A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z

 

CAJUEIRO, José  

(AL?). A Revista Brasileira de Estudos Políticos, n. 16, p. 101 a 120, de janeiro de 1964, publicou o trabalho As Eleições em Alagoas, em 1962, realizado juntamente com Carvalho Veras.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CAJUEIRO, José Cavalcante  

( AL? 1918 ). Professor. Obras: O Valor da Linguagem na Escola Primária, Maceió: Imprensa Oficial, 1949 (Tese de Concurso à Cadeira de Metodologia do Ensino Primário, do Curso de Professores Primários do Instituto de Educação) Estudo Sobre o Emprego da Vírgula, São Paulo: Ed. 1980; Ezequias Jerônimo da Rocha, Maceió: Boletim FUNTED, FF-48. Colaboração na imprensa.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CAJUEIRO, Roberta Liana Pimentel  

(Maceió - AL ? ). Escritora, professora, biomédica. Filha de Carlos Antônio Ramos Cajueiro e Naci Pimentel Cajueiro. Graduação em Biomedicina, CESMAC (2002). Especialização em Docência do Ensino Superior, CESMAC (2003), com o TCC: Leitura e Prática Pedagógica. Especialização em Análises Clínicas, CESMAC (2006), com o TCC: Estudo Epidemiológico da Sífilis Congênita em Maceió/AL. Mestrado em Educação, Universidad de la Empresa, em andamento desde 2008. Outros cursos: Aperfeiçoamento em Citopatologia e Bacteriologia Clínica (2002) Planejamento e Avaliação no Ensino Superior (2007), todos no CESMAC. Professora do CESMAC (2002-2008), com Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso e ???? (2003-2006). Membro do Comitê de Ética em Pesquisa (2006-08). Membro do Núcleo de Ensino e Pesquisa e Extensão (2006-08). Professora da Central de Ensino e Aprendizado de Alagoas - CEAP, desde 2012. Professora na Faculdade Figueiredo Costa - FIC, desde 2008. Professora da União de Faculdades de Alagoas - UNIFAL, desde 2008. Professora da Faculdade Pitágoras Maceió - FPM, desde 2012. Membro do corpo editorial das Revistas: Alicerce (2004) e Saúde em Evidência (2006-07). Membro efetivo da ABNT. Obra: Manual Para Elaboração De Trabalhos Acadêmicos: Guia Prático Do Estudante, Petrópolis: Vozes, 2012; Manual Para Elaboração de Trabalhos acadêmicos, Rio de Janeiro: Ed. Best Seller, 2013. Textos sobre Educação Superior publicados na Gazeta de Alagoas


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CAJUÍBA  

Tem essa denominação, em seu começo, o Rio São Miguel.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CAJÁ DOS NEGROS  

Comunidade quilombola localizada em Batalha. Registro no Livro de Cadastro Geral nº. 02, Registro 144, Fl. 49, em 02/03/2005, publicado no D. O. U. em 19/04/2005. Possui 86 famílias. Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CAJÚ, Sandoval Ferreira  

(Bonito de Santa Fé - PB 16/11/1923 - Maceió - AL 23/03/1974). Prefeito de Maceió: jornalista, advogado, repentista. Filho de José Ferreira Caju e Tamires Ferreira Guarita. Foi locutor da Rádio Relógio do Distrito Federal. Atuou na Rádio Tabajara da Paraíba. De férias, em visita a parentes, conheceu Alagoas, onde decidiu permanecer. Fez o curso ginasial no Colégio Guido de Fontgalland, diplomou-se contador pela Escola Técnica de Comércio e bacharelou-se pela Faculdade de Direito da UFAL. Trabalhou na Comissão de Estradas de Rodagens. Na Rádio Difusora de Alagoas apresentou os programas -Feira de Atrações- e -O Gigante do Ar-. Nessa Rádio, fez o seu primeiro grande programa de auditório, Palito de Fósforo: o programa incendiário dos auditórios. Eleito prefeito de Maceió: em 1960, assumiu em fevereiro de 1961 e, cassados seus direitos políticos, foi afastado em 01/05/1964. Por ter remodelado diversas praças, ficou conhecido com o Prefeito das Praças. Membro da AML. Obras: A Embaixatriz da Simpatia, Maceió: 1969; O Conversador. Memórias, Maceió: SERGASA, 1991; Poesia Despida?


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CAL  

Comunidade quilombola em Água Branca. Certificada em 27/12/2010. Possui 50 famílias. Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CALABAR, Domingos Fernandes  

(Porto Calvo, então Pernambuco, cerca de 1600 - Porto Calvo 22/07/1635). Filho de Ângela Álvares. Segundo Moreno, depende mais de pesquisas de caráter psicológico do que de estudos históricos. -Tornou-se uma personagem na História do Brasil por ter se passado para o lado dos holandeses durante as tentativas destes de assenhorar-se do Nordeste brasileiro. É considerado para uns um heróico homem de visão e por outros um vil traidor. Nasceu em data não sabida, filho de Ângela Álvares ou Tavares, sendo batizado no dia 15 de março de 1610, na capela de N. S. da Ajuda, em Engenho Velho, na vizinhança de Olinda. Teve como padrinhos Pedro Afonso Duro, português, e sua filha, D. Inês Barbosa, pernambucana, não figurando no registro batismal o nome paterno. Tinha uma irmã que residiu em Porto Calvo. Vivia com a mameluca Bárbara Cardoso, havendo, dessa união, um filho, a quem deram o nome de Domingos Fernandes, o qual foi paraninfado no ato do batismo pelo holandês Sigismundo Sckhoppe. Estudou com missionários jesuítas, tornando-se, posteriormente, senhor de terras e, segundo alguns, de 3 engenhos de açúcar, conforme levantamento do governo espanhol, em 18 de outubro de 1628, onde figurava seu nome como proprietário. Quando da invasão holandesa, foi um dos primeiros a se apresentar para lutar na resistência, servindo sob as ordens de Matias de Albuquerque, distinguindo-se na defesa de Pernambuco, tendo se ferido na defesa do Arraial de Bom Jesus, em 1630. Conhecedor profundo da região, revelou grande habilidade no preparo das emboscadas nas quais os holandeses eram implacavelmente aniquilados, durante os anos de 1630 a 1632. Em abril desse último ano, passa-se para os holandeses que estavam encurralados em Recife, e os ajuda a atacar, com êxito, a Vila de Igaraçu, a Ilha de Itamaracá, a Vila de Goiana e o Forte do Rio Formoso. Expande-se, assim, pelas vitórias sucessivas, a ocupação holandesa. Calabar atinge a patente de Major do Exército Holandês. Matias de Albuquerque tudo fez para atraí-lo de novo às suas hostes. Numa carta assim se manifesta: "Em nome d`El-Rey vos oferecemos a restituição de vossas benfeitorias e bens, 50.000 cruzados de compensação, a tença que em razoável pedirdes, o posto de Mestre de Campo, título de Dom, a amizade d`El-Rey e a nossa. E o que é que ainda quereis que não vindes? A vossa inteligência, os vossos admiráveis conhecimentos, o vosso invejado valor, é pedido por El-Rey Nosso Senhor." A resposta de Calabar coloca, de um lado, o espírito de liberdade e o humanismo renascentista encarnado pelos holandeses, e, do outro, a tirania e a escravidão dos portugueses que haviam transplantado para o Brasil a estrutura e instituições do feudalismo medieval. Eis parte do texto da Carta de Calabar a Matias de Albuquerque: "Depois de ter derramado meu sangue pela causa da escravidão que é a que defendeis ainda, passo para este campo não como traidor, mas como patriota, porque vejo que os holandeses procuram implantar a liberdade no Brasil, enquanto os espanhóis e portugueses cada vez mais escravizam o meu país. Como homem, tenho o direito de derramar o meu sangue pelo ideal que quiser escolher: como soldado, tenho o direito de quebrar o juramento que prestei enganado. O meu desinteresse é sabido por aqueles que foram meus chefes. Quisestes confiar-me um honroso posto na frente de vossas tropas. Recusei. Se meus bens se acham em terras ocupadas pela vossa gente, não é visível que só eu tenho a perder com a minha mudança de bandeira? Derramei meu sangue por uma causa que reputava santa e que entretanto era a da escravidão de minha pátria. É a causa que vós defendeis. Com os seus atos, os holandeses têm provado melhor que os portugueses e espanhóis. Enquanto nas terras por vós ocupadas existe a mais negra escravidão e tirania, eles, não somente protegem materialmente os naturais, como lhes dão até liberdade de consciência. Em Recife e Olinda, como na Europa, cada um pensa como quer. E entre vós? Vós bem o sabeis. Com o mesmo ardor e sinceridade com que eu bati-me pela vossa bandeira, me baterei pela bandeira da liberdade do Brasil, que essa é a holandesa. Tomo Deus por testemunha, de que o meu procedimento é o indicado pela minha consciência de verdadeiro patriota-. Diante da recusa de Calabar, o general português armou um primo do porto-calvense, Antônio Fernandes, para matá-lo. O insucesso da empreitada levou-o a recorrer aos serviços do, também, porto-calvense Sebastião Souto, compadre e amigo íntimo de Calabar. Fingindo aderir às tropas holandesas, Souto levou Picard à derrota de que resultou a entrega de Calabar e sua condenação à morte." Assim descreve a façanha Frei Manoel Calado, em seu -Valoroso Lucideno-: -No dia seguinte 18 de julho de 1635, rendem-se os holandeses. Seguem-se todos os prisioneiros para Alagoas, ficando somente Calabar à mercê de El-Rei, segundo ficou estipulado. Matias de Albuquerque, porém, por arbítrio pessoal, resolveu ali mesmo que representava ele a pessoa do Rei e o condenou sumariamente à morte". E mais adiante: "Mandou logo Matias de Albuquerque chamar o Padre Frei Manoel do Salvador, Calabar fez ao confessor certos apontamentos de dívidas e obrigações em que estava... Veio o Ouvidor João Soares de Almeida e o Escrivão Vicente Gomes da Rocha para que denunciasse as pessoas que tratavam com o inimigo, o que lhe respondeu: "Que muito sabia, porém que não furtava o tempo que lhe restara para fazer autos e denúncias por mão de escrivão. Avisou o padre a Matias de Albuquerque de algumas coisas pesadas que Calabar tratou com ele, e que lhe deu licença para que as dissesse ao dito Matias, o qual em ouvindo mandou que não se falasse mais nessa matéria por não levantar alguma poeira, da qual se originassem muitos desgostos e trabalhos. Tanto que apontou a noite se fez a soldadesca em ordem e o sargento mor dos italianos Paulo Barnola etc. tiraram Calabar da prisão e a um esteio que ali estava junto a casa lhe deram garrote e o fizeram estacada, e com tanta pressa que nem lugar lhe deram a se despedir, etc. como queria, receoso que dissesse alguma coisa pesada, o que ele não tinha intenção de fazer como havia prometido ao padre. Morto Calabar, aos 22 de julho de 1635, Matias de Albuquerque com seu pessoal se foram esconder em um rio que ali achou e ninguém teve a caridade de enterrar o corpo. Esteve a povoação despovoada de gente 3 dias quando a ela chegou o Governador Orlando Sigismundo Vandscop com todo peso de seu exército e com pataxos por rio acima, e entrando na povoação, vendo pendurados os quartos de Calabar, a cabeça espetada em um pau, se encheu de tanta ira que mandou deitar bando que todos os portugueses que se achassem nesse distrito morreriam a ferro e fogo, tratando de dar sepultura a Calabar, colocando a cabeça e os quartos em um caixão por seus soldados e, acompanhado de toda tropa, com as cerimônias de tristeza que na milícia se costuma fazer, o fez enterrar na igreja já disparando toda gente de guerra três grande descargas de mosquetes". Após o sacrifício de Calabar, Matias de Albuquerque arrasou as fortificações de Porto Calvo, e foi ao encontro de Bagnuolo em Alagoas do Sul. De outra parte, Segismundo van Schkoppe, diante dos despojos de Calabar, quis passar todos os habitantes de Porto Calvo a fio de espada, mas se rendeu à súplica de Frei Manuel do Salvador, comutando a pena em cativeiro. Calabar não era holandês nem português, era brasileiro. Havendo dois povos alienígenas disputando a posse de sua pátria, resolveu então deixar seus interesses e ajudar a um deles. Não há dúvida de que os conquistadores originários da península eram bravos, porém brutais; administravam como régulos insensíveis, adotando uma intransigência sem limites, mantendo ainda os rigores medievais. Calabar era apenas um mero produto do ambiente em conflito. Havia, indubitavelmente, da parte do neerlandês, uma política mais liberal e generosa. Portugal, nos tempos que corriam, não era bem Portugal, pois vivia sob a monarquia espanhola. E esta, abandonara realmente o reino lusitano, e o Brasil estava entregue a si mesmo. Na colônia lusitana preponderava a ânsia pelo ouro, o cativeiro do índio, exigindo-se servidão e obediência de escravo, além da corrução dos costumes. Varnhagen e Taunay afirmam que J. Fernandes Vieira, por exemplo, entrou na luta para expulsão do holandês do Brasil, não por suas virtudes patrióticas, mas, sim, porque se achava com um avultado débito de 400 mil cruzados para a Companhia das Índias Ocidentais e contra ele corria um processo. Não lhe sendo possível pagá-los, acendeu a luta contra o seu credor e, depois de derrotá-lo, na hora do confisco das propriedades dos vencidos, apoderou-se indebitamente de "casas, olarias, escravos, gado, pau-brasil". É ainda Frei Manoel Calado que afirma: "Havia em Pernambuco dois homens que privaram muito com o Príncipe Maurício Conde de Nassau e com o do Supremo e Político Conselho, um se chamava João Fernandes Vieira e o outro Gaspar Dias Ferreira; um tratava de granjear sua vida e também a amizade dos holandeses e o outro tratava de seu próprio interesse e de fazer ficos os holandeses à custa da fazenda e sangue dos moradores-. E ainda mais: "Desde o tempo em que o Conde de Bagnuolo entrou em Pernambuco, logo os sucessos da guerra foram mal em pior: logo começou a mandar embaixadas ao inimigo e recebê-las: mandava os regalos e frutas da terra e recebia em retorno, frasqueiras de vinho, cunhetes de manteiga e queijos..." Vale lembrar que o brasileiro não tinha direito a coisa alguma e pagava com a vida qualquer movimento de independência. Inúmeras eram as leis e alvarás que nos dão uma triste impressão do jugo imposto ao Brasil naqueles tempos calamitosos. Assim, encontramos, entre outras: Lei de 18 de março de 1606, estabelecendo o isolamento do país ao contato de toda e qualquer nação de mundo que não fosse Portugal; Alvará de 12 de maio de 1680, obrigando os sapateiros a só trabalharem em couros que viessem de Portugal; lei de 20 de fevereiro de 1690, proibindo o uso de outro sal que não fosse o de Portugal, o qual chegava aqui por um preço exorbitante; alvará de 26 de junho de 1766, proibindo o fabrico de sabão; Carta régia de 19 de junho de 1771, proibindo fabricação de açúcar no norte do país; Lei de 1º. de outubro, ordenando que todo português que tivesse determinada fortuna fosse transportado para Portugal; Ordem régia de 5 de junho de 1802, proibindo os governadores de receberem em audiência as pessoas que não estivessem vestidas com tecidos portugueses; Aviso de 18 de junho de 1800, repreendendo a Câmara de TAMANDUÁS, em Minas Gerais, por ter instituído uma aula de primeiras letras. Verifica-se, portanto, que a colonização lusa era antiprogressista e utilitária. Os holandeses, porém trouxeram etnógrafos, como Herckman e Roulox, topógrafos, geógrafos, astrônomos com Marograf, levantando mapas topográficos, estabelecendo longitudes e latitudes; historiadores como Barleus e Mieuhoff, muitos pintores, podendo-se enumerar entre eles, Wagner, Franz Post, Eckhout, arquitetos, cientistas e até trupes estrangeiras de artistas teatrais que pela primeira vez viram o Brasil. A pátria brasileira não existia. Nenhuma das duas principais nações que a disputavam possuía hegemonia sobre o vasto território, porque, em 1641 ainda, Portugal e Holanda conservaram um armistício para que cessassem as guerras durante dez anos e, mais tarde, em 1661, ambos os contendores celebravam o tratado de Haia, sendo reconhecidos os direitos dos Países Baixos, que receberam 4 milhões de cruzados para que desistissem da conquista que haviam realizado no Brasil. Patrono da cadeira nº 17 da APHLA Internacional.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CALADO, Francisco da Rocha  

(São José da Laje - AL 31/03/1844 - AL ? 1908). Engenheiro militar. Assentou praça em 11 de junho de 1859, no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro. Em 1863, frequenta a Escola Preparatória, anexa à Escola Militar. Lutou na Guerra do Paraguai, tendo participado de 22 combates e obtido, por bravura, o posto de capitão. Chega a general em 1899. Ocupou o cargo de Secretário do Ministério da Guerra. Faleceu na ativa, quando comandava o distrito militar de Alagoas. Obras: Homenagem do Ministro da Guerra Gal. Eurico Gaspar Dutra ao General Francisco da Rocha Calado, Primeiro Centenário do Seu Nascimento, Revista do IHGAL, v.24, ano 1945-1946, Maceió: Imprensa Oficial, 1947, p. 156-157. Fernando Galvão de Pontes; Dados Biográficos do General Francisco da Rocha Calado, Jornal de Alagoas, 30/08/1980.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

CALADO, Frei Manuel.  

veja SALVADOR, Frei Manuel Calado do.


Para alteração no verbete, faça uma solicitação pelo formulário abaixo:

:



:
 

5 . 6 . 7 . 8 . 9 . 10 . 11 . 12 . 13