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LAGES, José Gonçalves  

(AL). Deputado estadual nas legislaturas 1917-18; 19-20; 21-22; 23-24 e 25-26. Membro da Comissão Diretora do Partido Economista Democrático de Alagoas. Diretor do Teatro Deodoro.


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LAGES, Lily como era conhecida Maria José Salgado Lages  

 (Maceió - AL 17/06/1907 - Rio de Janeiro - RJ 30/11/2003). Deputada estadual, professora, médica. Filha de José Gonçalves Lages e Maria das Dores Salgado Lages. Estudou, em Maceió, no Colégio Coração de Jesus, e em Olinda-PE, na Academia Santa Gertrudes. Fez os exames preparatórios no Liceu Alagoano. Formada em Medicina pela Faculdade da Bahia (1931), defendendo a tese Infecção Focal e Surdez, com a qual conquista o prêmio Alfredo Britto. Volta para Maceió. Primeira médica a registrar o seu diploma, em Alagoas, fato ocorrido em 11 de fevereiro de 1932. Em 1936, é aprovada em concurso e nomeada docente livre da cadeira de Clínica Otorrinolaringológica da Faculdade de Medicina da Bahia. Ainda em 1936, representa o Brasil no III Congresso Internacional de Otorrinolaringologia, realizado em Berlim. Permanece na Europa, especializando-se, tendo feito um estágio em clínica na Áustria e, ainda nesse período, participa, em Paris, das Reuniões Médico-Cirúrgicas de Morfologia. Regressa a Alagoas, porém, em 1938, decide se mudar para o Rio de Janeiro. Conquista a cátedra de Anatomia, na Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro, em 1942, tendo ensinado Neuroanatomia e Anatomia dos Órgãos dos Sentidos, até 1962. Em 1950 assume, por concurso, uma vaga de médico do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI). Em 1956, estagia no Hospital Czerry, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha. Em 1957, vai aos Estados Unidos participar do VI Congresso de Otorrinologia. Em 1969 participa do VIII Congresso, em Paris, tendo em seguida visitado a Alemanha, a convite da Universidade de Würburg. Em 1974 recebe o diploma de Doutor em Medicina, com a tese Ozena. Em 03/03/1975 recebe, por concurso, o título de Livre Docente de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1932 funda, em Alagoas, a Associação pelo Progresso Feminino, da qual foi sua primeira presidente. Como primeira mulher alagoana eleita deputada, ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa, em 1934, pelo Partido Republicano, tendo participado nos trabalhos constitucionais dos títulos sobre maternidade, infância e saúde, no capítulo da Ordem Econômica e Social e, ainda, na legislatura 1935-38. Foi a única mulher a pertencer ao Grêmio Literário Guimarães Passos, já então transformado em Academia, tendo tomado posse em 28/09/1931. Obras: Infecção Focal e Surdez, Bahia: Oficina da Livraria Duas Américas, 1931 (tese de Doutoramento) Discursos (da Academia Guimarães Passos e do Instituto Histórico de Alagoas), Maceió: Imprensa Oficial, 1932; A Nova Mulher e o Problema da Infância, in Arquivos do Instituto Nina Rodrigues, Bahia: Livraria Científica, Ano II, n. 3 e 4, 1933; Menores Abandonados e Delinquentes, in Revista de Cultura Técnica, Rio, Ano I (4), nov. 1937; Novos Rumos da Otorrinolaringologia, Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1938, prefácio de Mangabeira Albernaz; Tétano após Galvano-cauterização Nasal, separata da Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, São Paulo, v. VIII, n 03, maio-jun.1939; Fratura da Base do Crânio, Separata do Brasil Médico, Ano XLIV, n. 45, p. 1256-1261 Rio de Janeiro: Tip. do Companhia Sertaneja, 1940: Carlos Chagas (Separata do Mundo Médico, Ano IX, nº 377 -1935) Rio de Janeiro: [s. ed.] Tip. da Companhia Sertaneja, 1940; Focos Sépticos e Repercussões de Vizinhança em Otorrinolaringologia, Rio de Janeiro: [s ed.], 1942; Arthur Ramos e sua Luta Contra a Discriminação Racial, prefácio de Ib Gato Falcão, Rio de Janeiro: Folha Carioca Editora, 199-; Nervo Laringe Inferior Não Recorrente à Artéria Subclávia Direta Retroesofagiana (Importância desta anomalia do ponto de vista clínico-cirúrgico) Separata dos Arquivos da Faculdade Nacional de Medicina - 27/07/1946, Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1946; Artur Ramos, in Revista de Ministério da Educação, Serviço de Documentação: Rio, 1952; Otologia Legal e do Trabalho (Fraturas Labirínticas), Considerações sobre o art. 73 da nova lei de acidentes do trabalho, separata Revista de Medicina, Cirurgia e Farmácia, Rio de Janeiro, n. 253, maio, 1957; Ozena, Contribuição à Etiopatogenia. Pesquisas Antropotipológicas (Tese de concurso para professor titular da disciplina de Otorrinolaringologia) Rio de Janeiro, 1973; Olhos e Olhares (Obsessão de Machado de Assis, J. Guimarães Rosa e dos Machadianos Afrânio Peixoto e Estácio de Lima) Rio de Janeiro: Folha Carioca, 1993; Beethoven no -Mundo do Silêncio-, Rio: Folha Carioca Editora Ltda., 1994; Arthur Ramos e sua luta contra a discriminação racial, Rio, Folha Carioca Ed. Ltda. 1997; Estácio de Lima, Revista do IHGAL, v. 39, 1984, Maceió, 1985, p. 79-87; Olhos e Olhares na Literatura Brasileira (Obsessão de Machado de Assis, Afrânio Peixoto e Estácio de Lima), Revista do IHGAL, v. 42, 1989-190, Maceió, 1991, p. 67-77; Olhos o Olhares na Literatura Brasileira, Revista IHGAL, v. 42, 1987, p. 67-80; Olhos e Olhares (Obsessão de Machado de Assis e dos Machadianos Afrânio Peixoto e Estácio de Lima) Revista da AAL, n. 14, p. 65-77. Diversos artigos no Jornal de Alagoas e na Gazeta de Alagoas, assim como em revistas especializadas. Colaborou com o grupo coordenado pelo reitor João Azevedo, para a publicação do Documentário das Comemorações do Cinquentenário do Grêmio Literário Guimarães Passos, Maceió, UFAL, 1979.


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LAGES, Petrúcio Acioli  

(AL). Paisagista, desenhista. Filho de Manoel Lages e ??. Estudou na Escola Industrial de Maceió (EIM), depois, CEFET e, agora, IFAL. Trabalhou no extinto Jornal do Brasil, do Rio de Janeiro, como chargista da página de opinião desse periódico.


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LAGES, Solange Berard ... Chalita  

veja CHALITA, Solange Berard Lages.


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LAGES, Vinícius Nobre  

(Maceió - AL 15/12/1957). Escritor, ministro, secretário de estado, professor, engenheiro agrônomo. Filho de Amaury de Medeiros Lages e Maria Clara Maia Nobre Lages. Ensino fundamental no Colégio Santíssimo Sacramento (1966) e Colégio Marista (1975), ambos em Maceió. Engenheiro Agrônomo pela UFAL (1981). Especialização em Comunicação Rural - EMBRATER (1981) e, também, em Planejamento e Administração de Recursos Ambientais, UFBA (1986). Master of Science em Gestão Ambiental, (1988) pela Salford University, Inglaterra, tese em Agricultura Sustentável, Com Ênfase Na Agricultura Orgânica. Doutorado em Socioeconomia do Desenvolvimento - Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, Paris (1997) sobre Estudos Comparativos do Desenvolvimento, com Ênfase nas Experiências de Desenvolvimento Sustentável - Análise Comparativa Índia-Brasil, diploma covalidado pela UNB, com o título de Doutor em Desenvolvimento Sustentável. Engenheiro-agrônomo da Usina Guaxuma (1981) e da EMATER, quando chefiou o Escritório de Pindorama (1981-85). Atuou nos setores de serviços em Los Angeles na Califórnia, nos Estados Unidos,(1983-1984), nas áreas de paisagismo (empresa Urban Gradens), catering e food services (restaurante La Villa Tasco) e fast food (cadeia Mc Donalds).Assessor de Planejamento Ambiental do Instituto de Meio Ambiente (1985-1991). Consultor do Programa-Sul-Sul de Cooperação Para o Desenvolvimento Sustentável da UNESCO, tendo participado de missões técnicas à China, Índia e México (1995-99). Conselheiro do Conselho Estadual de Planejamento Ambiental - CEPRAM, órgão deliberativo da Política Ambiental em Alagoas (1985-87 e 1989-90). Coordenador de Cooperação Internacional e Interinstitucional da UFAL (1997-98). Professor do Departamento de Geografia e Meio Ambiente, do Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente da UFAL (1991-2000). No SEBRAE-Nacional, Gerente da Unidade de Estratégias e Diretrizes, Secretário Geral, Assessor da Presidência eGerente da Unidade de Atendimento em Comércio e Serviços. Atualmente exerce a função de Gerente da Unidade de Assessoria de Assuntos Internacionais ligada à Presidência do SEBRAE Nacional, desde 2000. Foi membro do Conselho Estadual de Proteção Ambiental - CEPRAM. Assessor da Presidência da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (1998). Membro da Comissão Estadual para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Alagoas (1999). Diretor Técnico do SEBRAE Alagoas (1999-2000). Foi membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Agrário (2000-2003) e do Conselho Nacional de Turismo (2003-07). Atualmente é membro do Conselho Deliberativo do SEBRAE em Minas Gerais. Foi membro do júri do Empretec Women Business Award (2011-12), premiação internacional concedida pela UNCTAD- Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, órgão da Assembleia Geral da ONU. Ministro do Turismo de 17/04/2014 a 16/04/2015. Palestrante, coordenador e mediador em eventos nacionais e internacionais de caráter técnico-científico Prêmio Alagoas de Economia, Conselho Regional de Economia (1998). Prêmio Alagoas de Economia, Conselho Regional de Economia (1998). Obras: Agricultura sem Fronteiras: Desafios da Globalização para o Brasil Rural (Série Apontamentos n. 24), Maceió: EDUFAL, 1998; Além da Conquista da Terra: A Sustentabilidade dos Assentamentos Rurais em Alagoas, com Vanda Ávila Ramos, Maceió: UFAL/Prodema, 1999; Territórios em Movimento: Cultura e Identidade Como Estratégia de Inserção Competitiva, com Christiano Braga e Gustavo Morelli (orgs.), Brasília: Editora Relume Dumara, 2004; Inteligência Competitiva, Miriam Zitz (orgs.), Brasília: Liberdade de Expressão Editora, SEBRAE, 2005; Desafios de Competitividade em Arranjos Produtivos Locais: Dinâmicas de Inovação e o Papel das Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos, com Josealdo Tonholo (org.), Brasília: Coronário Editora Gráfica Ltda. /ANPROTEC, 2006; A Economia da Praia, com Ricardo Villela de Souza (orgs.), SEBRAE: Brasília, 2008. Capítulos de livros: La Inserción de Las Pymes en Cadenas de Valor Global, in Pymes: Una Visión Estratégica Para El Desarrollo Económico Y Social, José Rivera Banuet (org,), Lecciones de 10 anos del Programa SELA-IBERPYME: Caracas, 2008, p.185-193; Cultura Brasileira e Pequenos Negócios, in Cultura Brasileira da Hospitalidade, Reflexões Sobre o Jeito Brasileiro de Ser e Receber, Fundação Para Paz e Desenvolvimento Sustentável, Sergio Foguel (org.), Rio de Janeiro: Quallitymark Editora, 2008; La Inserción De Las Pequeñas Y Micro Empresas En Cadenas De Valor Global, in PYMES: Una Visión Estratégica Para El Desarrollo Económico Y Social. Lecciones de 10 años del Programa SELA- IBERPYME - Sistema Económico Latino Americano y del Caribe, Caracas, 2009. Artigos em periódicos: Alguns Aspectos Ético-jurídicos da Questão Ambiental, com Erinalva Medeiros Ferreira, in Direitos & Deveres, Revista do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Alagoas, v. 2, n.4. p. 61-74, jan./jun. 1999. A Última Fronteira: Competitividade e Sustentabilidade no Setor de Serviços, com Andrezza Torres e Karen Sitta, in Espaço Saber, SEBRAE, Brasília: http://www.saber-sebrae.com.br/portalsaber/DetalheEstante.do?id=428, 2012.


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LAGOA DA CANOA  

Município. -No local onde existia uma pequena lagoa chegaram, em 1842, dois casais, que construíram casas e começaram a plantar e a criar gado. Outras famílias, anos depois, se instalaram naquele local, que já passara a ser conhecido pelo seu nome atual. Os pioneiros na colonização foram: José Barbosa, Francisco José Santana e a família Maurício. Quando Arapiraca se tornou município, Lagoa da Canoa passou a ser um povoado, porém com significativa importância econômica, política e social. Servia como ponto de apoio à estrada que ligava Arapiraca a Traipu e Girau do Ponciano. Além do fato das fazendas, que passaram a produzir café, gerarem emprego e renda.- O município foi criado em 28/08/1962, pela Lei 2472 e instalado em 25/01/1963. Desmembrado de Arapiraca. Seu topônimo se deve ao fato de os seus primeiros moradores pescarem de canoa na lagoa existente no local. Localizado na microrregião de Arapiraca e na mesorregião do Agreste Alagoano. Base econômica: agricultura. Canoenses.


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LAGOA DE SANTA CRUZ  

Serra em Mata Grande, com 833 metros, seria o ponto culminante do Estado.


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LAGOA DO COXO  

Comunidade quilombola em Taquarana. Certificada em 27/12/2010. Possui 35 famílias. Catalogada pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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LAGOA DO PAU  

Riacho, corre em Coruripe, sem afluentes importantes, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas.


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LAGOA DO TABULEIRO  

Comunidade quilombolaem Traipu. Certificada em 27/12/2010. Possui 30 famílias. Catalogada pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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