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FALCÃO, Pedro Barreto  

(Viçosa - AL 14/05/1902 - Maceió - AL 05/09/1945). Jornalista, estatístico. Em 1939, chefiava uma secção do Departamento Estadual de Estatística quando foi requisitado pelo IBGE e nomeado Diretor de Estatística do Rio Grande do Sul, tendo chefiado nesse estado os trabalhos do recenseamento de 1940. Voltando para Alagoas, organizou e dirigiu o Departamento das Municipalidades. Foi redator-chefe do Jornal de Alagoas, em 1934. Colaborou na Gazeta de Alagoas. Obra: Uma Interessante Experiência de Revitalização das Células Municipais, Rio de Janeiro: IBGE, 1943, 13 p. (Separata da Revista Brasileira de Estatística, n. 13. Jan/mar. 1943). Publicou-se: O Sentido Nacionalista da Obra de Tavares Bastos, in Tavares Bastos Visto por Alagoanos, coordenação de Moacir Medeiros de Sant-Ana, Maceió: Assembleia Legislativa Estadual, [IGASA], 1975, p. 195-202.


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FALCÃO, Renan  

(Maceió - AL 18/01/1915 - Maceió - AL 11/07/1993). Escritor, professor, médico. Filho de Raul Vieira Falcão e Carmela Milhaço Falcão. Estudos primários no Externato Santa Helena (1926). Secundário no Liceu Alagoano (1931). Graduou-se em Medicina, pela Faculdade de Medicina do Recife (1938). Curso de Zoonoses, Universidade Rural, RJ (1960). Curso sobre Classificação Internacional de Enfermidades, USP (1964). Nomeado, em 04/08/1939, professor da cadeira de Fisiologia do 1º ano do Curso de Odontologia da Escola de Farmácia e Odontologia de Alagoas. Em 1942, nomeado Médico Sanitarista do governo de Alagoas, prestando serviços em Palmeira dos Índios e Porto Calvo em 1943 em São Luiz do Quitunde em 1945 e em Mata Grande, 1947. Médico-Chefe em Marechal Deodoro. Chefe do Escritório Central da Divisão de Organização Sanitária do DNS, em Alagoas (1950). Diretor da Divisão de Assistência Social e Hospital, Departamento Estadual de Saúde (1958). Médico-Chefe do Serviço de Bioestatística e Epidemiologista, Chefe do Serviço de Doenças Transmissíveis e Médico-Chefe do Serviço de Bioestatística, do Departamento Estadual de Saúde (1963). Médico do INSS, de 1971 até quando se aposentou, em 1985. Membro do IHGAL, empossado em 31/10/1977 na cadeira 38, da qual Tomaz Espíndola é patrono, tendo apresentado, na ocasião, o trabalho Vinte Anos Difíceis. Obras: Contribuição para a História da Medicina em Alagoas, Revista do Arquivo Público, Maceió: I, 1962; Notícia Histórica Sobre a Bioestatística em Alagoas, Separata de Alagoas: 150 Anos, publicação do Departamento Estadual de Estatística, Maceió: 1970. Deixou inacabado o trabalho Anestesiologia no Estado de Alagoas.


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FALCÃO, Sebastião Marinho MUNIZ  

(Ouricuri - PE 06/01/1915 - Maceió - AL 14/06/1966). Deputado federal, governador, advogado, funcionário público. Filho de Lídio Marinho Falcão e Floripes da Rosa Muniz Falcão. Estudos secundários no Ginásio do Crato (CE ). Primeiro ano de Direito na Faculdade de Direito de Recife, diplomando-se pela Faculdade de Direito de Alagoas (1947). Antes, esteve na Escola Militar de Realengo (RJ.), onde não concluiu o curso. Exerceu o cargo de Delegado Regional do Trabalho nos estados de Alagoas, Sergipe e Bahia (1938-1943). Em 1950, elegeu-se deputado federal, na legenda do PST, mas logo depois filiou-se ao PSP. Membro das comissões de Legislação Social, de Justiça e do Vale do São Francisco. A partir de 1953, tornou-se vice-líder da bancada do PSP. Em outubro de 1955, elegeu-se governador, na legenda do PSP. Foi empossado em janeiro de 1956, mas, em 11 de setembro, a Assembleia Legislativa decidiu votar seu impeachment, em face do clima de violência que imperava no estado, dividido entre seus opositores e seus correligionários. A votação não ocorreu, pois a sessão da Assembleia se transformou em campo de luta, com mortos e feridos de ambos os lados. O episódio teve repercussão na imprensa e nos meios políticos nacionais, levando o governo de Kubitschek a decretar, em 15 do mesmo mês, a intervenção no estado, a cargo do general Armando de Morais Âncora. Votado, finalmente, o impeachment, em 18 de setembro, foi afastado do governo e substituído pelo vice-governador Sizenando Nabuco. Recorreu, porém, ao Supremo Tribunal Federal ( STF ), que lhe deu ganho de causa, e retornou à chefia do executivo estadual em 24 de janeiro de 1958, exercendo-a até janeiro de 1961. Em seu governo, foram criadas a Comissão de Desenvolvimento de Alagoas, a Companhia de Eletricidade e a Companhia Telefônica de Alagoas. Aconteceram também no seu governo: a ligação Maceió-Recife, por estrada asfaltada; a construção do fórum de Maceió; a ampliação da rede escolar; a construção do moderno II Centro de Saúde e da Estação Rodoviária de Maceió; a pavimentação da rodovia que liga o aeroporto dos Palmares ao município de Rio Largo. Em 1962, elegeu-se deputado federal, na legenda do PSP, para a legislatura 1963-1967. Vice-líder da maioria e do PSP na Câmara, e em maio de 1965 foi eleito vice-líder do bloco parlamentar da maioria. Em outubro de 1965, concorrendo pelo PSP, PTB e PSB, venceu as eleições para o governo do estado, derrotando Rui Palmeira e Arnon de Mello, ambos lançados pela UDN. No entanto, não foi empossado por não ter obtido maioria absoluta de votos, conforme estabelecia a Emenda Constitucional n. 13, de 8 de abril daquele ano. Sua eleição não foi ratificada pela Assembleia Legislativa Estadual. .Obras: Defesa do Mandato, ( Informações Prestadas a Propósito do Processo de -Impeachment-), 1957; Meu Depoimento Sobre o Caso de Alagoas, 1957; Situação Político-administrativa de Alagoas. Análise Feita no Dia 25 de Maio de 1956, ao Microfone da Rádio Difusora de Alagoas, Pelo Governador Muniz Falcão, Maceió: Imprensa Oficial, 1956. Dirigiu e colaborou com diversos jornais de Alagoas.


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FALCÃO, Togo  

( ? ). Patrono da cadeira nº 18 da Academia Alagoana de Medicina.


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FALCÃO, William CLETO ... de Alencar  

(Araripina - PE 07/11/1952 - Maceió AL 24/09/2011). Deputado federal e estadual, advogado. Filho de Valdemiro Nunes de Alencar Barros e Expedita Muniz Falcão de Alencar. Bacharel em Direito pela UFAL (1979). Em 1976, tornou-se presidente do MDB Jovem de Alagoas. Entre 1979 e 1982 foi assessor político do senador Teotônio Vilela. Com o fim do partidarismo, optou pelo PMBD, do qual foi vice-presidente. Em novembro de 1982 tentou eleger-se deputado estadual. Porém, só iria ter êxito na eleição de 1986. Empossado em fevereiro do ano seguinte, torna-se líder do governo Collor na Assembleia, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e membro da Comissão de Redação. Um dos coordenadores da campanha de Collor à presidência da República e um dos membros, escolhidos pelo presidente eleito, para fazer a transição com o governo Sarney. Em outubro de 1990 elegeu-se deputado federal pelo PRN. Membro da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação. Afasta-se do PRN na véspera da votação, pela Câmara, do pedido de impeachment do presidente Collor. Filia-se ao PSD. Na eleição de 1994, ficou como suplente, concorrendo pela coligação PTB/PMDB/PL/PSD/PSDB/PC do B. Em 1998 volta a disputar, outra vez sem êxito, a eleição para deputado federal. Proprietário do jornal O Diário. Obras: Política é Isso Mesmo, Maceió: UFAL SERGASA ?, 1979; Carta Aberta ao Todo-Poderoso, Maceió: SERGASA, 1981 (crônicas) Missão Secreta em Igaci, Ed. CGSF, CEGRAF ?, 1984; O Homem da Globo, São Paulo: Geração Editorial, 1996; Dez Anos de Silêncio, Brasília: Ed. LGE, 2004 ( juntamente com Fernando Barros) Entre Deus e os Homens, ??? (não localizei este título na internet)


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FALCÃO, William CLETO ... de Araújo  

veja FALCÃO, William CLETO.... de Alencar.


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FANAL, O  

Semanário. Surge em Maceió em 15/10/1900, de propriedade de uma associação. Redatores diversos. Gerente: José Fernandes Costa. Bibl. Nac. microf. Ano I, n. 10 de 17/12/1900.


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FANDANGO  

-Nome de bailes ruidosos, entre a gente do campo, cantando, dançando e sapateando ao som da viola. São muitas as variedades: Anú, Bambaquerê, Benzinho, Amor, Cará, Candieiro, Chamarita, Chora, Chicote-puxado, Chico-da-ronda, Feliz-meu-sem, João Fernandes, Meia-canha, Pagará, Pega-fogo, Recortada, Retorcida, Sarrabulho, Serrana, Tatu, Tirana, e outras, cujos nomes se ressentem de origem castelhana (Coruja). Em Alagoas, corresponde à Chegança dos Mouros, ou Barca Nau Catarineta ou Marujada de outras regiões. Sem drama e enredo próprio. Compõe-se de cantigas náuticas de épocas e origens diversas, que, embora narrem acontecimentos peculiares à vida no mar, não têm unidade em seu conjunto. São seus figurantes: Almirante, Contramestre, Gejeiros, Doutor-Cirurgião, Padre Capelão, Capitão de Mar-e-Guerra, Marujos. Os trajes, como na Chegança, imitam o fardamento dos oficiais e marujos da Marinha Brasileira. Veja, de Théo Brandão: O Fandango, Revista do IHGAL, vl. 27 , p. 50-138.


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FARIA,  

Geraldo Majela Gaudêncio (PR ). Escritor, professor, arquiteto. Graduação em Curso de Arquitetura e Urbanismo, UFPT (1974). Mestrado em Planejamento Urbano e Regional, UFRJ (1980). Mestrado em Politiques Et Pratiques Comparées Du Développement, Université de Paris I (Pantheon-Sorbonne), UP. I, França (1992). Doutorado em Sociologie, Université de Paris I (Pantheon-Sorbonne), UP. I, França (1994). Professor da UFAL, desde 1980. Assessor da FAPEAL (2004-09). Obras: Iniciação -A Arte- do Plano de Trabalho e do Projeto de Pesquisa, Maceió: EDUFAL, 2013. Capítulos de livros: A Interdisciplinaridade no CEP/UFAL, in Direitos Humanos e Bioética, George Sarmento (org.), Maceió: EDUFAL, 2002, p. 23-29. Artigos em periódicos: Sistema de Espaços Livres da Cidade de Maceió: juntamente com Veronica Robalinho, in Paisagem e Ambiente, 2009, v. 26, p. 7-27; A Noção de Estrutura na Obra de Oscar Niemeyer, in Capeta, Maceió: 01 jul. 1999, p. 6 - 7.


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FARIA, Rodolfo Alves de  

(Maceió - AL 23/03/1871 - Maceió - AL 25/06/1899; segundo Moreno Brandão, 26/03/1872 ou Heider 26/03/1871 ? - 25/06/1890 certamente será 1899 ?). Poeta, jornalista, advogado. Filho de Antônio Joaquim Alves de Faria e Maria Carolina Alves de Faria. Aos 16 anos, morando em Penedo, ensinava noções de Latim no colégio dirigido por Moreno Brandão. Em 1888, iniciava o curso de Direito em São Paulo, mas bacharelou-se, em 1891, pela Faculdade do Recife. Foi promotor público, inicialmente em Carangola ( MG), onde fundou a revista O Rebate. Juiz em Penedo e procurador e juiz de Direito em Gararu ( SE). Na sua fase acadêmica, em São Paulo, foi companheiro de Alphonsus de Guimarãens e, em seguida, no Rio, participou do grupo simbolista. Redator do Carangola, em Minas Gerais, em 1899, e secretário da Cidade de Rio, de José do Patrocínio e da revista simbolista Tebaida, do Rio de Janeiro, em 1895. Nessa última foi um dos que mantiveram a polêmica com a revista O Pão, órgão da Padaria Literária, de Fortaleza (CE). Fez apologia da -prosa ritmada- e abjurou o parnasianismo. Obras: Mar, 1897, (novela) Pecadora, Bahia: Oficinas dos Dois Mundos, 1899 (romance). Os versos que pretendia reunir sob o título de Satã, não foram editados. Teria também inédito um trabalho sobre Calabar. Colaborou em O Gutenberg, O Sul de Alagoas, O País (de Aracaju), A Pena, entre outros.


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