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INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS - IFAL  

Sua história se inicia com a criação, em 23/09/1909, por decreto do Governo Federal, das escolas industriais em todo do País. Suas denominações foram muitas: Escola de Aprendizes Artífices de Alagoas (1909; Liceu de Artes e Ofícios (1937) Escola Industrial de Maceió (1942) Escola Industrial Deodoro da Fonseca (1956) Escola Industrial Federal de Alagoas (1965) Escola Técnica Federal de Alagoas - ETFAL (1968) Centro Federal de Educação Tecnológica - CEFET (1999) e, finalmente, em 2008, a denominação atual. Pela Lei 3.552, de 16/02/1954, alterada pelo decreto-lei 796, de 27/08/1969, tornou-se uma autarquia com a finalidade de ministrar ensino profissionalizante do segundo grau e manter cursos técnicos, como os de Mecânica, Eletrotécnica, Estradas, Edificações, Química Industrial e Eletrônica. Por meio da Lei 11.892/2008, foi implantada a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, com 38 institutos, dois CEFET´S, uma Universidade Tecnológica e o Colégio Pedro II. Em Alagoas, o IFAL é resultado de uma junção entre o Centro Federal de Educação Tecnológica de Alagoas- CEFET/AL e a Escola Agrotécnica Federal de Satuba - EAFS. Trata-se de uma instituição de educação profissional e superior, vinculada à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação( Setec/MEC) e que detém autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar equiparada às universidades federais. Com esse status, o IFAL é um complexo de educação que engloba pesquisa, extensão e ensino, desde a formação básica à pós-graduação, proporcionando, desse modo, uma formação integral o, por intermédio dos cursos de formação inicial, técnicos, superiores de tecnologias, bacharelado, de licenciatura e pós-graduação latu senso e strito sensu. O IFAL é composto pela Reitoria e cinco pró-reitorias (Ensino, Pesquisa, Extensão, Desenvolvimento Institucional e Administração e Planejamento) Dispõe de 16 campus, localizados em Maceió, Arapiraca, Batalha, Coruripe, Maragogi, Marechal Deodoro, Murici, Palmeira dos Índios, Penedo, Piranhas, Rio Largo, Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos, Satuba, União dos Palmares e Viçosa, além de ensino no bairro Benedito Bentes, em Maceió, atendendo mais de dez mil alunos.


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INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE ALAGOAS - IHGAL  

Instituição cultural, pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de sociedade civil, fundada em 02de dezembro de 1869.e reconhecida de utilidade pública pela lei nº 3.221 de 27 de junho de 1972. Destaca-se por sua Biblioteca - com mais de 14.000 volumes, inclusive obras raras, e um setor especializado em autores alagoanos; Hemeroteca, com cerca de 80 títulos de coleção de jornais antigos, alagoanos e de outros estados, reunindo, em especial, exemplares de jornais antigos, como o Íris Alagoense, Gutenberg, Gazeta de Notícias, Cruzeiro do Norte, A Província, A Tribuna, O Liberal, Gazeta de Alagoas, uma coleção completa do Jornal de Alagoas, a partir de 1915; Mapoteca - com 228 mapas; Museu, - mostruário de um acervo arqueológico, etnográfico, antropológico, histórico e artístico, composto de preciosas coleções mineralógica, numismática, arqueológica, paleontológica, antropológica e outros ramos das ciências naturais, salientando-se a Coleção Perseverança, a Coleção Altavila, a Coleção Montenegro e a Coleção Marroquim; Pinacoteca - com telas dos pintores Rosalvo Ribeiro, De Angelis (pintor italiano do séc. XIX), Virgílio Maurício, Lourenço Peixoto, José Paulino, Zaluar Sant-Ana e Pierre Chalita, entre outros, e Arquivo Histórico, reunindo um conjunto de documento antigos, alguns remontando ao século XVII. Destaca-se, ainda, pela Revista, que publica periodicamente. Sua missão é tornar conhecidas as riquezas naturais do Estado e investigar os fatos memoráveis do seu passado. Origem - -Convidados pelo presidente da província - José Bento da Cunha Figueiredo Júnior -, para reunião no próprio palácio da presidência, a ela compareceram 26 dos 43 convidados. A idéia de Figueiredo Júnior era de que a política separava os homens que eram a força mental das Alagoas. Liberais e conservadores se hostilizavam mutuamente, dando às lutas estéreis da politicalha provinciana todas as energias mentais. José Bento Júnior, talvez obedecendo aos interesses do seu próprio governo, procurou amortecer os rancores que as divergências políticas e os ataques pessoais na imprensa insuflavam diariamente, tornando pesado o ambiente social e perturbando a serenidade da vida administrativa. Lançou a idéia da fundação do Instituto, à feição do congênere carioca. A iniciativa foi bem acolhida por alguns, outros depois a aceitaram com sinceridade. O Instituto fundou-se, pelo menos no grêmio, que reuniu os expoentes mentais da província, dos dois matizes políticos, criou-se uma atmosfera alheia às questiúnculas de campanário.- Este é o motivo pela qual foi denominado Casa de Alagoas. No Brasil, no gênero, existiam somente duas instituições: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, criado na Corte Imperial, ou seja, no Rio de Janeiro, em 1838 e o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, criado em 1862, em Recife, e do qual Figueiredo Júnior era sócio. Estavam presentes na reunião: Silvério Fernandes de Araújo Jorge, Delfino Augusto Cavalcanti de Albuquerque, Olympio Euzébio de Arroxelas Galvão, Marianno Joaquim da Silva, Joaquim José de Araújo, José Ângelo Márcio da Silva, Roberto Calheiros de Mello, Luiz Barreto Corrêa de Menezes, Manoel Lourenço da Silveira, Eutíquio Carlos de Carvalho Gama, Possidônio de Carvalho Moreira, João Francisco Dias Cabral, João Lopes de Aguiar Muritiba, Francisco Peixoto Duarte, Antônio Procópio da Costa, Manoel Claudino de Arroxelas Jaime, Luís José de Mendonça, Leandro Ferreira Campos, José Francisco Soares, José Alexandre Passos, Tibúrcio Valeriano de Araújo, Ildelfonso de Paula Mesquita Cerqueira, Carlos de Mornay, Manoel de Vasconcellos Junior, Abílio de Souza Coutinho, José Antônio de Magalhães Bastos. Deixaram de comparecer: Thomaz de Bonfim Espíndola, José Alexandrino Dias de Moura, Antônio José da Costa, Antônio Joaquim de Souza Paraízo, Manoel Amâncio das Dores Chaves, Getúlio Vespasiano Augusto da Costa, José Antônio Bahia da Cunha, Manoel Sobral Pinto, José Bernardo de Arroxelas Galvão, Francisco Ildelfonso Ribeiro de Menezes, Miguel Felício Bastos da Silva, José Januário Pereira de Carvalho, Claudino Falcão Dias, Joaquim Serapião de Carvalho, Nicolau Tolentino da Costa, João Vasco Cabral e Iago Francisco Pinheiro. Neste mesmo 02/12/1896 foi eleita a mesa administrativa composta de: Presidente - Silvério Fernandes de Araújo Jorge; 1º. e 2º. vice - presidentes: José Ângelo Márcio da Silva e Francisco Peixoto Duarte, respectivamente; Secretário Perpétuo: João Francisco Dias Cabral; 2o. Secretário: Manoel Claudino d-Arroxelas Jaime; Orador: Marianno Joaquim da Silva; Tesoureiro: Manoel Lourenço da Silveira; Secretários Adjuntos: Ildelfonso de Paula Mesquita Cerqueira e Tibúrcio Valeriano de Araújo. Por proposta do presidente, aceita unanimemente, José Bento da Cunha Figueiredo Júnior foi escolhido como sócio honorário. No nº. 1 da revista da instituição, p. 7-8 está publicada a Ata da Sessão Solene de Instalação do Instituto Archeológico de Geográphico Alagoano em 2 de Dezembro de 1869. Na 2a. Sessão, de 17/12/1869, foram considerados sócios efetivos: José Alexandrino Dias de Moura e Antônio Joaquim de Souza Paraizo, e, como sócio honorário Alexandre José de Mello Moraes, residente no Rio de Janeiro. Na sessão de 18/02/1870, o presidente comunica que Thomaz do Bonfim Espindola e Francisco Ildelfonso Ribeiro de Menezes -aceitavam o lugar de sócios efetivos, tendo deixado de comparecer à sessão de instalação por motivo justo.- Em 13/5/1870 são aprovados, como sócios efetivos: João Gomes Ribeiro Júnior e Filinto Elísio da Costa Cotrim e 27 sócios correspondentes. Na sessão de 27/05, José Januário Pereira de Carvalho e Manoel Amâncio das Dores Chaves são considerados sócios efetivos -senão por compreendido se acharem na lista de pessoas convidadas para a instalação do Instituto e terem ultimamente declarado que aceitavam tais lugares.- Nesta mesma sessão foram aprovados mais seis sócios correspondentes. Na sessão de 29/07 -aprovou a casa que de sua parte oficiasse o senhor orador à família do falecido consócio, o vigário Jacinto Candido de Mendonça dando sinceros pêsames-, embora em nenhuma lista anterior apareça o nome do referido vigário. Em 26 de agosto do mesmo ano é aprovado Jacinto Paes de Mendonça Jaraguá, como sócio efetivo, enquanto outros sócios correspondentes continuavam sendo aprovados a cada sessão. Em 24 de setembro, Aureliano Cândido Tavares Bastos e Ladislau Neto são aprovados como sócios honorários e Manoel de Souza Braga como sócio efetivo. Em oito de outubro é a vez de Luiz Antônio Moreira de Mendonça ser aprovado na qualidade de sócio efetivo. Em dois de dezembro, no primeiro aniversário do Instituto era empossada a mesa, para a qual tinham sido reconduzidos aqueles eleitos no dia da instalação da instituição. Ao final do primeiro número da Revista do Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano, da qual foram retiradas as informações acima, encontra-se em suas páginas 30 a 32 o -Quadro Demonstrativo dos Sócios do Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano- com a curiosidade de, nos efetivos, não constarem 13 daqueles que estavam na sessão de instalação, e, ainda, se encontrar os nomes do engenheiro Frederico Merei e de Inácio de Barros, os quais não constavam nem na sessão de instalação, nem naqueles propostos e, até então, aprovados posteriormente. Na verdade o nome de Ignácio de Barros só seria aprovado na sessão de 02/03/1872. São, por aquela publicação, Sócios efetivos: Antônio Procópio da Costa, Carlos Mornay, Domingos Bento da Moeda e Silva, Francisco Ildefonso Ribeiro de Menezes, Frederico Merei, Francisco Peixoto Duarte, Ignácio de Barros, Jacinto Paes de Mendonça Jaraguá, João Francisco Dias Cabral, João Gomes Ribeiro Júnior, José Alexandre Passos, José Ângelo Marcio da Silva, José Francisco Soares, Leandro Ferreira Campos, Luiz Antônio Moreira de Mendonça, Manoel Amâncio das Dores Chaves, Manoel Claudino de Arroxelas Jaime, Manoel de Souza Braga, Manoel Lourenço da Silveira, Manoel de Vasconcelos Júnior, Mariano Joaquim da Silva, Olímpio Euzébio de Arroxelas Galvão, Possidônio de Carvalho Moreira, Roberto Calheiros de Melo, Silvério Fernandes de Araújo Jorge, Thomaz do Bonfim Espíndola e Tibúrcio Valeriano de Araújo (Nesta lista não constam os sócios Antônio Joaquim de Souza Paraízo, Felinto Elísio da Costa Cotrim, José Alexandrino Dias de Moura e José Januário Pereira de Carvalho). Sócios Correspondentes: Antônio Menezes Vasconcelos de Drumond, Antônio Pereira Camelo, Aristides José Correia, Barnabé Elias da Rosa Calheiros, Benjamin Franklin da Rocha Vieira, César Augusto Marques, Delfino Augusto Cavalcante de Albuquerque, Domingos de Azevedo, Eduardo José de Moraes, Emilio de Moraes Dias, Epaminondas Hipólito Gracindo, Floriano José de Miranda, Francisco Manoel Raposo de Almeida, Francisco Rochael Pereira de Brito Menezes, João Fernandes Chaves, João Francisco Duarte, João Luiz da Silva Reis, João Severiano da Fonseca, Joaquim Cavalcante de Albuquerque, Joaquim Telésforo Lopes Vianna, José de Maia Melo, José de Santa Engrácia Cavalcante, José Próspero Jehová da Silva Caroatá, José Torquato de Araújo Barros, José Soares do Rego, Leopoldo Augusto Deocleciano de Mello Cunha, Lúcio Soares de Albuquerque Eustáquio, Manoel da Costa Honorato, Manoel Fernandes de Araújo Jorge, Manoel Joaquim dos Santos Paturi, Manoel Vieira da Fonseca, Mariano Joaquim Cavalcante, José Marcelino Pereira de Vasconcellos, Nicodemos de Souza Moreira Jobim, Pedro Antônio da Costa Moreira, Pedro Paulino da Fonseca, Rosendo César de Góes, Teófilo Fernandes dos Santos, Teotônio Ribeiro da Silva, Vicente Ferreira de Meira Lina. Sócios Honorários: Alexandre José de Mello Moraes, Antônio Joaquim de Melo, Aureliano Cândido Tavares Bastos, João Lins Cansanção de Sinimbu, José Bento da Cunha Figueiredo Júnior, Ladislau Neto, presidente do Instituto Histórico de Goiana, o secretário do mesmo. Atualmente, segundo seus estatutos, há três categorias de sócios: Efetivos, Honorários e Beneméritos. São fins da instituição: I - Adquirir e coligir documentos, livros, manuscritos e outros objetos tocantes a acontecimentos, tradições e pessoas notáveis, sobretudo de Alagoas; II - assinalar, com inscrições ou monumentos, lugares onde ocorrem fatos notáveis da história de Alagoas; III - manter seções de arquivo, biblioteca, hemeroteca, museu, mapoteca e semelhantes; IV - entreter relações com sociedades congêneres do país e do estrangeiro; V - aceitar, a título de depósito, documentos e arquivos particulares; VII - publicar, sempre que for possível, uma revista de divulgação de documentos e trabalhos notáveis e fatos da vida do Instituto. Além da Revista, poderá publicar, em avulsos, obras, memórias e quaisquer trabalhos valiosos, assim como auxiliar outras publicações que interessem aos seus fins; VII - celebrar reuniões e conferências, nas quais se discutam ou exponham assuntos relacionados com seus intuitos; VIII - instituir prêmios para trabalhos de História, Geografia, Ciências Naturais e outros relacionados com o Estado de Alagoas e o escopo do Instituto; IX - colaborar intelectualmente com os poderes públicos do Estado na restauração, conservação ou criação de obras, edifícios ou trabalhos que lembrem ou exaltem fatos da História de Alagoas, podendo igualmente propor-lhes ou sugerir o restabelecimento de nomes que não devam ficar esquecidos. A escolha de patronos para as cadeiras só ocorreu em 1985. Segundo se depreende da leitura da carta Escolha de Patronos Para as Cadeiras do IHGAL, assinada pelos sócios Moacir Medeiros de Sant-Ana, na qualidade de relator, Carlos Moliterno e Tobias Medeiros, os ocupantes de cada cadeira, à época, definiram os seus patronos, sendo que somente quatro teriam sido definidos pela Diretoria. (Revista do IHGAL, V. LVI, anos 1986-1988, p. 305-7. Escolha aprovada na resolução da Diretoria em Assembleia Geral de 28 de agosto de 1985. Patronos: Cadeira 1 - José Antônio Duarte; cadeira 2 - Teotônio Ribeiro Silva; cadeira 3 - Osório Calheiros Gato; cadeira 4 - Francisco Peixoto Duarte; cadeira 5 - Francisco Inácio de Carvalho Moreira ( Barão de Penedo) cadeira 6 - Aminadab Monteiro de Cerqueira Valente; cadeira 7 - Osman Loureiro de Farias; cadeira 8- Mário de Carvalho Lima; cadeira 9 - Silvério Fernandes de Araújo Jorge; cadeira 10 - Joaquim Goulart de Andrade; cadeira 11 - João Francisco Dias Cabral; cadeira 12 - Jayme de Altavila (Anfilófio Jayme de Altavila) cadeira 13 - Manoel Moreira e Silva; cadeira 14 - Romeu de Avelar (Luiz de Araújo Morais) cadeira 15 - Francisco Antônio da Costa Palmeira; cadeira 16 - Manoel Claudino de Arroxelas Jaime; cadeira 17 - Aureliano Cândido Tavares Bastos; cadeira 18 - Inácio Aprígio da Fonseca Galvão; cadeira 19 - Alberto do Rego Lins; cadeira 20 - Paulino Rodrigues Santiago; cadeira 21 - Manoel Buarque; cadeira 22 - Olímpio Euzébio de Arroxelas Galvão; cadeira 23 - Francisco Henrique Moreno Brandão; cadeira 24 - Orlando Valeriano de Araújo; cadeira 25 - José Próspero Jeová da Silva Coroatá; cadeira 26 - Djalma Mendonça; cadeira 27 - Antônio Guedes de Miranda; cadeira 28 - Aurino Vieira Maciel; cadeira 29 - Cícero Teixeira de Vasconcelos; cadeira 30 - Alexandre José de Melo Moraes; cadeira 31 - Hugo de Souza Moreira Jobim; cadeira 32 - Otávio Brandão; cadeira 33 - Mário dos Wanderley; cadeira 34 - José Bento da Cunha Figueiredo Júnior; cadeira 35 - Elísio de Carvalho; cadeira 36 - Manoel Diegues Júnior; cadeira 37 - Wenceslau de Almeida; cadeira 38 - Manoel Tomaz de Bonfim Espíndola; cadeira 39 - Manoel Maurício de Albuquerque; cadeira 40 - Alfredo de Barros Loureiro Brandão; cadeira 41 - Luís Lavenère Vanderley; cadeira 42 - José Silveira Camerino; cadeira 43 - Aníbal Falcão Lima; cadeira 44 - João Severino da Fonseca; cadeira 45 - João da Costa Palmeira; cadeira 46 - Jurandir Gomes; cadeira 47 - Adriano G. de Araújo Jorge; cadeira 48 - João Craveiro Costa; cadeira 49 - Nicodemos de Souza Jobim; cadeira 50 - José Alípio Goulart; cadeira 51 - Francisco Calheiros da Graça; cadeira 52 - Francisco de Paula Leite e Oiticica; cadeira 53 - Joaquim Tomás Pereira Diegues; cadeira 54 - Pedro Paulino da Fonseca; cadeira 55 - Artur Ramos de Araújo Pereira; cadeira 56 - Estevão de Menezes Pinto; cadeira 57 - Joaquim Inácio Loureiro; cadeira 58 - José Avelino Silva; cadeira 59 - Adriano Jorge Filho; cadeira 60 - Carlos Pontes. Sócios Efetivos em 2015: Cadeira 1: Nádia Fernanda Maia de Amorim; cadeira 2: Ângela Maria Moreira Canuto; cadeira 3: Dirceu Acciloy Lindoso; cadeira 4: Álvaro Antonio Melo Machado; cadeira 5: Heider Lisboa de Sá Junior; cadeira 6: Fábio Máximo de Carvalho Marroquim; cadeira 7: Clara Suassuna Fernandes; cadeira 8: Carlos de Barros Mero; cadeira 9: Pedro Bernardo de Carvalho Filho; cadeira 10: Jorge Toledo Florêncio; cadeira 11: ; cadeira 12: Jayme Lustosa de Altavila; cadeira 13: Luiz Nogueira Barros; cadeira 14: Diogénes Tenório de Albuquerque Júnior; cadeira 15: Laércio Madson de Amorim Monteiro; cadeira 16: Marcos Bernardes de Mello; cadeira 17: ; cadeira 18: ; cadeira 19: Ronaldo de Andrade Silva; cadeira 20: Maria Teomirtes de Barros Malta; cadeira 21: Ricardo Nogueira Bezerra; cadeira 22: Lincoln de Souza Cavalcante; cadeira 23: Tobias Medeiros; cadeira 24: João Ribeiro de Lemos; cadeira 25: Fernando Antônio Gomes de Andrade; cadeira 26: Claudemiro Avelino de Souza; cadeira 27: Carlos Ramiro Basto; cadeira 28: Alexandre Dantas Cavalcante; cadeira 29: Antônio Julião R. Marques; cadeira 30: Pedro Teixeira Cavalcanti; cadeira 31: Antônio Sapucaia da Silva; cadeira 32: Péricles V. Brandão de Almeida; cadeira 33: ; cadeira 34: José Roberto Santos Lima; cadeira 35: Selma Teixeira e Britto; cadeira 36: Dilmar Lopes Camerino; cadeira 37: Moacir Medeiros de Sant-Ana; cadeira 38: Rosiane Rodrigues Cavalcanti; cadeira 39: Agatângelo Vasconcelos; cadeira 40: Cel. José Fernando de Maya Pedrosa; cadeira 41: Manoel Machado Ramalho de Azevedo; cadeira 42: ; cadeira 43: Milton Hênio Neto de Gouveia ; cadeira 44: Alberto Rostand Lanverly; cadeira 45: Silvana Quintella Cavalcanti Calheiros; cadeira 46: Olavo de Freitas Machado; cadeira 47: Teotônio Brandão Vilela Filho; cadeira 48: Marcos Antônio Rodrigues Vasconcelos Filho; cadeira 49: José Thomáz da Silva Nonô Neto; cadeira 50: Luís Sávio de Almeida; cadeira 51: Ismar Malta Gatto; cadeira 52: Alvacy Lopes do Nascimento; cadeira 53: Álvaro Queiroz da Silva; cadeira 54: Manoel de Melo Maia Nobre; cadeira 55: Solange Lages Chalita; cadeira 56: Maristher Moura Vasconcelos; cadeira 57: Eduardo Tavares Mendes; cadeira 58: ; cadeira 59: George Sarmento Lins Junior; cadeira 60: José Francisco da Costa Filho. O imóvel, onde está instalado o IHGAL foi adquirido em 23/12/1909 de Américo Passos Guimarães, por iniciativa do presidente Manoel Baltazar Pereira Diegues, que não poupou esforços em conseguir junto ao Governo Estadual a quantia de trinta e cinco contos de réis, para a compra da nova sede, pondo fim a uma peregrinação em casas de aluguel. Essa guarda do acervo em prédio próprio veio contribuir para uma melhor conservação das coleções, sujeitas ao desgaste das mudanças antes frequentes. Pelo Dec. 4 459, de 10 de janeiro de 1922, o Presidente Epitácio Pessoa autorizou a concessão de um auxílio de 50.000$000 (cinquenta contos de réis) para a construção do edifício do Instituto Arqueológico e Geográfico de Alagoas. Estes recursos possibilitaram a adaptação do prédio às funções culturais a que estava destinado. Na ocasião, foi encomendado um mobiliário à firma que enviou, do Pará, trinta e seis cadeiras, uma tribuna e mesa para a presidência com monograma da instituição, uma sala de visitas completa em estilo "art nouveau", estantes, birôs, mesas. Esses móveis ornam, atualmente, várias salas do IHGAL. Em 1953, iniciou-se a construção de uma nova ala para atender às necessidades da entidade. O então presidente, Orlando Araújo, solicitou o projeto de um salão nobre, que foi desenhado em linhas neoclássicas. A construção prolongou-se durante a gestão de Osório Gatto, tendo sido concluída em 1958, sob a direção de Jayme de Altavila. Continuando a série de melhoramentos e reformas, a diretoria do Instituto, com José Lages Filho na presidência, levou a efeito um plano de aproveitamento de quase toda a parte térrea, com deslocamento de mais de 1.500.000m3 de barro e a transformação dela em área funcional, isto é, em doze salas e pequeno ajardinamento. Nessa parte acha-se instalada a seção de arqueologia e etnografia indígena, ou seja, a Coleção Jonas Montenegro, nome do principal doador. Pôde realizar esee plano graças aos recursos recebidos do DAC-MEC, então dirigido pelo Prof. Manoel Diegues Junior. Deve-o também, à cooperação do arquiteto Pierre Chalita, sócio benemérito do Instituto, idealizador e autor das plantas de reforma. O Velho Salão Nobre (Salão Orlando Araújo) está transformado, hoje, em recinto, com ar condicionado, portas de vidro e forro acústico. Na lateral direita foi construído um anexo, onde se encontra a sala de restaurações. Em 10 de outubro de 1929, muda de nome de Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano para Instituto Histórico de Alagoas. Administrado por uma diretoria eleita a cada dois anos, o Instituto se reúne, em sessão ordinária, na última quarta-feira de cada mês. A 16 de setembro e a 02 de dezembro, obrigatoriamente, sessões solenes comemoram a Emancipação Política de Alagoas e o aniversário do Instituto, respectivamente.Ainda, promove, anualmente, cursos, conferências e franquia seu acervo à pesquisa, e à visitação pública, e edita uma revista, coletânea de importantes contribuições de valor histórico e científico. Em 02 de dezembro de 1872 foi publicado o seu primeiro número, com o título de Revista do Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano. É o mais antigo órgão da imprensa atualmente em circulação Até o seu volume XV, ano 5º, referente ao ano de 1931, manteve essa denominação, que em 1932 muda para Revista do Instituto Histórico de Alagoas. A partir de 1972 passou a adotar o nome atual, ou seja Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. De 1872 a 1876 saiu semestralmente, porém, a partir de 1877 sua periodicidade tornou-se irregular. Com relação ao aumento para 60 do número de associados, somenteidentificamos na revista n. 41, edição de 1989, correspondente aos anos 1986-1888, na p. 319, Relatório das Atividades do IHGAL no ano de 1985, na gestão do então presidente Medeiros Neto, o seguinte registro: -Ampliou-se o número de sócios para 60.- Presidentes: Silvério Fernandes de Araújo Jorge, da sua fundação até 19/07/1872; Roberto Calheiros de Melo, de 02/12/1872 até sua morte, em 04/05/1895; Adriano Augusto de Araújo Jorge, de 02/12/1896 até seu falecimento, em 03/04/1901; Manoel Balthazar Pereira Diegues Júnior, de 12/07/1901 a 29/08/1922; Francisco de Paula Leite e Oiticica, de 08/12/1922 até seu falecimento, em 16/07/1925; Demócrito Brandão Gracindo, de 02/12/1925 a 25/09/1927, quando faleceu; Orlando Valeriano de Araújo, de 02/12/1927, até sua morte, em 08/09/1953; Osório Calheiros Gatto, de 02/121953 a 02/12/1958; Anfilófio Jayme de Altavila Melo, de 02/12/1958 até seu falecimento, em 260/3/1970; José Lages Filho, de 02/12/1970 a 17/11/1983; Luiz de Medeiros Neto, de 02/12/1983 até sua morte, em 08/11/1992; Jaime Lustosa de Altavila, desde 02/12/1993. Secretários Perpétuos: João Francisco Dias Cabral, de 02/12/1869 a julho de 1885; Luiz Joaquim da Costa Leite, de julho de 1885 a 06/6/1923; Luiz de Mascarenhas, de 06/06/de 1923 a 23/06/1926; João Craveiro Costa, de 23/06/1926 a 31/08/1934; Luiz Lavenère Wanderley, de 31/08/1934 a 1943; Abelardo Duarte, de 1943 a 07/03/1992; José Franklin Casado de Lima, de 1992 a 07/02/20010 e Luiz Nogueira de Barros, a partir de 28/03/2001. Foram publicadas: Primeira Conferência Alagoana de História e Geografia. Promovida pelo Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano - Programa - Regulamento, Maceió: Tip. da Livraria Vilas Boas, 1919; Recepção ao Exmo. Sr. Conselheiro Afonso Augusto Moreira Pena, Por Ocasião de sua Visita em 31 de Maio de 1906. Discurso Proferido pelo Bacharel Joaquim Thomaz Pereira Diégues, Orador do Instituto, Maceió: Of. Fonseca, 1907; O Centenário da Emancipação de Alagoas. Livro Publicado pelo IHGAL, IAGA Em Comemoração à Independência Política de Alagoas, em 16 de Setembro de 1817, Maceió: Casa Ramalho, 1919; Documentos Para a História da Independência, Recife: Editora Universitária da UFPE, 1972; Catálogo Ilustrado da Coleção Arqueológica - Coleção Jonas Bezerra Montenegro. Trabalho de Classificação do Prof. Arthur Napoleão Figueiredo e Maria Helena de Amorim, Maceió: IHGAL/Recife: Gráfica Recife, 1976; Catálogo da Coleção Etnográfica Indígena. Coleção Jonas Bezerra Montenegro. Trabalho de Classificação do Prof. Artur Napoleão Figueiredo e Maria Helena de Amorim, SERGASA, 1977. Publica ainda sua REVISTA. que está no nº 51 de 2014.


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INSTITUTO LUMEIRO  

Organização não governamental fundada em janeiro de 2010 em Maceió. Atua principalmente na área de literatura, promovendo diversos eventos como o Papel no Varal (sarau de poesias, instalação e intervenção urbana), shows de poesia/musica (Djavaneando Lêdo, Bukowski Blues, Piazzollando Quintana, Um Trenzinho pra Drummond), rodas de leitura, oficinas de leitura de poesia.


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INSTITUTO PENEDENSE  

Jornal. Surge em Penedo, em 10/5/1903, como "órgão do Instituto Penedense .- Diretor: João Duarte de Barros. Publicado de três em três meses, até a extinção do estabelecimento, com a morte do seu diretor, em outubro de 1905.


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INSTITUTO ZUMBI DOS PALMARES - IZP  

Criado em 08/01/2001, por meio da Lei Estadual nº 6224, vinculado a Secretaria de Comunicação. É um complexo de comunicação que abriga a TV Educativa de Alagoas, o Espaço Cultural Linda Mascarenhas, as Rádios Educativas FM Maceió, Arapiraca, Porto Calvo e a Rádio Difusora AM. Tem como foco principal divulgar o entretenimento, elevação do conhecimento e formação do cidadão, numa comunicação plural e voltada para o interesse coletivo.


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INSTRUÇÃO  

Jornal. Surge em Penedo, em 1900, sob a direção de Octávio Gomes e outros.


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INSTRUÇÃO, A  

Jornal. "Órgão do Clube Literário Gonçalves Dias.- surge em Maceió, em 29/06/ 1884. Publicação mensal. Direção: Ovídio Lobo, Horácio Vieira e Leopoldo Lima.


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INSTRUÇÃO, A  

Jornal. Surge, em São Luis do Quitunde, em 01/10/1883, como órgão literário e noticioso do Colégio José de Alencar. Semanal. Impresso na tipografia de Manoel Iago de Melo Aguiar, que era diretor do colégio.


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INTENDENTE  

Os chefes dos executivos municipais, até 1925, assim eram denominados, em herança oriunda do Império.


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INTERESSE PÚBLICO, O  

Jornal. Surge em Palmeira dos Índios, em 09/08/1865. Impresso com tipos - de cortiça de cajazeira - fabricado por seu próprio fundador. Proprietário, Manoel Antônio de Oliveira Melo. Foram publicados quatro números, com duas colunas, em papel colorido. IHGAL - 1865: agosto e outubro.


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