Entretanto, ainda pelos últimos anos do século XVIII, não passava de um pequeno povoado pertencente a um engenho de açúcar - de propriedade do capitão Apolinário Fernandes Padilha - que então havia no mesmo sítio, onde, no ano de 1850, foi levantado o edifício destinado à Assembleia Provincial. Na proximidade desse engenho, havia também uma pequena capela, sob a invocação de N. S. dos Prazeres, no próprio lugar em que, pelo ano de 1840, teve começo a fundação do templo que hoje serve de matriz, sob o padroado da mesma N. S. dos Prazeres.- Essa crença encontrou guarida nos trabalhos de maior parte dos historiadores alagoanos. Coube a Moacir Medeiros de Sant`Ana, mediante manuseio de documento probatório, o desvendamento das obscuras hipóteses sobre os fundamentos da cidade. Em 1972, encontrou no arquivo do IHGAL o testamento ditado pelo capitão de ordenanças Apolinário Fernandes Padilha, que o datou "nesse Massayo, Capella de Nossa Senhora dos Prazeres e São Gonçalo, aos quinze dias do mês de setembro do ano de mil setecentos e vinte e quatro". O documento esclareceu que o engenho havia moído apenas dois anos, por ter-se localizado em terreno impróprio ao cultivo da cana. Em 1724, já se achava de fogo morto, e, consequentemente, não teria sido a determinante econômica do surgimento e da expansão do vilarejo. É, ainda, opinião sua que Padilha, protegido de São Gonçalo, ao erigir a fábrica de açúcar, por volta de 1708, já encontrara, sob o orago de Nossa Senhora dos Prazeres, a povoação de Maceió, primitivo reduto de pescadores e entreposto de venda e de embarque de mercadorias, tendo sido a situação privilegiada do porto de Jaraguá a principal causa da origem do burgo. Este capítulo da historiografia alagoana, de acordo com a narrativa dos estudiosos que antecederam Sant`Ana, pode ser ressalvado em parte, desde que se considere que o primitivo núcleo administrativo de Maceió instalou-se nas proximidades do local onde estivera o engenho, de vida efêmera, cuja existência foi comprovada, pela boca da fornalha, durante as escavações dos alicerces da Assembleia Legislativa de Maceió, em 1851. No começo do século XIX, se bem que Maceió ainda fosse uma pequena vila, um conjunto de ruelas e habitações rústicas, com a mata à beira do casario, o pântano da Boca de Maceió e os mangues da lagoa, já era, entretanto, um centro comercial de certa notoriedade, servindo de empório a uma vasta zona agrícola, que se desenvolvia pelo vale do Mundaú e do Paraíba, cortado por dois grandes caminhos abertos ao acaso da penetração sertaneja, com diversos núcleos açucareiros marginais. A exportação era feita pelo porto de Jaraguá, sendo o açúcar o principal produto. Sendo necessário passar pelo povoado para ir ao porto de Jaraguá, escoadouro dos produtos, Maceió foi progredindo ao ponto de ameaçar ultrapassar em importância a vila de Alagoas. -Quando a 5 de dezembro de 1815, D. João VI assinou o Alvará Régio desmembrando da antiga vila das Alagoas, a povoação de Maceió, e elevou-a à categoria de vila, exigiu para efetivação deste privilégio a construção do Pelourinho, da Casa da Câmara, da Cadeia `e mais oficinas necessárias`, para que então o ouvidor geral - Antônio Ferreira Batalha - pudesse efetivar a instalação oficial da vila. Um pelourinho de tijolo foi erigido às expensas de Antônio Firminiano de Macedo Braga, no pátio da capela de Nossa Senhora dos Prazeres e São Gonçalo. Nesse mesmo pátio, José Elias Pereira doou uma casa para servir de cadeia, e cedeu o seu sobrado à Câmara. Afirma Craveiro Costa, no livro "Maceió": "O pátio da capela, depois largo do Pelourinho, praça da Matriz, e por fim, Praça D. Pedro II, era o centro social, o coração da vila, primazia que lhe vinha, por direito de nascimento, do antigo engenho de açúcar a que substituíra". Craveiro Costa, na obra supracitada, procurou restabelecer a fisionomia da vila nascente, guiado pela planta que Melo e Póvoas mandou levantar da povoação, em 1820, por José da Silva Pinto. De acordo com esse documento, a atual praça D. Pedro II "mostra o seu aspecto característico de núcleo fundamental da cidade", chamado naquela época de Largo do Pelourinho, ao qual se tinha acesso pelas ladeiras do Calabouço (Pinto Martins) e da Igreja (Catedral). Ocupado por "uma casaria acaçapada", sobressaía nesse conjunto o sobrado que serviu de Casa da Câmara. "Bem diante dele, o Pelourinho. Das casas que ficavam à direita e à esquerda do sobrado, Melo e Póvoas ocupou algumas. Aí funcionaram o Trem Real, o Armazém do Almoxarifado e a Casa da Junta, à esquina, esta, da rua do Rosário, no local onde está o edifício da Delegacia Fiscal". Defronte ao terreno hoje ocupado pela Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, entre as ladeiras do Calabouço e da Igreja, havia casas. -Uma delas era a cadeia.- -Em outras, o Governador da Capitania instalou o Calabouço, a guarda da Cadeia, e o Hospital.- No meio da fralda do monte, ficava a antiga igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, ladeada de algumas casas. Depois, ela seria demolida e substituída pela Catedral. A consequente obrigatoriedade da instalação de novas unidades administrativas e judiciárias contribuiu para a ampliação das suas atribuições políticas, cujo desenvolvimento comercial tivera origem na localização privilegiada do porto de Jaraguá. Com a emancipação política de Alagoas, em 16/09/1817, foi nomeado para governar a nova capitania Sebastião de Melo e Póvoas a quem coube, ao chegar em Maceió, a 27/12/1818, decidir onde fixar a sede de seu governo. Há mais de 100 anos, a vila das Alagoas era cabeça da Comarca e seus habitantes não desejavam abdicar da antiga hegemonia. De outro lado, Maceió, equipada com novas unidades administrativas e judiciárias e dotada de um excelente ancoradouro, passou a reivindicar a primazia de capital. Póvoas concluiu que seria necessária prudência na solução do problema. A 22/01/1819, tomou posse do governo da capitania, na matriz de N. S. da Conceição das Alagoas, retornando a Maceió, oito dias depois. Preocupava-o estabelecer o aparelhamento administrativo e fiscal decorrente da autonomia. Tanto Floriano Vieira Delgado da Costa Perdigão - que viera para o serviço do fisco -, quanto o desembargador, ouvidor da comarca, Antônio Ferreira Batalha, consultados sobre a questão, foram favoráveis a que as repartições fiscais se instalassem em Maceió. Dessa forma, fixaram-se na cidade de porto marítimo a Junta da Real Fazenda e as repartições subordinadas: a Casa da Arrecadação, a Inspeção do Açúcar e do Algodão. Após a organização administrativa, o primeiro governador da Província voltou-se para a defesa militar da região, especialmente do porto de Maceió, tendo iniciado a construção de dois fortes: o de São João e o de São Pedro. Sobre sua atuação afirma o historiador Craveiro Costa: "Melo e Póvoas era um espírito arguto e culto. Dotado de extraordinárias qualidades de administrador e de grande capacidade de trabalho, procurou atender a todas as necessidades públicas-. A vila de Maceió mereceu-lhe especiais atenções. Fez o engenheiro José da Silva Pinto levantar uma planta da vila e delinear um plano geral de reformas materiais, que não se concretizou. Alagoas assistia apreensiva ao desenvolvimento da vila de Maceió, revestida dia a dia de um crescente prestígio. Trouxe-lhe um pouco de tranquilidade o Alvará Régio de 08 de março de 1823 que a elevou à categoria de Cidade e Capital da Província. Essa vitória foi, contudo, efêmera, pois a ideia de mudança se fortalecia à medida que cada novo presidente assumia o governo da província. Foi elevada à categoria de cidade e capital da província pela Resolução Provincial 11, de 09/12/1839. Protestos e incidentes políticos precederam a definitiva transferência, concretizada no dia 16 de dezembro de 1839, quando se realizou a solenidade de instalação na presença de autoridades, da tropa e do povo, na Cidade de Maceió, Capital da Província, Sede do Governo. Aos poucos, o novo centro administrativo e político desenvolveu-se para chegar à complexidade dos dias atuais através do seu crescimento urbano, demográfico, social, econômico e cultural. Segundo alguns, a primeira capela esteve sob a proteção de S. Gonçalo, ainda quando pertencente à freguesia de Santa Luzia do Norte. A paróquia foi instalada em 08/01/1821, pelo Alvará de julho de 1819, que a criou, sob a invocação de Nossa Senhora dos Prazeres. Dela foram desmembradas a paróquia de Jaraguá, por lei 461, de 27/06/1865, sob a invocação de Nossa Senhora Mãe do Povo; a da Levada, em 1912, sob a invocação de N. S. das Graças; a de Bebedouro, em 1913, sob a invocação de Santo Antônio; a de Santa Rita do Alto do Jacutinga, em 18/01/1943, sob a invocação de S. Rita; a de Fernão Velho, desmembrada da de Bebedouro, em 02/03/1947, sob a invocação de São José; a de Bom Parto, em 08/11/1949, sob a invocação de N. S. do Bom Parto; e a de São José, no Trapiche da Barra, em 31/05/1953. Existiu, ainda, em seu território a freguesia da Pioca, criada como Santo Antonio Mirim, sob o orago de N. S. do Ó, em 1713, sendo suprimida pela Lei 869, de 22/06/1882 e restaurada pela Lei 785, de 28//06/1886, e depois transferida para a de São Luiz do Quitunde. Em termos de comarca, até 1838 pertenceu à comarca de Alagoas, quando foi elevada a comarca com os termos de Porto Calvo e Porto de Pedras. Perdeu os citados termos em 1852, que passaram a pertencer à comarca de Porto Calvo, então criada, e recebeu o de Camaragibe, cuja vila foi também criada, anexando-se a esta o território da vila de Porto de Pedras, então suprimido pela mesma lei. Perdeu o termo de Passo de Camaragibe, que passou a pertencer à comarca de Porto Calvo em 1853, e foi-lhe acrescentado o de Santa Luzia do Norte, desmembrado da comarca do Pilar, então criada. Em 1889, a Resolução 1 116, de 14/11, mandou desmembrar o termo de São Luiz do Quitunde do de Passo de Camaragibe, incorporando-o ao de Maceió, o que, todavia, não chegou a se efetivar. Documento: Registro da Provisão e Alvará Porque se Mandou Crer a Vila de Massaió, Revista do IAGA, vol II, nº. 15, p. 150-155. Desmembrado de Alagoas, o município de Maceió deve seu topônimo à expressão indígena Maçai-o-k, significando "o que tapou o alagadiço", e isso traduz uma informação geográfica, pois o alagadiço era o antigo estuário do Rio Mundaú. Com o tempo, a desembocadura começou a sofrer desvios à medida que se formava uma língua de terra que terminou por fechar o estuário. Como assinalou Ivan Fernandes Lima, Maceió desenvolveu-se sobre tal formação alongada, podendo ser chamada de "cidade restinga" cujo nome se liga ao étimo tupi "Maçayó ou Maçai-o-k", que significa: o que tapa o alagadiço. Chamaram-se igualmente "Maçayó" o rio que banha a cidade - hoje conhecido como Salgadinho, e o citado engenho. Localizado na microrregião de Maceió, na mesorregião do Leste Alagoano, tem os distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto. Base econômica: indústria, comércio, serviços e a agricultura. A pesca é alimento e fonte de renda, principalmente para os pescadores de sururu e os jangadeiros. O comércio é de grande expressão econômica, por ser um centro convergente de mercados produtores vizinhos e principal centro exportador do Estado. A principal via de importação e exportação é a marítima, pelo porto de Jaraguá. Jazidas de sal-gema (sal com elevado teor de halita) localizam-se a 1000 metros abaixo do nível da cidade de Maceió e da Lagoa Mundaú. A reserva recuperável é suficiente para manter a planta em operação por cerca de 300 anos, na capacidade de 250.000 t. elet./ano de soda cáustica. Datam do século passado os primeiros estudos, em Alagoas, sobre a existência de petróleo, constituindo-se o Estado numa promissora área de produção. Na capital, a primeira sondagem foi feita a 14/04/1920, em Garça Torta. Em 1936, o geólogo Edson de Carvalho, em pesquisas feitas nos terrenos do povoado de Riacho Doce, encontrou índices da existência de formações petrolíferas. Após a instituição da Petrobrás, perfurou-se um poço no Tabuleiro dos Martins. Maceió possui, ainda, reservas de diatomácia, pedra calcária e argila de boa qualidade. No Distrito Industrial Governador Luis Cavalcanti, criado em 1963, no Tabuleiro dos Martins, instalaram-se diversas indústrias, nos mais variados ramos: mecânico (em especial produzindo equipamentos para usinas) alimentício, químico, pesqueiro, madeireiro, entre outros. Monumentos arquitetônicos: CATEDRAL METROPOLITANA DE MACEIÓ - -Nas terras do Capitão Apolinário Fernandes Padilha, no local hoje correspondente à Praça D. Pedro II, destacavam-se, no início do séc. XVIII, o engenho e a capelinha, abrigo de São Gonçalo de quem era devoto. Alguns anos mais tarde, a ermida sob a invocação de N. S. dos Prazeres teria sido aumentada ou reconstruída, no sopé do morro do Jacutinga pelo padre Antônio Ferreira da Costa, que a doou a Bento Ferreira, juntamente com imagens, ornamentos e pertences vários. Pelo alvará de 9 de julho de 1819 foi criada a Freguesia de N. S. dos Prazeres. O primeiro pároco, Pe. Antônio Caldas, eleito deputado, não chegou a tomar posse na função eclesiástica. O desenvolvimento social e econômico da Vila começou a exigir uma nova Matriz. A confraria do S. S. Sacramento - fundada em 1825 - encarregada da administração do patrimônio de N. S. dos Prazeres, iniciou, por volta de 1830, a construção de um novo templo na rua da Alegria, abandonando-o em seguida. Permaneceu, contudo, a ideia da construção. Segundo estudo de monsenhor Cícero de Vasconcelos com a colaboração de Moacir Medeiros de Sant`Ana, o presidente da Província de Alagoas, Rodrigo de Souza da Silva Pontes, em 1838, solicitou ao Governo Geral, pelo Ministério da Justiça, uma planta para a Matriz de Maceió. Dessa forma, a Secretaria do Estado do Império, obedecendo à determinação daquele ministério, oficiou a 17 de março de 1838, ao diretor da Academia de Belas-Artes, Félix Emílio Taunay, "recomendando que se fizesse levantar a planta do novo templo". A 2 de abril, o projeto elaborado por Grandjean de Montigny foi remetido à Secretaria de Estado. O arquiteto atendeu ao pedido, traçando dois soberbos frontispícios, e os fez acompanhar de notas explicativas que foram enviadas a Maceió a 26 de abril de 1838. Quando, em 1840, tratou-se de iniciar a construção da Matriz, o presidente João Lins Vieira Cansanção do Sinimbu optou pela localização na falda do morro do Jacutinga, onde se achava a primitiva capela. A pedra fundamental foi lançada a 22 de novembro de 1840. Já era, então, presidente, Manoel Felizardo de Souza e Melo. Porém, logo depois, paralisaram-se incompletos os alicerces, por falta de recursos. Só em 1849 continuou-se a construção. A irmandade do S. S. Sacramento havia feito anteriormente uma solicitação de ajuda financeira à Assembleia Legislativa, no que fora atendida. Dr. José Bento da Cunha Figueiredo, ao assumir, ratificou as disposições de seu antecessor. Manoel Claudino de Arroxelas Jaime, em artigo na revista do IAGA (vol I, nº. 4, p. 67-71), destacou o papel, a partir de 1849, nos trabalhos de engenharia de Frei Eusébio de Salles, autor de um novo risco, assim como os custos e os artífices que nela trabalharam. Frei Eusébio de Salles conseguiu erguer toda a fachada da frente e dos lados do edifício e a arcada lateral do interior. Morreu no ano seguinte, tendo sido enterrado dentro da velha capela. Pela portaria de 21 de fevereiro de 1850, o presidente incumbiu o engenheiro José Carlos de Carvalho de assumir a direção das obras. Este, por sua vez, inseriu algumas modificações no plano. Inteiramente danificada a velha capela, levaram-se o Santíssimo Sacramento, a imagem de N. S. dos Prazeres, de São Gonçalo e outras para a Igreja de N. S. do Rosário que ficou servindo provisoriamente de Matriz. Em 1851, as obras receberam novo impulso, agora sob a orientação de Frei Henrique do Castelo de São Pedro do Convento da Penha do Recife, que se demorou em Maceió alguns meses, e Frei Luís da Grava, vindo do Rio de Janeiro. Além desses capuchinhos, soma-se o auxílio técnico do engenheiro civil Antônio Ribeiro de L. Teixeira. Em 1852, colocou-se a cumeeira da capela-mor, depois, cobriu-se de telhas a partir da capela-mor toda a igreja. No dia 25 de dezembro do mesmo ano, Frei Luis da Grava pôde celebrar nela a missa de Natal. Este sacerdote permaneceu em Maceió até 1854, sempre prestando serviços na construção do monumento religioso. Em 16 de março do ano seguinte, pôde ser fechado o zimbório do lado do mar. Após sua partida, substituiu-o o Major Manoel da Costa Pereira Cotrim, que ficou à frente dos trabalhos até sua conclusão. Por longo tempo, recebeu a ajuda do frei José de Santa Engrácia, religioso franciscano do Convento de Alagoas. Em 1855, colocou-se uma cruz em pedra, chapeada de ferro, no frontispício, em substituição à antiga de madeira. Assentaram-se na torre do lado do mar um relógio público, doado por D. Tereza de Jesus Barros Leite, e seu respectivo sino. Posteriormente, alçaram-se dois outros sinos: um fundido em Paris, comprado ao coronel José Antônio de Mendonça por subscrição promovida pelo Presidente da Província, Sá e Albuquerque; outro fundido em Coruripe, por Nicolau de Oliveira e Silva. Em 1857, assentaram-se três grandes portas da fachada da Matriz, em vinhático. O altar-mor, cujo risco veio do Rio de Janeiro, foi feito em cedro e executado pelo entalhador sergipano Antônio Alves da Mota. Os dois altares laterais, de São Sebastião e São Miguel, bem como o do S.S. Sacramento foram feitos depois pelo entalhador Ignácio José de Santa Rosa, também de Sergipe. Em 1872, ele preparou os oratórios e pequenos altares para a colocação das imagens dos Sete Passos do Senhor. Pintou o forro o artista português José Antonio Maximiniano. Em 1859, as obras chegaram ao seu término. No dia 24 de dezembro, a Matriz recebeu para ser entronizada no altar-mor uma nova imagem de N. S. dos Prazeres, oferecida pelo Barão de Atalaia. Quatro dias depois, ocorreu a bênção do templo com o retorno das imagens guardadas na Igreja de N. S. do Rosário. O coroamento de 19 anos de esforço se deu com as presenças, no dia 31 de dezembro de 1859, do Imperador D. Pedro II e da Imperatriz, D. Tereza Cristina, no Te Deum Laudamus, cantado na Matriz, que se transformaria em Catedral pelo decreto "Postremis bisce temporibus" de 2 de julho de 1900, de Leão XIII" . O templo não se conservou incólume. No dia 10/07/1910, foi inaugurado o altar-mor, resultante dos trabalhos de remodelação durante o governo do arcebispo D. Manoel Lopes. As reformas foram encetadas por Monsenhor Ribeiro Vieira, tendo-se colocado no altar-mor mesa de mármore. Craveiro Costa, ao publicar, em 1939, o livro Maceió, referiu-se, com ironia, a novas adulterações: "Os altares de madeira, que haviam sido obras primorosas, foram substituídos por lindas construções em cimento armado, com pinturas preciosas. Externamente, a igreja sofreu considerável modificação - o município reformou-lhe a escadaria, que dá acesso ao templo, pondo-a em harmonia com o alinhamento urbano e a própria majestade do edifício". A pintura interna das paredes em cor branca substituindo a marmorizada, que foi conservada apenas na capela do Santíssimo Sacramento, é recente-. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS - -A planta mandada levantar por Melo e Póvoas da vila de Maceió, em 1820, já assinalava a sua existência, construída por homens de cor, na rua do mesmo nome. Com a organização da irmandade do Rosário, cujo compromisso data de 20 de fevereiro de 1829, aprovado pelo bispo de Olinda, em 4 de outubro do ano seguinte, foi providenciada a construção de um novo templo para substituir o nicho. O compromisso reformado em 1897 diz que a confraria foi instalada em 1818.- A doação do terreno medindo "96 palmos de frente a 160 de frente a fundo foi feita por Bento Ferreira Guimarães e sua mulher, a 17 de setembro de 1827". Ele situava-se, conforme reza o termo de doação, "na rua denominada do Rosário da parte do outeiro com a frente que desce para o Comércio". As obras de construção foram administradas por Manoel Gonçalves Auto. Em 1840, após a transferência da capital de Alagoas para Maceió, foi designado o consistório da igreja de N. S. do Rosário para as reuniões do corpo legislativo, enquanto se preparava edifício mais apropriado. O deputado José Fernandes de Oliveira Santos liderou a dissolução da Assembleia através do seguinte requerimento: "Requeiro que, em vez de participar ao governo para declarar a hora da abertura e instalação da sessão no dia de amanhã, que se lhe comunique antes que esta assembleia, julgando indecoroso a si, à sua Excia., à Província e a esta cidade em particular, dar princípios aos seus trabalhos numa casa tão indecente quanto acanhada e inconstitucional, que impele a livre e franca inspeção pública contra o princípio da publicidade dos trabalhos legislativos, garantidos pela constituição do Império, além de outras circunstâncias bem notáveis, que privam a livre ação desta assembleia, que tem deliberado que, enquanto não se der uma outra casa decente, e arranjada no espírito constitucional e não cessarem essas circunstâncias, não poderá dar princípios aos seus trabalhos, e que, portanto, se retiram os deputados para suas casas. Maceió, 2 de maio de 1840. O deputado Santos". Cansanção do Sinimbu reagiu, tomando imediatas providências. Comunicou o ocorrido ao Regente, em nome do Imperador, solicitou ao engenheiro Carlos de Mornay que fizesse um levantamento técnico da igreja do Rosário, informando a capacidade do consistório, e designou o Sr. Francisco Emídio Soares da Câmara para, à frente de uma comissão, dar parecer exato e justo sobre as suas condições. A conclusão a que ela chegou foi de que o local apresentava "toda decência e suficiente decoro". A Assembleia persistiu na recusa, até que Sinimbu passou a presidência a Manoel Felizardo de Souza Melo, no dia 19 de julho de 1840. Este resolveu custear as despesas para a adaptação do imóvel às exigências do Legislativo. Entretanto, respondeu-lhe a Confraria dos Homens de Cor: "Tendo a Irmandade de N. S. do Rosário desta cidade a honra de receber do Governo da Província um ofício datado de 24 de março do corrente ano para lhe conceder o consistório da mesma irmandade para os trabalhos da assembleia provincial, cedeu a irmandade de muito boa vontade, servindo-se gratuitamente do modo em que presentemente se acha, não é do gosto da irmandade desfazer o que está feito; porém esta irmandade tem sumo gosto e prazer que o governo sirva-se no estado em que se acha, sem estipêndio algum; é o quanto temos de responder ao ofício de V. Excia., datado de 10 deste corrente mês e ano. Deus guarde a V. Excia. muitos anos. Em consistório do Rosário, em mesa, 2 de outubro de 1840. Ilmo. Sr. Manoel Felizardo de Souza Melo". Os deputados terminaram acedendo. Foi graças a loterias que a construção do templo pôde ir-se completando. Em 1864, concederam-lhe 12.000$000. Em 1866, a lei de 3 de julho, na parte referente a auxílios, reservou 1.000$000 para as obras da capela de N. S. do Rosário. Em 1870, foram-lhe destinados, pela lei 573, de 25 de maio, 2.000$000 para a feitura do forro. Na fachada deste templo, destaca-se o frontão barroco, com embrechados branco-azulados, ladeados por jarros. Há apenas uma torre sineira com terminação em bulbo, revestida de azulejos, característica arquitetônica de certas igrejas do século XIX. O óculo lobulado primitivo foi entaipado. O interior é de gosto neoclássico. Os altares já foram inteiramente descaracterizados. Possuíam retábulos em madeira, neogóticos, de feição erudita do último período, talvez belgas ou franceses, que já não eram os originais. Hoje eles não mais existem. O púlpito em pedra está pintado. A imagem de N. S. do Rosário é do séc. XIX. Na sacristia há um lavabo em pedra de lioz.- IGREJA DO BOM JESUS DOS MARTÍRIOS - -Foi Antônio Rodrigues, provedor da irmandade do Bom Jesus dos Martírios, fundada a 3/5/1833, na igreja de N. S. do Rosário, por homens de cor, quem tomou a iniciativa de construir, três anos depois, uma capela destinada especificamente a abrigar a irmandade. Em 1864, Tibúrcio Alves de Carvalho decidiu substituir a pequena construção. No mesmo local, começou a ser erguido lentamente, por escassez de recursos, um templo suntuoso. Apesar do auxílio de 12.000$000 no ano de 1864 e de 1.000$000 no ano de 1865, os serviços pararam em 1869." Decorridos 12 anos, esclarece o historiador Félix Lima Júnior, em artigo publicado na revista do APA, "o Dr. Joaquim Pontes de Miranda convidou um missionário alagoano, Frei Cassimiro de Camáchio, residente em Recife, para pregar as Santas Missões e, com o auxílio de todos, concluir o templo, que ele fez. Muita gente carregou tijolos, telhas, pedra, areia, barro e cal da Levada, de Bebedouro, de outros pontos da cidade. Era então Mordomo - e muito se esforçou - o sr. Manoel Gonçalves Guimarães." No dia 11 de agosto de 1880, mesmo sem estar terminada, a igreja recebeu suas imagens, guardadas na Matriz. Nesse mesmo ano, a 31 de outubro, foi colocada a cumeeira. Nos anos subsequentes, continuaram as atividades religiosas e leigas em prol da conclusão da Igreja do Bom Jesus dos Martírios, que foi adornada e teve suas alfaias adquiridas em 1885, graças à quantia de 40.000$000, proveniente de loteria. Este monumento arquitetônico está localizado defronte ao Palácio do Governo. Caracterizam-no formas geométricas puras, sobressaindo um frontão triangular ladeado por torres sineiras, cujos coroamentos espiralados, cobertos de cacos de louça, revelam sabor oriental. Azulejos em dois tipos de estamparia revestem as paredes externas do templo. As portas e janelas ogivais acompanham o desenho de certas construções civis de Maceió, da mesma época. A escadaria provém de modificação realizada em 1972, assim como as dependências do interior da igreja. Internamente, arcadas ogivais repetem-se pela nave central. Seu altar-mor é eclético e os altares laterais, neoclássicos. No rodapé foi utilizado um precioso azulejo com motivos florais, o que não se pode dizer dos revestimentos decentes das paredes nem dos painéis de moderna fabricação baiana que concorrem para descaracterizar o ambiente.- IGREJA DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE - Resultou da adaptação de um paiol de pólvora situado no morro do Jacotinga, a que se acrescentaram elementos da arquitetura religiosa. Com a inauguração da nova Matriz de Maceió, em 1859, a imagem de N. S. dos Prazeres foi entronizada no altar-mor, e a de São Gonçalo do Amarante passou a ocupar um nicho na sacristia do novo templo, permanecendo nesse local até 1888. A 27 de novembro desse ano, seus devotos compraram, pela importância de 400$00, à Fazenda Nacional a Casa da Pólvora, com a finalidade de transformá-la numa pequena igreja, para onde transladaram o santo. Referindo-se às reformas que sofreu o imóvel, descreveu-o Félix Lima Júnior como "um armazém sem divisões internas. Derrubaram ou modificaram as paredes da frente que ficou com o aspecto da de um templo católico, sendo erguida, no lado esquerdo, modesta torre, na qual colocaram um pequeno sino que ainda está lá e, com seus sinais nas claras e luminosas manhãs de verão, nos domingos e dias santos, convoca os fiéis para ouvir a missa". Seu valor liga-se à história da comunidade maceioense: o antigo protetor da vila foi nela recolhido. IGREJA DE NOSSA SENHORA DA GUIA - Tomaz do Bomfim Espíndola, na sua "Geografia Alagoana", na edição de 1871, ao descrever a povoação de Trapiche da Barra, referiu-se à capelinha de N. S. da Guia. -Entreposto de madeiras e gêneros, vindo do interior por via lacustre, aquele local era o ponto de passagem e de ligação com o porto de Jaraguá para onde se transportavam as mercadorias em animais de carga. A história do templo está ligada à navegação nos canais e lagoas. Segundo a tradição oral, teria sido construído por um náufrago, em agradecimento à Virgem, pela miraculosa salvação, no acidente de que foi vítima.- Sua fachada é despojada. Nela se notam o frontão colonial e a torre sineira. Uma porta de almofadas dá entrada a uma nave única, onde se vê, no altar, uma imagem original (séc. XIX) de N. S. da Guia. TEATRO DEODORO veja Teatro Deodoro. ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE MACEIÓ veja Associação Comercial de Maceió. CONJUNTO ARQUITETÔNICO DE JARAGUÁ - Localizado na rua Sá e Albuquerque e na Praça Dois Leões, onde se encontrava a Delegacia da Receita Federal, construído no século XIX, na administração de José Bento da Cunha Figueiredo Júnior, hoje sede do Museu da Imagem e do Som - o prédio da Associação Comercial, além de escritórios comerciais instalados nos sobrados e, nos armazéns, depósitos de açúcar. Craveiro Costa, narrando o desembarque do primeiro governador da capitania, Sebastião Francisco de Melo e Póvoas, em Maceió, em 1818, dá notícia do bairro de Jaraguá, dizendo que, por essa época, apenas havia ali a igrejinha de Nossa Senhora Mãe do Povo e algumas habitações, mandadas construir pelo português Antônio Martins, "numa lúcida previsão da importância comercial do local". Outros procuraram estabelecer-se nas proximidades, "entre esses José Gomes de Amorim e seus irmãos Joaquim e Antônio, que foram os primeiros na fundação do bairro. Na verdade, graças à proximidade do ancoradouro, Jaraguá se tornou aos poucos um centro comercial de vulto, sendo ocupada por belos sobrados, a partir da segunda metade do século XIX. A homogeneidade do conjunto encontra-se desfigurada por descaracterizações causadas por seus proprietários que, no intuito de modernizar as fachadas, prejudicaram enormemente a beleza arquitetônica da rua Sá e Albuquerque. A Prefeitura poderia exigir, através de incentivos fiscais, que a antiga fisionomia fosse restaurada. Valorizam também o trecho, sólidos armazéns de açúcar, construções que atestam a economia de uma época. Com o Terminal Açucareiro, aqueles depósitos perderam sua função. Seria conveniente aproveitá-los, salvaguardando-se o aspecto arquitetônico do antigo núcleo comercial e portuário. Também aí se encontravam as representações consulares de diversos países-. Atualmente, tornou-se um centro cultural e de lazer. PALÁCIO FLORIANO PEIXOTO - Sede do Executivo Estadual, em especial o Gabinete do Governador, localizado na Praça dos Martírios. Anteriormente à construção deste edifício, funcionaram como Palácio do Governo o sobrado do comerciante português Francisco José da Graça, localizado à Rua do Comércio, esquina com a Rua da Rosa, atual Senador Mendonça e o sobrado do Barão de Jaraguá, situado na Rua Barão de Anadia, demolido em 1940. ASSEMBLEIA LEGISLATIVA ESTADUAL - Sede do Poder Legislativo, denominada Casa de Tavares Bastos, veja Assembleia Legislativa Estadual. TRIBUNAL DE JUSTIÇA - O prédio-sede da Corte Estadual foi concebido pelo arquiteto italiano Luigi Lucariny, autor de obras como a do Teatro Deodoro e a do Palácio Marechal Floriano Peixoto. Sua inauguração se deu no dia 06 de fevereiro de 1912, passando a integrar o ambiente urbano conformado pela Praça Marechal Deodoro e os demais edifícios ecléticos, ricos em elementos neoclássicos, típicos do início do século XX. CEMITÉRIO PÚBLICO NOSSA SENHORA DA PIEDADE - Sua construção iniciou-se a 27 de outubro de 1850. Em 20 de janeiro de 1856, Dr. Antônio de Sá e Albuquerque, então presidente da Província, assentou a primeira pedra da capela situada no centro da necrópole. Em 1902, Craveiro Costa referiu-se a este cemitério no Indicador Geral do Estado, afirmando possuir ele naquela época 300 sepulturas rasas, cerca de 800 catacumbas e notáveis mausoléus. Foi o autor do seu plano o engenheiro civil José Pedro de Assunção Schramback. Principais Instituições Culturais, com sede em Maceió: Academia Alagoana de Letras; Arquivo Público de Alagoas; Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, inclusive o seu museu; Museu da Associação Comercial; Museu da Imagem e do Som de Alagoas; Museu Pierre Chalita; Museu Théo Brandão. Maceioense


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MACEIÓ  

"Órgão notícioso, literário, artístico, comercial e religioso" surge em Maceió, em 08/09/1897. Dirigido por Júlio Soares. Impresso na Tipografia Mercantil.


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MACEIÓ  

Fragata. Inicialmente denominada Rainha Carlota, construída na praia de Pajuçara, que em setembro de 1823 saiu em direção ao Rio de Janeiro, já agora com a denominação de Maceió. Em agosto de 1824, parte do Rio de Janeiro, para ajudar no bloqueio do porto de Recife, quando do episódio da Confederação do Equador. Participa das lutas pelo bloqueio do Rio da Prata. Em setembro de 1827, encalha num banco da areia na Patagônia (Argentina), parte-se ao meio e afunda.


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MACEIÓ ESCRITORES  

Revista. Publicada em Maceió pela Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, Regional de Alagoas - Ano 1, n. 1 (jul. dez./1985).


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