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BALBINO ???  

(AL). Assina um trabalho em Publicação em Homenagem ao Centenário do Município de Viçosa, 1831-1931, Viçosa: Tip. Econômica, 1931.


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BALBINO, Jailton  

(AL). Poeta. Publicou: Manhãs Permanentes, apresentação de José Geraldo W. Marques, Maceió: SERGASA, 1982.


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BALBINO, Leonídio... da Silva  

(Sítio Otizeiro, zona rural de Arapiraca - AL 1936). 17º filho de Balbino Francisco da Silva e Maria Francisca Conceição. Aos oito anos começa a trabalhar na lavoura, cuidar dos animais, e inicia o seu aprendizado na arte de negociar. Em 1953 muda-se para São Paulo (SP). Começa a trabalhar como faxineiro de uma pensão, trabalha como balconista de bar, copeiro de hotel, e, mesmo analfabeto, passa a exercer a atividade de vendedor de livros. Com 21 anos se alfabetiza, sozinho, sem auxílio de professor. Atua em diversas editoras, como vendedor. Cria, em 1958, uma empresa revendedora de livros, que dura um ano. Passa a ser um viajante vendedor de livros, percorrendo especialmente o interior do estado de São Paulo. Com esforço, torna-se editor, e, em 1964, a Editora Irradiação Ltda. coloca no mercado os oito títulos da Biblioteca da Língua Portuguesa. Seguem-se: Biblioteca de Matemática Moderna, também em oito volumes; Grande Dicionário da Língua Portuguesa (05 volumes) e a Coleção de Contabilidade Carlos de Carvalho (08 volumes). Em 1965, funda Lisa Irradiantes S/A, com o objetivo de publicar livros de referência, obras didáticas e paradidáticas, de literatura geral e de literatura infantil. Posteriormente, transforma-se na Editora Lisa Livros. Obra: Operário do Livro, São Paulo: Lisa Livros, 2ª edição, 2010.


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BALDAIA, Francisco do Rego  

(AL 24/12/1863 ou 1864). Professor, jornalista, padre. Filho do português Francisco do Rego Baldaia, um dos fundadores da vila de Maceió. Estudou no Seminário de Olinda. A Câmara de Maceió: por ato de 30 de junho de 1818, nomeia-o -professor régio de primeiras letras.- Apesar de sua origem, sempre se distinguiu pela sua lusofobia. Sua exaltação jacobinista levou-o a excessos, razão pela qual não foi reconduzido à cadeira de primeiras letras, sendo substituído por Francisco Pereira Guedes. Participou do primeiro período do jornalismo em Alagoas (1831/1850). Sempre extremado em suas opiniões. Moreno Brandão, em seu livro Maceió: assim o apresenta: -Ao sacerdócio sempre juntou o magistério, e, quando em Maceió se fundou a imprensa. Baldaia tornou-se um jornalista veemente, por vezes agressivo. Foi por estas qualidades uma individualidade singular. Faleceu em 24 de dezembro de 1863, velhíssimo.- Em 1833, dirige o Federalista, substituindo o padre Afonso de Albuquerque Melo e o advogado Félix José de Melo e Silva, levando o jornal para uma posição menos intransigente e mais governista. A Revista II, IHGAL, pág. 154, publica: -Registro da provizão do professor de primeiras letras padre Francisco do Rego Baldaia, o primeiro mestre-escola de Maceió.-


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BALET MARIA EMILIA CLARK  

Em novembro de 2007, apresentou, no Teatro Gustavo Leite, o espetáculo Grandis: Conceitualizando Ib Gatto Falcão. Em novembro de 2008, apresentou, ainda no mesmo teatro, o espetáculo Um Instante Maestro, uma homenagem a Anilda Leão, Selma Brito, Vanúzia Barros e Bráulio Leite.


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BALLET ELIANA CAVALCANTI  

Fundado em 1973, foi a primeira Escola de Balé de Alagoas. Em 1972, a bailarina Eliana Cavalcanti, egressa da posição de primeira bailarina do Grupo de Ballet do Recife e de professora de balé do Curso de Danças Clássicas Flávia Barros (Recife), resolve ensinar em Maceió: numa das dependências do Colégio Santíssimo Sacramento. No ano seguinte, já morando em Maceió: funda o Ballet Eliana Cavalcanti, instalado no Centro da cidade. Em 1975, realiza o primeiro de seus espetáculos anuais, no Teatro Deodoro. Com o aumento do número de alunos, em 1977, transfere a sua sede para a Rua Barão de Alagoas, também no Centro. Em 1981, é inaugurada a sede definitiva do Ballet Eliana Cavalcanti, localizada no Farol e, ao mesmo tempo, surge o Ballet Íris de Alagoas. Muitos foram os profissionais de dança que passaram pela escola, contribuindo para o aperfeiçoamento dos alunos e do Ballet Íris de Alagoas, através de cursos de curta duração ou montando coreografias. Dentre esses estão: Luis Arrieta, Ceme Jambay, Flávio Sampaio, Fernando Mendes, Guivalde Almeida, Guilherme Oliveira, Suyenne Simões, Karl Singletary, Sally Radell, Lennie Dale, Alberto Alvim Junior e Marcelo Pereira. Vários de seus alunos se projetaram como profissionais de dança abrindo escolas, na capital e no interior do estado, ou pertencendo a companhias profissionais fora do Estado. Bailarinos de renome nacional e internacional já participaram de seus espetáculos, como convidados especiais: Francisco Timbó, Andrea Tomioka, Everson Botelho, Alexandre Silva, Priscila Yokoi e Guilherme Oliveira.


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BALUARTE CAPOEIRA E MACULELÊ  

Fundado em 1997, pela ONG Movimento Pró Desenvolvimento Comunitário. Responsável: José Antônio dos Santos Bezerra. Catalogado pelo Mapeamento Cultural, SECULT-AL.


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BALUARTE, O  

Publicação semanal surgida em Maceió: em 07/09/1889 ou 1898. Órgão evolucionista, pertencente a uma associação, sendo publicado todas às quartas-feiras. Diretor: J. Moreno. Em 1904, eram seus redatores: Marcionilo Maciel e Sebastião de Abreu.


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BALÉ ÍRIS DE ALAGOAS  

Formado em Maceió: em 1981, pela bailarina Eliana Cavalcanti, com o nome original de Grupo Eliana Cavalcanti, de nível semiprofissional, dele participaram os alunos mais adiantados de sua Escola de Balet. Esse grupo existiu durante vinte e um anos ininterruptos (1981- 2002), quando foi extinto. Naquele ano, estreia com o espetáculo Estação Maceió: no Teatro Deodoro; participa do II ENDA, no Teatro João Caetano, em São Paulo; excursiona por capitais do nordeste; participa do Festival de Arte de São Cristóvão (SE) como também do I Encontro de Ensino de Dança, no Piauí e, ainda, do I Ciclo de Dança do Recife e do I Festival do Mar, em Pajuçara. Em 1984, realiza nova temporada no Teatro Deodoro; participa, entre outros espetáculos, do Ciclo de Danças, no Recife, e do II Festival do Mar, em Pajuçara. No ano seguinte, mantém uma programação assemelhada, tendo, como fato novo, sua participação no XI Festival de Verão de Marechal Deodoro. Em 1986, apresenta Nordestinadas, inspirado no livro de Marcos Acioli, no Teatro Santa Isabel, em Recife, como também no Teatro Deodoro. Em 1987, estreia o balé Vagões - Encantos e Desencantos-um daqueles apresentados na temporada realizada no Teatro Deodoro. Sua principal apresentação, em 1988, foi no XIII Festival de Inverno de Campina Grande (PB). No ano seguinte, estreia Terra de Santa Cruz e Concerto Para Sete Mulheres torna a se apresentar no Festival de Inverno de Campina Grande e, ainda, no VII Ciclo de Dança, do Recife. Em 1990, vence, com Certas Emoções, em nível nacional, o projeto de concorrência da Fiat - A Magia da Arte; participa do VIII Ciclo de Danças e do Projeto Estação Dançar, ambos em Recife. Estreia o espetáculo Por Tudo Isso, no Teatro Deodoro, e se apresenta na reinauguração do Teatro Sete de Setembro, em Penedo. Em 1991, no Teatro Guararapes, em Recife, apresenta o balé Pátria Amada, de Flávio Sampaio e, ainda, nessa capital, participa do Projeto Estação Dançar, a convite da Fundação Cultural Cidade do Recife. Como convidado, apresenta-se no Projeto Primavera Urbana, da FUNTED. No ano de 1992, torna a dançar no Festival de Arte de São Cristóvão (SE) e no Festival de Inverno de Campina Grande. Estreia, em 1993, o espetáculo Estação Jorge de Lima,no Clube Fênix e, nesse mesmo ano, retorna ao Festival de Inverno de Campina Grande, onde também irá se apresentar em 1994. No ano seguinte, participa da 5ª ARTNOR, Feira do SEBRAE-AL; apresenta-se, outra vez, no Festival de Inverno de Campina Grande, como também no Encontro Pernambucano de Dança. No Teatro Deodoro, estreia o espetáculo Quatro Motivos Para Voar. Em 1996, destaque para a apresentação no III Festival de Dança do Mercosul, em Bento Gonçalves (RS) e no X Festival de Dança do Triângulo Mineiro, em Uberlândia (MG). Em 1997, além de sua participação nos tradicionais festivais de Campina Grande e Recife, estreia o espetáculo Exaltação, no Ginásio do SESC, em Maceió. Em 1998, participa da 8º ARTNOR- Feira do SEBRAE, AL; estreia o espetáculo Vida, no Teatro Deodoro, então reaberto. Em 1999, Vida é apresentado no Teatro do Parque, em Recife, bem como representado no Teatro Deodoro; estreia o espetáculo Canais e Lagoas.Foram inúmeras as suas atividades em 2000. Apresentou as coreografias Festançae Canais e Lago,em janeiro, na abertura da ARTNOR, feira de arte promovida pelo SEBRAE. Em março, reapresentou Canais e Lagoas, no Teatro Deodoro, bem como no Shopping Farol. No mês de maio, esse mesmo espetáculo foi apresentado em colégios da capital e na Faculdade de Alagoas (FAL), bem como Vida foi encenado no Teatro Deodoro. Em junho, Canais e Lagoas é representado no Centro Educacional Gomes de Barros e no I Festival Nacional de Dança de Fortaleza, no Teatro José Alencar e no Centro de Convenções de Fortaleza. No mês seguinte, o mesmo espetáculo é encenado no V Festival de Danças do Recife, por três vezes, uma no Pátio de São Pedro, outra na Praça do Arsenal e, finalmente, no Teatro Guararapes. Em agosto, dentro do projeto -Teatro é o Maior Barato-, Canais e Lagoas, por duas vezes, é encenado no Teatro Deodoro. Em setembro, participa, por três dias, da I Mostra Alagoana, com diversas coreografias em vários pontos da cidade. Finalmente, em dezembro, tem, por três dias, participação especial no espetáculo O Baile de Máscaras,produzido pelo Balé Eliana Cavalcanti, no Teatro Deodoro. Em 2001, somente em julho, começa a se apresentar, quando encena, no VI Festival de Dança do Recife, o espetáculo Misturada. Esse mesmo espetáculo, por três dias, em agosto, apresenta-se no Teatro Deodoro. E, ainda, Misturada tem participação no Dia Internacional da Cultura, em novembro, no Teatro Deodoro. Atua também, nesse mesmo mês, na III Mostra Alagoana de Dança, com diversos trechos de coreografias, seja no Calçadão do Comércio, seja no Teatro do Colégio Marista. Por fim, em dezembro, tem participação especial no espetáculo A Fuxicada, produção do Balé Eliana Cavalcanti. No ano de 2002, inicia suas apresentações em março, participando do III Congresso Alagoano de Pediatria, quando apresenta Misturada, no Teatro Deodoro, e, ainda, nesse mesmo mês, com o mesmo espetáculo e no mesmo local, participa do projeto -Dança é o Maior Barato.- É ainda esse mesmo espetáculo apresentado, em julho, no VII Festival de Danças do Recife, no Teatro do Parque e, alguns trechos, em palco armado ao ar livre, na cidade de Camaragibe. Na IV Mostra Alagoana de Dança, apresenta trechos do Misturada, no Teatro do Colégio Marista. Finalmente, em setembro, na I Mostra Nacional Dança em Cena, estreia o espetáculo Eurritmia, no Teatro Deodoro. A logomarca do grupo foi criada por Railton Sarmento Júnior.


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BANANAL  

Serra. Segundo IFL, faz parte da Escarpa Cristalina Oriental.


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