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DAMIÃO, Everaldo... Silva  

(Palmeira dos Índios - AL 02/06/1953). Escritor, jornalista, professor, advogado, ator. Filho de Rosalvo Damião da Silva e Rosália Ferreira de Lima. Estudou no Grupo Escolar Almeida Cavalcanti. Fundamental no Colégio Pio XII e o secundário no Colégio Estadual Humberto Mendes. Bacharel em Direito pela Faculdade do Rio Doce, de Governador Valadares (MG) 1980, e pós-graduado em História pela UFAL e especialista em Direito Processual, Lato Sensu, pelo CEAP e CESMAC; Administração de Empresas, Universidade Cândido Mendes/RJ; Relações Públicas, Universidade Santos Dumont, em Governador Valadares (MG) e pelo Instituto de Organização Racional do Trabalho – IDORT/SP; Parapsicologia, pelo Centro Latino Americano de Parapsicologia – CLAP/SP; Docência em Ensino Superior, pelo CESMAC, em Palmeira dos Índios. Curso Preparatório para Magistratura, ESMAL. Um dos fundadores do Leo Clube de Palmeira dos Índios e de Ipatinga-MG, entidade filiada ao Lions Clube Internacional, além de ter sido um dos fundadores da Folha de Palmeira, da Associação de Teatro Experimental (GETAPI). Coordenador de grupos folclóricos e locutor de Rádio. Personagem principal do primeiro filme curta-metragem (em 1974), O Vagamundo.Relações públicas: Clube dos Diretores Lojistas de Brasília-DF; Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (USIMINAS), em Ipatinga; Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Ipatinga. Jornalista no Diário da Manhã, em 1974, onde assinou a coluna Últimas Anotações, na Folha do Comércio e no Diário do Aço, nas cidades de Ipatinga e Coronel Fabriciano (MG) e mais tarde, atuou como redator de COOPECO Informa. Professor nos cursos: de Contabilidade e de Administração de Empresas, na Associação Educacional de Ipatinga (MG); Curso de Secretária Executiva do SENAC, em Ipatinga; Curso Técnico de Contabilidade, no Centro Cenecista Pio XII, em Palmeira dos Índios (AL); Curso de Letras da UFAL, extensão de Palmeira dos Índios e por 15 anos no CESMAC, campus Palmeira dos Índios. Colaborador no semanário Tribuna do Sertão e no site Minuto Nordeste. Atualmente Procurador Municipal do município de Palmeira dos Índios (AL). Membro do Sindicato dos Publicitários em Agências de Propaganda de Belo Horizonte; da ADESG; da APALCA, onde ocupa a cadeira nº 12; da Academia Alagoana de Letras Maçônica e da Academia de Letras, Ciências e Artes Maçônicas do Brasil. Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Alagoas. Obras: Terra & Gente de Ipatinga, 1977; Liberdade Ainda que Tarde, 1980 (Ensaio); Quanto Custa um Advogado?, 1987; Antologia Literária, 1988 (participação). Com Fernando Iório, o Voo do Pássaro (Prosa), participou in Antologia da APALCA, Maceió: Viva Livraria e Editora, 2014, p. 98-100.


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DANGEL, Gilson nome artístico de Gilson Santos da Silva  

(Maceió - AL ? ). Escritor, bancário. Escreve desde a infância. Obras: Estrelas na Lama, Maceió::??, 1980; A Nova Alagoas - História de um Paraíso, Consciência e Liberdade, Maceió: Gráfica da Cruz Vermelha de Alagoas, 2001. Atualmente, vem produzindo seus trabalhos em CD através da Poesia Falada, Dangel Zumbi, o Guerreiro da Cidadania - Uma Revolução Poética.


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DANGELO  

nome artístico de Rubem Monteiro de Figueiredo Ângelo


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DANTAS, Ana Cecília de Morais e Silva  

( AL ?). Escritora : Obra:O Segundo Sexo na Política: O Papel do Direito na Inclusão das Mulheres na Democracia Brasileira Maceió: EDUFAL, 2011, apresentação de Ivo Gabiel, p. 9-10 e prefácio de Eduardo Rabenhorst, p. 11-12.


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DANTAS, Anderson de Barros  

(Vitória de Santo Antão - PE). Escritor, professor. Graduação em Ciências Econômicas, UFAL (1996). Mestrado em Engenharia de Produção, UFSC (1999). Doutorado em Engenharia de Produção, UFSC (2001). Professor na UFSC (1999-2000). Professor na UNISUL (1999-2001). Professor em curso de especialização do Departamento de Contabilidade, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, na UFPE (2001). Professor da UNIVERSO (2001-02). Professor da UFAL, desde 2004, na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade no âmbito da Economia e da Modelagem Computacional. Obras: O Uso do Bambu na Construção do Desenvolvimento Sustentável, juntamente com C. M. Milito, J. Tonholo, M. C. J. Lustosa, Maceió: Instituto do Bambu, 2005. Capítulos de livros: Cultura Familiar Empreendedora e Dinâmica Econômica na América Latina, juntamente com P. C. F. Santos, C. M. Milito, in A Dinâmica nas Ciências Econômicas e Empresariais, Renato Pereira (org.), Maceió: EDUFAL, 2009, p. 268-301; Artigos em periódicos: Condição de Saúde Bucal de Crianças Internas em Hospitais da Cidade de Maceió: juntamente com K. C. Amaral, M. D. H. Tenório, in Odontologia Clínico-Científica (Online), 2006, v. 5, p. 267-273; Caracterização da Floricultura Tropical da Zona Da Mata Alagoana, juntamente com A. B. Sicsú, Oliveira, S. de A. Santos, in Economia Política do Desenvolvimento, 2008, v. 1, p. 50-68; A Metodologia de Kristiansem e Indarti para Identificar Intenção Empreendedora em Estudantes de Ensino Superior: Comparando Resultados Obtidos na Noruega, Indonésia e Alagoas, juntamente com T. C. Nascimento, P. C. F. Santos, M. V. Souza Neto, Costa Júnior, in Revista de Negócios (Online), 2010, v. 15, p. 67-83.


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DANTAS, Audálio Ferreira  

(Tanque d-Arca - AL 08/07/1929). Escritor, deputado federal por São Paulo, líder sindical, jornalista. Filho de Otávio Martins Dantas e Rosalva Ferreira Dantas. Em 1936, passa a viver em S. Paulo onde trabalhou, como balconista de padaria. Aos 21 anos, inicia no jornalismo, atuando no laboratório fotográfico do jornal a Folha de São Paulo, logo depois transferido para a redação. Posteriormente, ipassa a trabalhar nas revistas O Cruzeiro, onde foi redator e chefe de reportagem; Quatro Rodas - nas funções de editor de turismo e redator-chefe; Realidade, como redator e editor; Manchete, como chefe de redação e Nova, como editor. Em 1965, começa a atuar no Sindicato dos Jornalistas; em 1967, passa a ser um dos membros na Comissão de Liberdade de Imprensa, em oposição à atual diretoria da instituição. Em 1975, elege-se presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de S. Paulo, onde passa a lutar pela liberdade da informação. Deixa o cargo em 1977. Em novembro de 1978, candidata-se a deputado federal, por São Paulo, pelo MDB. Assume em 1979, atuando na comissão de Trabalho e Legislação Social e na de Redação. Com o fim do bipartidarismo, filia-se ao PMDB. Candidato à reeleição, em 1982, obtém uma suplência. Retoma suas atividades jornalísticas. Em 1983, elege-se presidente da Federação Nacional de Jornalistas Profissionais, onde permanece até 1986. Nesse mesmo período, dirige a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Em novembro de 1986 torna a disputar, sem êxito, a eleição para deputado federal por São Paulo. Entre 1986 e 1987, atua na entidade mantenedora da Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero, tendo, no último ano, ocupado o cargo de Superintendente de Comunicação da Eletropaulo, onde permanece até 1995. Passa a dedicar-se a atividades particulares na área da comunicação e a assinar uma coluna diária no jornal Diário Popular. Vice-presidente da União Brasileira de Escritores (UBE). Atualmente é diretor da revista Negócio e Comunicação. Obras: O Circo do Desespero, São Paulo: Símbolo, 1976; Resistência, Discursos Políticos. Brasília: Câmara dos Deputados, 1979; Tempo de Luta: Reportagem de uma Atuação Parlamentar, Brasília: Câmara dos Deputados, 1981; Geraldo Guimarães Motor Drive, Ed. Gráfica Vida e Com., 2000; A Infância de Graciliano Ramos, São Paulo: Instituto Cállis, 2005; A Infância de Maurício de Souza, ? Callis, 2005; A Infância de Ruth Rocha, Callis, 2006; A Infância de Ziraldo, Callis, 2007; As Duas Guerras de Vlado Herzog: Da Perseguição Nazista na Europa à Morte Sob Tortura no Brasil, Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2012; Tempo de Reportagem, Ed. Leya, 2012; Mancha a Menina Mal Desenhada, Callis, 2012; O Chão de Graciliano, Tempo Dimagem, 2006, juntamente com Thiago Santana. Imagens do Teatro Paulista, São Paulo: IMESP, 1985, juntamente com outros autores; Repórteres, São Paulo: Ed. SENAC/SP, 1998 (reunião de dez textos de renomados repórteres) Ronaldo Lessa: Coragem Para Sonhar e Fazer, juntamente com Ari Cipola e Fátima Almeida, 2002. Participou da antologia Horas Vagas, v.1, 198, org. de Manoel Vilela de Magalhães e João Emílio Falcão; Corpos Contos Eróticos, Audálio Dantas e Outros, 2001. Fez a apresentação de Piadas do Salão, São Paulo: Imprensa Oficial, 1985. Carolina Maria de Jesus, em 1960, com sua ajuda, publicou o livro Quarto de Despejo, sucesso editorial traduzido em 29 línguas.


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DANTAS, Aycha Rafaela Santos  

(Aracaju - SE ). Escritora, psicóloga pela Faculdade Pio Décimo, Aracaju-SE. Pós-graduada em Psicologia pela USP. Capítulo de livro: Preconceito Contra as Mulheres nas Piadas, juntamente com Sheyla C. S. Fernandes, in Psicologia Social - Relações Interpessoais e Preconceito, Maceió: EDUFAL, 2013, p. 97-118..


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DANTAS, Benício Barros  

(Maceió - AL 01/11/1924). Jornalista, padre. Filho de José Dantas de Melo e Laudicéia Barros Dantas. Formou-se pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e pela Faculdade de Filosofia de Alagoas. Pároco Inamovível de São Miguel dos Campos. Foi diretor da Folha Miguelense e redator do jornal católico O Semeador, de Maceió. Obra: Para Servir... A Pessoa Humana na Família, Discurso de Orador da Turma de Bacharéis de 1966, Maceió: 1966.


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DANTAS, Boaventura Vieira  

(Porto Real do Colégio - AL 14/07/1896 - Propriá - SE 04/11/1964 ). Escritor, comerciante. Filho de Salustiano Vieira Dantas e Maria da Conceição Vieira Dantas.Comerciante de secos e molhados na referida cidade, fez parte da Administração Municipal como membro do Conselho Municipal, na década de 1930. Foi Prefeito de Porto Real do Colégio, provavelmente na década de 1940. Atuou como Correspondente da Gazeta de Alagoas nesse mesmo município. Membro da Associação Sergipana de Imprensa e do Núcleo Jornalístico de Propriá - SE. Obra: Palmeira- Colégio, apresentação de Costa Nunes, Maceió: Imprensa Oficial, 1953 ( Uma série de artigos, escritos entre 1937 e 1950, sobre a luta intelectual pela ligação ferroviária entre Palmeira dos Índios e Porto Real do Colégio).


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DANTAS, Carmen Lúcia Tavares Almeida  

(Penedo - AL 27/09/1945). Museóloga, professora. Filha de Aloísio Tavares de Almeida e Maria Pureza Tavares Almeida. Estudou o primário e o secundário no Colégio Imaculada Conceição, em Penedo. Graduada em Museologia, pelo Museu Nacional, da Universidade do Rio de Janeiro (1972). Especialização em História, na UFAL (1981). Cursou Planejamento Urbano e Patrimônio Cultural (com tradução simultânea) em Berlim, na Alemanha, em 1988. Mestrado de Literatura Brasileira, pela UFAL (1988), com a dissertação: Solidão: A Representação do Trágico em Dos Destroços, O Resgate, livro de Arreite Vilela. Professora do ensino primário, entre 1966 e 1968, e de Português, no ensino médio, ambos em Penedo. Professora de História da Arte, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do CESMAC, entre 1977 e 1982; quando, por concurso público, passa a lecionar História da Arte no Departamento de Artes da UFAL (1986-96),nos cursos de Artes, História, Letras e Comunicação. Nesse período, fez crítica de Artes Plásticas e assinou, semanalmente, uma página sobre Arte, na Gazeta de Alagoas Suplemento Gazeta Mulher. Em 1991 e 1992, professora de História da Arte, Folclore e Museologia no curso de pós-graduação em Administração de Turismo, promovido pela UFAL com apoio da CAPES e de cursos de História da Arte promovidos pela iniciativa privada, em 1996 e 1997. Dirigiu, entre 1973 e 1975, a Divisão de Promoções Culturais do DEC/SEC; de 1975-77 chefiou a Divisão Cultural da EMATUR; Diretora do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore, da UFAL (1978-86), e, novamente, de1999 a 2004, quando promoveu a restauração e reabertura da instituição. Coordenadora do levantamento do Acervo Histórico e Artístico das Cidades de Penedo e Marechal Deodoro em 1980. Presidente da Fundação Teotônio Vilela, em Maceió (1986/88) em 1988 coordena a Extensão Cultural da Pró - Reitoria de Extensão da UFAL e é nomeada membro do Conselho Estadual de Cultura (1999-2001), membro desse colegiado por quatro gestões consecutivas, na qualidade de relatora da Câmara do patrimônio Histórico e Artístico. Membro do Conselho Municipal de Cultura (1997-2000). Museóloga responsável pela instalação do Museu de Arte Sacra de Marechal Deodoro (1984).Incentivadora e orientadora da instalação do Museu José Aloísio Vilela, em Viçosa. Museóloga responsável pelo inventário do acervo artístico da Fundação Pierre Chalita (1996-97) pelo levantamento histórico e artístico do MISAL e Museu Théo Brandão (1999). Responsável pela instalação do Museu do Paço Imperial de Penedo (inaugurado em maio/2002) e do Memorial Raimundo Marinho (inaugurado em 11/2003), pertencentes à Fundação Educacional do Baixo São Francisco. Superintendente do IPHAN (2004). Responsável pelas montagens do Memorial do TRE (2004), do Memorial do Poder Judiciário do Estado de Alagoas, do Memorial René Bertolet, na Cooperativa Pindorama, em Coruripe (AL) em 2005, do Memorial Teotônio Vilela, em Maceió (2006) e do Memorial Major José Tenório, Boca da Mata (AL), em 2005. Sócia do IHGAL, empossada em 22/09/1998, na cadeira 42, da qual é patrono José Silveira Camerino. Membro do Conselho da Fundação Teotônio Vilela, desde 2003. Membro do Conselho Estratégico da OAM, desde 2005, da ABM, da Comissão Alagoana de Folclore e da Comissão de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico da Diocese de Penedo. Consultoria cultural da Fundação Mantenedora do Memorial e do Museu Imperial. Prestou consultoria, redação de texto e seleção de fotos do segmento Penedo, na exposição O Brasil de Pierre Verger, montada pela Fundação Pierre Verger em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife, em 2006. Carnavalesca histórica fundou, com outros artistas, o Bloco Filhinhos da Mamãe e recebeu, em 2005, o título folclórico de Duquesa de Jaraguá, bairro boêmio de Maceió. Obras: Carrapicho: Cerâmica e Arte, fotos de Celso Quintela Brandão, Maceió: EDUFAL, 1980; Aspectos da Cultura Popular de Alagoas, Separata Revista e Ampliada do Catálogo da Exposição: Um Estado do Nordeste do Brasil/UFAL, 1983, fotos de Celso Brandão, Maceió: UFAL/Museu Théo Brandão, 1987, apresentação de Raul Lody.; Pinacoteca Universitária, Trajetória de Arte, 1981-1991, Maceió: EDUFAL, 1992; Theo Brandão, Reconhecimento e Continuidade de Uma Obra, juntamente com Vera Lúcia Calheiros Mata e Fernando Antônio Neto Lobo (orgs.), in Théo Brandão: Vida em Dimensão, Maceió: SECULT, 2008; Onze Mil Virgens - Carnaval Alagoano, Maceió: Museu Théo Brandão-UFAL, 1983; A Transgressão do Discurso Amoroso em FANTASIA e AVESSO, ensaio para o Curso de Mestrado em Letras/UFAL, Maceió: 1992, (mimeo.) Solidão - A Representação do Trágico em DOS DESTROÇOS, O RESGATE, de Arriete Vilela, Dissertação de Mestrado, UFAL, Maceió: 1996 (mimeo.) Museu Théo Brandão - A Casa da Gente Alagoana, Maceió: EDUFAL, 2002; Guia Cultural de Penedo, Maceió: SEBRAE/AL, 2004; Calendários Culturais da FAPEAL, 2005, 2006, 2007; Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, em coautoria com Douglas Apratto Tenório ; A Memória da Destruição, em coautoria com Douglas Apratto Tenório. Com E, no Sétimo Dia, Descansou... participou de Arte Sacra de Alagoas - Um Tesouro da Memória, Brasília: Senado Federal, 2006, p. 69-110; Caminhos do Açúcar. Engenhos e Casas-Grandes das Alagoas, Brasília: Senado Federal, 2008, juntamente com Douglas Apratto Tenório; Redescobrindo o Passado: Cartofilia Alagoana, juntamente com Douglas Apratto Tenório, Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2008, com ensaio de Elysio de Oliveira Belchior; Mestres Artesãos das Alagoas: Fazer Popular, Maceió: Instituto Arnon de Mello, 2009 apresentação de Douglas Apratto; fotografia de Ricardo Lêdo, ilustrações de Cícero Rodrigues. Autora, juntamente com Solange Lages, Pierre Chalita e José Abílio Dantas, de Alagoas: Roteiro Cultural e Turístico, Recife:Gráfica Editora Ltda., 1979 (prêmio Costa Rego, Governo do Estado/AAL, 1980) Discurso de Posse na cadeira 42, em 22 de Setembro de 1998, Revista IHGAL, Maceió: 2001, v. 45, ano 1995-2000, p. 107-112; Artesanato, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 78-80; Mestre Pedro Teixeira, Boletim Alagoano de Folclore, Maceió: Comissão Alagoana de Folclore, 2000, p. 59-60, em Pedro Teixeira de Vasconcelos, (In Memorian) Lourenço Peixoto em Memória Cultural de Alagoas, Gazeta de Alagoas, 06/01/2000; O Alquimista de Ideias, texto crítico sobre a pintura de Rogério Gomes; Maceió: [ s. ed ]; Rendeiras de Riacho Doce MINC, RJ, Funarte; O Tema Histórico na Concepção Plástica posfácio do livro A Presença Holandesa A História da Guerra do Açúcar Visto por Alagoas, de Douglas Apratto Tenório. Colabora com a imprensa - em especial na Gazeta de Alagoas, onde foi responsável pela página de Arte e Cultura;


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