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DAVINO, Henrique  

(Maceió - AL 15/09/1966). Escultor, autodidata, embora tenha frequentado, por seis meses, o "Ateliê do Poço", em Recife. É um dos artistas divulgados na obra Arte Alagoas II, publicada quando da exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge de Lima, pela Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, sob a curadoria de Lula Nogueira e Tânia Pedrosa.


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DAVINO, Robervaldo... da Silva  

(Maceió - AL 24/09/1957 ). Secretário de Estado, delegado.Filho de Roberto da Silva e Berevilda Davino da Silva. Ensino fundamental e ginasial na Escola Industrial Federal de Alagoas ( 1971 e 1975). Curso de Infantaria no 59º BIMTZ (1976). Curso de Eletrotécnica na ETFAL (1978). Técnico em Segurança do Trabalho, ETFAL (1985). Graduação em Direito, CESMAC (1987). Pós-graduação em Políticas e Estratégias, ADESG/AL (2013). Formação de Delegado de Polícia, Academia de Polícia Civil de Alagoas - APOCAL (1989). Instrutor de Manejo e Emprego de Armas de Fogo, ACADEPOL- MG (1989). 1º e 2º Curso Avançado de Táticas Policiais e Manejo de Armas de Fogo - Amarillo Patter County (SWATT) (1995 e 1996). Novas Modalidades de Crimes, Ministério da Justiça (2000). Estágio de Direito, OAB (1986). 1º e 2º Tenente de Infantaria (R/2), Exército Brasileiro (1977-1982). Chefe de Operações da Transforte/AL. Gerente Administrativo da Usina Guaxuma. Chefe de Serviços Gerais da Companhia Alagoana Industrial - CINAL. Diretor de Núcleo Administrativo da APOCAL. Delegado de Polícia Civil de Alagoas: de Menores de Arapiraca; Distrital de Colônia de Leopoldina, Mata Grande, Ouro Branco, Rio Largo, Capela, Taquarana, Barra de Santo Antônio, Limoeiro de Anadia e Maravilha; de Homicídio de Maceió; 4º, 7º, 8º e 10º Distrito da Capital; Regional de Viçosa e Batalha. Diretor de Departamento de Polícia do Interior; da Central de Polícia Civil. Secretário de Defesa Social, no governo Ronaldo Lessa (2003-06). Diretor Geral da Polícia Civil. Presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia. Diretor da Diretoria de Polícia Judiciária da Área 1/DPJA-1 e 1/DPJA-3


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DE PLÁCIDO e Silva, Oscar José  

veja SILVA, Oscar José de Plácido.


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DE REBUS PLURIBUS JUVENAL  

(11/3 a 22/6/1958): Uma festa em Viçosa, O Semeador, Maceió: 8-9 fev. 1928, p. 1; Bilhetes de longe, Gazeta de Viçosa, 7 out. 1928, p. 1; Folk-lore e educação infantil, Novidade, Maceió: n. 8, 30 maio 1931, p. 3; Folk-lore e educação infantil, Revista Acadêmica, Recife, jun.-jul. 1931, p. 68; Notas de folclore, Gazeta de Alagoas, 25 dez. 1938, p. 4, cad. 5; Adivinhas populares, Revistado Brasil, 3ª fase, Rio de Janeiro: ano 2, n. 18, dez. 1939; Uma sociedade de folclore, Jornal de Alagoas, Maceió: 17 maio 1942, p. 4; Sistematização do folclore alagoano, Jornal de Alagoas, Maceió: 31 maio 1942, p. 2, cad. 1;Baianas, Jornal de Alagoas, Maceió: 6 jun. 1948, cad. 2; Baianas, Comissão Nacional de Folclore, Rio de Janeiro: doc. 37, 8 jul. 1948, 5 p. mimeo; Cheias de junho e a literatura de cordel, Jornal de Alagoas, 8 ago. 1948, p. 4; Uma palavra e uma ciência, Gazeta de Alagoas, 22 ago. 1948, p. 3; Estórias de Pai João, Jornal de Alagoas, 22 ago. 1948, p. 4; Folclore (apresentação), Gazeta de Alagoas, 24 out. 1948, supl. lit., p. 1; Poesia popular e poesia caipira, Gazeta de Alagoas, 31 out. 1948, supl. lit., p. 1; Comparações populares, Gazeta de Alagoas, 5 dez. 1948, supl. lit., p. 5; Origens do -passo-, Gazeta de Alagoas, 25 dez. 1948, supl.lit., p. 5; Origens do -passo-, Gazeta de Alagoas, 1 jan. 1949, supl. lit., p. 5; Origens do -passo-, Diário de Notícias, Rio de Janeiro: 28 fev. 1954; Pastoris, Jornal de Alagoas, 16 jan. 1949, supl. lit., p. 1; Um folclorista esquecido, Gazeta de Alagoas, 10 abr. 1949, supl. lit., p. 5; De violeiro a poeta, Gazeta de Alagoas, 24 abr. 1949, supl. lit., p. 1; Ainda as adivinhas populares, Gazeta de Alagoas, 22 maio 1949, supl. lit., p. 5; Ainda as adivinhas populares, Gazeta de Alagoas, 12 jun. 1949, supl. lit., p. 5; Os pregões de trem, Gazeta de Alagoas, 3 jul. 1949, supl. lit., p. 5; Pastoris, Comissão Nacional de Folclore, Rio de Janeiro: doc. 105, jun. 1949; Alagoas e a Índia, Gazeta de Alagoas, 31 jul. 1949, supl. lit., p. 5; Ainda as cheias de Alagoas e o folclore, Gazeta de Alagoas, 2 out. 1949, supl. lit., p. 5; Morreu um folclorista, Gazeta de Alagoas, 13 nov. 1949, supl. lit., p. 5; Os poetas de Alagoas e o folclore, Gazeta de Alagoas, 4 dez. 1949, supl. lit., p. 1; A tradição do Natal, Gazeta de Alagoas, 25 dez. 1949, supl. lit., p. 5; Notas sobre o Reisado Alagoano, Jornal de Alagoas, 25 dez. 1949, supl. lit., p. 1; Reisados e guerreiros, Gazeta de Alagoas, 25 dez. 1949, supl. lit., p. 1; Maracatus de Alagoas, Jornal de Alagoas, 19 fev. 1950, supl. lit., p. 1; Zé Pereira, Jornal de Alagoas, 14 maio 1950, supl. lit., p. 1; Enigmas populares, Jornal de Alagoas, 28 maio 1950, supl. lit., p. 1; Adivinhações de São João, Jornal de Alagoas, 25 jun. 1950, supl. lit., p. 1; Festas de São João, O jornal, Rio de Janeiro: 23 jul. 1950; Cheias de Alagoas na poesia popular, O jornal, 20 ago. 1950; Pequeno e vulgar é o mundo, Caeté, Maceió: ano 1, n. 5, ago. 1950, p. 17-19; Um poeta e curandeiro dos sertões, Jornal de Alagoas, 24 set. 1950, supl. lit., p. 1; Origens do Zé Pereira, O jornal, 24 set. 1950; Saudação e agradecimento, Jornal de Alagoas, 8 out. 1950, supl. lit., p. 1; O Banguê nas Alagoas, Jornal de Alagoas, 19 nov. 1950, supl. lit., p. 1; O folclore do Banguê, Jornal de Alagoas, 3 dez. 1950, supl. lit., p. 1; Pastoril de Alagoas em Pernambuco, Jornal de Alagoas, 31 dez. 1950, supl. lit., p. 1; O poeta Pelado, O jornal, 31 dez. 1950; Romances do ciclo do gado em Alagoas, Revista do Arquivo Público, Recife, anos 6-7, n. 7-8, 1950-1951, p. 521-570; Romances do ciclo do gado em Alagoas, Congresso Brasileiro de Folclore, Rio de Janeiro: ago. 1961, p. 22-31; Romances do ciclo do gado em Alagoas, Anais [Serviço de Publicações do Ministério das Relações Exteriores], Rio de Janeiro: 1952-1953, vol. 2, p. 113-149; O Reisado Alagoano, Diário de Notícias, 30 dez. 1951; O Reisado Alagoano, Jornal de Alagoas, 6 jan. 1951; A vingança da cachaça, Letras e Artes, Rio de Janeiro: 8 jan. 1951; A vingança da cachaça, Brasil açucareiro, ano 72, n. 2, ago. 1968; Ainda o mourão-mourão, O jornal, 28 jan. 1951; Mourão, Mourão, Diário de Pernambuco, Recife, 6 fev. 1951; O folclore da Semana Santa, O jornal, 2 mar. 1951; Os pregões de trem, Boletim trimensal da Comissão Catarinense de Folclore, Florianópolis, ano 2, n. 7, mar. 1951, p. 54-55; O elogio da cachaça, O jornal, 27 abr. 1951; O canto do galo preto, Jornal de Alagoas, 29 abr. 1951, supl. lit., p. 1; O galo preto romanesco, O jornal, 6 maio 1951; O diabo logrado, Jornal de Alagoas, 6 maio 1951, supl. lit., p. 1; Condenação da cachaça, O jornal, 20 maio 1951; A semana do vadio e do trabalhador, Jornal de Alagoas, 17 jun. 1951, supl. lit., p. 1; A semana do vadio e do trabalhador, O jornal, 5 ago. 1951; Adivinhações de S. João, Joanina, Maceió: ano 2, n. 2, jul. 1951, p. 5-6; O jogo do bicho na poesia popular, Jornal de Alagoas, 26 ago. 1951, supl. lit., p. 1; Diário de Notícias, 23 set. 1951; Manchas da lua, O jornal, 9 set. 1951; Reisado Alagoano, Jornal de Alagoas, 6 jan. 1952, supl. lit., p. 1; [e Luis Alípio de Barros] Folguedos de Alagoas, O cruzeiro, Rio de Janeiro: 23 fev. 1952, p. 131-136; Origem do Zé Pereira, Vidacapixaba, Vitória, fev. 1952; Lisboa na tradição natalina, Jornal de Alagoas, 23 mar. 1952, supl. lit., p. 1; O romance do Conde de Alemanha, Gazeta de Alagoas, 8 abr. 1952; O romance do Conde de Alemanha, Diário de Notícias, 6 abr. 1952; O folclore da cachaça, Jornal de Alagoas, 15 jun. 1952; O folclore da cachaça, Diário de Notícias, 7 set. 1952; Adivinhações de São João, Diário de Notícias, 29 jun. 1952; O Basilisco, Diário de Notícias, 20 jul. 1952; O Basilisco, Jornal de Alagoas, 7 set. 1952, supl. lit., p. 1; Ainda a obra de Ricarte, Jornal de Alagoas, 24 ago. 1952, supl. lit., p. 1; Ainda o folclore da cachaça, Diário de Notícias, 2 set. 1952; O folclore da cachaça, Diário de Notícias, 7 set. 1952; Ritual de bebedores, O jornal, 14 set. 1952; Ritual de bebedores, Revista Mocidade, Maceió: jun. 1952; O poeta Cordeiro Manso, Jornal de Alagoas, 28 set. 1952, supl. lit., p. 1; O reisado e o guerreiro de Alagoas no IV Centenário de São Paulo [entrevista], Gazeta, São Paulo, 14 out. 1952; Excelências e Benditos, Diário de Notícias, 23 nov. 1952; Excelências e Benditos, Jornal de Alagoas, 28 dez. 1952, supl. lit., p. 1; Sentinelas e enterros, Diário de Notícias, 7 dez. 1952; Sentinelas e enterros, Jornal de Alagoas, 11 jan. 1953, supl. lit., p. 1; Folclore de natal, Diário de São Paulo, São Paulo, 25 dez. 1952; Origem do Zé Pereira, Revista Capixaba, Vitória, fev. 1952; O velhaco e os ladrões, Diário de Notícias, 4 jan. 1953, p. 1; Presepes e lapinhas, Diário de Notícias, 18 jan. 1953; Presepes e lapinhas, Gazeta de Alagoas, 1 fev. 1953, supl. lit., p. 5; O Zé-Pereira da Fênix, Jornal de Alagoas, 15 fev. 1953, supl. lit., p. 1; A poesia do jogo de bicho, Jornal de Alagoas, 15 mar. 1953, supl. lit., p. 1; A poesia do jogo de bicho [II], Jornal de Alagoas, 19 abr. 1953, supl. lit., p. 1; A poesia do jogo de bicho, Tribuna de Petrópolis, 28 jun. 1953; Onde nasceram as emboladas, Diário de Notícias, 5 abr. 1953; Poesia popular e poesia caipira, O jornal, 26 abr. 1953; A estória de João Grilo, Diário de Notícias, 17 maio 1953; Origem das emboladas, Diário de Notícias, 7 jun. 1953; Origem das emboladas, Diário de Pernambuco, 14 jun. 1953; O santo Lampião, Diário de Notícias, 9 ago. 1953; Alagoas terá grande presença com a beleza coreográfica de suas danças folclóricas [entrevista], Diário de São Paulo, 5 set. 1953; Ainda as emboladas, Diário de Notícias, 4 out. 1953; Ainda as emboladas, Diário de Notícias, 25 out. 1953; Ainda as emboladas, Diário de Pernambuco, 18 out. 1953; O reisado alagoano, Revista do Arquivo Municipal, São Paulo, ano 19, n. 155, p. 11-225, jan.-mar. 1953; As taieiras, Diário de Notícias, 20 dez. 1953; La Condessa, Diário de Notícias, 3 jan. 1954; Ainda as taieiras, Diário de Notícias, 27 dez. 1953; O -entremeio- do boi, Diário de Notícias, 17 jan. 1954, supl. lit., p. 2; O -entremeio- do boi, Diário de Pernambuco, 21 fev. 1954, cad. 1, p. 10; Origens do -passo-, Diário de Notícias, 28 fev. 1954; As emboladas, Gazeta de Alagoas, 8 mar. 1954; As emboladas, Gazeta de Alagoas, 22 mar. 1954; Cresce a influência da cerâmica popular de Pernambuco em Alagoas, Diário de Pernambuco, 10 abr. 1954; História de João Bobo, Diário de Notícias, 27 jun. 1954; O ciclo de João Bobo, Diário de Notícias, 10 jul. 1954; Comparações populares, Diário de Notícias, 15 ago. 1954; O menino sabido e o padre, Diário de Notícias, 19 jul. 1953; O menino sabido e o padre, Diário de Pernambuco, 26 jul. 1953; Diário de Notícias,19 ago. 1954, p. 1, 4; O coco em Alagoas, Diário de Notícias, 21 nov. 1954; O coco de Alagoas, Diário de Notícias, 5 dez. 1954; Gazeta de Alagoas, 1 jan. 1955, supl. lit., p. 1; Autos e festas de natal em Alagoas, Jornal de Alagoas, 25 dez. 1954, supl. lit., p. 1; Autos folclóricos de Alagoas, Alagoas cultural, Maceió: 1955, p. 8-12; La Condessa, Dialectología y tradiciones populares, Madrid, ano 10, n. 4, p. 1-53, 1954; Folguedos populares de Alagoas, Diário de Notícias, 1 jan. 1955; Origens do maracatu, Diário de Notícias, 1 jan. 1955; Origens do maracatu, Diário de Pernambuco, 3 mar. 1957; Reinado de Congos e origens dos Maracatus, Jornal de Alagoas, 22 fev. 1955, supl. lit., p. 1; Reinado de Congos e origens dos Maracatus, Jornal de Alagoas, 11, 16, 19 maio 1978; O auto dos quilombos, Diário de Notícias, 19 jun. 1955; Ainda o auto dos quilombos, Diário de Notícias, 3 jul. 1955, supl. lit., p. 2; A Lília do Bocage e a Lira dos guerreiros, Diário de Notícias, 23 out. 1955, supl. lit., p. 2; A Lília do Bocage e a Lira dos guerreiros, Caeté, Maceió: n. 6, dez. 1955; O Natal nas Alagoas, Boletim Alagoano de Folclore, ano 1, n. 1, p. 3-9, dez. 1955; Presépios dramáticos, Diário de Notícias, 1 jan. 1956, supl. lit., p. 4; Alagoas na poesia popular, Jornal de Alagoas, 31 maio 1956, cad. 3, p. 1; Poesia popular e poesia culta, Jornal de Alagoas, 3 jun. 1956, supl. lit., p. 1; Os quilombos de Maceió: Comissão Nacional de Folclore, doc. 354, 2 out. 1956; Os quilombos de Maceió: A Gazeta, São Paulo, 28 ago. 1956; Autos e folguedos marítimos de Alagoas: a chegança, Gazeta de Alagoas, 23 dez. 1956, p. 5; Folguedos e autos natalinos de Alagoas, Jornal de Alagoas, 25 dez. 1956, cad. 2, p. 1; Autos e folguedos natalinos de Alagoas: as baianas, Diário de Notícias, 30 dez. 1956, supl. lit., p. 7; Pastoris (Alagoas), O Jornal, 30 dez. 1956; Autos e folguedos natalinos de Alagoas: fandango, Diário de Notícias, 30 dez. 1956, supl. lit., p. 2; Quilombos, O Jornal, 6 jan. 1957; Autos e folguedos natalinos de Alagoas: a chegança, Diário de Notícias, 6 jan. 1957; Folklore brasiliano, Rivista Folklore, Napoli, ano 10, n. 1-4, 1956; Um conto popular em versos, Caeté, n. 7-9, jan. 1957; Autos e folguedos natalinos de Alagoas: o reisado, Diário de Notícias, 13 jan. 1957, supl. lit., p. 2; Autos e folguedos natalinos de Alagoas: o reisado, Comissão Nacional de Folclore, doc. 466, 8 jun. 1961, 4 f. mimeo.; [Juvenal], De Rebus Pluribus: atos da Semana Santa, Gazeta de Alagoas, 3 abr. 1958, p. 3; Uma pesquisa sobre o Bumba, Gazeta de Alagoas, 28 abr. 1957, supl. lit., p. 1; Uma pesquisa sobre o Bumba, Diário de Pernambuco, 12 maio 1957; Bumba-meu-boi, O Jornal, Rio de Janeiro: 2 jun. 1957; Uma pesquisa sobre o Bumba, Diário de Notícias, 5 maio 1957; Rodas antigas de São João, Diário de Notícias, 16 jun. 1957, supl. lit., p. 3; Rodas antigas de São João, Jornal de Alagoas, 23 jun. 1957, supl. lit., p. 1; Rodas antigas de São João, Boletim Alagoano de Folclore, ano 2, n. 2, p. 43-51; Rodas rurais de São João, Diário de Notícias, 23 jun. 1957, supl. lit., p. 3; Um bumba-meu-boi de Alagoas, Joanina, Maceió: ano 7, n. 7, jun. 1957, p. 21-24; Adivinhações e superstições joaninas, Boletim Alagoano de Folclore, ano 2, n. 2, p. 30-35, jun. 1957; Adivinhações e superstições joaninas, Joanina, ano 16, n. XVI, jun. 1976, p. 18-19; Rodas de São João, Boletim Alagoano de Folclore, ano 2, n. 2, p. 43-51, jun. 1957; Folclore de Alagoas, A Gazeta, São Paulo, 28 ago. 1957; Pastoris, Jornal de Alagoas, 25 dez. 1957, supl. lit., p. 1; Autos e folguedos de Alagoas: a cavalhada, Diário de Notícias, 1 jan. 1958, supl. lit., p. 2; Autos e folguedos natalinos de Alagoas: o guerreiro, Diário de Notícias, 5 jan. 1958, supl. lit., p. 1; Autos de folguedos natalinos de Alagoas: o bumba-meu-boi, Diário de Notícias, 12 jan. 1958, supl. lit., p. 2; Autos de folguedos natalinos de Alagoas: o bumba-meu-boi, Diário de Notícias, 19 jan. 1958, supl. lit., p. 8; Ainda a quadrinha popular -no seio da virgem pura-, Diário de Notícias, 4 maio 1958, supl. lit., p. 1; No seio da virgem pura, Diário de Notícias, 11 maio 1958; Influências baianas no Folclore de Alagoas, Boletim Alagoano de Folclore, ano 3, n. 3, p. 25-34, maio 1958; Martelo agalopado, Boletim Alagoano de Folclore, ano 3, n. 3, p. 48-51, maio 1958; Brinquedos e rodas infantis, Boletim Alagoano de Folclore, ano 3, n. 3, p. 44-47, maio 1958; Brinquedos e rodas infantis, Boletim Alagoano de Folclore, ano 4, n. 1-2, p. 39-40, 1959; Fernando Castro Piris de Lima: a condessinha de Aragão, Boletim Alagoano de Folclore, ano 3, n. 3, p. 69-71, maio 1958; Renato Almeida: A Inteligência do folclore, Boletim Alagoano de Folclore, ano 3, n. 3, p.72-73, maio 1958; Jorge de Lima e a poesia de folk, Gazeta de Alagoas, 29 jun. 1958, supl. lit., p. 1; Adivinhações e superstições joaninas, Almanaque de São João, Recife, ano 1, n. 1, p. 12, jun. 1958; Autoria enigmática, Diário de Notícias, 27 jun. 1958, supl. lit., p. 1; Medicina popular, medicina de outrora, Diário de Notícias, 7 set., 7 dez. 1958, supl. lit.; Trovas popularizadas, Diário de Notícias, 5 out. 1958, supl. lit., p. 6; Eruditas ou populares?, Diário de Notícias, 26 out. 1958; A natividade nos autos populares, Diário de Notícias, 21 dez. 1958, supl. lit., p. 1; A natividade nos autos populares, Feira Literária, Maceió: ano 1, n. 6, p. 1-2, dez. 1961; As baianas, Jornal de Alagoas, 25 dez. 1958, cad. 3, p. 6; O -Guerreiro das Alagoas-, Módulo, Rio de Janeiro: ano 2, n. 11, p. 30-34, dez. 1958; A epifania nos autos populares, Diário de Notícias, 4 jan. 1959, supl. lit.; Carnaval na província (Alagoas) há 50 anos, Diário de Notícias, 8 fev. 1959, supl. lit., p. 3; Comparações populares, A Gazeta, São Paulo, 10 abr. 1959, p. 12; Medicina popular e medicina ameraba, Diário de Notícias, 31 maio 1959, supl. lit.; Os amuletos, Diário de Notícias, 1 nov. 1959, supl. lit.; A mulher vestida de homem [...], Boletim Alagoano de Folclore, ano 4, n. 1-2, p. 3-5, 1959; A mulher vestida de homem [...], Revista de Etnografia do Museu de Etnografia e História, n. 1, s.d.; Manoel Neném: o cantador que faltou, Boletim Alagoano de Folclore, ano 4, n. 1-2, p. 15-21, 1959; O cantador que faltou, Diário de Notícias, 1 maio 1960, supl. lit.; Relatório geral do IV Congresso Brasileiro de Folclore, Boletim Alagoano de Folclore, ano 4, n. 1-2, p. 43-48, 1959; Relatório geral do IV Congresso Brasileiro de Folclore, Folclore, Vitória, ano 10, n. 61-63, 1959, p. 17-19; Os partidos do pastoris, Diário de Notícias, 10 jan. 1960, supl. lit.; O partidarismo das cores, Diário de Notícias, 17 jan. 1960; Um conto popular brasileiro, Diário de Notícias, 15 maio 1960, supl. lit.; Um conto popular brasileiro, Revista Brasileira de Folclore, Rio de Janeiro: ano 6, n. 14, p. 5-52, jan.-abr. 1966; Um conto popular brasileiro, Comissão Nacional de Folclore, doc. 449, 2 jul. 1960; O partidarismo das flores, Diário de Notícias, 24 jan. 1960; Sortes de São João, Diário de Notícias, 26 jun. 1960, supl. lit.; As eleições e a literatura de cordel, Diário de Notícias, 13 nov. 1960, supl. lit.; O recenseamento e a poesia popular, Diário de Notícias, 20 nov. 1960; O recenseamento e a poesia popular Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro: n. 83-84, p. 234, 1960; Primeiros cantos e autos da Natividade no Brasil, Diário de Notícias, 25 dez. 1960; Mouros e cristãos nas Alagoas (Brasil), Revista de Dialectología y Tradiciones Populares, Madrid, ano 16, n. 4, p. 443-476, 1960; Cantos e ritos funerários em Alagoas. In: Estudos e ensaios folclóricos em homenagem a Renato Almeida. Rio deJaneiro: Min. Relações Exteriores, 1960; O folclore da Semana Santa, Boletim Alagoano de Folclore, anos 5-6, n. 1-2, p. 26-29, 1960-1961; Os pastoris de Pernambuco, Diário de Notícias, 1 jan. 1961, supl. lit.; Bailes pastoris, Diário de Notícias, 22 jan. 1961, supl. lit.; O entrudo: vida, morte e ressurreição, Diário de Notícias, 5 mar. 1961, supl. lit.; Autos e folguedos de Alagoas: o reisado, Comissão Nacional de Folclore, doc. 566, 8 jun. 1961, 4 p. mimeo.; Higiene e folclore, Feira Literária, Maceió: ano 1, n. 1, jul. 1961, p. 1; Erudita? Não. Popular, Jornal de Alagoas, 13 maio 1962, supl. lit., p. 2; As cavalhadas de Alagoas, Revista Brasileira de Folclore, ano 2, n. 3, p. 5-46, maio-ago. 1962; Sortes de São João, Jornal de Alagoas, 24 jun. 1962, supl. lit., p. 1; Taieiras: antigo folguedo de multas, A Gazeta, 13 out. 1962, supl., cad. 1, p. 10; Os partidos dos pastoris, Gazeta de Alagoas, 25 dez. 1962, secção 2, p. 2; Azul e encarnado, Jornal de Alagoas, 25 dez. 1962, cad. 2, p. 1; Azul e encarnado, Gazeta de Alagoas, 25 dez. 1962, cad. 2, p. 1; Correio de Maceió: 1 jan. 1965, cad. 2, p. 1; Um auto popular brasileiro nas Alagoas, Boletim do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, n. 10, p. 1-48, 1962; A história de João Traquino ou o menino sabido e o padre, Boletim Alagoano de Folclore, ano 7, n. 14, p. 3-24, 1962-1969; A história de João Traquino ou o menino sabido e o padre, Revista da Academia Alagoana de Letras, ano 1, n. 1, p. 37-63, 1975; Origens do pastoril, Feira Literária, ano 2, n. 18, dez. 1962; Novíssimos romances do gado, Revista de Etnografia do Museu de Etnografia e História, Porto, ano 1, n. 2, p. 349-369, out. 1963; Caboclinhos, Revista Esso, Rio de Janeiro: ano 27, n. 3, p. 25, 1964; Influências africanas no Folclore Brasileiro, Revista Brasileira de Folclore, ano 8, n. 21, p. 129-142, maio-ago. 1968; Jornadas de Pastoril, Folclore, Vitória, ano 19, n. 85, p. 7-12, jul.-dez. 1968; A vingança da cachaça, Brasilaçucareiro, ago. 1968, 5 p. num.; Eruditas ou populares?, Correio de Maceió: 25 ago. 1968; Pescadores de sururu e os guerreiros alagoanos, Jornal de Commercio, Recife, 14 set. 1968; O presépio das Alagoas, Revista de Dialectología y Tradiciones Populares, Madrid, ano 24, n. 3-4, p. 266-311, 1968; O folguedo do -engenho- nos reisados e bumbas do Nordeste, Revista do Museu do Açúcar, Recife, n. 3, p. 25-40, 1969; Repentes de cantadores, Jornal de Alagoas, 12 mar. 1972, supl. lit., p. 4; Folcloristas falam no São João do passado e do presente, Gazeta de Alagoas, 25 jun. 1973; Falsa atribuição poética, Mocidade, ano 27, n. 43, p. 10-12, jul. 1973; Falsa atribuição poética, Mocidade, ano 28, n. 44, p. 26-27, mar. 1974; O guerreiro das Alagoas, Cultura, Brasília, ano 3, n. 11, p. 51-58, out.-dez. 1973; Carnaval: um adeus à carne, uma homenagem aos deuses, Jornal de Alagoas, 29 fev. 1976; Théo Brandão pede defesa do patrimônio, Jornal de Alagoas, 14 ago. 1976; Os amerabas e a medicina de Folc, Jornal de Produção, Maceió: 6 out. 1976; Os pastoris alagoanos, suas -jornadas- e sua tradição, Revista Natalina, Maceió: ano 12, n. 12, p. 12-13, dez. 1976; Uma homenagem poética de Manuel Neném, Revista da Academia Alagoana de Letras, ano 2, n. 2, p. 57-85, dez. 1976; Romances brasileiros do gado, Jornal de Alagoas, 26, 27 maio, 2 jun. 1977; Romances brasileiros do gado, Boletim Alagoano de Folclore, ano XXVIII, 1984, p. 27-40; Repentes de cantadores, Gazeta de Alagoas, 12 jun. 1977, supl. lit., p. 8; Autos folclóricos de Alagoas, Jornal de Alagoas, 15 jun. 1977; -O Miudinho apressado- de Manoel Neném, Jornal de Alagoas, 19 jun. 1977; Repentes de cantadores, Gazeta de Alagoas, 19 jun. 1977, supl. lit., p. 8; Repentes de cantadores, Gazeta de Alagoas, 3 jul. 1977, supl. lit., p. 6; Aspectos do folclore alagoano, Jornal de Alagoas, 13, 14, 15 jul. 1977; Conceito de folclore, Jornal de Alagoas, 21 jul. 1977, cad. 2, p. 3; Repentes de cantadores, Gazeta de Alagoas, 24 jul. 1977, supl. lit.; Um velho brinquedo da infância, Gazeta de Alagoas, 13 nov. 1977, cad. 2; A natividade nos autos populares, Revista Natalina, ano 23, n. 23, p. 10-11, dez. 1977; Duas raras formas de poesia folc, Revista da Academia Alagoana de Letras, ano 3, n. 3, p. 79-113, dez. 1977; Componentes culturais do folclore. In: ROCHA, José Maria Tenório. Folclore brasileiro - Alagoas. Rio de Janeiro: CDFB; MEC, 1977, p. 11-16; José Aloísio Brandão Vilela: dados biográficos, Boletim Alagoano de Folclore, 1977, p. 7-12; Carnaval, Gazeta de Alagoas, 16 abr. 1978; Carnaval, Diário Oficial, ano 1, n. 4, 17 ago. 1983, p. 8; ROCHA, José Maria Tenório Carnaval, Jornal de Alagoas, 21 abr. 1978; ROCHA, José Maria Tenório, Algumas idéias sobre folclore e turismo, Jornal de Alagoas, 21 abr. 1978; A cultura popular continua morrendo, Jornal de Alagoas, 21 ago. 1978; Théo Brandão pede à UFAL criação de um grupo para salvar a Cultura Popular, Gazeta de Alagoas, 19 set. 1978; A epifania nos autos populares, Estado de São Paulo, supl., 24 dez. 1978; A poesia culta e a poesia de folc, Revista da Academia Alagoana de Letras, ano 4, n. 4, p. 59-89, dez. 1978; Cavalhadas de Alagoas, Cadernos de Folclore, n. 24, Rio de Janeiro: 1978; Os animais na cultura popular, Museu Théo Brandão, Maceió: 1978, p. 3-15; Artesanato e turismo, Cadernos de Lazer, São Paulo, n. 3, 1978; Rodas de São João, Revista Joanina, ano 29, n. 29, p. 10-11, jun. 1979; Músicas ambíguas não são folk-lore: são fake-lore, Jornal de Alagoas, 11 nov. 1979; Músicas ambíguas não são folk-lore: são fake-lore, Boletim Alagoano de Folclore, n. 28, 1984, p. 41-46; Museu sopa de pedras, Scientia ad Sapientiam, Maceió: ano 2, n. 3, p. 7-9, jun. 1979; Criação e aproveitamento na poesia folclórica, Scientia ad Sapientiam, ano 2, n. 4, p. 10-17, dez. 1979; O pastoril do SESC-SENAC, Revista Natalina, ano 23, n. 23, p. 25-26, dez. 1979; Influência da poesia culta na poesia de folc, Revista da Academia Alagoana de Letras, ano 5, n. 5, p. 75-112, dez. 1979; Nomes de engenhos e usinas na poesia popular, A Revista, Maceió: ano 1, n. 1, p. 7-8, jul. 1980; Nomes de engenhos e usinas na poesia popular, A Revista, ano 1, n. 2, p. 29-30, set. 1980; Influência da poesia popular na poesia culta, Revista da Academia Alagoana de Letras, ano 6, n. 6, p. 79-98, dez. 1980; & ROCHA, José Maria Tenório. Mãos rudes e suas criações maravilhosas, Calendário Philips, São Paulo, 8 p.; Rodas de São João, Revista Joanina, ano 31, n. 31, p. 21-23, jun. 1981; A 4ª Semana Nacional do Folclore em Maceió: A Revista, ano 1, n. 6, p. 28, jul.-dez. 1981; O pastoril, A Revista, ano 1, n. 6, p. 18-20, jul.-dez. 1981; Conceito antropológico de Cultura, Tribuna de Alagoas, 26 jan. 1982; Mitos, Tribuna de Alagoas, 26 jan. 1982; Música folclórica, Tribuna de Alagoas, 26 jan. 1982; O romance do Conde de Alemanha. In: PELLEGRINI FILHO, Américo (org.). Antologia de Folclore Brasileiro. São Paulo: EDART; Belém: UFPA; João Pessoa: UFPB, 1982, p. 289-300; Nome e número dos pares de França. In: PELLEGRINI FILHO, Américo (org.). Antologia de Folclore Brasileiro. São Paulo: EDART; Belém: UFPA; João Pessoa: UFPB, 1982, p. 341-354; O -Soldado inglês-. In: PELLEGRINI FILHO, Américo (org.). Antologia de Folclore Brasileiro. São Paulo: EDART; Belém: UFPA; João Pessoa: UFPB, 1982, p. 367-371; Diário Oficial,ano 1, n. 4, p. 4-5, 17 ago. 1983; Discurso de agradecimento na V Festa Brasileira do Folclore, Boletim Alagoano de Folclore, ano 23, n. 28, p. 51-56, 1982; Classificação de motivos dos romances, segundo o Motif-index of Folk-literature, de Smith Thompson. In: VILELA, José Aloísio. Romanceiro Alagoano. Maceió: UFAL, 1983, p. 35-38, 85-89.


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DEBATE  

Jornal. Surge em Maceió, em 02/04/1893, defendendo a Revolução Federalista, que irrompera no Rio Grande do Sul. "Defendo o direito dos oprimidos contra a tirania dos potentados .- Publicado duas vezes por semana. Em 29 de maio do mesmo ano, o intendente de Antônio F. Leite Pindahiba, cassa a licença que concedera em 02 de abril ao proprietário e diretor, Manoel Ribeiro Barreto de Menezes Filho. Moacir Medeiros de Santana afirma que teriam sido tirados outros números, clandestinamente.


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DEBATES DE HISTÓRIA REGIONAL  

Revista do Departamento de História da Universidade Federal de Alagoas, - nº1, 1992, EDUFAL.


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DEDA, João de  

(AL ? 1961). Artesão, ceramista em barro de Porto Real do Colégio, segundo Carmen Lúcia Dantas,em Mestres Artesãos das Alagoas: Fazer Popular de Carmen Lúcia Dantas.


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DEDECA como é conhecido José Pereira Lima  

 (Água Branca - AL 19/03/1930). Mestre de Reisado, desde 1988. Participa da brincadeira desde os 13 anos de idade. Mestre do Reisado Nossa Senhora Aparecida, de Água Branca, composto por 22 integrantes. Considerado, em 2008, Patrimônio Vivo de Alagoas.


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DELGADO, Karla Cecilia  

(?? ). Escritora, professora, servidora pública. Bacharelado em Direito, UFPE (1997). Especialização em Direito Civil, UFPE (2004) e em Direito Notarial e Registral, Instituto Brasileiro de Estudos (2008). Mestrado em Direito, UFPE (2006) com a dissertação: Direito do Idoso: Na Perspectiva da Repersonalização. Servidora Pública, TJ-PE, desde 1995. Professora na ESMAPE, desde 2005 e na Faculdade Guararapes (2005-06). Obra: Artigos em periódico: O Microssistema do Idoso num Cenário de Renovado Humanismo, in Revista do Ministério Público de Alagoas, Maceió: UFAL, CCJUR, 2005, n. 15, Julho/dezembro, p. 69 - 79; Dois Pesos e Duas Medidas para Preservar a Ética, in Revista do Ministério Público de Alagoas, Maceió: UFAL/CCJUR, 2007, Janeiro/Junho, n. 18, p.149-154.


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DELMIRO GOUVEIA  

-Primitivamente uma estação ferroviária chamada Pedra, em razão das grandes rochas existentes em suas imediações. Foi neste município, quando ainda pertencia a Água Branca, que em 1903 chegou o cearense Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, onde se instalou exportando couros de bovinos e peles de caprinos e lanígeros. Fundou, em 1913, a Companhia Agro Fabril Mercantil, ou seja, a Fábrica de Linhas da Pedra, movida pela força hidráulica da Cachoeira de Paulo Afonso. Contrastando com a firma Dobbson etc. Barlow, de Boston, na Inglaterra, e vencendo enormes dificuldades, instalou no local a indústria que , com a força de 1.500 HP, começou produzindo 1.500 grosas de carretéis diários, de boa linha. Foi Delmiro Gouveia o precursor do aproveitamento da energia elétrica do rio São Francisco. O empreendimento motivou a afluência de pessoas de outros municípios, resolvendo o industrial construir uma vila operária - com 258 casas -, a qual deu o nome de Pedra. Nesta havia luz elétrica e água canalizada, vindas também de Paulo Afonso. Os seus habitantes passaram a denominá-la Pedra de Delmiro. Este empreendimento competiu com os produtores do estrangeiro, e em 1917 um tiro extinguiu a sua vida. Após o seu assassinato, os herdeiros conseguiram manter a empresa até que, em 1924, iniciou-se a pressão da concorrente inglesa Machine Cottons.Em 1927, já sem recursos para o financiamento dos diversos setores da indústria, os proprietários venderam suas ações à firma pernambucana Menezes Irmãos & Cia. Apesar das tentativas dos novos empresários de restabelecer o funcionamento da fábrica de linhas e de superar a crise financeira da indústria, não conseguiram do governo o apoio necessário. A fábrica de linha transformou-se em manufatura têxtil. O decreto-lei 846, de 01/11/1938, criou o distrito com o nome de Pedra. Esta vila, posteriormente, foi chamada de Delmiro em consequência do Decreto nº 2.909, de 30/12/1943. A Lei que determinou a sua emancipação mudou para a denominação atual. Quanto à sua indústria, posteriormente, já agora sob a direção do industrial Antônio Carlos de Menezes, a Agro FabrilMercantil foi a primeira empresa têxtil do Nordeste a utilizar os estímulos fiscais, creditícios e de capitalização oferecidos pela SUDENE e Banco do Nordeste. No município, encontra-se a famosa Cachoeira de Paulo Afonso.- A criação de sua freguesia se deu em 30 de março de 1941, sob a invocação de N. S. do Rosário. O município foi criado em 16/06/1952, pela Lei 1.623, tendo sido instalado em 14/02/1954. Desmembrado de Pão de Açúcar, seu topônimo é uma homenagem ao industrial precursor. Encontra-se na microrregião Alagoana do Sertão do São Francisco e na mesorregião do Sertão Alagoano. Base econômica: indústria de tecidos e redes de dormir, comércio, agricultura e pecuária. Teve dois cinemas: Pedra e Real. Teve, ainda, um jornal, fundado em 1918 na vila de Pedra, intitulado Correio da Pedra. Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso.Delmirenses.


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