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J. VANDERSON nome artístico de Jacob Vanderson Marques Ribeiro  

 (Maceió-AL 10/07/1984). Artista plástico,caricaturista e ilustrador. Filho de Valter Orlando da Rocha Ribeiro e Alda Maria Marques Ribeiro. Autodidata. Exposições individuais: 2003: Restaurante Sabor Brasil. 2005: Salão de Eventos da Companhia Energética de Alagoas. 2006: Hotel Tambaqui e Hotel Ritz Plazamar. 2009: Hotel Brisa Tower e Porto de Maceió. 2010: Pátio Maceió. Coletivas: 1998: SESC-SENAC. 2002: Casa da Palavra. 2004: Via Box e Semana da Marinha. 2005: Universidarte XII, FUNCHALITA, Escola de Ciências Médicas - ESMAL, SENAC, Centro Cultural e de Exposições de Maceió e Parque das Flores. 2009: I Salão de Arte (59º. Batalhão de Infantaria Motorizada) - onde recebeu o prêmio aquisição -, II Salão de Arte (59º. Batalhão de Infantaria Motorizada) e I Salão de Maio da Fundação Pierre Chalita. 2010: III Salão de Arte (59º. Batalhão de Infantaria Motorizada) 3º colocado - onde recebeu o prêmio aquisição -, IV Salão de Arte (59º. Batalhão de Infantaria Motorizada), Mostra de Artes Plásticas - FUNCHALITA e Estandartes Juninos, no Museu Théo Brandão. 2011: 26º. Salão de Arte da Marinha, no Centro Cultural e de Exposições de Maceió. 2012: Hotel Ritz Lagoa da Anta.


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JACARANDÁ, DR.  

Nascido em Olhos-d-Água-do Acioli, de onde, segundo Graciliano Ramos, em seu livro Viventes das Alagoas, teria fugido da seca, em 1877, para trabalhar na lavoura em Anadia. Depois de exercer inúmeras atividades, abriu, na qualidade de rábula, uma banca de advogado, defendendo de maneira especial os pobres contra as injustiças dos mais abastados, e -as senhoras meretrizes-, como afirmava.


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JACARECICA  

Lagoa. Entre aquelas formadas pelo entulhamento dos depósitos da praia que se alonga nas falésias do Jequiá, no município de São Miguel dos Campos. Pobre em peixes, crustáceos e moluscos. Deve ser a mesma que o Dr Espíndola denomina de Jacaracica e define como -lagoa no município de São Miguel, a 3.500 braças ao N. da foz do Jequiá. Tem 1.500 braças de comprimento e 1.000 de largura.-


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JACARECICA  

Riacho, da vertente oriental, corre em Maceió e deságua no Oceano. Forma a bacia com seu nome no município de Maceió, da qual fazem parte pequenos riachos, além do Guaxuma, Garça Torta e Riacho Doce, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas.


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JACARÉ  

Rio. Nasce na área oeste do Serrote Baixo, entre Santana do Ipanema e Olho D`Água das Flores, passa nas imediações de Olivença, banha Jacaré dos Homens e vai desaguar no Rio São Francisco, perto de Belo Monte. Corta a Bacia Leiteira, porém, por ser de água salobra, é impróprio ao consumo humano e precariamente utilizado pelo gado. Pertence à vertente meridional-ocidental, sendo, por isso, temporário. A Bacia do Rio Jacaré envolve os municípios de Batalha, Belo Monte, Jacaré do Homens, Monteiropólis, Olho d-Água das Flores, Palestina, Pão de Açúcar e São José da Tapera, e é composta do rio que lhe empresta o nome e de seus principais afluentes, pela margem direita: Tanque, Vacas, Chita e Garrotes. Os rios Porteiras, Boqueirão, Tapuia e São Felipe foram incluídos nessa bacia, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas.


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JACARÉ DOS HOMENS  

Município. De início, -povoado no município do Pão de Açúcar, à margem direita do Riacho Jacaré. Ao final do século XVIII, além de uma fábrica a vapor, de descaroçar algodão, possuía algumas casas de negócio, uma escola pública e um açude. Teve seu povoamento incrementado por volta de 1900, quando a Fazenda São Francisco, de Domingos de Freitas Mourão, começou a se desenvolver. Muitas casas foram construídas no local.- A vila foi criada em 17/09/1949, pela Lei 1.473; o município, em 09/11/1957, pela Lei 2073, tendo sido instalado em 01/01/1959. Desmembrado de Pão de Açúcar, deve seu topônimo ao fato de ter sido encontrado, no início do povoamento, um jacaré no riacho que passava próximo ao lugarejo. Por ser um animal raro na região, o local ficou conhecido por Jacaré. Acrescentou-se -dos Homens- em virtude de os comerciantes de Penedo, que negociavam na região, afirmarem constantemente ser Jacaré uma terra de comerciantes honestos, sinceros e leais. Pertence à Zona Sertaneja do São Francisco, incluído no Polígono das Secas, à microrregião de Batalha e à mesorregião do Sertão Alagoano. Sua base econômica é a pecuária. O município está integrado na chamada Bacia Leiteira. Jacarenses


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JACINTO SILVA nome artístico de Sebastião Jacinto Silva  

 (Povoado de Canudos, atualmente Belém, anteriormente Palmeira dos Índios - AL 23/10/1933 - Caruaru - PE 19/02/ 2001, segundo o Jornal do Comércio). Cantor e compositor. Filho de Manoel Jacinto da Silva e Joana Paz de Souza. Ainda pré-adolescente, influenciado por Jackson do Pandeiro e Ary Lobo, começa a cantar embolada, coco-de-roda e forró. Sua estréia artística ocorre em 1952, na antiga Rádio Difusora de Alagoas (ZYO-4), no programa Rádio Variedades, comandado por Odete Pacheco. Na ocasião, é rebatizado pela comunicadora com o nome de Jacinto Silva. Em 1957, chega a Caruaru onde resolve fixar residência. Em 1960, após ter trabalhado em Palmeira dos Índios e em Maceió, como fabricante de mosaico, exerce esse ofício pela última vez. Integra as caravanas de Ivan Bulhões e Pau de Sebo que reuniam nomes importantes da música nordestina. Em 1962, grava seu 1º disco 78 RPM, Justiça Divina/Bambuê Bambuá. Depois, surge Coco Trocado/Chora Bananeira, Tombou e Virou/Carreira Nova, Aquela Rosa/Na Base do Tamanco. Em 1994, participa do projeto I Voo do Forró, com apresentações em cidades da Europa, junto com outros artistas de Caruaru, para divulgar a música nordestina. Em 1999, apresenta-se no programa Ensaio da TV Cultura de São Paulo, apresentado por Fernando Faro. Em 2000, Silvério Pessoa grava o CD Bate o Mancá com músicas de sua autoria. Ainda nesse ano, grava seu último trabalho Só Não Dança Quem Não Quer e participa do documentário Moro no Brasil, do finlandês Mika Kaurismäki, cantando junto com Silvério Pessoa. Seu grande sucesso foi a marcha de roda Aquela Rosa, mas outras músicas lhe valeram sucessos como: Sabiá da Mata, Terra do Folclore, Gíria do Norte, Puxa o Fole Zé, Saudade de Alagoas, Coco Machucado, Adeus Corina, Aboio de um Vaqueiro, Coco Trocado, Carreiro Novo entre outras. Gravou, ao longo da carreira, 4 discos 78 RPM, 2 compactos duplos, 20 LPs e 3 CDs. Dentre os LPs gravados: 1964: Ritmo Explosivo; 1965: Cantando; 1967: Só Era Eu; 1969: É Caco Pra Todo Lado; 1970: Jogo do Amor; 1971: Agora Tu Pega e Vira; 1972: Desafio; 1973: Xodó de Lado e Eu Chego Já; 1975: O Que é Meu é Teu; 1978: Festival de Verão; 1979: Tire que Tem Forró; 1980: Passando a Cabeça o Resto Passa; 1981: Gírias do Norte; 1982: O Vestido de Mariana; 1983: Confusão no Galinheiro; 1986: Mocotó com Catuaba; 1993: O Forrozeiro; 1995: Em Nome do Sol; 2000: Só Não Dança Quem Não Quer. Mestre de coco. Patrono da cadeira 28 da APALCA.


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JACIOBA  

Nome primitivo, durante o período colonial, de Pão de Açúcar.


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JACIOBÁ  

Jornal. Fundado em 08/04/1957, em Pão de Açúcar, por Carlos dos Anjos Filho e Eraldo Lacet Cruz. Encerrou suas atividades em 30/10/1957.


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JACIOBÁ  

Serra. Segundo IFL, parte do Pediplano Sertanejo.


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