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INTERFACES  

Revista Científica disponibilizada em suporte online e impresso, publicação quadrimestral do Grupo Tiradentes, está disponível no Portal de Periódicoshttp://periodicos.set.edu.br. A revista tem por finalidade publicar contribuições originais sobre temas relevantes: Direito; Educação; Saúde e Ambiente e Ciências Humanas e Sociais, e o último número conhecido é v. 3, n. 3 (2015) e Ciências Exatas e Tecnológicas, v. 1, n. 2 (2015).


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INTERNACIONAL  

Clube de futebol. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1991 e 92.


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INTERVENTORES  

veja GOVERNANTES.


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INVASÃO HOLANDESA  

-Durante o governo de Matias de Albuquerque, da capitania de Pernambuco, ocorreu a prolongada guerra com os holandeses, entre 10 de maio de 1624 e 27 de janeiro de 1654. Embora a Holanda estivesse em guerra contra a Espanha, dominadora, então, de Portugal e suas colônias, o motivo mais sério da luta promovida no Brasil foi o que os historiadores convencionaram denominar de A Guerra do Açúcar ou a Luta pelo Comércio Livre contra o Monopólio. De um lado, estava o universo medieval português, simbolizado no feudo açucareiro. Do outro, o universo renascentista holandês, representado pelo espírito da cidade e pela especulação mercantil. Embora em guerra de conquista, os batavos encarnavam uma filosofia humanista e liberal. Na raiz de sua investida contra a Zuickerland (terra do açúcar) pernambucano-alagoana, encontrava-se a noção da liberdade religiosa, caracterizada pela indagação filosófica aberta; da convivência racial, documentada na aliança, ou diálogo, com os judeus e hereges espanhóis e portugueses que, perseguidos pela Inquisição, haviam se refugiado nos Países Baixos; na liberdade econômica, centrada na doutrina da liberdade dos mares contra a doutrina do mar em clausura, dos portugueses e espanhóis, de que resultou o expansionismo batavo. Cabe lembrar, contudo, que como os portugueses, os flamengos se esmeraram no tráfico de escravos, chegando, até, a invadir e ocupar a feitoria de Angola e assumir o monopólio da venda dos negros à Capitania. Macularam a doutrina do mar livre, com seus saques e pilhagens.Conferiram um caráter monopolístico à comercialização do açúcar, além de aviltar o seu preço, enquanto as mercadorias procedentes dos Países Baixos eram vendidas por preços escorchantes.Apenas toleraram a liberdade religiosa, cerceando os cultos católico e judeu, e proclamando a superioridade da Igreja Reformada sobre os papistas. Os holandeses eram proibidos de casar-se com judeus (embora tivessem favorecido a entrada de, pelo menos, cinco mil deles) ou unir-se aos índios e negros. A guerra do açúcar, cedo se converteu numa guerra religiosa, em que o burgo liberal e renascentista enfrentou o feudo medieval. No Brasil medievo-português, a Igreja Católica estava subordinada aos interesses dos senhores de engenho, era a capela uma dependência ou apêndice do engenho. No Brasil holandês, o padre calvinista dispunha de uma atuação mais livre e possuía um código moral mais rígido. Fixados os limites de cada um dos cultos, e cabendo à Igreja Reformada dominante uma área mais vasta de influência e de controle sobre as demais, o senhor de engenho papista, cerceado no antigo direito de exercer o seu culto, passava a encarar o espírito da liberdade religiosa.A recuperação desse valor ameaçado, e inseparável de sua visão do mundo, foi um dos móveis da luta contra o domínio batavo. Vale lembrar que D. João IV estava disposto a entregar Pernambuco à Holanda, através de negociação diplomática, a cargo do Padre Antônio Vieira, a fim de obter a paz. Mas a grande propriedade alagoano-pernambucana representava, naquela conjuntura histórica, não apenas o poder (econômico, social, religioso, cultural e até militar) como o sentido de permanência da vida.Significava o ser e o haver daqueles portugueses que não tinham voltado ao país de origem, e haviam adquirido um sentimento de lugar convertido em sentimento de pátria diante da ameaça de desmoronamento de uma cultura que, transplantada, tanto se enriquecera de dimensões originais. Nesse contexto mais amplo, as dívidas dos senhores de engenho seriam, apenas, um pormenor. O caráter efêmero, e predatório, da colonização holandesa, diante da vocação de permanência da colonização luso-brasileira, pode ser surpreendido na extraordinária rapidez com que desapareceram os sinais da presença do flamengo. Destruído o Forte Maurício em Penedo, restaurados os engenhos, a Holanda sumiu por completo da paisagem alagoana. Nem uma casa, nem um monumento, nem mesmo uma palavra na boca do povo - nada ficou. Durante o período em que os holandeses estiveram em território alagoano, em sua quase totalidade os grandes engenhos do território foram incendiados, ou confiscados, destruindo-se a florescente economia açucareira em suas bases. Os saques, pilhagens e atrocidades despovoaram a região, em que já viviam mais de 10 mil habitantes - mais de um terço da população de toda a Capitania. Milhares de negros fugiram das propriedades devastadas, iniciando-se a formação dos quilombos que, armados e organizados, vinham combater seus antigos senhores, em assaltos e emboscadas.Os latifundiários que não se submeteram ao jugo batavo foram refugiar-se, de preferência, na Bahia. Muitos aderiram ao ocupante e estabeleceram com ele pactos de relacionamento econômico e, mesmo, de convívio social. Em 21 de setembro de 1631 é que a luta se irradiou para o território alagoano. Nesse dia entrou Bagnuolo com 10 caravelas na Barra Grande (Maragogi), onde saltaram 700 homens mandados pelo comandante espanhol Oquendo, para que fossem transportados até o arraial de Bom Jesus, onde era oposta aos holandeses uma resistência praticamente invencível. Derrotados, os flamengos conseguiram a adesão de Domingos Fernandes Calabar que, com o seu conhecimento da terra, vinha salvá-los em momento crítico. Calabar convenceu os holandeses a marchar sobre as terras alagoanas. Em barcos, uma expedição de 600 homens, comandada por Lichtardt, aportou em Barra Grande, e dali avançou para o Porto de Pedras, onde apresou e destruiu navios. Em Camaragibe, engenhos foram incendiados, e o gado apreendido.No Porto do Francês, os invasores se apoderaram de cem caixas de açúcar, destinadas a Portugal, e, entrando pela bacia lacustre, alcançaram Alagoa do Sul, que, por falta de meios, nenhuma defesa ofereceu. O alcaide-mor, Gabriel Soares, e outros moradores foram supliciados.Santa Luzia do Norte, à beira da outra lagoa, a Mundaú, foi o novo ponto de investida. A população, já ciente da ameaça, resistiu ao invasor, que terminou por desistir e voltar para o Recife. Em seus despojos, figuravam 250 caixas de açúcar e 98 toros de pau-brasil. Porém, se até então haviam ocorrido somente operações de pilhagem, em 1635 resolveram os holandeses ocupar o território alagoano. Com a rendição do arraial do Bom Jesus, após três meses de cerco holandês, e a queda da fortaleza de Nazaré, Matias de Albuquerque, governador da Capitania, resolveu emigrar para as Alagoas, a conselho do Conde de Bagnuolo. Fez-se, então, uma marcha comparável aos êxodos bíblicos. Senhores de engenho, escravos negros e índios, famílias de colonos, soldados, num total de 8 mil pessoas, além de manadas de gado e animais domésticos, formavam a grande massa, vencendo léguas, atravessando selvas e rios, curtindo fome e enfrentando perigos de toda a sorte.Ao chegar a Porto Calvo, ocupada por tropas holandesas comandadas por Picard, resolveu Matias de Albuquerque atacar a povoação, que foi reconquistada pelos portugueses, após muita luta, no dia 12 de julho de 1635. Entre os prisioneiros estava Calabar, que foi enforcado e esquartejado. Matias de Albuquerque prossegue a sua retirada para Alagoa do Sul, após arrasar as fortificações feitas pelos holandeses em Porto Calvo. Quando Segismundo van Sckoppe chegou com socorros para a guarnição holandesa em Porto Calvo, o general português já havia se retirado. Marchou, então, Sckoppe para Paripueira, onde construiu, na margem esquerda do rio Suassui, um forte que guarneceu com 600 homens e deixou sob o comando de Cristovão Artichofski. Para substituir Matias de Albuquerque, aportou em Jaraguá, em 30 de novembro de 1635, D. Luiz de Rojas y Borjas, com um reforço de 1.700 homens. Rojas y Borjas resolve atacar novamente Porto Calvo, tendo os holandeses abandonado essa praça. Na sua retirada, foram perseguidos pelas tropas de Rojas y Borjas, e a 16 quilômetros de Porto Calvo, Artichofski, que se achava fortificado em Paripueira, veio em socorro de van Sckoppe, travando-se, em 18 de janeiro de 1636, a batalha da Mata Redonda (atualmente em Porto de Pedras), onde Rojas y Borja veio a falecer. Depois da chegada, em Recife, do príncipe João Maurício de Nassau, a 23 de janeiro de 1637, resolveram os holandeses desfechar novo ataque a Porto Calvo, o qual foi chefiado pelo próprio Maurício de Nassau. Em 06 de março de 1637 cai novamente Porto Calvo em poder dos holandeses. Bagnuolo que, desde fevereiro daquele ano, havia se afastado de Porto Calvo, dirigiu-se à povoação de Penedo, aonde chegou a 17 de março, passando antes por Alagoas do Sul, porém decide transpor o rio São Francisco, por não se sentir bastante seguro em Penedo. Com razão, logo depois Maurício de Nassau marcha com suas tropas para Penedo, onde chega a 27 de março. Data dessa época a construção, em Penedo, do forte que recebeu o nome "Forte Maurício.- Após a restauração do domínio português, em 1640, começa a se alastrar a luta contra os holandeses. Cristóvão Lins e Vasconcellos e Vasco Marinho Falcão lideram a luta em Porto Calvo. Porto Calvo foi definitivamente conquistado em 17 de setembro de 1645, e Penedo, a 19 de setembro do mesmo ano, por Rocha Pita, sendo Nicolau Aranha Pacheco o responsável pela tomada do Forte Maurício de Nassau. Os principais fortes construídos pelos holandeses em Alagoas foram: Forte de Paripueira, construído para defesa da costa, por ordem de Segismundo van Schkoppe, na margem esquerda do rio Suassui, foi arrasado pelos próprios holandeses ao evacuarem o local; Forte de Camaragibe, mandado construir pelo mesmo van Schkoppe e destruído nas condições idênticas; Forte do Porto de Pedras, edificado por ordem de Harel von Nassau, que o comandava e ali morreu em combate; Forte de Porto Calvo, incluindo os muramentos e fortins espalhados na península no qual estava construído, e sua destruição representou o fim da presença holandesa naquela região e o Forte Maurício em Penedo. Erigido por Mauricio de Nassau, em 1637, foi a maior e mais importante fortificação em território alagoano. Sua posição estratégica permitia o domínio de grande faixa do Rio São Francisco. Os holandeses, sitiados no forte, capitularam em 19 de setembro de 1645. Nicolau Aranha mandou, por precaução, arrasar o Forte. Os holandeses, no ano seguinte, retornam a Penedo e tentam a reconstrução do Forte Maurício, porém fracassam e são definitivamente afastados da área do São Francisco.-


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INVOCADINDO DO FORRÓ  

(? ). Cantor, compositor. Discografia: CD Invocadinho do Forró, Produção Independente, 2013, são de sua autoria as composições: Adolescente Homem; As Coisas que o Homem Gosta; Me Fez de Palhaço; A Minha Ex Me Cobrando Pensão; Assim Você Mata o Nenêm; Você Parece uma Bonequinha; Todo Homem Olha.


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INÁCIO LOIOLA nome parlamentar de Inácio Loiola Damasceno Freitas  

 (Piranhas - AL 31/07/1957). Deputado Estadual, secretário de Estado, prefeito municipal, vereador. Filho de Rosalvo Machado Freitas e Cacilda Damasceno Freitas. Primário no Grupo Escolar Manoel Porfírio, Piranhas (1968) o ginásio e colegial no Colégio Estadual Atheneu Sergipense (1972 e 1975, respectivamente). Graduação em Agronomia, UFAL (1980) em Direito, CESMAC (2005) e História, FTC-EAD, Olho d´Água das Flores (2009). Especialização Planejamento e Administração de Projetos Agrícolas OEA/PNUD/SUDENE, Recife (1985). Pós-Graduação em Gestão Pública, CEFET/AL (2004). Prefeito de Piranhas por três mandatos (1989-93; 2001-05 e 2006-09). Exerceu ainda um mandato de vereador (1983-89). Secretário de Saneamento e Energia do Estado de Alagoas (1994). Diretor de Recursos Humanos da Assembleia Legislativa (1997-98). Deputado Estadual pelo PSDB, para a legislatura 2011-15. Reeleito, em 2014, pelo PSB na coligação JUNTOS COM O POVO PELA MELHORIA DE ALAGOAS 1 (PP / PPS / PSDC / PRP / PR / PSL / PSB / SD / DEM).


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INÁCIO, José  

(AL?). Deputado estadual nas legislaturas 1927-28 e 29-30.


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IPANEMA  

cujo nome integral é IPANEMA ATLÉTICO CLUBE Fundado em 05/05/1923, e posteriormente assumiu o nome integral. Possui o Estádio Senador Arnon de Mello. Campeão do Torneiro de Acesso (1989). Participou dos Campeonatos Alagoano de 1990, em 1992, foi Vice-campeão Alagoano e em 1992 ficou em 3º colocado; e participou em 1994. Conhecido carinhosamente como Canarinho do Sertão.


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IPANEMA  

Rio dos estados de Pernambuco e Alagoas, nasce na Serra do Ororobá e deságua na margem esquerda do Rio São Francisco. Pertencente à vertente meridional-ocidental, desemboca em Alagoas na confluência com o rio Tapera e, segundo Ivan Fernandes Lima, ocupa um pequeno trecho de fronteira até o povoado de Guandu. -Banha, ao lado do seu vale, as cidades de Batalha e Santana de Ipanema, sendo que nesta forma um boqueirão que acompanha as fraturas ou falhamentos do pequeno maciço. Seu leito é de calhaus e seixos rolados, além das aluviões (areia, argila e restos orgânicos), formando terraços marginais ou no próprio leito. Desemboca a jusante da cidade de Belo Monte. Sua extensão total é de cerca de 220 km, grande parte em Pernambuco. Também denominado Panema.- "O rio Panema é navegável por canoas até pouco distante acima da sua barra; o seu leito é inquestionavelmente aurífero, pois no lugar denominado Poço, algumas léguas distante da barra, rio acima, achou-se um pedaço de ouro unindo duas grandes pedras, ao qual tinha pegado uma rede na ocasião em que alguns moradores vizinhos a tal paragem estavam pescando; para desembaraçar a rede um dos pescadores mergulhou e quebrou debaixo d`água o ouro, e do pedaço que trouxe acima, mandaram fazer uma imagem do Santo do lugar- ( Halfeld ). A Bacia do rio Ipanema - que envolve os municípios de Batalha, Belo Monte, Dois Riachos, Jaramataia, Major Isidoro, Maravilha, Olivença, Olho d-Água das Flores, Ouro Branco, Poço das Trincheiras e Santana do Ipanema, além do rio que lhe empresta o nome - inclui seus principais afluentes da margem direita: Bola, Tenente, Sítio, João Gomes e Desumano e da margem esquerda, onde se encontram os seus afluentes mais importantes: Camaxinga, Gravatá, Dois Riachos e Cachoeira, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas.


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IPANEMA, O  

O segundo jornal santanense passou a circular em 1956, dirigido pelos irmãos Eraldo e Geraldo Bulhões, contando com o apoio da professora Maria Wanderley.


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