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IDUART, nome artístico de Irene Duarte da Silva  

 (Palmares - PE 20 ou 29 ?/07/1937). Pintora, assistente social. Filha de José Duarte da Silva e de Maria Izabel Duarte. Radicou-se em Alagoas desde os finais dos anos 1950. Formação em Serviço Social pela UFAL(1955). Autodidata, posteriormente fez curso no ateliê da Fundação Pierrre Chalita (1979-84). Em 1976, realizou o Curso Intensivo de Artes Infantis, com Maria Tereza Godinho Veigas, promovido pelo SENEC e pela Associação Profissional de Assistentes Sociais de Alagoas - APASAL. Em 1975, curso de Técnicas de Desenho a Mão Livre, da UFAL e International Women´s Club of Alagoas. Em 1987, curso A Estética do Mundo Moderno, ministrado por Marcus de Lontra Costa, sob o patrocínio da Pinacoteca Universitária/SESC e Galeria Karandash. Nesse mesmo ano, participou do Seminário sobre Criatividade, Análise Crítica e Problemas da Comunicação na Linguagem Visual, da UFAL/IHGAL Trabalhou, como assistente social, na Secretaria de Saúde. Individuais: 1986: Espaço Galeria; Galeria do PRODUBAN, promoção do International Women´s Club of Alagoas. Coletivas: 1978: Galeria Rosalvo Ribeiro, da Prefeitura Municipal de Maceió, FEMAC; Galeria Miguel Torres, FUNTED; Galeria Lourenço Peixoto, DAC. 1979: Galeria Rosalvo Ribeiro; Galeria Lourenço Peixoto; VII Festival de São Cristóvão, São Cristóvão - SE.; Festival de Verão de Marechal Deodoro. 1980: Galeria Rosalvo Ribeiro; Galeria Miguel Torres, Pinacoteca da UFAL; Dez Artistas da Fundação Pierre Chalita, Museu do Estado de Pernambuco, Recife-PE; Museu de Arte Contemporânea de Olinda, Olinda-PE. 1981; Galeria Lourenço Peixoto, Línea Decorações; IHGAL; Festival do Cinema de Penedo; Museu de Arte Contemporânea de Salvador, BA. 1983: Galeria Miguel Torres; Línea Decorações; IHGAL; Associação Comercial de Maceió. 1984: Galeia Miguel Torres; Sucata Decorações; Pinacoteca da UFAL; Caixa Econômica Federal, Grupo Vivarte; 1º Festival do Mar. 1985: Pinacoteca da UFAL - Promoção Women´s Club of Alagoas. 1986: Galeria do SESC; Galeria Karandash, Galeria Mário Palmeira; Núcleo de Arte e Cultura Nova Era, São Paulo/SP. 1987: Centre Internacional D´Art Contemporain, Paris-França; Fid Arte, Itália; Academia Pietro Vannuci, Itália; Teatro Mohamed V, Rabat, Marrocos; Galeria do SESC; Galeria Karandash; Galeria Mário Palmeira; Núcleo de Arte e Cultura Nova Era, São Paulo/SP; I Salão de Artes Plásticas de São Paulo/Rio Grande do Sul; II Salão Nacional de Artes Plásticas São Paulo/Paraná/Curitiba/Londrina; Núcleo de Arte e Cultura, no Salão das Artes Plásticas; Galeria ADECAP, São Paulo/SP. 1989: Alagoas Arte Atual, Fundação Pierre Chalita. Menção Honrosa no Prêmio Internacional de Artes Plásticas, atribuído pelo Núcleo de Arte e Cultura Nova-Era, de São Paulo e, desde então, pela mesma instituição, tem participado de coletivas: duas vezes na Itália, em Paris e em Marrocos. É um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas, editado em Maceió, em 1989, sob a coordenação de Romeu de Mello Loureiro, bem como na obra Arte Alagoas II, publicada quando da exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge de Lima, pela Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, sob a curadoria de Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. Prêmios: 1980: 1º lugar no concurso Aurélio Buarque de Holanda, promovido pelo Funchalita e Caixa Econômica Federal. Em 1990, suas obras Transmutação e Símbolos de uma Eleição foram selecionadas para o prêmio Internacional de Artes Plásticas Brasil - China, participando das coletivas nas cidades de Pequim e Xangai.


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IDÉA, A  

Jornal. Surge em Penedo, em março de 1885, -publicam-no duas vezes por mês.- Propriedade dos alunos do Colégio São João. Impresso na Tipografia Luso-Brasileira.


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IFA, Sérgio  

(Curitiba - PR). Escritor, professor. Graduação em Língua e Literatura Inglesa, PUC/SP (1991). Graduação em Complementação Pedagógica, Mackenzie (1994). Mestrado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, PUC/SP (2000). Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, PUC/SP (2006). Servidor público na UFAL, desde 2008. Membro do corpo editorial Letras & Letras (UFU), desde 2009 e The Especialist (PUC/SP), desde 2009. Obra: Capítulo de livro: Professores de Inglês e Suas Crenças Sobre o Uso do Computador nas Aulas de Inglês, in Linguagem em Uso, Roseanne Rocha Tavares (org.), Maceió: EDUFAL, 2009, p. 185-214.


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IGACI  

Serra, segundo IFL, parte do Pediplano Sertanejo.


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IGACI  

Município. -O Antigo Olho d`Água do Acióli era um povoado no município de Palmeira dos Índios. Deve-se ao português João de Lima Acioli o começo do seu povoamento. No início do século XIX, ele implantou ali um sítio que desenvolveu a região. O grande número de fontes de água que existiam no local, fez com que fosse chamado de Olho d-Água do Acioli. E esta água abundante contribuiu para que muitas famílias do sertão para lá se mudassem. O maior incremento, contudo, deu-se em 1877, quando ocorreu a maior estiagem de que até então se havia tido notícia. A fartura de água determinou a formação do primeiro aglomerado urbano no local. Está assente na serra do seu nome, onde se estendem à direita e à esquerda lavouras de algodão circuladas de florestas e arbustos em cujo vale oriental mana a fonte que lhe dá o nome e abastece a população de água potável em abundância nas secas mais prolongadas e extremas. Entre os pioneiros que contribuíram para o rápido desenvolvimento do núcleo figuram Serapião Sampaio, Santos Silva, Bartolomeu de Souza Vergueiro, Justino Luz e as famílias Torres e Tomás de Albuquerque. A Lei Estadual de 15/6/1904, elevou Olhos d-Água do Acioli à categoria de vila, como distrito de Palmeira dos Índios. A implantação da estrada de ferro pela Great Western, depois RFFSA, também contribuiu para a afirmação econômica da vila. Nessa mesma época teve o nome mudado para Igaci. Ao tenente Severino Alves de Lima e ao concurso do povo é devida a fundação da igreja de N. Sra. da Saúde, com adro, cruz, capela-mor de pedra e cal, sino e cemitério. Fica encostada à serra do seu nome. O terreno do distrito é plano, junto ao povoado. É do vale oriental da serra do Cuité que deriva a fonte perene d`água potável da povoação, através da qual se espraia, ora em charco, ora em arroio, correndo para o nascente, e logo depois para o N. até cair no rio Coruripe pela margem direita, distante 3 km,- A Revista do IAGA publicou, em seu número 6, de junho de 1875, o trabalho Memória Estatística e Geográfica dos Olhos d`Água do Accioly, de Temístocles Soares do Albuquerque Leão, onde se encontra: -Data dos fins do século XVIII a primeira fazenda de criar que sobre a eminência em que demora a Rua do Paraguai fora aberta e se compunha de casa, cercado, doze vacas e as terras dos Olhos d-Água e Lagoa da Pedra, consagradas ao patrimônio do Sacramento por título de doação, como consta do assento de um antigo livro, arquivado na matriz da cidade de S. Miguel. É a mais remota origem da povoação. Apesar de todas as incertezas que pairam sobre a forma da transferência do patrimônio, assunto pelo qual as informações passam de longe, é constante que Ignacio Accioly sucedeu na posse e domínio das terras há trinta e cinco ou quarenta anos e construíra duas moradas de casa, uma no local que se eleva no fundo da igreja de N. S. da Saúde e outra nas vizinhanças da Pedra do Negro, onde abrira e fundara sítios de lavoura de algodão.- Criação do município: 27/12/1957, pela Lei 2087, sendo instalado em 12/01/1959. Desmembrado de Palmeira dos Índios. Seu topônimo se deve à fartura de água, juntamente com o sobrenome do seu primeiro povoador. Encontra-se na zona fisiográfica Sertaneja, parcialmente incluído no Polígono das Secas na microrregião de Palmeira dos Índios e na mesorregião do Agreste Alagoano. Sua base econômica é a agropecuária. Igacenses.


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IGREJA BATISTA  

A primeira, em Maceió, foi inaugurada em 13/05/1923.


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IGREJA NOVA  

Município. -Situado junto à extrema ocidental da lagoa formada pelo rio Boassica, a 5 léguas ao NO. de Penedo, sobre um terreno que se eleva da margem da mesma lagoa. No lado ocidental da grande lagoa formada pelas águas do rio São Francisco, que para ela entram nas enchentes desse rio por diversas embocaduras, sendo a principal a do rio Boacica, cerca de duas milhas acima de Penedo, havia uma povoação, inicialmente conhecida por Ponta das Pedras, pelo fato de no ponto de desembarque existirem grandes quantidades de pedras, povoada por pequeno número de habitantes -- pescadores vindos de Penedo -, quase todos ligados entre si por parentesco de consanguinidade ou afinidade. Mais tarde, a povoação passou a denominar-se Oitiseiro, pela existência de uma árvore desse nome. Nesse lugar havia uma pequena capela ou ermida, sob o padroado de São João. Arruinando-se essa capela, resolveram os habitantes da localidade, em 1908,construir uma maior, o que levaram a efeito com auxílio de esmolas. Passaram a chamar de Igreja Nova, abandonando-se, pouco a pouco, o antigo nome de Oitizeiro. A povoação foi desmembrada de Penedo e teve seus limites fixados pela Resolução 849, de 1880. As primeiras tentativas de elevar o povoado à vila (leis de 1885 e 1889) não surtiram efeito. Porém, em 11/09/1890, pelo Decreto 39, o processo se completa e a nova vila passa a denominar-se Triunfo. Sua instalação se deu em 12/01/1891. Porém, sofrerá avanços e recuos. A elevação à categoria de cidade se deu pela Lei 15, de 16/05/1892. Suprimido o município seu território foi anexado ao município de Penedo, pela Lei n. 82, de 20/07/1895, restaurado pela Lei n. 162, de 28/05/1897. Por fim, a Lei 1.139, de 30/06/1928, restaurou, também, a denominação de Igreja Nova.A criação da freguesia se deu pela Lei 849, de 17/06/1880, sob a invocação de São João Batista,- Como comarca, inicialmente, foi termo de Penedo. Elevada à categoria de comarca em 11/11/1952.Desmembrado do município de Penedo. Encontra-se na microrregião de Penedo e na mesorregião do Leste Alagoano. Sua base econômica é a agropecuária, sendo um dos maiores produtores de arroz. Desenvolve projetos de piscicultura, que encontra no município um laboratório natural. Igrejanovenses


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IGREJA PRESBITERIANA  

Inaugurada em 25/12/1913, foi o primeiro templo construído em Maceió para o culto protestante.


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IGREJA, João  

(Penedo- AL ?). Pintor de cerâmica e grande executor de relevos da arte cemiterial.


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ILHA DO FERRO  

Local no município de Pão de Açúcar, onde se encontra um centro expressivo de artesãos, destacando-se Aberaldo, Deolinda Dias, Fernando e Saturnino, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia de Pedrosa, p. 59, p. 82.


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