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LAURIA, Francisco José  

(Maceió - AL 23/12/1912 - Rio de Janeiro - RJ). Pintor e desenhista. Exerceu suas atividades especialmente no Recife e no Rio de Janeiro. Começou seus estudos na Escola Politécnica do Recife, enquanto fazia caricaturas políticas e ilustrações para as seções literárias de jornais e revistas de Pernambuco. Acaba por abandonar a Escola Politécnica, dedicando-se apenas ao desenho e à pintura. Monta ateliê com Percy Lau, Carlos de Holanda e Luis Soares e toma parte no movimento que criou o Salão dos Artistas Independentes de Pernambuco (1933). A seguir, procura despertar a atenção do Governo do Estado e da opinião pública para os novos valores, no movimento que contou ainda com Vicente do Rego Monteiro, Lula Cardoso Aires, Percy Lau, Augusto Rodrigues e outros (1933-1940). Em consequência, o Governo de Pernambuco cria a Escola de Belas-Artes, prometendo ainda criar um Salão Oficial de Pintura. Segue para a Europa, numa viagem de observação, detendo-se principalmente na França e na Itália (1937). Segundo Manuel Bandeira, estuda em Paris, onde teria passado sete anos. De volta ao Brasil, passa a residir no Rio de Janeiro, onde trabalha durante muitos anos na Embaixada Americana. Em 1950, passou a chefiar o Departamento de Desenho da Campanha Nacional Contra a Tuberculose, cargo que ocupou por vários anos. Participou das coletivas I Salão Oficial de Pintura de Pernambuco, obtendo Menção Honrosa (1942). Realizou individuais em João Pessoa (1932), Campina Grande, Paraíba (1933), Grande Hotel em Recife, patrocinada pela Diretoria de Estatística, Propaganda e Turismo do Recife (1942) e no Rio de Janeiro (1962). Sócio titular e efetivo da Sociedade Brasileira de Geografia, Cidadão de Pernambuco, título concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, e detentor da Medalha de Mérito do Recife, por resolução da Câmara Municipal dessa mesma cidade. Clarival do Prado Valadares no Diário de Notícias, (Setembro de 1963) e Revista A Cigarra, nº 10, Outubro de 1969, bem como Manoel Bandeira, na Folha de São Paulo, Jornal do Comércio de Recife, Programa Quadrante da Rádio Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, 1962 e Colóquio Unilateralmente Sentimental, p. 121-123, Edição Record, 1968), a ele fazem referência. Tem obras suas em museus e coleções particulares do Brasil e do estrangeiro.


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LAURINDO, Ana Cláudia... de Oliveira  

(Maceió - AL 26/10/1971). Escritora, professora, cientista social. Filha de José Bento de Oliveira e Gedalva Laurindo de Oliveira. Primário na Escola Estadual Saturnino Souza, Matriz de Camaragibe, Secundário no Colégio Olavo Bilac, Maceió, (1988). Graduação em Ciências Sociais, UFAL (2004) com o TCC: Escolaridade: Desafio Alagoano. Uma Análise de Infância, História de Vida de G. Ramos. Mestrado em Educação, UFAL (2008) com a Dissertação: O Ponto de Parada: Racismo na Escola, Alunos Negros na EJA. Outro curso: Formação de Formadores em EJA - Ciências Sociais, SEE (2003). Professora na SEE-AL, desde 2001. Coordenadora de Arte e Cultura, SEMED (2009-10). Professora na UNEAL (2010-11). Membro da APHLA Internacional, onde ocupa a cadeira nº 30 cujo patrono é Luiz Sávio de Almeida. Obra: Bastidores da Violência (e dos Violentos) em Alagoas, com Odilon Rios, Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2012; Analfabeto Político? Nunca Mais!, Maceió, SEE-AL, 2002(Cartilha). Participou da criação da revista do Conselho Municipal de Educação de Maceió: COMED em Revista, publicada em 2012. Tem artigos publicados no O Jornal e Gazeta de Alagoas.


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LAURINDO, Roseméri  

(Joinville - SC). Escritora, professora, jornalista. Graduação em Comunicação Social Habilitação em Jornalismo, UFSC (1991). Mestrado em Comunicação e Cultura Contemporânea, UFBA (1998). Doutorado em Ciências da Comunicação - Especialidade Jornalismo, Universidade Nova de Lisboa, Portugal (2005). Pós-Doutorado, UMESP (2012). Na Fundação Universidade Regional de Blumenau: Secretária e Repórter (1983-85) e Professora, desde 2002. Professora na Sociedade Blumenauense de Ensino Superior, desde 2009. Obra: História do Pensamento Comunicacional Alagoano: Dicionário Biobibliográfico, juntamente com Magnólia Rejane Andrade dos Santos, Sônia Jaconi, Rossana Gaia e José Marques de Melo (orgs.), Maceió: EDUFAL, 2013. Capítulo de livro: Paralelos para Pensar o Futuro, in JMM Fortuna Crítica de José Marques de Melo Jornalismo e Midiologia, Yuri Parente Aragão, Osvaldo J. de Morais, Sônia Jaconi (orgs.), São Paulo: INTERCOM, 2013, p. 113-123; Pedagogia da Comunicação de Luiz Beltrão, juntamente com Eduardo Amaral Gurgel, in Fortuna Crítica de Luiz Beltrão Dicionário Biobibliográfico, organização de José Marques de Melo, São Paulo: Editora UNESCO UMESP de Comunicação/INTERCOM, 2012, vol. 1 - Coleção Beltranianas, p. 187-196.


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LAVADÃO  

Rio, um dos principais afluentes do Maragogi, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas.


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LAVAREDA, José Hesketh  

( ? ). Obras: -Martins- Comunidade Serrana do Sertão Nordestino (Pesquisa Realizada em 1962), Recife, 1967; A Comunidade Rural de Arapiraca, Recife: Faculdade de Filosofia, Universidade Católica de Pernambuco, 1967; Estudos Sobre Arapiraca. Convênio da S.S.A. S- AL /Instituto Joaquim Nabuco), 1965 Coordenação de Antônio Carolina Gonçalves, José Hesketh Lavareda e J. M. da Rosa Silva Neto, Maceió: Secretaria de Planejamento do Estado de Alagoas, 1970.


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LAVENÈRE, Eunice... Reis  

(Pojuca - BA 15/11/1917 - Maceió - AL 27/02/1970). Poetisa, professora, funcionária pública, jornalista. Filha de Luiz Guimarães Reis e Jessie Lavenère Reis. Iniciou o curso primário na Escola D. Bezinha, em Jaraguá, em Maceió, tendo terminado em Passo de Camaragibe. Depois estudou no Colégio Coração de Jesus, no Liceu Alagoano e na Escola Normal (1939), sempre em Maceió. Fez o curso-pré-jurídico no Liceu Alagoano. Professora da Sociedade Perseverança a Auxílio dos Empregados do Comércio, além de dar aula de Francês. Ativista política, associou-se à luta da UDN, na década de 40. Iniciou na poesia, aos 8 anos, escrevendo Espantalho. Poemas: Maloqueiros, Crianças, A Transformação da Criança e Mulher Pobre. Na primeira metade do século XX, mulheres alagoanas participaram ativamente na imprensa do Mato Grosso no periódico Novo Mundo, órgão oficial da Associação de Intercâmbio Cultural - Guaratinga (MT) e em A Violeta, revista de pequeno formato fundada e dirigida por mulheres do Grêmio Literário Júlia Lopes, de Cuiabá (MT), no período de 1916 a 1950. Membro da AAL, tendo ocupado, a partir de 01/11/1945, a cadeira 26, da qual é patrono Melo Morais, sendo a primeira mulher a pertencer a essa instituição. Sócia do Centro Cultural Emílio de Maya e da AAI. Sócia correspondente do Instituto de Cultura Americana-Argentina; Confraternité Universalle Balzacienne, no Uruguai; International Institute of American Ideals, Estados Unidos; Associação Literária José de Alencar, RS, Sociedade dos Homens de Letras do Brasil, RJ; Casa Humberto de Campos, Carolina (MA) e sócia honorária da Associazione Internazionale de Salerno, Itália. Obras: Flor do Mato, Maceió, [s.ed.] 1941 (dat.) Poemas e Sonetos (datilografado e organizado por um grupo do Estado de Mato Grosso, publicado pela Associação de Intercâmbio Cultural - MT, 1947; O Novo Mundo; Orvalho, 1957 (coletânea de poesias). Houve poemas publicados nos jornais: A Gazeta de Alagoas, A Notícia, O Semeador, O Diário do Povo, O Jornal de Penedo e Jornal de Alagoas e nas revistas: O Natal, Mocidade, Grupo Americanista de Intelectuais e Artistas, esta última do Uruguai.


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LAVENÈRE, Luís... Wanderley  

(Maceió - AL 17/02/1868 - Maceió - AL 29/10/1966). Deputado estadual, vereador, jornalista, professor, musicólogo, fotógrafo. Filho de Estanislau Wanderley e Amélie Lavenère Wanderley. Fez o primário no Colégio São José e o curso de humanidades no Colégio Bom Jesus e no Liceu Alagoano. Matriculou-se na Faculdade de Direito de Recife, abandonando, porém, o curso, para casar. Tomou parte na campanha abolicionista, como membro da Sociedade Libertária Alagoana. Em 1890 começou a trabalhar na Repartição Geral dos Telégrafos. Foi, em Maceió, professor de Português, Francês, Inglês, Latim e Escrituração Mercantil no Liceu de Artes e Ofícios e em outros estabelecimentos. Ensinou em Pernambuco, nos colégios Spencer e Onze de Agosto. Foi vereador em Maceió. Deputado estadual, nas legislaturas 1905-06 e 1907-08. Durante a Primeira Guerra Mundial, exerceu as funções de Agente Consular da França. Fundou, em 1901, o diário O Evolucionista, e, no ano seguinte, A Revista Comercial, tendo ambos vida curta. Colaborou nos jornais: Gutenberg, A Gazeta de Alagoas - onde assinou, por mais de dez anos, a coluna -A Propósito de...-, e Jornal de Alagoas. Membro da AAL, tendo sido o primeiro ocupante da cadeira 36. Sócio do IHGAL, onde ingressou em 31/03/1885- em cuja revista colaborou inúmeras vezes, e é patrono da cadeira 41. Sócio também dos Institutos Históricos do Rio Grande do Norte, de Sergipe e do Rio Grande do Sul. Pseudônimos: Almok, o Profeta e Marie Pambrun. Obras: Almanaque Alagoano das Senhoras. Literário, Histórico e Estatístico Para 1904, por L. L. Lavenere, 3º Ano, Maceió: Livraria Fonseca; O Bonde Elétrico, Livro de Sortes: Maceió, 1915; Zefinha (Cenas da Vida Alagoana), Maceió: Liv. Machado, 1921 (novela - publicada anteriormente, em folhetim na A Conquista, com a segunda denominação) Noite de São João, publicado com o pseudônimo La Saetta, Maceió: Liv.Machado, 1927 (crítica ao modernismo) O Padre Cornélio; Crônica (4º Caderno) Maceió: Livraria Maceió, 1921; Versos de Brincadeira; Mostruário de Gravuras em Zinco, Maceió, 1922; Compêndio de Escritura Mercantil Simplificada, Maceió: Liv. Machado, 1924; A Música em Alagoas. (Conferência feita no Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano, em 11. 09.1928), Maceió, [s. ed.], 1928; Carta Aberta aos Meus Amigos, Maceió: Graf. Orfanato São Domingos, 1945; Crônicas e Discursos (1º Caderno), Maceió, [s.ed.] 1945; Nossas Cantigas. 2ª ed. 1950 (mimeografado) Compêndio de Teoria Musical, Maceió: Livraria Machado, 1927; Crônicas (4º Caderno), Maceió, 1952; Hinos Escolares para uso das escolas primárias do Estado de Alagoas, Jaraguá, Maceió: Liv. Machado, 1938; Conversas com o Rvm. Padre José Brandão Lima, Maceió: Livraria Machado, 1949; Ad Memoriam, Maceió: Livraria Machado, 1948; Por Causa de um S, Maceió, [s.ed], 1949; Uma Temporada Infeliz da Companhia Dramática Teatro Popular de Arte em Maceió, Dezembro de 1950, [Maceió] [s. ed.], 195-; Meu Waterloo na Imprensa de Maceió, Maceió: Livraria Machado, 1946; Polêmica Religiosa, Maceió, 1956; Nossas Cantigas - Canções, Cantigas de Roda, Cocos, Modinhas, Cheganças, Pastoris Mais Populares do Nordeste, coligadas por L. Lavenère, datilografado e impresso pelo autor; Línguas e Linguagem (reúne artigos publicados na A Gazeta de Alagoas) Maceió, 1946; O Templo do Senhor do Bonfim (artigos publicados no Jornal de Alagoas) Maceió, 1951; O Porto de Jaraguá, crônicas publicadas na A Gazeta de Alagoas, criticando construção projetada pela GEOBRA, Maceió, 1946; Discurso com que saudou o sócio efetivo Capitão João da Costa Palmeira, Revista do IHGAL, v. 17, ano 60, 1933, p. 145-151; Nigumba, Conto Africano, Revista do IHGAL, v. 18, ano 61, 1935, p. 111-112; Discurso pronunciado na sessão solene de posse da nova diretoria, em 02/12/1934, Revista do IHGAL, v. 18, ano 61, 1935, p. 117-121; Cantigas do Nordeste, Revista IHGAL, v. 19, ano 62, anos 1936-1937, p. 83-91; Discurso de saudação ao Dr. Virgílio Guedes, na ocasião de sua posse, em 2/12/1938, Revista do IHGAL, v. XX, anos 1938-1939, p. 45-47; Discurso do Prof. L. Lavenère na sessão solene de 16/09/1939, Revista do IHGAL, v. XX, anos 1938-1939, p 50-52; Recepção ao sócio efetivo Dr. Abelardo Duarte na sessão solene de 16/09/1940; Discurso de Saudação ao recipiendário Abelardo Duarte, proferido pelo professor Luis Lavenère, Revista do IHGAL, v. 21, anos 1940-41, Maceió, s/d, p. 60-63; Discurso pronunciado na inauguração da herma de Rosalvo Ribeiro, em 26/11/1940, Revista do IHGAL, v. 23, ano 1944, Maceió: Imprensa Oficial, 1945, p. 81-85; De uma Homenagem, Revista do IHGAL, v. 25, Ano 1947, Maceió: Imprensa Oficial, 1949, p. 91; Discurso com que o Prof. L. Lavenère saudou o sócio efetivo Capitão João da Costa Palmeira, Revista do IHGAL, v. 27, 1933, Maceió, s/d, p. 145-151; Recordando, Revista do IHGAL, v. 30, Ano de 1973, Maceió, 1973, p. 12-28; Em Oitenta Anos, Revista do IHGAL, v. 30, Ano de 1973, Maceió, 1973, p. 29-32; O Natal no Começo do Século XX, Boletim Alagoano de Folclore, ano 1, n. 1, dezembro de 1955, Maceió, p. 34; A Fotografia em Maceió (1858-1918), Revista do Arquivo Público de Alagoas, n. 1, Maceió, 1962, em parceria com Moacir Medeiros de Sant-Ana; Maceió Antigo, Maceió, 1945, (palestra, ed. mimeografada) Bailes Pastoris, Maceió, 1948 (colecionados e revistos, caderno mimeografado) Baile da Seduzida, Maceió, 1948 (revisto e corrigido, caderno mimeografado) Jornadas, Maceió, 1948 (cantigas de Pastoris colecionadas, caderno mimeografado) Musicologia (reúne críticas publicadas na imprensa ao seu Compêndio de Teoria Musical). Compôs uma opereta, juntamente com Linda Mascarenhas, além da música de O Mistério do Príncipe e O Herdeiro de Nabam (operetas).


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LAVRADOR  

Rio, um dos principais afluentes do Moxotó, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas.


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LEAHY, Alfredo Freire  

(Penedo - AL 19/01/1895 - ? 24/06/1924). Músico, compositor. Em sua cidade natal, organizou o grupo musical -O Cisco-, com o qual se apresentou em saraus. Suas obras, além da Casa Carlos Wehrs, do Rio de Janeiro, foram publicadas em: Compositores Penedenses, Maceió: Coordenadoria de Extensão Cultural, UFAL / Arquivo Público de Alagoas / SEC, 1983. Coleção Cadernos de Compositores Alagoanos, 6 (Edson de Silva Porto, José de Lima Lessa, Manoel Tertuliano dos Santos, Sizino Barreiros da Cunha) Compôs: Hino ao Sport Clube Penedense, Ed. Casa Ribas; Visão Fugitiva, valsa, C. 534 W; Viva o Sport Club Penedense, ragtime.


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LEAHY, Anthony Menezes  

(Penedo - AL 02/10/1935 - Maceió - AL 28/03/2014). Escritor, odontólogo, profesor. Professor da UFAL. Obras: Divagações, Maceió: Catavento, 2009. Capítulo de livro: Alguns Aspectos da Minha Contribuição in Histórias da Odontologia Alagoana - -Uma Contribuição à Academia Alagoana de Odontologia-, Maceió: EDUFAL, 2011,Adelmo Farias Barbosa (org.) p. 94-100.


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