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BACELAR FILHO, Antônio A.  

(Maceió - AL ? 1960). Estudou Matemática na UFAL. Funcionário da CEAL. Teve o poema Vox Populi publicado em Escritores Brasileiros, Rio de Janeiro: Crisalis Editora, 1986.


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BACIA LEITEIRA  

O Estado contou, no passado, com a maior bacia leiteira do Nordeste. A Bacia Leiteira era composta, de início, por municípios do sertão: Batalha, Jacaré dos Homens, Major Isidoro e Palmeira dos Índios. Nos últimos anos, são 19 os municípios, entre os quais União dos Palmares, Viçosa e Chã Preta passaram a integra-la.


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BACURAU, O  

Publicação editada em Jaraguá-Maceió: entre 29 outubro de 1921 e 21 março de 1931. Dirigido por Lafaiete Pacheco, teve como redatores: João Azevedo Filho e Lourival Sarmento; caricaturista: Maria Alice Sarmento; Colaboradores: Jayme de Altavila, Otacílio Maia, Félix Lima Júnior, Aminadab Valente, Judas Isgorogota e Joaquim Maciel Filho, entre outros. Nele, Jayme de Altavila, com o pseudônimo de Borge de Cima, publicou uma série de pequenos poemas humorísticos, tendo o Modernismo como tema central. Em 07 de outubro de 1922, seus responsáveis realizaram, no Teatro Deodoro, uma festa intitulada 60 Minutos de Riso. No Almanaque d-O Bacurau Para 1927, havia um trabalho intitulado Pelo Futurismo Nacional, com a assinatura de Jorge de Lima e oferecido a Jayme de Altavila. Segundo Moacir Medeiros de Santana, Jorge de Lima - Entre o Real e o Imaginário, na verdade, foi escrito pelo último e oferecido ao primeiro. Maria Aline Sarmento foi quem pintou a capa deste Almanach, primeiro e último, com 108 páginas, o qual circulou em fins de dezembro de 1927. Apresentava um Gravoche, com enorme boné, sorriso matreiro, olhando de lado, tendo, entre o indicador e o dedo médio da mão esquerda, um cigarro. A capa, em tricromia, foi impressa na Litografia Dreschler, situada em Recife. O Almanaque constituiu-se um sucesso, sendo vendida, imediatamente, a tiragem de 300 exemplares a 3$500 réis cada um.


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BAETA, Hermann Assis  

(Coruripe - AL 01/12/1932). Escritor, advogado. Iniciou seus estudos jurídicos na Faculdade de Direito de Alagoas e bacharelou-se pela Faculdade Nacional de Direito, atual UFRJ (1962). Ativista do movimento estudantil, chegou a ser Secretário-Geral da UNE, participou como convidado da União Internacional dos Estudantes e do Fórum Mundial da Juventude, realizado em Moscou. Após o término do Fórum, dirigiu-se ao Marrocos onde participou da criação da União Geral dos Estudantes da África Negra, ainda sob o domínio colonial português. Ingressou no Conselho Federal da OAB em 1975, chegando ao cargo de Secretário-Geral em 1981, Vice-Presidente entre 1983 e 1985, e Presidente Nacional da OAB na gestão de 1985 a 1987. Em sua gestão, a OAB liderou o movimento que reivindicava a realização de uma Assembleia Nacional Constituinte livre e soberana, rechaçando a ideia de um Congresso Constituinte e suas mazelas biônicas. Em 1986, empenhou-se e realizou a transferência da OAB para a Capital da República, em Brasília, de conformidade com o mandamento estatutário de 1963. Para esse fim, conseguiu a doação, pela União Federal, de um imóvel territorial, no Setor de Autarquias-Sul, para a construção da primeira sede própria do Conselho Federal. Trabalhou pela interiorização da OAB, estimulando e contribuindo no sentido de criação de subseções. Lutou também pela defesa e afirmação dos direitos humanos no Brasil e no Mundo, tendo realizado três seminários intitulados -Violência no Campo- nas cidades de Imperatriz (MA), Marabá (PA) e Araguaína (TO). Defendeu a Reforma do Judiciário, destacando sempre o Conselho Nacional de Justiça, de forma a criar-se o chamado Controle Externo do Judiciário. Participou dos atos e manifestações da OAB em todo o País, destacando-se o exercício da função de Presidente da Comissão de Temário das Conferências Nacionais. Obras: Por Uma Assembleia Nacional Constituinte Popular, Folha Carioca, 1985; Constituinte Independente e Apartidária, Visão, 1986, juntamente com Jair de Oliveira Soares; Razões da Constituinte Exclusiva, n/d; IAB, Democracia e Liberdade, OAB, 1995, juntamente com Ernando Uchôa Lima; Amazônia e Soberania Nacional, Instituto dos Advogados do Brasil (IAB), 1997, juntamente com outros autores; Estudo Sobre Controle Externo do Judiciário, OAB, 1999; História da Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, 2003, 2 v. (coordenador) Os Fantasmas da Cidade, prefácio de Kátia Pinheiro, ilustrações de Ênio Lins.


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BAGNUOLO, Conde de Giovanni Di San Felice, Príncipe de Monteverdi  

 (Nápoles 1575 - Salvador - BA 26/08/1640). Veio ao Brasil como sargento-mor do Terço ou Regimento de Nápoles, ligado à Coroa da Espanha, que integrava a Grande Jornada dos Vasssalos, comandada por D. Fradique de Toledo Osório, em 1625, enviada por Filipe IV, então rei de Espanha e de Portugal, a fim de dar combate aos holandeses, instalados na Bahia. Para cá retornou em 1631, no comando de reforços trazidos à Bahia e Pernambuco pela armada espanhola-portuguesa de Antônio de Oquendo, tendo sido encarregado, em atual território alagoano, da defesa do cabo de Santo Agostinho. Em 1636, assumiu o comando do sistema de guerrilhas, realizando inúmeras incursões pela zona açucareira de Pernambuco, inclusive com assaltos, depredações e incêndios de engenhos e povoações dominadas pelos holandeses, contando com o auxílio de Henrique Dias, Sebastião do Souto, Francisco Rebelo, André Vidal de Negreiros e outros capitães; sendo, pois, um dos responsáveis pelos flamengos terem abandonado Alagoas. Combateu ainda os holandeses em Sergipe e, pela segunda vez, na Bahia. Felipe IV, por sua ação, deu-lhe, em 1639, o título de conde e uma morgadia em Nápoles.-


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BAIANA -  

Dança popular de origem africana, composta de figuras do sexo feminino. Teve sua origem em Pernambuco e não na Bahia, como o nome sugere. É uma variante do Maracatu, com elementos do Pastoril e do Coco. Primitivamente era conhecida como Samba de Matuto. Só na década de vinte do século passado, segundo Théo Brandão, a brincadeira passou a ser denominada de Baiana. Aparecia na época carnavalesca, ensaiada pelos babalorixás, revelando-se um folguedo de nítida influência africana. Hoje, a Baiana se apresenta no ciclo natalino. Lembra o canto dos escravos na senzala e a coreografia criada nos terreiros das casas-grandes dos engenhos de açúcar. São suas figurantes: Mestra (duas), Contramestra (duas), Puxa-Cordões (duas), Bonecas e demais baianas, em um total de dezesseis. Vestem traje típico da baiana, com torços, saias rodadas, balangandãs, blusas rendadas etc. Predominam as cores azul e encarnado por influência do Pastoril-.


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BAIXA FUNDA, Antônio  

veja ALMEIDA, Antônio.


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BAIXA, João dos Santos Lima Ponte  

(? AL ). Poeta, capitão de polícia. Publicou Diversas Fases, Maceió: Tip. do Partido Liberal, 1871 (poesia). Segundo Luis Lavenère, teria publicado, ainda, Meu Retrato (Revista IHGAL, n. 30).


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BAIXO PLANALTO SEDIMENTAR DOS TABULEIROS  

Formado pelas terras pouco elevadas que se estendem do mar, com suas falésias, até as primeiras serras cristalinas para oeste, denominadas tabuleiros-, segundo Ivan de Lima. Sua altitude é de 40 a 50 metros sobre o nível do mar, na frente dos penhascos, e de 200 metros no interior, nas denominadas Chãs.


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BAIXO, Lagoa de  

 Situa-se às margens do rio São Francisco, entre aquelas formadas pelo processo erosivo do rio e de seus depósitos nos terraços marginais. Localiza-se após Traipu.


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