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LEAHY, Charles Menezes  

(Penedo - AL). Odontólogo. Representante local e membro deliberativo efetivo da SOBRAPE - Sociedade Brasileira do Periodontologia, eleito no XI Congresso Brasileiro de Periodonotologia, ocorrido em Gramado (RS). Obra: Contribuição à Periodontia, Maceió: EDUFAL, 1972; Apresentação; Lembrando o Passado e Vivendo o Presente; Despedida do Velho Casarão; Retalhos de uma História; Mensagens de Esperança; Singela Participação na FOUFAL; Mensagem a Estudantes e Professores da Odontologia; 1ª Reunião do Departamento Livre; A Caminho da Aposentadoria; A Chegada Implacável da Aposentadoria; Reunião do Departamento Quando da Volta do Recebimento da Medalha -Luiz Cesar Panaim- em São Paulo; Reencontro com Diletos Amigos na Periodontia e Outras Recordações in Histórias da Odontologia Alagoana - -Uma Contribuição à Academia Alagoana de Odontologia-, Maceió: EDUFAL, 2011,Adelmo Farias Barbosa (org.), p. 15-16; 49-53; 54-58; 59-62; 63-65; 66-68; 69-73; 74-75; 76-79; 80-87; 88-91; 92-93; 132-133, respectivamente.


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LEAHY, Francis Menezes  

(Penedo - AL 03/07/1934). Empresário, contador, advogado. Filho de Mário Freire Leahy e Celina Menezes Leahy. Estudou na Escola Técnica de Comércio de Alagoas e na Faculdade de Direito da UFAL, especializando-se em Direito Civil e Direito Financeiro. Foi diretor-presidente do Produban - Crédito, Financiamento e Investimento, e diretor-financeiro da Companhia de Desenvolvimento de Alagoas. Obra: Criação de um Banco de Desenvolvimento (Resolução nº 93 do Banco Central). Artigo em periódico: A Cidade de Deus de Stº Agostinho, in Revista Letras Jurídicas, Maceió?, 1967, Ano 5, N.11, abril, p.27 - 32.


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LEAL, Ana Suerda Leonor Gomes  

(?). Escritora, professora. Docente do Departamento de Enfermagem de Saúde Pública e Psiquiatria da UFPB. Doutoranda ENSP-Fiocruz. Obra: Capítulo de livro: Direito e Saúde: Uma Reflexão Interdisciplinar para Potencializar a Formação dos Profissionais de Saúde, juntamente com Lia Giraldo da Silva Augusto, in Direito & Saúde - Cidadania e Ética na Construção de Sujeitos Sanitários, Maria Helena Barros de Oliveira, Luiz Carlos Fadel de Vasconcellos, Maria Cristina Guilam, Gabriel Eduardo Schütz e Ana Tereza Medeiros Cavalcanti da Silva (orgs), Maceió: EDUFAL, 2013, p. 199-232.


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LEAL, Antenor Teixeira  

(Maceió - AL 26/05/1935). Médico. Filho de Guilherme Teixeira Leal e Josefina Vieira Leal. Diplomado em Medicina, UFAL (1960). Especialização no Departamento de Anatomia Patológica do Instituto Central de Câncer de São Paulo. Realizou vários cursos em sua área no Brasil e exterior. Professor assistente de Anatomia Patológica e professor de Patologia Bucal na UFAL; Patologista do Serviço de Verificação de Óbitos do Estado de Alagoas; Patologista Chefe do Serviço de Anatomia Patológica da Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Membro da Academia Alagoana de Medicina, onde ocupa a cadeira nº 42. Participou de Congressos nos quais apresentou trabalhos.


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LEAL, Aristides Correia  

(Urucu, Camaragibe - AL 08/06/1900 - ?). Militar, veterinário. Filho de Francisco Correia Leal e Teresa Correia Leal. Órfão de pai, foi criado por um cunhado, que o ajudou a terminar os estudos primários. Com a morte do cunhado, passou a trabalhar em seu armazém. Em 1913, viaja para Recife onde trabalha no comércio, alistando-se em 1916 como voluntário no Exército. Ingressou no 49º Batalhão de Caçadores e pouco depois embarcou para o Rio de Janeiro, indo servir no 1º Regimento de Artilharia Montada, na Vila Militar. Cursa a Escola de Veterinária do Exército, forma-se em 1923 e vai servir em Alegrete (RS). Participa, como segundo-tenente, da Revolução de 1924, ao lado dos revoltosos. Combate em Alegrete e em Quaraí, refugiando-se depois em Rivera, no Uruguai. Junto a outros revolucionários, ruma para Uruguaiana, reúne-se a Isidoro Dias Lopes, viajando para Foz do Iguaçu (PR). Lá, sabendo da queda de Catanduvas (PR), alia-se à Coluna Prestes, que iniciava sua marcha através do país, comissionado pelos revolucionários no posto de capitão. Além disso, na qualidade de veterinário, desempenhava também as funções de médico. Vencidos, a Coluna internou-se na Bolívia em fevereiro de 1927. Da Bolívia, Aristídes Leal resolve ir para o Rio e depois para São Paulo, à procura de trabalho. Em Bauru (SP), permanece alguns meses. Viajou para Curitiba, passou pouco tempo, regressando a Bauru. Convidado, administra a seção de Dourado (SP) da Usina Miranda (de Café e Açúcar). Entretanto, como a usina deixou de cumprir um trato que fizera com os colonos, demite-se e denuncia o fato ao jornal O Estado de São Paulo. Temendo represália do dono da usina, foge para o Paraná, onde fica sabendo que João Alberto andava à sua procura. Une-se a João Alberto em Jaguaraíva (PR) e vive por uns tempos nessa cidade. De lá, rumam juntos para o Rio de Janeiro em 1929, encontrando-se com Silo Meireles, que os leva até Pedro Ernesto Batista. Em casa deste, participam de uma reunião com os outros ex-componentes da Coluna Prestes, tomando então conhecimento das cartas trocadas entre o próprio Prestes e Juarez Távora tratando da adesão do primeiro à Aliança Liberal. Volta com João Alberto para Jaguaraíva. Pouco depois, Prestes convoca seus ex-companheiros para uma reunião em Porto Alegre, onde iria encontrar-se com Getúlio Vargas. Nesse encontro, estabeleceu-se um acordo e os líderes revolucionários seguiram para diversos pontos do país para preparar a revolução. Aristides Leal e Siqueira Campos rumaram para São Paulo. Passaram a fazer contatos com políticos do Partido Democrático e com outros elementos oposicionistas. Ao mesmo tempo, Aristides ajudou a montar uma fábrica clandestina de dinamite, mantendo ainda contato com elementos que conspiravam em unidades militares paulistas. Em janeiro de 1930, a casa em que viviam foi localizada pela polícia. Siqueira Campos consegue fugir, mas Aristides Leal e outros revolucionários são presos. Enviado para o Rio de Janeiro, fica confinado inicialmente no 1º Regimento de Cavalaria e depois na fortaleza de Santa Cruz. É implicado em um processo no Tribunal de Segurança Nacional. Absolvido em primeira instância e depois no então Supremo Tribunal Militar (STM), é transferido para Porto Alegre, onde fica servindo no quartel-general da 3ª Região Militar até 1938, quando retorna ao Rio de Janeiro, reincorporando-se ao Serviço de Remonta e sendo promovido ao posto de major. Em 1939, concorreu na chapa de oposição às eleições para a diretoria do Clube Militar, na qual o general José Pessoa era candidato à sua presidência. Eleita, ocupa o cargo de diretor da biblioteca da entidade e, nesse cargo, participa da campanha pelo envio de tropas à Europa para lutar com as forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Em 1942, passa para a reserva no posto de tenente-coronel, contudo permanece ativo no Clube Militar, participando da campanha em prol do monopólio estatal do petróleo. Em 1950, é eleito secretário da Carteira Hipotecária e Imobiliária do Clube Militar. Em seguida, muda-se para São Paulo, trabalha pela candidatura de Vargas à presidência da República. Em 1958, retorna ao Rio e, em 1962, é convidado por João Mangabeira para chefiar o departamento de pessoal da Refinaria de Duque de Caxias. Em 1964 foi demitido do cargo.


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LEAL, Júlio César  

(AL?). Deputado Provincial na legislatura 1874-75. Obra: Compêndio de Filosofia Moral, oferecido ao IAGA em 13/03/1873.


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LEAL, Luiz  

(?). Escritor, Obra: Artigo em periódico: Razões de Apelação, in Revista Letras Jurídicas, Maceió?, 1968, ano 6, n.13, Agosto, p. 60.


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LEAL, Oscar  

(AL?). Obras: Indicador Comercial do Estado das Alagoas. Org. por Oscar Leal, Edição de 1923/24, Maceió: Livraria Machado, 1923; Indicador Comercial do Estado de Alagoas, Maceió, 1924.


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LEANDRO, Analice  

(AL ?). Escritora, Graduanda do Curso de Letras da UFAL. Integrante do grupo de pesquisa Literatura e Utopia, no qual desenvolve pesquisa de iniciação científica sobre literatura contemporânea de autoria feminina em língua inglesa. Obra: Capítulo de livro: Ficções Científicas, Utopias e Distopias de Autoria Feminina em Língua Inglesa - Um Recorte Bibliográfico, in Mundos Gendrados Alternativamente - Ficção Científica - Utopia - Distopia, Maceió: EDUFAL, 2011, Amanda Prado e Ildney Cavalcanti (orgs.) pag. 199-222.


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LEANDRO, Cícero  

(AL?). Caricaturista. Na década de 1920, participou de inúmeros salões de arte, promovidos por Lourenço Peixoto.


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