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LEANDRO, Álvaro Henrique da Rocha  

(Maceió - AL 17/01/1983). Ator. Graduado no curso de formação de atores da UFAL. Integrante da ATA. Iniciou sua carreira no teatro no ano 2000. Participou de peças infantis, performances teatrais e nos espetáculos: O Beijo no Asfalto (2006) e Estrela Radiosa (2007-2008). Ministrou oficinas no CEFET-AL para alunos do ensino médio e na Caravana Cultural (2008).


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LEBENSZTAIN, Ieda  

(São Paulo - SP 15/04/1975). Escritora, professora. Graduada em Letras. Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada. Doutora em Literatura Brasileira pela FFLCH-USP. Pós-doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, sobre a correspondência de Graciliano Ramos. Obras: Graciliano Ramos e a Novidade: O Astrônomo do Inferno e os Meninos Impossíveis São Paulo: Hedra, 2010; Cangaços, de Graciliano Ramos. Ieda Lebensztain e Thiago Mio Salla (orgs.) Rio de Janeiro: Record, 2014. Artigo em periódico: Waldemar Cavalcanti: Menino Impossível. Menino Pelado, in Revista do Arquivo Público de Alagoas, Maceió: Arquivo Público de Alagoas, ano 2, n. 2, 2012, p. 227-247.


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LEGISLATIVO ALAGOANO, O  

Informativo, publicado em Maceió, pela Assembleia Legislativa Estadual, Ano 1, n. 1 (1992).


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LEGISLATIVO ESTADUAL  

Seu embrião é o Conselho Geral da Província. Criado pela Constituição do Império, realizou-se, em 1829, a eleição dos seus primeiros membros. Em consequência da reforma constitucional de 12/08/1834 (Ato Adicional), efetuou-se, em 13 de outubro do mesmo ano, a primeira eleição para a Assembleia Provincial, que substituiu o Conselho Geral da Província. Contestada, acabou por ser anulada, tendo ocorrido nova eleição em 15/01/1835. Instalada a 15 de março, essa primeira legislatura da Assembleia Provincial estava constituída de 28 deputados (entre eles nove padres) e 17 suplentes. Sucederam-se diversas legislaturas até 1889, quando, com a proclamação da República, foram extintas as Assembleias Provinciais. Em 1892, com a restauração do Poder Legislativo, a Constituição criou os Congressos Estaduais, constituídos do Senado e da Câmara dos Deputados. Em 1930, a Revolução dissolveu o Poder Legislativo da União e dos Estados. Promulgada a Constituição de 1934, voltou o Poder Legislativo a ser constituído. No caso estadual, porém, foram extintos os Senados, e as Câmaras dos Deputados passaram a se denominar Assembleias Legislativas. O Golpe de 1937 extingue, novamente, o Poder Legislativo. Restabelecido em 1946, nos estados permaneceu a denominação de Assembleias Legislativas.


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LEGIÃO, A  

Jornal ligado ao movimento integralista, publicado em Maceió. Moacir Medeiros de Sant-Ana, segundo Sávio de Almeida, teria o número de setembro de 1934. Deveria ser quinzenal, conforme anunciado em A Gazeta de Alagoas de 11/07/1934. Ainda segundo a Gazeta de 18/08/1934, teve o segundo número publicado. Parece que foi tentada uma articulação para que fosse divulgado nas cidades de interior onde existiam os núcleos da AIB, conforme afirma Sávio de Almeida.


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LEITE FILHO, José  

(AL?). Obras: Sogra, 1991; Memórias de um Genro, Maceió, 2002.


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LEITE JÚNIOR, Bráulio  

(Maceió - AL 24/12/1931- Maceió - AL 27/02/2013). Teatrólogo, jornalista, diretor e ator de teatro, advogado. Filho de Bráulio Monteiro Leite e Anália Meyer de Barros Leite. Curso primário no Colégio Batista Alagoano, ginasial no Colégio Guido de Fontgalland. Graduado pela Faculdade de Direito de Alagoas e pela Fundação Brasileira de Teatro. Diretor geral do Teatro Deodoro e fundador e primeiro presidente da Fundação Teatro Deodoro (FUNTED), cargo em que permaneceu durante nove anos. Fundador e diretor do Teatro de Arena Sérgio Cardoso. Atuou no grupo formado pelo Teatro de Amadores de Maceió (TAM). Fundou e dirigiu o grupo teatral "Os Dionísios", bem como o Teatro Operário do SESI, o Teatro Universitário de Alagoas, o Teatro de Brinquedos de Maceió, o Teatro Alfredo de Oliveira e o Grupo dos Quatro. Presidente, por três anos, da Sociedade de Cultura Artística de Alagoas. Fundador do Museu de Imagem e do Som de Alagoas (MISA) fundador ainda do Centro de Belas Artes de Alagoas (CENARTE), da Galeria de Artes Miguel Torres. Fundador, também, dos corais As Andorinhas e Os Jovens, da FUNTED. Fundador das orquestras: Filarmônica de Alagoas e de Câmara de Alagoas, do Quinteto de Metais e da Sala de Concertos Musicais Heckel Tavares. Delegado, por 13 anos, em Alagoas e Sergipe, do Serviço Nacional de Teatro. Delegado, ainda, por quatro anos, do Instituto Nacional de Cinema, do MEC. E, por fim, delegado da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais - SBAT, por 11 anos. Secretário Executivo da Sociedade Nacional de Teatro Prêmio de Melhor Ator, do Festival Nacional de Estudantes, no Rio de Janeiro, com bolsa de estudo na Academia de Arte Dramática de Nice (França). Por 11 anos consecutivos, recebeu o prêmio Melhor Ator, conferido pela Associação de Cronistas Teatrais de Alagoas. Membro do Conselho Estadual de Cultura, do Conselho de Folclore Alagoano e da AAI. Coordenador e realizador do 1º e 2º Festivais de Arte de Penedo, bem como do 1º Festival Alagoano de Teatro. Entre os projetos que idealizou e realizou, destacam-se: Projeto Arte Nossa; Projeto Bandas, em parceria com a FUNARTE; Projeto Pixinguinha, também com a FUNARTE; Projeto Saraus Artísticos; quinzenais, na Sala Heckel Tavares; Projeto Nossas Figuras Pouco Lembradas; Projeto Música para o Povo; Projeto Poetas e Compositores Alagoanos. Criou o Folhetim FUNTED, que editou 73 números. Membro honorário da AML e sócio honorário do IHGAL. Entre muitas outras peças, encenou e dirigiu: Antígona, de Sófocles; Casa de Bonecas, de Henrick Ibsen; Mortos Sem Sepultura, de Jean Paul Sartre; O Boi e o Burro no Caminho de Belém, de Maria Clara Machado; Amanhã Se Não Chover, de Henrique Pongetti; Os Inimigos não Mandam Flores, de Pedro Bloch; A Falecida e Mulher Sem Pecado, de Nelson Rodrigues; Auto da Perseguição e Morte do Mateu, de Luiz Gutemberg. Obras teatrais: Maria (fantasia musicada) e, segundo Abelardo Duarte, Henrick Ibsen (ensaio). Outras: Histórias de Maceió, Maceió: Edições Catavento, 2000; Outras Histórias de Maceió, Maceió: Gráfica Graciliano Ramos, 2004; Estudo crítico sobre as peças Major Barbara e Pigmalião, de Bernard Shaw, como também outro estudo crítico sobre as peças Casa de Bonecas e Hedda Gabler de Henrick Ibsen; Manuel Valente de Lima: Jornalista, Político e Homem Público, in Memórias Legislativas, Doc. n. 21, de 10 de maio de 1998; Depoimento, in Documentário das Comemorações do Grêmio Guimarães Passos, Maceió: EDUFAL, 1979; Teatro Popular, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia de Maia Pedrosa, p. 128-129; Paulo Gracindo, em Memória Cultural de Alagoas, A Gazeta de Alagoas, 1/12/2000; Teatro Deodoro, FF-1, Maceió: FUNTED.


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LEITE JÚNIOR, Luiz José de Barros  

(?). Suplente de deputado provincial na legislatura 1835.


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LEITE NETO, João  

(Anel, Viçosa - AL 06/06/1921 - Maceió - AL 24/12/2012). Poeta, cônego, professor. Filho de Elias Leite dos Passos e Maria Vasconcelos Passos. Estuda em Viçosa e depois, em Maceió, no Grupo Escolar Fernandes Lima, no Ginásio de Maceió, no Seminário Metropolitano de Maceió, formando-se em Filosofia (1939) e Teologia (1943) e na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Alagoas (1960). Ordenado sacerdote em 1944. Professor de Sociologia no Curso de Filosofia do Seminário Metropolitano de Maceió a partir de 1944. Professor de Sociologia Geral e da Educação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1961-67) e na UFAL, onde foi catedrático, até 1977. Professor, ainda, de Ciências e Letras no Seminário de Maceió; de Evangelização e Sociologia Pastoral, nos cursos de preparação ao diaconato da Arquidiocese de Maceió, entre outros cursos. Dirigiu o jornal Apóstolo da Arquidiocese, bem como o In Altum, órgão do Seminário Metropolitano. Vice-reitor do Seminário Metropolitano (1944 a 1976) vice-diretor da Faculdade de Educação, vice-diretor do Centro de Ciências Aplicadas da UFAL, entre outros cargos. Membro da AAL, onde ocupou a cadeira 11. Membro, ainda, da AAI. Sócio do IHGAL, empossado em 26/06/1973, na cadeira 29, da qual é patrono Cícero de Vasconcelos, tendo sido transferido para a categoria de sócio honorário em 28/08/2003. Prêmio Craveiro Costa do IHGAL. Obras: Mensagens, Maceió: Casa Ramalho Editora, 1958; Dois Meses (memórias), Maceió: Casa Ramalho,1958 (narrativa de viagem) O Silêncio Eloquente de uma Adoração; Encontrará Você, Jovem Seminarista, Neste Formulário de Preces Eucarísticas, o Nutrimento do Seu Ideal Grande, Maceió: Casa Ramalho, 1957 (mensagens) Manhãs Sacerdotais, Maceió: Ed. Casa Ramalho, 1961 (memórias) Magnificat, Maceió: [s ed.], 1960 (poesia) Quadros de Ontem, Maceió: [s ed.], 1963 (memórias) Diálogo com o Povo de Deus na Pitanguinha, Maceió: [s ed.], 1966; Aos Homens, Maceió: Gráfica São Pedro, 1967; Ricardo: Para a Inteligência e Para o Coração, São Paulo: Grafikor; 1968; Crônicas, Maceió: Gráfica São Pedro, 1968; Andanças pela Amazônia, Nótulas de Excursão, Maceió: Gráfica Editora São Pedro, 1969 (narrativa de viagem) Oito Dias sobre Crateras, Nótulas de Excursão, Maceió: [s ed.], 1966 (narrativa de viagem) Desenvolvimento, EDISA, 1970 (discurso - oração aos concluintes) Anel de Viçosa, Maceió: EDISA, 1971; Sementes Teimosas: Poemas, Maceió: EDISA, 1971 (poesia) Nas Esquinas do Caminho, (Nótulas de Excursão), Maceió: EDISA, 1970 (narrativa de viagem) Chão de Encontro, Maceió: Imprensa Universitária, 1973 (biografia de Monsenhor Cícero Teixeira de Vasconcelos, Recepção no IHGAL), capa de Hércules Mendes; Com Sardinhas e Caviar, Maceió: EDISA, 1973; Educação (Oração aos Concludentes), Maceió: Imprensa Universitária, 1974 (discurso) Salto Intercontinental, Maceió: Imprensa Universitária, 1974 (narrativa de viagem) O Ginásio do Amparo, 1975 (poesia) Nas Tuas Mãos, Maceió: IGASA, 1976 (memórias) Cordel da Sabedoria Popular, 1976 (poesia) Rua de Mão Única, Maceió: Imprensa Universitária, 1976 (poesia) Alfredo Brandão, Pesquisador, prefácio de Théo Brandão, Maceió: Imprensa Universitária, 1976 (biografia) Elogio Acadêmico, (posse na Academia Alagoana de Letras), Maceió: Imprensa Universitária, 1977; Fotografando uma Realidade (memórias) Dom Adelmo Machado, Maceió: Imprensa Universitária, 1977 (biografia) Monsenhor José Luís Soares, 1976, (biografia) Catecismo Popular, 1977 (poesia) Chegou Água em Anel, 1979 (poesia) Atividades e Interesses e Sua Relação Com Os Estudos, Maceió: EDUFAL, 1979; Lar São João I, 1980 (poesia) Lar São João II, 1980 (poesia) Maceió: Ed. Casa Ramalho, 1957; Mensagens, Maceió: Ed. Casa Ramalho, 1958 (discurso) Marcha Para a Responsabilidade, Maceió, Oração aos concluintes de 1961. Escola Doméstica Maria Imaculada, 1961; Diálogo, Maceió, 1966; Aos Homens, Maceió: Graf. São Pedro, 1967; Crônicas, Maceió: Graf. São Pedro, 1968; Desenvolvimento (Oração aos Concluintes), Maceió: Graf. Diário de Alagoas, 1970; Coletânea de Poetas Viçosenses, Maceió: Grafibom, 1992; Padre José Leite em 3 X 4, Maceió: Grafibom, 1992; O Seminário, Maceió: [ed. autor], 1992; Memórias Que Ficam, Maceió: Gráfica Bom Conselho Ltda., 1966; Antologia do Sururu, Maceió: Gráfica Bom Conselho, 1996; Meu Passal Alegre, Maceió: [ed. autor], 1999; (memórias) Olhos nos Olhos, Maceió: Gráfica Bom Conselho Ltda., 1966 (memórias) Cem Anos em Cordel, (poesia) Padaria São Bernardo (poesia) Igreja da Av. Rotary (poesia) Uma Vida em 16 Estrofes (poesia) Maria Luiza, (poesia) Letras para Hinos (poesia) Sobre Asas e Rodas, Maceió: Gráfica Bom Conselho, 1999 (viagens) A Casa é Sua, Maceió: [ed. autor], 1981(história) Quinze Anos de Paróquia, Maceió: Gráfica Bom Conselho, 1998 (memórias) Dez Anos de Paróquia, (história) Eduardo (psicologia da adolescência) Anel de Viçosa, Maceió: Ed. Gráfica de Alagoas S/A -EDISA, 1971; Coração a Coração: Impressões de Cem Anos, Maceió: Gráfica Bom Conselho, 1996 (memórias) Cem Anos Nas Tuas Mãos, Maceió: [ed. autor], 1996; Elogio Acadêmico. Posse na Academia Alagoana de Letras, Maceió: Imp. Universitária, 1977, publicado, ainda, na Revista da AAL, n. 4, p. 213-227, Maceió, dez. 1978; Centenário da Morte do Padre João Francisco de Siqueira Andrade, Revista da AAL, n. 7, p. 201-203; Meu Saudar Alegre, Revista da AAL, n. 08, p. 279-281 (Saudação quando do sesquicentenário de Viçosa, em 13/10/1981) Feliz Natal, Revista da AAL, n. 9, pág. 115-117; Lar São João, Revista da AAL, n. 10, p. 71-73; Cardeal Vilela, Revista da AAL, n. 11, p. 199-201 (discurso, quando do Jubileu de Prata, do Cardeal Vilela) Humberto Vilela - O Pesquisador e o Escritor, Revista da AAL, n. 13, p. 251-260 (discurso de recepção) Canais e Lagoas, Revista da AAL, n. 17, p. 63-65; Sylvio Von Söhsten Gama, Revista da AAL, nº 18, p. 156-159; O Novo Instituto, Revista IHGAL, v. 32, 1975-1976, Maceió, 1976, p. 227-228; Discurso (de Posse no IHGAL), Revista do IHGAL, v. 33, 1977, Maceió, 1977, p. 143-158; Por um Museu Melhor, Revista IHGAL, v. 35, 1979, Maceió, 1979, p. 191; Discurso ao Novo Sócio Elias Passos Tenório em 29 de Abril de 1994, revista do IHGAL: Maceió, v. 45, 2001, p. 29-32. Com Divagações, participou de 14 Poetas Alagoanos de Waldemar Cavalcanti, p.21. Participou de antologias, colaborou em periódicos: Correio de Maceió, Diário de Poços de Caldas, A Gazeta de Alagoas, Jornal de Alagoas, O Semeador. Teria fundado o jornal Anel de Viçosa. Diretor Gerente do Apóstolo e In Altum, órgãos do Seminário Metropolitano de Maceió Com o pseudônimo de Etiel da Viçosa, publicou literatura de cordel: O Campus Tamandaré; Folheto, Maceió: IGASA, 1975 (poesia) Uma Vida em 16 Estrofes, Maceió: Gráfica Bom Conselho, 1996; Anel a Luz da Luz, Maceió: EDISA, 1971; Padaria São Bernardo, Maceió: Grafibom, 1971; A Visita do Papa a Alagoas, Maceió: Grafibom, 1991; Cordel Dona Yaya: Vida Atuação, Relacionamento, Maceió: Grafibom, 1996; O Ginásio do Amparo: Folheto, Maceió: IGASA, 1975; Igreja da Avenida Rotary, Maceió: Grafibom, 1996; Catecismo Popular, Maceió: Imprensa Universitária, 1977; Maria Luiza Passos, Maceió: Grafibom, 1998; Cordel do Saber Popular, Maceió: Imprensa Universitária, 1976; Lar São João, 2a. edição aumentada, Maceió: Imprensa Universitária, 1980.


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LEITE, Alcina Carolina ? Pindahyba ?  

(Atalaia - AL 21/06/1845 ou 1854 - Coqueiro Seco - AL 30 ou 31/08/1939). Poetisa, professora. Filha de Francisco Antônio de Paula Pindaíba e Maria do Nascimento Leite. Órfã de pai aos 6 anos, mudou-se para Coqueiro Seco. Aprendeu as primeiras letras em casa dos avós. Formada no Curso Normal, lecionou em Santana do Ipanema, Mandaú-Mirim, Maceió e em Coqueiro Seco. Obras: Campesinas, Versos, prefácio de Izidoro Martins Júnior, Maceió: Tipografia Amintas de Mendonça, 1889. É uma das alagoanas citadas no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (1711-2001) de Nely Coelho.


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