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CABRAL, João Francisco Dias  

(Maceió - AL 27/12/1834 - Maceió - AL 17 (AAL) ou 19 (IHGAL)/07/1885)?. Historiador, médico. Filho de Francisco Dias Cabral e Maria do Rego Baldaia Cabral. Inicia seus estudos em Maceió e os conclui na Bahia, no Colégio Santo Antônio, aonde fora em 1848. Forma-se na Faculdade de Medicina da Bahia (1856), com a tese Apreciação dos Métodos Operatórios Empregados nas Curas dos Aneurismas. Médico da Colônia Militar de Leopoldina, professor e diretor do Liceu de Artes e Ofícios e do Asilo de Órfãs de N. S. do Bom Conselho. Médico do Hospital de Caridade de Maceió. Abolicionista e membro da Sociedade Libertadora Alagoana. Fundador do IAGA e seu primeiro secretário perpétuo, entre dezembro de 1869 e julho de 1885. Em 1872, foi responsável pelo lançamento da revista da instituição, tendo nela publicado inúmeros trabalhos. "De todos, porém, o maior foi Dias Cabral, o maior pelo devotamento com que se consagrou à consolidação do Instituto e pelo cabedal de ciência que possuía e que incorporou ao patrimônio da associação. A este só faltou um cenário mais amplo para ser um sábio de renome mundial." Patrono da cadeira 11 do IHGAL, da cadeira 32 da AAL e da cadeira 3 da Academia Alagoana de Medicina. Um dos fundadores do Asilo das Órfãs. Obras: Notícia Biográfica do Finado Barão de Jequiá, Maceió: editado por um liberal, 1871; O Homem Perante a História Natural, Maceió: Tip. Gazeta de Notícias, 1882 (dissertação lida na abertura das Conferências Populares no Colégio Sete de Setembro, a 21/10/1882) Qual a Origem do Apelido de S. Bento, por que é Conhecido o Outeiro Sobranceiro à Vila de Santa Luzia do Norte? Revista. IAGA, n. 2, p. 8-11; Esboço Histórico Acerca da Fundação e Desenvolvimento da Imprensa em Alagoas, Revista IAGA, Maceió: v. I, n. 5, p. 99-109; Notícia Acerca da Vida do Fundador da Capela do Coqueiro Seco, Padre Bernardo José Cabral, Revista IAGA, v. I, n. 5, p. 112-117; Esclarecimento Sobre o Jazigo Indígena do Taquara, em Anadia, Revista do IAGA, n. 6, p. 159-163; Narração de Alguns Sucessos Relativos à Guerra dos Palmares, de 1668 a 1680, Revista IAGA, n. 7, dezembro 1875, p. 165-187 (incluindo 22 documentos) Numismática. Parecer Sobre Moedas Portuguesas, Revista do IAGA, n. 7, dezembro 1875, p. 194-195; Ensaio Acerca da Significação de Alguns Termos da Língua Tupi, Conservados na Geografia das Alagoas, Revista IAGA, n. 8, junho de 1876, p. 202-206; Seria Anárquica a Constituição Brasileira? Revista IAGA, número 9, dez. 1876, p. 231-40; A Utilidade da Geografia, Revista IAGA, n. 9, dez.1876, p. 240-47; Pesquisa Rápida Acerca da Fundação de Alguns Templos da Vila de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul, Agora Cidade das Alagoas, Revista do IAGA, v. II. n. 11, p. 1-11;Vestígios de uma Antiga Família Estabelecida no Território de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul, Revista do IAGA, V.II, n.º 11, p. 14-23; Notícia Acerca de Alguns Trabalhos e Explorações Geográficas, Revista do IAGA, v. II, n. 12, p. 41-49; O Hospital de Caridade de Maceió: Revista do IAGA, v. II, n. 13, p. 91-97; Resumo dos Acontecimentos Firmados em Documentos Extractados do Archivo da Câmara Municipal de Maceió: de 1817 a 1829, Revista do IAGA, v. II, n. 15, p. 141-150; Dados no Município de Maceió: Firmados em Documentos Extraídos do Arquivo da Respectiva Câmara Municipal (IAGA, sessão de 12 de agosto de 1871) Resenha dos Últimos Trabalhos Geográficos; Revista do IAGA, v. II, n. 15, p. 155- 164; A Revolução de 1817, Revista do IAGA, v. II, n. 17, p. 232-239; Notas Acerca dos Últimos Trabalhos Geográficos; Revista do IAGA, v. II, n. 17, p. 239- 248; Diversos Sucessos Militares no Território das Alagoas, Revista do IAGA, v. II, n. 18, p. 249-257 ; Novas Geográficas, Revista do IAGA, v. II, n. 19, dez, 1888, p. 281-297; além dos Relatórios dos Trabalhos do Instituto, dos anos de 1873 a 1884; Tavares Bastos (discurso) Prefácios do livro de Inácio Passos Poesias e Outras Obras Literárias de Inácio Joaquim Passos Júnior (obra póstuma) e do livro de Felinto Elísio da Costa Cotim, Folhas Murchas. Foi redator do Artista e do Liberal e colaborou no Diário das Alagoas e Diário da Manhã, destacando-se, neste último, os trabalhos: O Alcance do Transformismo e A Propósito da Memória Relativa ao Ensino Primário, publicados, respectivamente, em 07/06/1883 e 17/05/1885. Inéditos: O Mutilado, ensaio dramático, em quatro atos, 1855; Notas Biográficas Acerca dos Oficiais Milicianos Coronéis Francisco Manoel Martins Ramos, Ignacio Francisco Calaça da Fonseca Galvão e tenente-coronel Antônio José dos Santos, memória lida no IAGA, em 1881. Colaborou como redator de O Artista e O Liberal. Escreveu-se: Dias Cabral - Um Jornalista de Outros Tempos, revista Novidade, Maceió: 1 (18): 3, 08/08/1931.


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CABRAL, Kícia Oliveira... de Vasconcellos  

(Maceió - AL 02/06/1961). Promotora de Justiça, advogada. Filha de Hélio Rocha Cabral de Vasconcellos e Jacile Oliveira Vasconcellos. Fez o ensino médio no Colégio Marista e concluiu no Colégio Batista (1979). Graduada em Direito, CESMAC (1984). Foi Assessora de Desembargador no TJ-AL ( 1979-89). Promotora de Justiça, PGJ, MPE-AL, desde 1990, onde autou nas comarcas de Atalaia, São Sebastião, Passo do Camaragibe, São Miguel dos Campos, Campo Alegre, Igaci, Palmeira dos Índios, Água Branca, São Brás, Porto Real do Colégio, Porto de Pedras e Maceió. Artigo em periódico: O Ministério Público no Processo Eleitoral, in Custos Legis, Informativo da AMPAL, nº 1, Setembro 1991, p. 3.


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CABRAL, Luiz Antônio Palmeira  

(Maceió - AL ? ). Escritor, professor, economista. Graduação em Ciências Econômicas, UFAL (1979). Especialização em Análise Econômica, UFAL (1987), com o TCC: O Sistema de Planejamento de Alagoas. Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente, UFAL (2004), com a dissertação: A Sustentabilidade dos Planos de Desenvolvimento de Alagoas: Período 1960-2000. Outros cursos: Workshop Sobre Mediação, SEBRAE-AL (1998) Mediação e Arbitragem Comercial, Câmara de Mediação e Arbitragem de Alagoas (1998) Laudo Arbitral e Arbitragem Comercial, Câmara de Mediação e Arbitragem de Alagoas (1999) Capacitação em Mediação, Instituto de Mediação e Arbitragem do Brasil (1999). Professor da UFAL, desde 1980. Assessor Especial do CCSA-UFAL (1985-87), Coordenador do Curso de Economia (1986-87), Chefe do Departamento de Economia (1987-91 e 2003-06), Vice-Diretor do CCSA-UFAL (1988-89) e Chefe de Gabinete do Reitor (1991-95). Na SEPLAN: Pesquisador (1978-80) e Economista (1980-90). Presidente do CORECON-AL (1996-98). Membro do corpo editorial da Revista do CCSA-UFAL, (1991). Obras: Conjuntura de Arapiraca, Maceió: UFAL, 1985; Estudos Financeiros do Município de Arapiraca, Maceió: UFAL, 1987 (coordenador) Planos de Desenvolvimento de Alagoas 1960-2000, Maceió: EDUFAL - SEPLAN-AL, Fundação Manoel Lisboa, 2005. Artigo em periódico: A Experiência Alagoana de Planejamento, in Revista Economia Política do Desenvolvimento, 2009, v. 6, p. 49-81.


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CABRAL, Manoel José  

( AL?). Filho de Manoel Cabral Tavares e irmão de Frei Joaquim da Purificação, bem como do Padre Bernardo José Cabral. Construiu e fundou a igreja de Santa Luzia do Norte.


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CABRAL, Manoel Torquato de Godoi  

(Capela - AL 26/02/1878 - Maceió - AL 31/12/1907). Poeta, jornalista. Filho de Avelino Cabral e Luiza de Godói Cabral. Frequentou a escola primária, em sua cidade natal. Trabalhou no comércio em Pilar. Iniciou muito cedo no jornalismo, ainda no Pilar, no jornal Vigilante, do qual era o seu principal redator. Em 1897, foi um dos diretores da Sociedade Fratrenidade e Instrução dos Caixeiros do Pilar. Por dificuldades econômicas, viveu em andanças constantes entre Pilar e Capela, tendo se estabelecido, finalmente, em 1898, em Maceió. Fundou, com Carlos Broad e José Avelino, a revista Alvorada. Dirigiu, ainda, o Almanaque Literário Alagoano, com a colaboração de Craveiro Costa. Presidente da Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados no Comércio. Patrono da cadeira 4 da AAL. Colaborou em jornais da capital: Arrebol, Rosal, Jornal de Debates - e no Pilar na revista Vinte de Julho. Obras: Organizador, juntamente com Craveiro Costa, do Indicador Geral do Estado de Alagoas, Maceió: Tip. Commercial, 1902; Almanaque Literário Alagoano para 1900, Contendo Várias Indicações de Utilidade Pública e uma Escolhida Parte Literária, organizado por T. Cabral - Primeiro Ano, Maceió: Tipografia Oriental, 1899; Almanaque Literário Alagoano para 1901, Diretor: T. Cabral, - Segundo Ano, Maceió: Tipografia Oriental, 1900.


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CABRAL, Manoel de Farias  

( Atalaia -AL?). Coronel. Deputado provincial na legislatura 1842-43. Vereador em Viçosa, foi, ainda, por volta de 1850, presidente da Câmara, Juiz de Órfãos, Juiz Ordinário e Juiz Municipal. Em 16/3/1842, foi nomeado tenente-coronel da Guarda Nacional.


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CABRAL, Pedro  

(?). Deputado estadual na legislatura 1913-14.


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CABRAL, Pedro  

( Maceió - AL 17/06/1956 ). Arquiteto, urbanista, professor. artista plástico, poeta. Filho de Pedro Cabral de Oliveira Filho e Maria Correia de Oliveira. Ensino fundamental no Colégio Estadual Cônego Machado (1970) e o médio no Colégio Estadual de Alagoas (1973). Graduação em Arquitetura e Urbanismo, UFAL (1978). Especialização em Desenvolvimento Urbano, Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM (1979). Especialização em Planejamento e Engenharia de Tráfego, UFAL (1980). Mestrado em Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, PRODEMA-UFAL (1999) com a dissertação:Maceió: Em Busca de Uma Cidade Sustentável. Uma Análise da Propriedade Imobiliária no Ambiente Construído.Atua na área de Arquitetura Hospitalar. Autor do projeto arquitetônico do Hospital do Coração de Alagoas e autor também de projetos de arquitetura para a Santa Casa de Misercórdia, Hospital do Açúcar e Hospital Sanatório. Autor da Sede do Sinteal - Sindicato dos Trabalhadores da Educação e de alguns Fóruns do Tribunal de Justiça. Professor de Arquitetura e Urbanismo, UFAL, desde 1980. Editou o blog intituladoPoisÉ, por dez anos. Com as poesiasNada está perdido, Sujeito desorganizado, Lusco-fusco, Fora de órbita, A mulher que nunca teve nem vaidade, A dança dos bonés, Depois de Mao, Verde oliva, A música carrega seus sonhos pelas mãos, As paredes não falam, sentem..., A noite, Desplugado, Reflexão na hora do banho, Quem sabe dos animais?,participou deA Poesia das Alagoas,Recife: Edições Bagaço, 2007, Carlito Lima/Edilma Bomfim, (orgs.), p. 176 - 182. Com o contoCangaceiros,participou do livroO Conto das Alagoas,Recife:Edições Bagaço, 2007, Carlito Lima - Edilma Bomfim (orgs.), p 220 - 223. Exposições de Arte: Participou do Salão da Marinha; IPHAN e do1º Salão de Arte Contemporânea de Alagoas,da Mostra Coletiva Cadeiras NO Museu Pierre Chalita,da Exposição Amostra Grátis no Complexo Cultural Teatro Deodoro, 16 a 30/01/2015, da Exposição Fina Intervenção, na Galeria Fernando Lopes do CESMAC. Cronista de jornaisGazeta de Alagoas,O Jornal,ExtraeO Dia. Editou o jornalPois Édistribuído por e-mail.


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CABRAL, Reinaldo... Silva  

(Maceió - AL 20/12/1948). Escritor, jornalista. Filho de João Cabral Araújo e Iraci Costa. Curso, inconcluso, de Letras, na Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro (RJ). Trabalha, desde os 17 anos, como jornalista, em especial na Gazeta de Alagoas (1966-1970) Jornal do Brasil (1971-1974) e Folha de São Paulo - sucursal do Rio de Janeiro (1974-1989), como repórter, redator e articulista. Se Destacou como escritor pela sua luta contra a ditadura, tendo alguns dos seus livros censurados. Em 1989, volta a viver em Maceió: onde coordena a campanha do PMDB ao governo estadual. Preside a AMA - Já Associação de Moradores e Amigos do Jacintinho. Coordenador administrativo e de planejamento da AALONG - Associação Alagoana de Organizações Não Governamentais. Em 2011, dedica-se ao Projeto Cidadania e Paz. Candidato a prefeito de Maceió: pelo PT, nas eleições de 1985. Obras: Proibido, Cátedra, 1974 (contos) Matadouro Humano, Cátedra, 1976 (romance) Literatura e Poder pós-64, Algumas Questões, Rio de Janeiro: Ed. Opção, 1978 (romance) Violência Política e Corrupção, Rio de Janeiro: Ed. Opção, 1976 (reportagens, artigos, ensaios), em parceria com Mário Augusto Jacobskind; Promessas do Ditador, Ed. Opção, 1977; Desaparecidos Políticos (Prisões, torturas, assassinatos, reportagens e artigos), Rio de Janeiro: Ed. Opção, CBA-Comitê Brasileiro pela Anistia, 1979, juntamente com Ronaldo Lapa; Voo do Gafanhoto - Como o Brasil Vem Perdendo a Guerra Para o Narcotráfico de Drogas, os Difíceis Caminhos da Paz, Saga dos Jornalistas Investigativos e as Incríveis Histórias da Busca da Felicidade Neste Emocionante Romance-reportagem, romance, São Paulo: Ed. Livro Pronto, 2010. Mídia e Realidade Brasileira, Maceió: Extra – Editora e Livraria, 2015; Sobreviver e Sonhar, Maceió: Extra – Editora e Livraria, 2015. Edita o Diário de Alagoas; colaboração em periódicos.


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CABRAL, Sadi Souza Leite  

(Maceió - AL 10/09/1906 - São Paulo - SP 23/01/1986). Ator, poeta, teatrólogo, diretor teatral. Filho de Manuel Torquato Cabral e Elisa Souza Leite Cabral. Estudou no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Fez curso de ator na Escola Dramática Municipal do Rio de Janeiro (1923), e de dança e coreografia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (1927). Foi técnico de Turismo do Touring Club Brasileiro (1929-1938). Pseudônimo: Sérgio Murilo. Estreou no teatro em 1923, excursionando com a Cia. Abigail Maia, afastando-se do palco seis anos mais tarde, para trabalhar como ator de rádio. Retorna ao teatro em 1935, funda, com Sílvio Mafra, o grupo Os Independentes. Em 1938, atua na Cia. Delorges Caminha. Fez parte do Teatro Brasileiro de Comedia (TBC), da Companhia Maria Della Costa e do Teatro de Arena. Junto com Custódio Mesquita, compôs, entre outras canções: Mulher, 1940, (fox-canção) Velho Realejo, 1940 (valsa) Pião e Bonequinha, 1942 (valsas) Quando Florescer o Manacá, Quero Voltar e a opereta Bandeirante, em 1938, nesse mesmo ano apresentada em Porto Alegre (RS). Com Davi Raw, compôs: Sapoti, Cachorro Vagabundo (choros) e Ciúmes (samba). Participou de dezenas de telenovelas, peças de teatro e filmes. Seus trabalhos mais importantes nessas áreas foram: Bonequinha de Seda, Mãos Sangrentas e Seara Vermelha, 24 horas de Sonho, Pureza (cinema) Iaiá Boneca, École de Cocottes, Ré Misteriosa, São Francisco de Assis, Santa Joana, Carlota Joaquina, A Boa Alma de Set-Suan e Sinal de Vida (teatro) Minha Doce Namorada e Primeiro Amor (televisão) Noturno, Os Emigrantes, Camões, Os Morros dos Ventos Uivantes, Inês de Castro (radionovelas). Dirigiu e interpretou A História do Soldado, de Stravinski-Ramuz, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (1951). Em 1959, com Gimba, de Gianfrancesco Guarnieri, no papel de Carlão, sob a direção de Flávio Rangel, fez excursão à Europa, onde se apresentou em Lisboa, Paris, no Teatro das Nações e em Roma, no Teatro Quirino. Primeiro brasileiro a montar o autor português Gil Vicente; Antônio José, o Judeu, bem como A Guerra do Alecrim e Mangerona. Obra: Bandeirante, com o pseudônimo de Sérgio Murilo, opereta escrita juntamente com Custódio Mesquita.


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